Olivia Poston

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR
↓
Acesso exclusivo

Vivacidade e Utilidade: Adotando Cores em Cozinhas de Apartamentos Urbanos

Apartamentos urbanos são frequentemente elogiados pelo uso inteligente do espaço, mas como tem sido sua abordagem em relação às cores? Incorporar cores de forma pensada vai além de uma decisão estética; tem o potencial de moldar respostas emocionais, influenciar o humor e criar ilusões espaciais. Pesquisas em psicologia das cores mostram que as cores afetam nossas reações sociais, culturais e psicológicas, tornando-se ferramentas de projeto poderosas. Variações de azul, por exemplo, demonstraram retardar a produção de melatonina, mantendo as pessoas mais despertas e alertas, enquanto tons de verde aliviam a tensão do sistema nervoso, ajudando-nos a sentir mais calma e equilíbrio. A cor nos espaços arquitetônicos pode inclusive alterar nossa percepção, criando ilusões de profundidade, movimento e textura que influenciam a maneira como vivenciamos o espaço. Tons mais quentes, como laranjas e vermelhos, tendem a tornar o ambiente mais íntimo e acolhedor, ao passo que brancos e azuis frios conferem uma sensação de abertura, fazendo com que os espaços pareçam mais altos e amplos.

Vivacidade e Utilidade: Adotando Cores em Cozinhas de Apartamentos Urbanos - Mais Imagens+ 29

Acesso exclusivo

O Caminho Trilhado: Conectando Cidades e Identidade através das Redes de Trilhas dos Apalaches

Todos os anos, mais de mil pessoas concluem a Trilha dos Apalaches, com seus 3.528 quilômetros (2.192 milhas) de extensão entre a Springer Mountain, na Geórgia, e o Mount Katahdin, no Maine. Outros milhões de pessoas percorrem trechos menores, aproveitando os inúmeros mirantes, caminhando por cumes arborizados ou passeando pelos centros de pequenas cidades, o que torna essa rede um dos corredores de trilhas mais visitados e reconhecidos do mundo. No entanto, a proposta para esse imenso corredor de trilhas, originalmente apresentada em um artigo de 1921 no Journal of the American Institute of Architects por Benton MacKaye, estava longe de ser um mero recurso de lazer ao ar livre. Esse "projeto de planejamento regional" consistia em uma crítica radical à modernidade industrializadora, que acentuava a divisão entre as metrópoles em expansão da Costa Leste e as cidades em declínio das montanhas dos Apalaches.

O Caminho Trilhado: Conectando Cidades e Identidade através das Redes de Trilhas dos Apalaches - Image 1 of 4O Caminho Trilhado: Conectando Cidades e Identidade através das Redes de Trilhas dos Apalaches - Image 2 of 4O Caminho Trilhado: Conectando Cidades e Identidade através das Redes de Trilhas dos Apalaches - Image 3 of 4O Caminho Trilhado: Conectando Cidades e Identidade através das Redes de Trilhas dos Apalaches - Image 4 of 4O Caminho Trilhado: Conectando Cidades e Identidade através das Redes de Trilhas dos Apalaches - Mais Imagens+ 26

Acesso exclusivo

Projetando Ambientes Rurais Compartilhados: Definindo Espaços Públicos além das Métricas Urbanas

Os ambientes rurais costumam ser difíceis de definir nos contextos administrativo e profissional, trazendo consigo preconceitos e complexidades notáveis. Embora os limites de população e densidade sejam os determinantes mais comuns para traçar fronteiras administrativas, outros fatores, como infraestrutura, emprego e serviços, também contribuem para caracterizar o meio rural. Nos Estados Unidos, o Census Bureau define a ruralidade não por suas características ou recursos, mas por suas ausências, como "qualquer população, habitação ou território que não esteja em uma área urbana". Para a comunidade de projeto e planejamento, é importante definir o futuro dos ambientes rurais não por meio de métricas de recursos ou infraestrutura urbana, mas desenhando uma nova estrutura voltada à flexibilidade, à adaptação e à saúde.

