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Como o BIM 2.0, a assistência por IA e os fluxos de trabalho integrados moldarão a experiência de projeto do/a arquiteto/a?

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Quando estudantes de arquitetura ainda estão na universidade, um momento costuma marcar um divisor de águas: o primeiro contato com um software. Não se trata apenas de dominar uma ferramenta, mas de descobrir um espaço onde as ideias transcendem os modelos físicos, ganhando forma em um ambiente digital e dando início a uma relação que muitas pessoas levarão por toda a sua carreira profissional. O que acontece a seguir? Os softwares continuam evoluindo e, com eles, a experiência de projeto. Nos últimos anos, essa evolução se acelerou — aprendizado de máquina, inteligência artificial, prompts e fluxos de trabalho integrados deixaram a periferia e passaram a ocupar o centro da prática projetual, tornando-se parte da linguagem comum entre sistemas e usuários/as. À medida que essas ferramentas se consolidam, surge uma pergunta fundamental: como isso redefinirá nossa experiência de projetar arquitetura no futuro?

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Tradição, inovação e experimentação: a casa mexicana contemporânea pelas lentes de Edmund Sumner

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Mesclando técnicas vernáculas e experimentação contemporânea, a paisagem arquitetônica do México é moldada por um diálogo contínuo entre tradição, materialidade e modernidade. Sendo o quinto país com maior biodiversidade do mundo, a arquitetura mexicana busca responder a uma vasta gama de ambientes naturais, climas e tradições culturais, tudo dentro de um território marcado por contrastes impressionantes. Refletindo uma dualidade latente, ela é capaz tanto de expressar exclusividade quanto de atuar como catalisadora de transformação social.

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O sal como material de construção: repensando a vida dos minerais e resíduos na arquitetura com Mále Uribe

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Diante dos desafios ambientais, políticos, econômicos e sociais atuais, a experimentação com materiais na arquitetura convida a reconhecer a importância de investigar e analisar as propriedades dos elementos construtivos e compreender o papel do design espacial e de seu entorno imediato. Embora existam diversos tecidos, plásticos e até mesmo resíduos de várias fontes que são reciclados e ganham uma nova vida útil, o debate sobre o uso do sal como material de construção abre espaço para fomentar práticas mais sustentáveis para reduzir o impacto da indústria sobre o meio ambiente, bem como para investigar a nova vida de minerais descartados e resíduos de mineração para aplicação na arquitetura.

A contagem regressiva começou! A’ Design Awards & Competition: última chamada para inscrições

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Em um mundo inundado por milhões de novos produtos e designs a cada ano, identificar e compartilhar aqueles que realmente se destacam não é apenas importante—é essencial. Essa é a motivação por trás do A' Design Awards, uma plataforma dedicada a reconhecer e celebrar designs excepcionais e produtos meticulosamente concebidos. O resultado? Lançar um holofote global sobre esses trabalhos, impulsionar sua visibilidade internacional e inspirar a próxima onda de inovação no design—que não apenas desafia os limites da criatividade, mas também beneficia e faz a sociedade avançar. Em meio a esse vasto mar de talentos, a premiação traz designs extraordinários à superfície.

Insetos, abelhas e árvores: como integrar a biodiversidade ao ambiente construído

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A biodiversidade, definida pelo World Wide Fund for Nature (WWF) como os diferentes tipos de vida encontrados em uma área, enfrenta uma crise global profunda, marcada pelo declínio acentuado de organismos e pelo risco iminente de extinção de inúmeras espécies. Todos os reinos são afetados, desde plantas e fungos até grandes mamíferos, em um cenário cujo nexo causal com a atividade humana é evidente. Embora os métodos agrícolas modernos e as mudanças climáticas decorrentes das emissões de gases de efeito estufa desempenhem um papel preponderante, as cidades e os edifícios podem ter uma participação modesta, porém crucial, no combate a esse declínio.

