Lindsey Leardi

NAVEGUE POR TODOS OS PROJETOS DESTE AUTOR

Mass Timber: Derrubando o mito das exceções às normas de construção

A madeira estrutural está passando por um renascimento — uma tendência irônica, dado que a madeira é indiscutivelmente o mais antigo dos materiais de construção. No entanto, novas inovações no design estrutural de madeira têm inspirado uma série de projetos que desafiam os limites desse material milenar, englobando desde pontes até arranha-céus.  Mais importante ainda, esses projetos estão a caminho de se concretizar, atendendo a normas de construção que muitos, erroneamente, consideram restritivas a ponto de torná-los inviáveis. 

As estruturas de madeira de hoje não estão apenas quebrando recordes — elas estão fazendo isso sem infringir as regras. 

Acústica: por que os arquitetos não deveriam deixar tudo para os consultores

Mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas densas. Restaurantes, lojas, hotéis ou escritórios desconfortavelmente barulhentos são suficientes para manter os clientes afastados. Ao planejar uma reunião ou mesmo sair à noite com amigos, estamos conscientes de selecionar um local onde possamos nos concentrar e ouvir um ao outro. Quanto mais barulhento fica nosso mundo, mais difícil é nos concentramos nos sons que realmente queremos ouvir.

Desde o começo dos tempos, nossos ouvidos nos alertaram sobre o perigo que se aproxima. Enquanto sua função permanece a mesma, os perigos de hoje são diferentes do que eram no passado. Sons indesejados podem ter efeitos graves para a saúde, tais como: perda auditiva, pressão alta, dores de cabeça, alterações hormonais, doenças psicossomáticas, distúrbios do sono, redução do desempenho físico e mental, reações de estresse, agressividade, sentimentos constantes de desprazer e redução geral bem-estar. Com essa lista de efeitos colaterais, seria tolice deixar o conforto acústico de nossos espaços apenas para consultores. Quando os arquitetos tem a consciência do conforto acústico, o resultado final pode ser extraordinário.

A bizarra igreja brutalista que é mais arte do que arquitetura

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A bizarra igreja brutalista que é mais arte do que arquitetura - Image 1 of 4
© Denis Esakov

Localizada em uma colina em Mauer, nos arredores de Viena, a Igreja de Wotruba foi o ponto alto da carreira do escultor Fritz Wotruba (o arquiteto do projeto, Fritz G. Mayr, é muitas vezes esquecido). Construída em meados da década de 1970, Mayr completou o projeto um ano após a morte de Wotruba, ampliando o modelo de argila do artista para criar uma escultura de concreto. Como pode ser visto nessas imagens por Denis Esakov, o resultado é um conjunto brutalista caótico que brinca com os limites entre arte e arquitetura.

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A cidade flutuante ecológica do futuro

Diante do crescimento populacional global, designers voltaram suas atenções para o desenvolvimento dos oceanos. O escritório de arquitetura e planejamento urbano URBAN POWER projetou de forma estratégica nove ilhas artificiais na costa sul de Copenhague para responder a vários desafios urgentes enfrentados pela cidade. O projeto, batizado de Holmene, visa atender à demanda por áreas voltadas à tecnologia, produção de energia limpa, barreiras contra inundações e espaços públicos de lazer.

Conferência de Jovens Arquitetos/as 2019

Você já ouviu falar do arquiteto Michael Riscica? Blogger radical, apresentador de podcast e educador, Riscica capacita estudantes e profissionais em início de carreira. Talvez você o tenha conhecido em uma de suas turnês de palestras, onde visitou mais de 50 cidades para falar sobre temas como empreendedorismo e o exame de arquitetura. Nós, inclusive, o apresentamos como especialista em preparação para o ARE aqui no ArchDaily. Agora, Riscica parte para seu mais recente e inovador empreendimento: a Young Architect Conference.

Um dos conceitos centrais da arquitetura de Arata Isozaki, "Ma (間)"

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No primeiro episódio da nova série de vídeos da PLANE—SITE, intitulada Tempo—Espaço—Existência, visitamos o escritório do/a arquiteto/a e teórico/a japonês/a Arata Isozaki. Neste vídeo de estreia, Isozaki discute o conceito japonês do “espaço” e do “tempo” que existem entre as coisas, conhecido como “ma” (間). O que mais chama a atenção é que Isozaki se recusa a se prender a um único estilo; como o/a próprio/a arquiteto/a descreve, seus projetos oferecem respostas únicas a cada situação com base no contexto circundante.