Projetando Ambientes Rurais Compartilhados: Definindo Espaços Públicos além das Métricas Urbanas - Image 1 of 4Projetando Ambientes Rurais Compartilhados: Definindo Espaços Públicos além das Métricas Urbanas - Image 2 of 4Projetando Ambientes Rurais Compartilhados: Definindo Espaços Públicos além das Métricas Urbanas - Image 3 of 4Projetando Ambientes Rurais Compartilhados: Definindo Espaços Públicos além das Métricas Urbanas - Image 4 of 4Projetando Ambientes Rurais Compartilhados: Definindo Espaços Públicos além das Métricas Urbanas - Mais Imagens+ 6

Acesso exclusivo

O Efeito do Turismo: Redesenhando Cidades, Paisagens e Infraestrutura

Neste verão, espera-se que mais de um milhão de visitantes, espectadores e atletas se reúnam nas ruas de Paris para os Jogos Olímpicos de Verão de 2024. A preparação para o evento incluiu investimentos massivos na modernização de infraestruturas, instalações e espaços públicos por toda a cidade e pelo país. Além da restauração da arena Grande Nef de l'Île-des-Vannes, da Piscina Georges-Vallerey e do Centro Esportivo Poissonniers, a cidade revelou novas tipologias de serviços públicos e um plano diretor para a Vila Olímpica assinado pelo escritório Dominique Perrault Architecture.

O Efeito do Turismo: Redesenhando Cidades, Paisagens e Infraestrutura - Image 1 of 4O Efeito do Turismo: Redesenhando Cidades, Paisagens e Infraestrutura - Image 2 of 4O Efeito do Turismo: Redesenhando Cidades, Paisagens e Infraestrutura - Image 3 of 4O Efeito do Turismo: Redesenhando Cidades, Paisagens e Infraestrutura - Image 4 of 4O Efeito do Turismo: Redesenhando Cidades, Paisagens e Infraestrutura - Mais Imagens+ 6

Acesso exclusivo

Arquitetura além da humanidade: projetando para espécies não humanas

Seriam os seres humanos os únicos guardiões do ambiente construído? Para grande parte dos/as profissionais de arquitetura e urbanismo, os espaços são projetados com foco nas necessidades, no conforto e na saúde humana. Um ordenamento espacial, tanto nos espaços construídos quanto na malha urbana, estabelece o ser humano como o/a único/a usuário/a padrão. No entanto, por mais que a humanidade tenha influenciado a trajetória do planeta, outras espécies desempenham um papel crucial no desenho, na formação e na manutenção das paisagens urbanas do século XXI.

Arquitetura além da humanidade: projetando para espécies não humanas - Mais Imagens+ 30

Acesso exclusivo

Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27

Em novembro de 2022, a cidade costeira de Sharm El Sheikh, no Egito, sediou a 27ª edição da Conferência das Partes das Nações Unidas, conhecida como COP27. Desde a assinatura do Acordo de Paris em 2015, a conferência, que ocorre quase anualmente, ganhou força como um fórum global de liderança no compartilhamento de conhecimento e no desenvolvimento de diretrizes para mitigar as mudanças climáticas em todo o mundo. Enquanto a mais recente COP28, realizada em Dubai em 2023, concentrou-se nos debates sobre produção de energia, esta edição anterior focou nos contextos urbanos e na necessidade urgente de incorporar perdas, danos e reparações climáticas aos planos de ação climática. Passados dois anos desde a COP27, torna-se fundamental revisitar essas discussões e cobrar dos órgãos governamentais a responsabilidade pelas promessas feitas e pelas metas estabelecidas para a mitigação das mudanças climáticas. Um dos planos mais ambiciosos da COP27 joga luz sobre um debate urgente em nossos ambientes urbanos: como definiremos perdas, danos e reparações climáticas no século XXI?

Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27 - Imagen 3 de 4Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27 - Imagen 5 de 4Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27 - Imagen 2 de 4Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27 - Imagen 4 de 4Progresso e Reparações: Analisando o Fundo de Perdas e Danos da COP27 - Mais Imagens+ 7