Fundador desta maravilhosa plataforma chamada ArchDaily :) Arquiteto, jurado, palestrante, curador, e tudo o que for necessário para divulgar nossa missão pelo mundo. Você pode me seguir no Instagram @dbasulto.
Arquitetos/as: Kazuyo Sejima + Ryue Nishizawa / SANAA Cliente: Zollverein School Localização: Essen, Alemanha Início da construção: Março de 2005 Conclusão: Julho de 2006 Arquiteta responsável: Nicole Berganski Escritório associado: Böll & Krabel Área construída: 5.000 m² Masterplan: Rem Koolhaas, OMA Paisagismo: Agence Ter Fotos: Iwan Baan
Os novos documentos confirmam o escritório Foster + Partners como responsável pelo projeto de arquitetura, trabalhando em parceria com a ARUP North America e a Kier & Wright, uma empresa local de engenharia civil que já trabalhou no campus atual da Apple e em edifícios para outras empresas de tecnologia (como eBay, Nvidia, Cisco, Netflix e Sun, entre outras).
Sobre o programa:
Um edifício de escritórios, pesquisa e desenvolvimento com aproximadamente 260.000 metros quadrados (2,8 milhões de pés quadrados) para até 13.000 funcionários;
Um auditório corporativo com capacidade para 1.000 pessoas;
Um centro de bem-estar e fitness corporativo;
Instalações de pesquisa com cerca de 28.000 metros quadrados (300.000 pés quadrados);
Uma central de utilidades (Central Plant);
Estacionamento associado.
É um edifício impressionante. Parece um pouco com uma espaçonave que pousou. Tem este pátio maravilhoso no meio... É um círculo. É curvo em toda a sua extensão. Para quem constrói, sabe-se que esta não é a forma mais barata de se fazer algo. Não há uma única peça de vidro plana neste edifício. É tudo curvo. Aproveitamos nossa experiência na construção de lojas de varejo por todo o mundo e agora sabemos como fabricar as maiores peças de vidro do mundo para uso arquitetônico. E queremos fabricar o vidro especificamente para este edifício aqui. Podemos fazê-lo curvo em toda a extensão do edifício... É fantástico.
— Steve Jobs
O formato circular também foi apontado como um elemento importante para a segurança do campus (permitindo um melhor controle do perímetro) e para otimizar a circulação interna.
Chama a atenção que os objetivos do projeto estejam focados em reduzir o consumo de eletricidade através da geração da própria energia em uma central local, proporcionar espaços verdes abertos “para o usufruto dos funcionários da Apple” e “superar as metas de sustentabilidade econômica, social e ambiental por meio de projeto e desenvolvimento integrados”. Ao que tudo indica, Jobs escolheu as equipes certas para essa missão.
A julgar pelos desenhos, o projeto parece pronto para ser executado, aguardando agora a aprovação da prefeitura. A administração municipal sinalizou que a aprovação é altamente provável, de modo que o cronograma segue nos eixos para a inauguração em 2015.
O Serpentine Gallery Pavilion de 2011, projetado pelo vencedor do Pritzker Peter Zumthor, foi inaugurado hoje. Com um projeto que "visa ajudar o público a reservar um tempo para relaxar, observar e, quem sabe, talvez voltar a conversar — ou talvez não", a escolha dos materiais é fundamental para viabilizar uma proposta que enfatiza o papel dos sentidos e das emoções em nossa experiência da arquitetura.
Zumthor acrescentou que "o conceito para o Pavilhão deste ano é o hortus conclusus, uma sala contemplativa, um jardim dentro de um jardim. O jardim plantado e cercado por esta estrutura escura foi concebido pelo influente paisagista holandês Piet Oudolf.
O edifício funciona como um palco, um pano de fundo para o jardim interno de flores e luz. Através da escuridão e das sombras, entra-se na edificação a partir do gramado e inicia-se a transição para o jardim central, um lugar isolado do mundo de ruídos, do tráfego e dos cheiros de Londres — um espaço interno para sentar-se, caminhar e observar as flores. Essa experiência será intensa e memorável, assim como os próprios materiais — repletos de memória e tempo."