Olvia Demetriou sobre a transição do 2D para o 3D com a Graphisoft

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Em uma profissão tão complexa quanto a arquitetura, a resistência à mudança é comum. A adoção de novas tecnologias traz novos desafios. Contudo, à medida que a tecnologia avança, os escritórios de arquitetura acompanham esse ritmo para se manterem relevantes.

Aeroporto Internacional de Ruanda estabelece novo recorde de sustentabilidade e eficiência

Maior projeto público de Ruanda, o Aeroporto Internacional de Bugesera está prestes a se tornar o primeiro edifício verde certificado na região. Altamente eficiência em termos energéticos, a ponto de ser independente da rede pública de fornecimento, o projeto contará com um terminal de passageiros de 30 mil metros quadrados, 22 balcões de check-in, dez portões e seis pontes de embarque. Financiado por uma parceria público-privada, o projeto tem custo estimado em US$ 414 milhões.

17 Instagrams sobre a Bauhaus para seguir

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Comemore o centenário da Bauhaus com a plataforma número um do mundo para contar histórias através de imagens, o Instagram. Ferramenta essencial para designers, o Instagram é um banco de dados digital em constante crescimento, útil para compartilhamento e estímulo de mercados. A mídia social mudou não apenas o modo como apresentamos e comercializamos nossos projetos, mas também como apresentamos nós mesmos ao mundo.

Em Nova York, quando a forma segue as finanças, o céu é o limite

Em Nova York, quando a forma segue as finanças, o céu é o limite - Imagen 1 de 4
Cortesia de SHoP Architects

As renderizações hiper-realistas que previam o horizonte de Nova York em 2018 estão ganhando vida à medida que a riqueza da cidade se manifesta fisicamente na próxima geração de arranha-céus. Assim como a geração millennial e sua capacidade de acabar com indústrias inteiras sozinha, continuamos obcecados pelos superaltos: quão altos, quão caros, quantos recordes batidos? A obsessão por essa tipologia se concentra em seu caráter burguês e excessivo, mas — pelo menos entre arquitetos e arquitetas — raramente leva em conta os processos que possibilitam esse fenômeno.

A cidade belga de Doel é uma tela para artistas de rua — mas será que a arte é suficiente para salvá-la?

A arte urbana há muito deixou de ser uma mera tendência para se tornar parte integrante da identidade cultural das cidades. O que antes era considerado vandalismo hoje é não apenas aceito, mas incentivado. As obras de artistas outrora perseguidos, como Banksy e Shepard Fairey, hoje são itens de colecionador; murais podem custar de US$ 1.000 a US$ 20.000 ou mais. Por meio de suas criações, artistas podem inclusive ter o poder de salvar cidades.

10 Maneiras diferentes de medir a altura de um arranha-céu

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Como se mede a altura de um edifício? Onde é que devemos amarrar a nossa cota de nível? A história deste trabalho de medição remonta a 1885, bem antes de conhecermos as mais modernas tecnologias de desenho como o AutoCAD ou o Revit. O Home Insurance Building de Chicago, foi o primeiro a se gabar do título de edifício mais alto do mundo. No entanto, foi apenas em 1969 que o Council on Tall Buildings and Urban Habitat (CTBUH) - ou Joint Committee on Tall Buildings, como foi originalmente conhecido - foi fundado com o principal propósito, entre tantos outros, de regulamentar a maneira como se medem as alturas destes edifícios. Reconhecido como a principal autoridade em relação aos arranha-céus, o CTBUH é frequentemente citado quando se fala do edifício mais alto do mundo (ou de um país). No entanto, o CTBUH não é a única organização voltada ao dimensionamento de edifícios em altura; a Global Building Information Database, comumente conhecida por Emporis, também é um importante referente no que se trata de edifícios em altura. De acordo com estas duas instituições, existem dez diferentes maneiras para se medir a altura de um edifício.