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Construir de Forma Apropriada: Brinda Somaya sobre Conectar Gerações da Arquitetura Indiana

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A trajetória de Somaya na arquitetura atravessou as eras do pós-colonialismo à globalização na Índia, conectando gerações de práxis. Ao longo desses períodos, ela manteve um conjunto de valores fundamentais. "Sempre tive clareza sobre minha sensibilidade projetual, que não se trata de estilo ou de impressionar as pessoas. Minha abordagem se concentra na geografia do local, na etnia e na cultura das pessoas que usarão o edifício", compartilha ela em conversa com o ArchDaily. Seus projetos são marcados por um espírito de celebração — do artesanato, da história, da cultura, do clima e da paisagem.

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Tipologias obsoletas revividas através de 17 projetos de reuso adaptativo

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O reuso adaptativo está deixando de ser uma simples preservação para se tornar uma revitalização ativa, um processo de resgate estrutural e reprogramação de tipologias arquitetônicas cujas funções originais não são mais relevantes. A obsolescência dos espaços arquitetônicos ocorre por diversos motivos: transformações sociológicas que deixam os espaços desabitados; avanços tecnológicos que tornam obsoletos maquinários específicos; e mudanças econômicas que exigem funções centralizadas. A estratégia de readequação de uso concentra-se em alcançar a longevidade espacial e funcional por meio de intervenções mínimas, permitindo que a estrutura original sirva como a âncora de memória do projeto.

Esta onda de reuso adaptativo trata o invólucro histórico como um recurso limitado, priorizando a permanência estrutural em detrimento da estética superficial. Os/as profissionais de projeto engajam-se em uma espécie de processo arqueológico ao expor a essência estrutural original: a madeira pesada, o concreto aparente ou a alvenaria monumental. As intervenções limitam-se a atender a novas necessidades programáticas, muitas vezes surgindo como inserções independentes dentro do invólucro antigo. Esse contraste redefine a vida útil do edifício, não como uma narrativa singular, mas como uma história em camadas de eventos contínuos.

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Absorver, filtrar, armazenar: 9 projetos que mostram como as cidades-esponja se adaptam aos desafios climáticos

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O conceito de "cidades-esponja" ganhou destaque desde que foi introduzido pelo/a arquiteto/a paisagista chinês/a Kongjian Yu, fundador/a da Turenscape, e foi adotado oficialmente como diretriz nacional na China em 2013 para combater as inundações urbanas. Essa abordagem prioriza a infraestrutura baseada na natureza, como áreas úmidas, jardins de chuva e pavimentos permeáveis, criando paisagens de solo poroso onde a vegetação nativa pode prosperar com manutenção mínima. Durante as chuvas, esses sistemas absorvem e retardam o fluxo da água, reduzindo os riscos de inundação. Em contrapartida, as soluções tradicionais de drenagem baseadas em tubulações e concreto — embora amplamente utilizadas — são caras, rígidas e exigem manutenção frequente, por vezes tornando as cidades ainda mais vulneráveis a enchentes devido a entupimentos e transbordamentos.

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Isolamento e eficiência energética em residências: o que muda com a nova regulamentação térmica no Chile

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Toda norma nasce com uma intenção clara: estabelecer um ponto de partida. É uma forma de fixar um patamar mínimo, de ordenar aquilo que antes talvez fosse assumido de forma implícita ou carecesse de um marco comum. No entanto, como tudo o que envolve a arquitetura — e especialmente o nosso modo de habitar —, esses marcos também evoluem: ampliam-se, ajustam-se e tornam-se mais detalhados em torno de novos modelos de habitação sustentável. É o caso da nova regulamentação térmica no Chile, que não surge do zero, mas faz parte de um processo contínuo que vem incorporando progressivamente novos critérios de eficiência energética, contidos na *Ordenanza General de Urbanismo y Construcción* (OGUC).

Compreendendo o ecobrutalismo: o paradoxo entre estrutura, sustentabilidade e estilo

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Espera-se que o ambiente construído reduza as emissões de carbono, apoie a biodiversidade e responda às transformações nas condições ecológicas, ao mesmo tempo em que oferece habitação para as comunidades e reflete seus valores culturais. Nesse cenário de transição, um estilo arquitetônico outrora criticado ressurge em uma forma nova e surpreendente. O Brutalismo, há muito associado à gravidade institucional e à austeridade material, está agora sendo reformulado sob uma ótica ecológica. Esse movimento híbrido, conhecido como eco-brutalismo, combina a força do concreto com a vegetação e estratégias de projeto sensíveis ao clima. O resultado é um conjunto de espaços visualmente impactantes, conceitualmente complexos e cada vez mais populares entre designers, urbanistas e o público em geral. Este movimento engloba não apenas a linhagem direta do Brutalismo dos anos 1960, mas também projetos contemporâneos que, embora não sejam estritamente brutalistas, compartilham de sua honestidade material, escala monumental e uso de formas expressivas de concreto.

