
Em novembro passado, a Controladoria-Geral do Chile ordenou a paralisação da construção dos chamados guetos verticais na comuna de Estación Central (Santiago). Em resposta, um grupo de incorporadoras apresentou nesta sexta-feira, 14 de dezembro, uma série de recursos de proteção contra a resolução, enquanto a Câmara Chilena da Construção acendeu o alerta em relação à paralisação de projetos, conforme repercutido pelo jornal chileno El Mercurio.
Paralelamente, o Colégio de Arquitetos do Chile, a Associação de Escritórios de Arquitetura (AOA), a Associação de Diretores de Obras e Profissionais das Diretorias de Obras do Chile, a Associação de Arquitetos Revisores Independentes do Chile e a Associação Nacional de Revisores Independentes emitiram um documento ao qual o El Mercurio teve acesso. No texto, as entidades alegam que "têm visto afetado [o] direito de exercer a atividade profissional com confiança [...] devido à insegurança jurídica pela qual passa o nosso setor", escrevem.












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