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À medida em que todos nós diminuímos o ritmo para reduzir o impacto da pandemia de COVID-19, quero compartilhar com vocês como o ArchDaily está enfrentando essa situação e o que estamos fazendo (juntos com vocês) para manter a comunidade da arquitetura informada e conectada. Esta é nossa responsabilidade.
A arquitetura chilena tem uma forte relação com a geografia e o clima do país. Germán del Sol é reconhecido como um dos arquitetos mais prolíficos a trabalhar com essas rigorosas condições, com projetos em todo o país que aprimoram e redescobrem a paisagem natural por meio de uma arquitetura que faz uso de materiais naturais, aplica técnicas locais e apresenta um profundo sentido de lugar.
O ArchDaily teve o privilégio de visitar o estúdio ThiermannCruz, em Berlim, para conhecer de perto o trabalho do arquiteto na intersecção entre a prática profissional, a pesquisa acadêmica e sua paixão pela música. Alfredo Thiermann formou-se na Faculdade de Arquitetura da Pontifícia Universidade Católica do Chile e, posteriormente, obteve seu título de mestre pela Universidade de Princeton. Iniciando sua trajetória profissional ainda jovem, realizou uma série de projetos experimentais de pequena escala. Seus projetos buscam constantemente a colaboração com profissionais de diferentes áreas. Desde cenografias até instalações acústicas, essas obras são concebidas como estruturas significativas, pois, quando "a construção torna-se um elemento necessário para compreender uma totalidade indescritível, é preciso integrá-la. Sob essa base, o ato de construir passa a ser a condensação de suas trajetórias políticas e culturais originais".
O ArchDaily teve a oportunidade de visitar Alfredo Thiermann (ThiermannCruz) em seu estúdio em Berlim para conhecer de perto seu trabalho na interseção entre a prática profissional, a pesquisa acadêmica e sua paixão pela música. Alfredo formou-se em arquitetura pela Universidad Católica, no Chile, e obteve seu título de mestre por Princeton. Ele iniciou sua trajetória profissional ainda cedo com uma série de projetos experimentais de pequena escala, os "artefatos", sempre em colaboração com profissionais de diversas áreas. De cenografias a instalações acústicas, tais artefatos são estruturas carregadas de significado, pois "quando construir algo torna-se necessário para compreender uma situação mais ampla — uma situação que não se consegue descrever por outros meios —, é preciso materializá-la. Consequentemente, essa construção torna-se uma condensação das trajetórias políticas e culturais que cada um desses projetos pretendia narrar".
Nesta nova série de podcasts, o ArchDaily convida arquitetos/as e líderes interdisciplinares para debater o futuro da indústria da arquitetura e da construção. Boas-vindas ao Building Future.
Em sua 9ª edição, o Moscow Urban Forum se consolida como uma das conferências urbanas mais relevantes do mundo, reunindo um grupo diversificado de arquitetos/as, urbanistas, prefeitos/as, gestores/as públicos, economistas, incorporadores/as, acadêmicos/as, cidadãos/ãs e profissionais de diversas áreas e nacionalidades.
Embora a palestra principal de Pierre de Meuron tenha focado nos desenvolvimentos em curso na cidade de Moscou, ao apresentar o ambicioso plano de revitalização da Cervejaria Badaevskiy, as palestras e apresentações do evento abordaram as diversas áreas que moldam o espaço urbano, incluindo temas como saúde mental, o estilo de vida da geração millennial, a evolução do trabalho e as plataformas de entrega. A transformação do papel do/a arquiteto/a também esteve em pauta, com um número crescente de profissionais atuando hoje em startups nos setores de tecnologia, infraestrutura, mercado imobiliário, construção e mobilidade — os/as novos/as construtores/as das cidades.
“O prédio mais verde é aquele que já está construído.” (Carl Elefante, FAIA)
A população urbana mundial dobrará até 2050, e as cidades precisam encontrar formas sustentáveis de acomodar esse movimento de massa. Muitas vezes vemos projetos sendo construídos o mais rápido possível para apoiar o crescimento. No entanto, o crescimento rápido geralmente leva a cidades e prédios sem originalidade.
Uma solução mais inteligente e sustentável é aumentar a densidade dos centros existentes, bem como recuperar as estruturas existentes através de reformas e reaproveitamentos. Mas transformar algo antigo em algo novo é um processo desafiador - requer uma visão ousada e um compromisso rigoroso com o projeto.