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O gêmeo tátil – Por que as maquetes ainda importam em um mundo virtual

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Construir uma cúpula monumental sem o uso de correntes de ferro externas ou de cimbres tradicionais foi o enorme desafio enfrentado por Filippo Brunelleschi na Catedral de Santa Maria del Fiore, em Florença. Para demonstrar a viabilidade de sua proposta e orientar a obra, ele recorreu a uma maquete de madeira em grande escala que desempenhou um papel fundamental no estudo das proporções, no encaixe das nervuras e na disposição inovadora dos tijolos em escama de peixe (sistema a spina di pesce). Como ferramenta técnica essencial, esse modelo — que ainda está em exibição no Museo dell'Opera del Duomo em Florença — orientou os mestres de obras ao longo de toda a construção, consolidando-se como um exemplo seminal do valor das maquetes no planejamento arquitetônico, na comunicação construtiva e na experimentação.

A Linha de Radiância Frágil: A Luz de Neon como Ateliê, Arquitetura e Arquivo

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A fragilidade — e a beleza temporal — do neon cativa o público desde o início do século XX. Apresentado comercialmente pela primeira vez pelo engenheiro francês Georges Claude no Salão do Automóvel de Paris de 1910, o neon se espalhou rapidamente, alcançando ampla popularidade nos Estados Unidos entre as décadas de 1920 e 1950. Em meados do século, ele estava em toda parte nos EUA: dos cassinos da Las Vegas Strip aos motéis de beira de estrada ao longo da Rota 66 e ao espetáculo da Times Square. Na segunda metade do século, no entanto, muitos letreiros foram descartados ou abandonados à deterioração, e diversos municípios restringiram o neon por considerá-lo visualmente espalhafatoso ou de alto consumo energético — apesar do consumo de energia comparativamente modesto da tecnologia. Nos EUA, o interesse renovado pelo neon indiscutivelmente só retornou de forma expressiva no início dos anos 2000.

Em Hong Kong, em contrapartida, o neon foi adotado com um entusiasmo incomum em uma época em que começava a perder popularidade em outros lugares. Mesmo com a desaceleração de suas instalações nas últimas décadas — em grande parte devido à atualização de regulamentos que exigiam a remoção de letreiros suspensos cujas estruturas de suporte não atendiam aos padrões de segurança —, a afinidade da cidade com o neon nunca desapareceu por completo.

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Últimos dias para escolher os finalistas do Prêmio Obra do Ano 2025 do ArchDaily em Espanhol

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Convidamos você a participar do Prêmio Obra do Ano do ArchDaily em Espanhol. Em sua décima sexta edição, concedemos ao nosso público leitor a responsabilidade de reconhecer e premiar os projetos de maior impacto na disciplina. Ao votar nos projetos, você passa a fazer parte de uma rede imparcial de jurados que reconhece as obras mais relevantes do último ano construídas na América Latina e Espanha. Faltam apenas alguns dias para o encerramento da etapa de indicações, que selecionará os 15 finalistas do Prêmio Obra do Ano 2025 do ArchDaily em Espanhol.

Pessoas cadastradas podem votar em seu projeto favorito uma vez por dia. A etapa de indicações termina no dia 1º de abril às 23:59 (GMT-3).

Segurança desde o Projeto: Como arquitetos/as e a ciência forense repensam a segurança em diferentes escalas

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"A praça pública e a infraestrutura cívica são a linha de frente contra esse tipo de ataque", proclamou o/a então presidente do American Institute of Architects, Thomas Vonier. As décadas decorridas desde o 11 de setembro e a violência em massa pressionaram as cidades, tanto nos Estados Unidos quanto globalmente, a reconsiderar o significado de "segurança". Trata-se de barreiras, balizadores e vigilância? Ou de confiança, visibilidade, evidências e resiliência? Diversos projetos enfrentam essas questões em diferentes escalas para demonstrar como a arquitetura e o pensamento forense podem, coletivamente, proteger as comunidades e a vida cívica.