Cidades flutuantes e ecológicas podem ser a resposta aos desafios da humanidade

À medida que a população mundial cresce desenfreadamente, começa-se a especular mais seriamente sobre possíveis novos futuros. Pensando nisso, o URBAN POWEr, escritório de arquitetura e planejamento urbano, desenvolveu o projeto de nove ilhas artificiais estrategicamente localizadas na costa sul da cidade de Copenhague e tem o objetivo de responder a muitos dos desafios iminentes pelos quais a cidade tenderá de passar nos próximos anos. As ilhotas, chamadas de "Holmene", atendem às crescentes demandas por espaço, produção de energias limpas e barreiras contra enchentes.

Ice Breakers: o "país das maravilhas de inverno" da arte pública retorna a Toronto

Ice Breakers: o "país das maravilhas de inverno" da arte pública retorna a Toronto - Imagem de Destaque
© Khristel Stecher

O inverno está longe de ser a alta temporada na orla de Toronto. No entanto, o concurso anual de design Ice Breakers busca atrair o público de volta ao ar livre, ocupando a área portuária congelada com instalações que celebram a estação. Os projetos vencedores desta edição já estão em exibição e têm como tema "Signal Transmission" (Transmissão de Sinal).

Pelo terceiro ano consecutivo, a Ports Toronto e a Waterfront Business Improvement Area (WBIA) uniram forças para realizar esta exposição de 2019. Entre centenas de propostas internacionais enviadas, os projetos vencedores — que incluem uma cabana iluminada pela luz das estrelas, espelhos caleidoscópicos e arcos de sinos — ficam em cartaz até 24 de fevereiro.

Confira a seguir as cinco instalações vencedoras, acompanhadas das descrições enviadas por suas equipes de projeto.

Artista explora os ciclos de vida da arquitetura por meio da cerâmica

A escultora e designer de joias Cydney Ross explora a passagem do tempo na arquitetura por meio de cerâmicas não convencionais e técnicas mistas. Ao queimar excessivamente, congelar e descongelar seus materiais, ela simula a oscilação, o caimento e até mesmo o colapso das estruturas.

Artista explora os ciclos de vida da arquitetura por meio da cerâmica - Imagen 1 de 4Artista explora os ciclos de vida da arquitetura por meio da cerâmica - Imagen 2 de 4Artista explora os ciclos de vida da arquitetura por meio da cerâmica - Imagen 3 de 4Artista explora os ciclos de vida da arquitetura por meio da cerâmica - Imagem de DestaqueArtista explora os ciclos de vida da arquitetura por meio da cerâmica - Mais Imagens+ 13

Benoy vence concurso para o centro de inovação em ciência Yuqiao em Xangai

Especialistas em planejamento e arquitetura de mestres internacionais, Benoy venceu a licitação para o Centro de Inovação Científica Yuqiao, de 367.000 metros quadrados. Este centro tecnológico irá trabalhar para o objetivo de Xangai de ser uma cidade de classe mundial até 2040.

Pavilhão Suíço na Bienal de Veneza de 2018 celebra forma peculiar de representação arquitetônica

Como parte de nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018, apresentamos a proposta para o Pavilhão Suíço. Abaixo, os/as participantes descrevem sua contribuição com suas próprias palavras.

O Conselho Suíço de Cultura Pro Helvetia tem o prazer de anunciar a apresentação de «Svizzera 240: House Tour» no Pavilhão Suíço na 16ª Exposição Internacional de Arquitetura – La Biennale di Venezia. A exposição foca no interior sem mobília da habitação contemporânea, celebrando uma forma peculiar de representação arquitetônica — o «house tour».

Pavilhão do Japão na Bienal de Veneza de 2018 abordará a acessibilidade aos recursos

Como parte de nossa cobertura da Bienal de Arquitetura de Veneza de 2018, apresentamos a proposta para o Pavilhão do Japão. Abaixo, os/as participantes descrevem sua contribuição com suas próprias palavras.

No século XX, a industrialização da sociedade aumentou a produtividade e trouxe mais conveniência à vida cotidiana, acompanhada pelo crescimento econômico. No entanto, essa mudança nos forçou a adaptar nossas vidas a uma rede industrial, criando uma barreira entre as pessoas e os recursos ambientais. Um dos principais papéis da arquitetura do século XXI é romper essa barreira e viabilizar um maior acesso aos recursos.