Descrição enviada pela equipe de projeto (Traduzido para o chinês por Lu Yang).
A agência criativa libanesa JPAG produziu um curta-metragem de arquitetura intitulado “Coming Back to Life” (Voltando à Vida), que utiliza um símbolo arquitetônico abandonado da Guerra Civil Libanesa para narrar um conto de fadas contemporâneo. A Burj El Murr (Torre da Amargura) é reimaginada por meio de uma narrativa cinematográfica repleta de emoção e cenas dramáticas, buscando gerar uma nova compreensão dos conceitos arquitetônicos.
Niall Patrick Walsh
Edifícios abandonados contam “contos de fadas contemporâneos”
Uma entrevista com o fundador do TED e arquiteto, Richard Saul Wurman
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Richard Saul Wurman é um dos arquitetos mais influentes de nosso tempo — uma conquista notável para alguém cujas paixões e explorações se estendem muito além dos limites tradicionais da profissão. Sua busca incansável pelo incompreendido, pelo desconhecido e pelo inexplorado rendeu inúmeras contribuições para o mundo, desde a aclamada TED Conference, que ele fundou in 1984, até teorias autorais como LATCH e a Arquitetura de Informação. Nascido em 1935 na Filadélfia e formado em arquitetura pela Universidade da Pensilvânia, Wurman teve Louis Kahn e Charles Eames entre seus mentores, além de Moshe Safdie e Frank Gehry entre seus grandes amigos.
Nova série de Federico Babina sobre a abstração do processo de desenho

Federico Babina publicou a mais recente série de sua vasta coleção de imaginários arquitetônicos. "Estrutura Abstrata: Embriões Arquitetônicos" procura questionar o papel da arquitetura na própria criação do desenho, em vez de tratar o desenho como um mero instrumento para projetar um edifício.
Por meio dessas obras, Babina propõe uma conexão ideal entre a arquitetura como representação e a representação contida no desenho. Os volumes arquitetônicos são decompostos e expressos em formas "abstratas" que, no entanto, não perdem a essência do projeto.
10 tecnologias para construir cidades acessíveis e economicamente viáveis

As principais cidades globais enfrentam uma crise de grande escala. De acordo com estimativas da ONU, até 2050 cerca de um bilhão de pessoas com deficiência viverão em áreas urbanas, o que representará 15% da população total das cidades. Com metrópoles repletas de sistemas de metrô, lojas e banheiros sem infraestrutura adequada de acessibilidade, a ONU declarou este como um dos principais desafios urbanos contemporâneos. Paralelamente, em um cenário no qual o aluguel consome mais de 50% da renda de muitas famílias, a maioria das cidades ao redor do mundo luta para oferecer moradia segura, digna e acessível a seus habitantes. O Fórum Econômico Mundial alertou recentemente que “um mundo onde a moradia é acessível apenas para uma minoria é insustentável”.
Qual será o futuro dos postos de gasolina?

Ao longo das últimas décadas, postos de gasolina passaram de uma novidade à objetos onipresentes em paisagens urbanas e rurais do mundo todo. Com a popularização dos automóveis durante a segunda metade do século XX, postos de gasolina transformaram-se em uma das tipologias arquitetônicas universais mais vulgares. Hoje, somente nos Estados Unidos, existem cerca de 130.000 estruturas deste tipo espalhadas pelos quatro cantos do país, uma para cada 2.000 mil veículos da frota americana que beira atualmente os 270 milhões. No entanto, à medida que a população mundial continua migrando das áreas rurais para às cidades, áreas urbanas cada vez mais densas e com sistemas de transporte público cada dia mais eficientes e sustentáveis, é hora de reinventar esta tradicional tipologia para que ela não se torne obsoleta da noite para o dia.
Carlo Ratti defende a importância da inovação na arquitetura

Considerado um dos arquitetos mais inovadores de nosso tempo, Carlo Ratti é sócio e fundador do premiado escritório de arquitetura italiano Carlo Ratti Associati e diretor do MIT Senseable City Lab. Através de sua prática profissional e didática, Ratti defende o uso de novas tecnologias como ferramenta de transformação da disciplina da arquitetura, da maneira como projetamos nossos edifícios e consequentemente, da maneira como construímos nossas cidades. O conceito de “convergência” é um dos elementos centrais no trabalho de Ratti, seja na confluência do natural e artificial, seja na harmonia entre o homem e a tecnologia. Alem disso, ele acredita que esta consonância pode nos ajudar a reformular os processos de projeto, promovendo um maior engajamento das comunidades locais nas discussões à respeito da cidades que eles desejam morar.
Como será o campo quando todo mundo estiver vivendo na cidade?