A arquitetura é fruto da paixão, que muitas vezes se transforma em uma jornada de descobertas para toda a vida. Seja investigando lugares, materiais, técnicas, estilos ou programas, nossa série de entrevistas tem revelado trajetórias individuais que evidenciam as múltiplas facetas da arquitetura. Um de nossos principais focos tem sido a Indonésia, onde encontramos uma nova geração de arquitetos/as que enfrentam os desafios de um dos maiores países do mundo, impulsionando uma inovação intrinsecamente conectada a uma natureza sempre presente e a uma cultura singular.
David Basulto é o nome por trás de um dos veículos de comunicação mais importantes e influentes para entusiastas da arquitetura em todo o mundo – o ArchDaily. Fundado em 2008, o portal tornou-se parte integrante do cotidiano de arquitetos/as, designers de interiores e entusiastas do design. No Salone del Mobile deste ano, Basulto visitou o estande da OMNIRES, uma das principais fabricantes do setor de banheiros na Europa. Durante nossa visita ao estande da marca polonesa estreante em Milão, conversamos com representantes da OMNIRES sobre as últimas tendências, inovações e desafios enfrentados pelo mundo da arquitetura.
Nos últimos anos, Kiev tornou-se uma das cidades mais dinâmicas e ativas da Europa. Um cenário efervescente de indústrias criativas e startups de tecnologia gerou um terreno fértil para a experimentação na arquitetura e no design de interiores em um setor residencial e de hospitalidade em rápida expansão: hotéis, restaurantes, clubes, bares, escritórios e projetos habitacionais que estabeleceram um novo patamar de criatividade e trouxeram novos olhares para o Leste Europeu. Entre os escritórios que moldaram uma nova identidade arquitetônica está o Balbek Bureau, um estúdio jovem, porém prolífico, que desenvolveu um estilo único, sempre à frente das tendências.
Embora a invasão em grande escala da Ucrânia esteja causando um impacto profundo na economia e no desenvolvimento do país, a população ucraniana não se resigna, e sua resiliência a impulsiona a buscar oportunidades tanto no mercado interno quanto no exterior. O Balbek Bureau possui um portfólio diverso e criativo, colaborando com as principais empresas de tecnologia da Ucrânia, marcas de moda e beleza, além dos bares e cafés mais descolados da região, entre outros projetos. Seus projetos não se limitam a Kiev, Lviv ou Odessa, mas se estendem pelas Europas Central e Ocidental, Canadá, Estados Unidos, México, China e até mesmo à Antártida.
Mais uma edição da conferência Architecture Matters acontecerá nos dias 15 e 16 de maio em Munique, Alemanha, reunindo arquitetos/as, autoridades municipais, incorporadores/as e outros/as profissionais que se dedicam ao ambiente construído (você pode ler nossa cobertura da edição de 2023). Diante do cenário atual, a conferência traz o título “Crise vs. Crise”, propondo uma reflexão sobre como os desafios urgentes e interligados de habitação, clima e questões geopolíticas precisam ser enfrentados para gerar consequências positivas, em vez de criar mais uma crise.
Sediada na House of Communication, recentemente reformada pelo escritório HENN, a conferência começa com uma palestra instigante de Linus Neumann, hacker e porta-voz do Chaos Computer Club, sobre o estado da Cibersegurança e da Infraestrutura. Entre os/as palestrantes deste ano estão Odile Decq (Studio Odile Decq), Anupama Kundoo (Anupama Kundoo Architects), Kåre Stokholm Poulsgaard (3XN - GXN), Elisabeth Merk (Diretora de Planejamento Urbano de Munique), entre outros/as, além de uma reportagem fotográfica especial sobre Beirute realizada por Sergey Pomonarev, mostrando como sua crise atual se reflete no ambiente construído.