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Design como Impacto: ADF 2026 homenageia a arquitetura que impulsiona a mudança

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NPO Aoyama Design Forum (ADF), uma organização sem fins lucrativos, anunciou o ADF Design Award 2026, uma premiação que celebra a arquitetura que vai além do apelo estético — seu objetivo é gerar um impacto significativo na sociedade, na cultura e no meio ambiente. O prêmio busca reconhecer obras excepcionais que desafiam as convenções estabelecidas, demonstram pensamento inovador e enriquecem a vida das pessoas por meio de um design visionário e responsável. Profissionais de arquitetura e design de todo o mundo estão convidados/as a enviar suas propostas em uma plataforma exclusiva que fomenta conexões, promove a troca de ideias e incentiva uma colaboração intercultural significativa.

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Por dentro do ambiente em estilo japonês: história, design e prática moderna

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Ao examinar fotos de casas japonesas, frequentemente se nota um espaço recorrente com esteiras de tatame, muitas vezes ligeiramente elevado e integrado às áreas sociais da casa. Trata-se do washitsu, ou quarto de estilo japonês: um espaço tradicional e multifuncional ainda comumente encontrado na arquitetura residencial moderna. Utilizado para atividades que variam da leitura e do sono à acomodação de um altar familiar, sua versatilidade é fundamental para sua relevância contínua. Este artigo explora o layout e o significado do *washitsu*, partindo de suas origens históricas para compreender melhor seu papel e sua interpretação nas residências japonesas contemporâneas.

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Compósitos Circulares: Projetando para um Futuro Sustentável

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A busca por materiais mais resistentes, leves e duráveis orienta a arquitetura muito antes do surgimento dos polímeros ou das fibras de carbono. Um dos primeiros exemplos em grande escala de materiais compósitos está na Grande Muralha da China, onde pedras, tijolos de argila e fibras orgânicas, como juncos e galhos de salgueiro, foram combinados para criar uma estrutura resiliente e duradoura. Essas técnicas primitivas revelam uma intuição atemporal: quando combinados de maneira cuidadosa, materiais distintos geram propriedades impossíveis de serem alcançadas por um único elemento. Diante das urgentes pressões ecológicas que o setor da construção enfrenta, essa intuição é revisitada sob a ótica da sustentabilidade, com arquitetos/as e engenheiros/as explorando compósitos de base biológica, reciclados e híbridos projetados não apenas pelo desempenho, mas também pela circularidade e responsabilidade ambiental.

Das ilhas da Indonésia às florestas da Alemanha, descubra 8 propostas de refúgios residenciais em meio à natureza da comunidade ArchDaily

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Residências, villas e refúgios são cada vez mais concebidos como lugares de pausa — espaços onde a arquitetura propicia o descanso, a reflexão e uma conexão mais profunda com a natureza. Em vez de se concentrarem apenas na vida urbana ou na eficiência compacta, essas moradias inserem-se em contextos remotos, cênicos ou rurais, onde a paisagem se torna parte fundamental do cotidiano. Por meio de uma implantação cuidadosa, do uso de materiais naturais e de distribuições espaciais abertas, essas propostas oferecem um padrão de vida elevado, que é ao mesmo tempo intencional e profundamente enraizado no lugar.

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Hospitalidade panorâmica: a integração da paisagem, da luz e do conforto no design hoteleiro

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Em meio a uma era de novos paradigmas, a arquitetura hoteleira contemporânea repensa a adoção de novas tecnologias, a incorporação de princípios de sustentabilidade e eficiência energética, bem como a personalização das experiências de seus usuários. Redefinindo o design dos espaços interiores e exteriores dos hotéis, integram-se desde soluções de projeto adequadas ao clima de cada região até a aplicação de materiais reciclados e projetos bioclimáticos, buscando gerar o menor impacto ambiental possível.