Em fevereiro de 2020, o Guggenheim de Nova Iorque irá inaugurar uma exposição idealizada por Rem Koolhaas e desenvolvida dentro do AMO, o estúdio de pesquisa e design do OMA. Intitulada de “Countryside, The Future”, a exposição é o resultado de uma das principais linhas de pesquisa desenvolvidas por Koolhaas ao longo dos últimos anos; o impacto de um mundo cada vez mais urbanizado nas áreas não urbanas.
Precisamos de uma arquitetura ativista DIY para combater as mudanças climáticas

A arquitetura está intrinsecamente ligada a políticas públicas, política e poder. Com a responsabilidade pelo projeto e pela percepção do ambiente construído, arquitetos/as desempenham um papel singular na modelagem da experiência urbana humana. À medida que o mundo enfrenta questões como as mudanças climáticas, a migração forçada e a habitação acessível, arquitetos/as se colocam cada vez mais na linha de frente do debate, utilizando uma variedade de ferramentas e caminhos para clamar por mudanças e, de fato, projetar para elas. Contudo, embora existam muitos caminhos oficiais para que a classe profissional da arquitetura defenda reformas sociais e ambientais, há um método de resistência pouco teorizado — um "caminho menos percorrido" para o progresso social que vai além das instâncias oficiais.
20 palestras do TED que todo/a arquiteto/a deve assistir

Desde sua fundação em 1984 pelo arquiteto Richard Saul Wurman, o TED tem sido uma força influente nas áreas de tecnologia, entretenimento, design e muito além. Comandando plateias de milhões de pessoas em todo o mundo, profissionais de arquitetura frequentemente se alinham à premissa do TED de que "ideias merecem ser compartilhadas", incluindo palestras de nomes proeminentes como Bjarke Ingels e Jeanne Gang. Dando continuidade à nossa lista anterior, selecionamos 20 apresentações marcantes entre mais de 2.500 para inspirar e aprimorar o seu trabalho na área.
30 Espaços de trabalho das maiores empresas de tecnologia do mundo
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Para empresas de tecnologia, imagem é tudo. Seja o iPhone mais novo, a mais recente interface do Slack ou a atualização do Uber, essas gigantes se esforçam diariamente para manter o usuário envolvido e para manter sua imagem jovem, atual e de vanguarda. Invariavelmente, essa necessidade de ser percebido transcende a tela digital e se manifesta na arquitetura dos escritórios onde essa inovação ocorre.
Em todo o mundo, de Dublin a Tel Aviv e Tóquio, os espaços de trabalho das maiores empresas de tecnologia do mundo estão redefinindo a forma como os escritórios são projetados, auxiliados por arquitetos de ponta como Foster + Partners, Snøhetta e Gehry Partners. Embora nosso artigo recente sobre soluções para home offices flexíveis reflita questões de funcionalidade e expressão individual, os 30 espaços de trabalho abaixo dedicam-se à colaboração e inspiração através de escalas, cores, formas e elementos inesperados.
20 TED Talks para uma arquitetura melhor

Desde a sua fundação em 1984 pelo arquiteto Richard Saul Wurman, o TED tem sido uma poderosa ferramenta para os campos da tecnologia, do entretenimento, do design e tantos outros. Arquitetos estão entre os principais seguidores da cultura do TED “boas ideias merecem ser compartilhadas”. Não por acaso, importantes nomes da arquitetura contemporânea, como Bjarke Ingels e Jeanne Gang, já participaram de 'TED Talks'. Entre as mais de 2500 Talks disponíveis na internet, e assim como já fizemos em outros anos, compilamos uma lista com 20 TED Talks que podem nos ajudar a ser melhores arquitetos.
Jonathan Mizzi sobre o futuro da microarquitetura

Com sedes em Londres e Malta, o Mizzi Studio, liderado por seu fundador Jonathan Mizzi, está na vanguarda da crescente tendência da microarquitetura. Como exemplificado pelo projeto encomendado recentemente de nove quiosques nos Parques Reais de Londres, o escritório é movido pela fusão entre artesanato e tecnologia e, em especial, pelas grandes forças invisíveis da economia, sustentabilidade e psicologia que convergem nesses pequenos espaços e estruturas.
Como cidades antigas se tornam acessíveis