Nicolay Boyadjiev. Imagem cortesia de re:arc institute
Nos últimos anos, tenho tido a oportunidade de dialogar com profissionais de arquitetura e de outras áreas que lideram iniciativas de impacto, culturais e institucionais, reconhecendo o papel da arquitetura na melhoria da qualidade de vida no ambiente construído e propondo caminhos para viabilizar essa transformação. Diante dos desafios globais atuais e do enfraquecimento do foco no bem comum, essas instituições tornam-se cada vez mais vitais.
Durante uma viagem recente a Copenhague, Capital Mundial da Arquitetura, conheci de perto o re:arc institute, uma associação filantrópica sem fins lucrativos recém-criada. Atuando na interseção entre ação climática e filantropia arquitetônica, a instituição financia soluções de base comunitária que servem como exemplos viáveis e replicáveis para enfrentar a crise climática. Com uma filosofia de "aprender fazendo", seu Practice Lab realiza um mapeamento global para identificar e apoiar escritórios e estúdios na viabilização de seus protótipos. Conversei com Nicolay Boyadjiev, líder do Practice Lab, para explorar esse modelo institucional inovador e seu impacto transformador na prática profissional da arquitetura.
Arquitetura é sobre dar forma aos lugares onde as pessoas vivem. Não é mais fácil, nem mais complicado do que isso. Aqui estão três palavras-chave: "forma", "lugar" e "vida". Assim que refletimos sobre esses termos, imediatamente compreendemos que essas coisas não são tão simples. — Alejandro Aravena
Com esta sentença do prefácio do Guia de Arquitetura do ArchDaily, Alejandro Aravena reflete sobre a complexidade subjacente da arquitetura. Algo essencial para nossas vidas, mas que, com as crescentes complexidades do nosso mundo, se torna uma tarefa desafiadora.
É por isso que, pelo quarto ano consecutivo, embarcamos em uma pesquisa global, avaliando o trabalho, o ethos e a missão por trás de práticas inovadoras de todo o mundo. Trabalhos que representam a diversidade que está remodelando nosso campo; práticas que atuam em todo o espectro da arquitetura e suas fronteiras difusas, abrangendo desde pequenos estúdios até profissionais ativistas, startups e outras formas de produção, pesquisa e pensamento.
As 20 práticas selecionadas representam a diversidade entre aqueles que lideram o caminho na direção que a arquitetura deveria seguir. Suas missões são variadas, mas em todas elas notamos uma prática consciente em relação aos desafios de nosso mundo.
Conheça as melhores Novas Práticas de Arquitetura de 2024 do ArchDaily:
Na última segunda-feira, embarquei em um voo de Berlim para Doha — uma rota comum, considerando a consolidação do Catar como um importante hub global de conexão entre o Oriente e o Ocidente. Desta vez, no entanto, Doha não era a escala, mas o destino final.
Arquitetura é uma jornada em constante evolução, onde paixão, aprendizado, colaboração e o inesperado moldam sua carreira.
No inspirador contexto de Bali, conhecemos Javi Diaz, arquiteto espanhol que percorreu essa jornada, indo da Espanha para Portugal, Brasil, Fiji e, finalmente, Indonésia, onde deu vida ao projeto singular Bandido Bali - um destino arquitetônico inserido na exuberante natureza de Bali e conectado à sua cultura.
Pelo quarto ano consecutivo, o ArchDaily promove uma iniciativa global para identificar e destacar os profissionais que estão conduzindo a arquitetura em uma nova direção: o programa Novas Práticas ArchDaily 2024. Nossa equipe realiza uma pesquisa anual que engloba centenas de práticas de todo o mundo, de todos os tipos e escalas: arquitetas e arquitetos autônomos, escritórios, designers, startups de tecnologia da construção, curadores, designers de exposições, coletivos, designers de interiores, desenvolvedores de software, cientistas de materiais, plataformas de novas mídias, think tanks, empreendedores, críticos, ativistas, artistas, designers de mídia, arquitetos paisagistas e qualquer profissional cujo trabalho, em estágio inicial ou avançado de desenvolvimento, esteja no caminho para reformular a prática da arquitetura. Para esta chamada, "novo" não significa apenas jovem, mas inovador e orientado para o futuro.