"O edifício mais verde é aquele que já está construído." (Carl Elefante, FAIA)
A população urbana mundial duplicará até 2050, e as cidades precisam encontrar formas sustentáveis de acomodar esse movimento de massa. As obras de arquitetura são construídas de maneira cada vez mais rápida para responder a tempo às demandas desse crescimento acelerado. Muitas vezes, essa velocidade gera edifícios sem personalidade, resultando em cidades totalmente genéricas.
Na Grécia Antiga, a Polis se referia à cidade e seus cidadãos, onde um não pode existir sem o outro. É nesse cruzamento que a arquitetura pública tem a oportunidade de ajudar a construir os ideais da sociedade: um espaço onde os indivíduos se reúnem, se relacionam e se tornam cidadãos.
Na Grécia Antiga, uma Polis referia-se tanto à cidade quanto ao seu conjunto de cidadãos/as, onde um não pode existir sem o outro. É nessa interseção que a arquitetura pública tem a oportunidade de construir os ideais da sociedade: um espaço onde os indivíduos se reúnem, se relacionam entre si e se tornam cidadãos/as.
A declaração de Le Corbusier, "uma casa é uma máquina para viver", previu um futuro em que a casa se tornaria um produto de peças padronizadas e facilmente duplicáveis para uma cidade ideal, ao mesmo tempo que alcançaria seu objetivo funcional final: o bem-estar dos seus habitantes.
A partir deste mês, o ArchDaily apresentará temas mensais. Nossa equipe editorial e de curadoria alinhará esforços para se aprofundar em tópicos que consideramos relevantes no debate arquitetônico atual, por meio de novos artigos, projetos, colaborações e contribuições do nosso público leitor. Em fevereiro, começamos com Representação arquitetônica.
A partir deste mês, o ArchDaily apresentará temas mensais. Nossos editores e curadores alinharão seus esforços para aprofundar tópicos que consideram relevantes no discurso arquitetônico de hoje, apresentando novos artigos, projetos, colaborações e sugestões de nossos leitores. Começaremos com representação na arquitetura.
O que começou como um desenho feito no chão para representar, esquematicamente, a planta de edifícios, logo evoluiu para representações axonométricas de uso militar e, desde então, em uma variedade de técnicas e formas de apresentar o espaço que vão além da mera representação de volumes.
Na próxima semana, a conferência anual Creative Exchange, organizada pela Future Architecture Platform, acontecerá no Museu de Arquitetura e Design (MAO) em Liubliana, reunindo os 25 criativos emergentes selecionados e um grupo de arquitetos/as e instituições de arquitetura para apresentar ideias e tendências para o futuro desenvolvimento da arquitetura e da profissão.
Hoje, o Conselho da Bienal de Veneza nomeou Hashim Sarkis como curador da 17ª Exposição Internacional de Arquitetura. Realizada a cada dois anos na capital da região do Vêneto, na Itália, a próxima edição acontecerá entre 23 de maio e 29 de novembro de 2020.
Sarkis é diretor do escritório Hashim Sarkis Studios (HSS), com filiais em Boston e Beirute, e atualmente o decano da Escola de Arquitetura e Urbanismo do MIT. Sarkis foi membro do júri internacional da Bienal de Arquitetura de Veneza 2016, com curadoria de Alejandro Aravena, e participou com seu escritório no Pavilhão dos Estados Unidos (Biennale Architettura 2014) e da Albânia (Biennale Architettura 2010).
Fundadores do SCI-Arc. Da esquerda para a direita: Frederick Fisher, Robert Mangurian, Eric Owen Moss, Coy Howard, Craig Hodgetts, Thom Mayne, Frank Gehry. Fotografia C 1980 Ave Pildas, Cortesia de SCI-Arc
O vencedor do Prêmio Pritzker, Thom Mayne, retorna à SCI-Arc, a renomada escola que ele cofundou em 1972. Saiba mais a seguir, com informações do comunicado de imprensa da instituição:
Cortesia de Bi-City Biennale of Urbanism\Architecture (Shenzhen)
O Comitê Organizador da Bienal Bi-City de Urbanismo/Arquitetura (Shenzhen) (“UABB (Shenzhen)”) anunciou a equipe de curadores-chefes da UABB (Shenzhen) em 2019, que inclui o arquiteto e diretor do MIT Senseable City Lab Carlo Ratti, o acadêmico da Chinese Academy of Engineering (CAE) Meng Jianmin e o famoso curador e crítico de arte Fabio Cavallucci.