À medida que a população urbana mundial continua a crescer vertiginosamente, estima-se que até 2050 mais de um bilhão de pessoas, com algum tipo de restrição motora, estarão vivendo em áreas urbanizadas. Infelizmente, a maioria dos centros urbanos mas principalmente aqueles mais antigos - com centenas e até milhares de anos -, não estão preparados para atender a esta preocupante demanda. Existe, portanto, um desafio imediato para nós arquitetos, urbanistas e autoridades locais: abordar com a devida atenção e sensibilidade a questão da acessibilidade em centros urbanos históricos. O grande desafio é, portanto, encontrar maneiras e métodos que possibilitem um convívio saudável entre a crescente demanda por acessibilidade e a manutenção das características específicas do patrimônio histórico urbano de nossas cidades mais antigas.
4 tipologias únicas de coworking, de igrejas a contêineres

Uma tendência consolidada no meio criativo e para além dele, o coworking fundamenta-se na ideia de que o compartilhamento de espaços pode oferecer benefícios tanto financeiros quanto de produtividade. Como demonstrado pelo forte envolvimento de Bjarke Ingel no WeWork e pelos vibrantes e dinâmicos espaços de trabalho criados pelo Second Home, a arquitetura e o design desempenham um papel fundamental na concepção eficaz de espaços de coworking.
Quando o/a arquiteto/a passa a usar cadeira de rodas

Quando o renomado arquiteto Michael Graves contraiu um vírus misterioso em 2003, um novo capítulo de sua vida se iniciou. Paralisado do peito para baixo, o pioneiro do pós-modernismo passaria a depender de uma cadeira de rodas pelo resto de seus dias. Seria compreensível pensar que, após lutar pela vida, passar por oito hospitais e quatro clínicas de reabilitação e se deparar com o uso permanente de uma cadeira de rodas, os dias mais influentes de Graves como arquiteto estivessem no passado. Contudo, não foi isso o que aconteceu. Pelo contrário, ele canalizou sua nova realidade para projetar uma série de hospitais inovadores, centros de reabilitação e outros projetos até sua morte em 2015. Seu objetivo era melhorar a qualidade de vida dos usuários por meio de uma nova compreensão do cotidiano de quem utiliza cadeiras de rodas, focando em detalhes que os/as profissionais da arquitetura antes ignoravam ou simplesmente não percebiam.
Ennead Architects apresentam projeto para a Cidade da Ciência de Zhangliang em Xangai

O escritório de arquitetura Ennead Architects revelou em detalhes o projeto para a Cidade da Ciência de Zhangliang, em Xangai, China. Este enorme complexo multi-uso representa uma mudança de rumo no planejamento urbano da cidade de Xangai, que passou a priorizar a construção de edifícios que apresentem melhores relações de escala humana e que integrem uma maior diversidade de usos e atividades. Atendendo as demandas do plano diretor existente, o projeto da Cidade da Ciência se define como um bloco aberto e integrado aos espaços públicos da cidade, proporcionando um perfeito equilíbrio entre os espaços de vida, trabalho e lazer.
Precisamos que mais usuários de cadeira de rodas se tornem arquitetos/as

Quando o famoso arquiteto Michael Graves contraiu um vírus misterioso em 2003, um novo capítulo de sua vida começou. Paralisado do peito para baixo, o pioneiro do pós-modernismo passaria a depender permanentemente de uma cadeira de rodas. Não seria de se estranhar se Graves acreditasse que, após lutar por sua vida, passar por oito hospitais e quatro clínicas de reabilitação e agora necessitar de uma cadeira de rodas de forma permanente, seus dias mais influentes na arquitetura tivessem ficado para trás. Mas não foi o que aconteceu. Pelo contrário, ele utilizou essa nova circunstância para projetar hospitais inovadores, centros de reabilitação e outras tipologias até sua morte, em 2015, tudo com uma sensibilidade renovada em relação à realidade cotidiana dos cadeirantes e ao que os/as arquitetos/as faziam — ou deixavam de fazer — para melhorar sua qualidade de vida.
Agosto no ArchDaily: Acessibilidade

Na arquitetura, "acessibilidade" denota mais frequentemente o usuário final e o ato imperativo de desenhar os espaços, edificios e cidades de acordo com os princípios de desenho universal. Um aspecto cada vez mais central da arquitetura, o ethos da arquitetura acessível foi bem captado pelo arquiteto Ronald Mace, que questiona: “se não estamos projetando para seres humanos, para quem estamos projetando? Vamos projetar todas as coisas, o tempo todo, para todos. É para onde estamos indo."
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