Convidamos você colaborar com nossa iniciativa global indicando, pelo formulário a seguir, profissionais que tenham o potencial de fazer parte do programa Novas Práticas ArchDaily 2024. E não deixe de conferir os vencedores nas edições de 2020, 2021 e 2023.
Do último andar do Hotel Hilton no Tucherpark, em Munique, era possível avistar o horizonte da cidade pontilhado por guindastes de construção, um reflexo de seu atual ritmo de desenvolvimento. Com esse pano de fundo onde o antigo encontra o novo, a edição deste ano da conferência Architecture Matters iniciou sua programação sob o título “Second City: The New in the Old” [Segunda Cidade: O Novo no Antigo]. Embora o título pudesse ser adequado para um evento de preservação patrimonial, o Architecture Matters reuniu, na verdade, um grupo diversificado de arquitetos/as, urbanistas, engenheiros/as, planejadores/as urbanos, representantes governamentais, incorporadores/as e tecnólogos/as para debater ideias inovadoras voltadas ao ambiente construído. Reduzir, reutilizar, reciclar e a construção circular dominaram os debates em diversas escalas, desde o planejamento urbano até novos materiais e startups de tecnologia.
Da mudança das estações às interações dos usuários, existe uma infinidade de facetas do projeto arquitetônico que podem ser representadas por meio do cinema, e muitos fotógrafos entraram nessa dimensão em diferentes formatos: documentários, performances roteirizadas, time-lapses, entre outras abordagens que você pode conferir na nossa seção de vídeos.
Na última década, uma série de concursos de arquitetura de alto nível moldou a cidade, ao mesmo tempo em que abriu oportunidades para um grupo diversificado de arquitetos/as. Desde escritórios renomados por trás de projetos emblemáticos até ideias inovadoras de jovens equipes. Embora cada concurso resulte em apenas uma obra construída, eles também constituem arquivos de conhecimento e ideias potenciais que, muitas vezes, permanecem esquecidos. É por isso que a exposição Die ganze Stadt ("A Cidade Inteira") em Hamburgo oferece uma oportunidade única de mergulhar em um arquivo surpreendente de milhares de ideias não realizadas. Projetada e curada pelo escritório teuto-japonês Kawahara Krause Architects e pelo crítico de arquitetura Kaye Geipel, uma série de mais de mil banners suspensos exibe as 1.427 propostas individuais de 171 concursos, formando uma massa singular que preenche o salão principal do Baakenhöft, na HafenCity.
Troféu do Prêmio Building of the Year 2023 por Mohammad Saeed Maaleki
“Com o crescimento da internet, as imagens de arquitetura encontraram um novo canal de distribuição. Profissionais da arquitetura até mesmo em regiões remotas passaram a se conectar a uma nova circulação global de ideias e de reconhecimento arquitetônico. Blogs de arquitetura, como o ArchDaily, começaram a mudar os padrões de produção e consumo do conhecimento arquitetônico [...] Prêmios com participação do público, como o Building of the Year do ArchDaily, mudaram o mapa global de escritórios e edifícios premiados.” – Shawhin Roudbari, no artigo Crowdsourced and Crowd-Pleasing: The New Architectural Awards and the City.
Ao longo dos anos, as equipes vencedoras do prêmio Building of the Year receberam um troféu de madeira feito à mão no Chile. No entanto, para evoluir e manter a fidelidade ao espírito da premiação, recorremos à nossa comunidade para projetar sua próxima versão: um troféu impresso em 3D com certificado em blockchain, que será enviado às equipes de arquitetura e demais envolvidos no projeto.
Nossa missão é oferecer inspiração, conhecimento e ferramentas para ajudar arquitetos/as e todas as pessoas que atuam no setor da arquitetura a fazer mais e melhor, a fim de enfrentar os desafios e complexidades em rápida evolução do nosso ambiente construído.
Nossa curadoria está constantemente buscando e selecionando projetos de todo o mundo que apresentam um panorama abrangente das constantes inovações e referências no projeto de arquitetura, apresentando assim os melhores projetos desenvolvidos pelos/as melhores arquitetos/as.