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Mais leves e resistentes, os compósitos estão mudando a forma como construímos

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A prática de combinar materiais para obter um melhor desempenho acompanha a humanidade desde as primeiras construções. Um dos primeiros exemplos conhecidos surgiu há mais de cinco mil anos, quando civilizações na Mesopotâmia e no Egito misturavam lama e palha para moldar tijolos de adobe secos ao sol. Leve e fibrosa, a palha impedia fissuras e aumentava a resistência, enquanto a lama atuava como aglutinante e proteção. Essa invenção simples, mas engenhosa, pode ser considerada o primeiro compósito da história, ilustrando a intuição ancestral de que materiais distintos, quando combinados, podem se tornar algo mais forte e melhor.

Atos Arquitetônicos de Reparação: Temas Críticos da Exposição "Time Space Existence" de 2025 do ECC

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A edição de 2025 da exposição Time Space Existence do European Cultural Centre (ECC) em Veneza é norteada pelo manifesto "Reparar, Regenerar e Reutilizar". Com o objetivo de ir além de soluções superficiais e terminologias desgastadas, a mostra apresenta um grupo de profissionais que interpretam a arquitetura como um agente ativo de reparação. As obras mais instigantes apresentadas em Veneza demonstram que a "reparação" é uma prática multifacetada, operando em registros materiais, sociais e históricos. As diferentes abordagens revelam uma mudança no papel de profissionais de arquitetura, que deixam de ser apenas projetistas de objetos físicos para assumirem a função de restauradores/as, capazes de combinar tecnologia, comunidade e inteligência material para restaurar narrativas e construir sistemas culturais mais robustos.

Atos Arquitetônicos de Reparação: Temas Críticos da Exposição "Time Space Existence" de 2025 do ECC - Image 2 of 4Atos Arquitetônicos de Reparação: Temas Críticos da Exposição "Time Space Existence" de 2025 do ECC - Image 7 of 4Atos Arquitetônicos de Reparação: Temas Críticos da Exposição "Time Space Existence" de 2025 do ECC - Image 18 of 4Atos Arquitetônicos de Reparação: Temas Críticos da Exposição "Time Space Existence" de 2025 do ECC - Image 16 of 4Atos Arquitetônicos de Reparação: Temas Críticos da Exposição Time Space Existence de 2025 do ECC - Mais Imagens+ 14

Repensando a ideação arquitetônica com IA centrada no ser humano

As etapas iniciais de ideação podem ser, ao mesmo tempo, a parte mais empolgante e a mais desafiadora do processo de projeto. As ideias fluem rapidamente, mas podem ser abstratas e difíceis de comunicar. Isso pode gerar frustração e desperdiçar um tempo precioso.

Hoje, arquitetos/as, designers e artistas podem encurtar a distância entre o primeiro esboço e uma decisão de projeto significativa ao aliar técnicas tradicionais de ideação a ferramentas de visualização baseadas em IA, desenvolvidas para aprimorar — e não substituir — a criatividade humana. As ferramentas da Chaos mantêm as mentes criadoras firmemente no centro do processo, proporcionando agilidade e clareza sem que se perca a autoria ou o controle.

Arquitetura para a Mudança: Desenho Urbano Paramétrico, Conservação do Patrimônio Vernáculo e Soluções Habitacionais Resilientes

Projetos acadêmicos podem explorar novos rumos e contribuir para o debate público sobre questões globais e locais? O The 2025 Politecnico di Torino Architecture Students Award buscou responder a essas questões, demonstrando como a pesquisa, a formação e a experimentação arquitetônicas podem ser integradas ao currículo acadêmico.

Vencedores do Desafio de Habitação com Escada Única de Denver revelados pela Buildner

A Buildner divulgou os resultados do seu Denver Single Stair Housing Challenge, um concurso internacional de projeto que convidou profissionais de arquitetura, design e planejamento urbano a explorar soluções inovadoras para a habitação multifamiliar de alta densidade. Os/as participantes tiveram como tarefa reimaginar a tipologia comum de blocos com acesso por ponto único (point access block) — frequentemente caracterizada por circulação vertical concentrada em um núcleo compacto — e transformá-la em um ambiente residencial mais sustentável, voltado para a comunidade e adaptável. Embora o concurso tenha focado em terrenos em Denver, Colorado, suas discussões são relevantes para contextos urbanos em todos os Estados Unidos e ao redor do mundo.

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