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Uma moderna linha de iluminação feita com materiais centenários

A necessidade de substituir materiais sintéticos por opções naturais em nossas casas está impulsionando a inovação em todas as áreas do design. Historicamente dependentes de plástico e vidro, os sistemas de iluminação estão sob escrutínio especial. Enquanto alguns propõem um retorno provocativo a elementos como bexigas de animais em busca de translucidez orgânica, outros recorrem a fibras naturais consagradas, como o vime, a palha e o linho. Há também quem prefira minerais como o alabastro, cujas propriedades proporcionam uma belíssima difusão da luz ambiente. E a busca continua.

Alinhada a essa busca por uma translucidez ecologicamente correta está a designer francesa Elise Fouin, que integrou o estúdio de Andrée Putman. Nebulis, seu mais recente projeto para a fabricante de iluminação parisiense Forestier, dá continuidade às suas bem-sucedidas e etéreas criações para a marca, as coleções Papillon e Libellule, ambas inspiradas na delicadeza da natureza. O Nebulis, por sua vez, é moldado pela própria natureza em uma forma diáfana e, ao mesmo tempo, sólida.

Um sistema de iluminação sob medida para interiores dinâmicos

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Vivemos em uma era de interiores ativos, na qual perímetros mutáveis, layouts flexíveis e atividades ágeis testam constantemente os limites do design; os espaços de trabalho tornaram-se híbridos, as instalações comerciais evoluem sem parar e os espaços culturais assumiram um caráter multidimensional. Diante de cenários em constante transformação, a iluminação é fundamental para moldar os espaços internos com a dose ideal de atmosfera, dramaticidade ou destaque prático. Para atender às demandas desses interiores de vanguarda, o projeto de iluminação atual deve fornecer uma estrutura sólida que concilie dinâmicas mutáveis e um alto padrão de consistência, oferecendo flexibilidade, precisão de controle e uma estética atemporal.

Para responder a esse desafio, o novo sistema de iluminação “Outline”, da Reggiani, foi projetado visando à adaptabilidade por meio do minimalismo, da modularidade e da personalização. O sistema conta com um trilho ultra-esguio disponível em segmentos lineares e curvos, pronto para ser moldado em infinitas configurações livres ou geométricas. A essa base, pode-se adicionar uma variedade de projetores, pendentes e luminárias LED lineares, permitindo que profissionais de design modelem a experiência e a intensidade da luz com controle absoluto em diversos espaços – de showrooms e galpões a ambientes de hospitalidade e varejo.

33 casas com múltiplos pavimentos integrados por uma planta aberta vertical

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Há mais de meio século, a planta livre permanece na vanguarda da arquitetura de interiores, sendo a escolha frequente tanto em construções novas quanto em reformas de clientes que optam por integrar ambientes e suas funções para trazer mais harmonia e conectividade aos seus lares. Assim, mesmo com rotinas cada vez mais atribuladas, as famílias podiam cozinhar, conversar, estudar e relaxar juntas, tudo ao mesmo tempo.

No entanto, por obrigar os/as usuários/as a compartilharem o mesmo espaço com ruídos, odores e atmosferas conflitantes, muitas pessoas vêm se afastando da planta livre tradicional, abrindo espaço para novos conceitos que vêm ganhando força, como o broken plan (ou planta compartimentada). Por outro lado, um caminho evolutivo alternativo para a planta livre é a expansão vertical. Combinada a espaços de convivência com pé-direito duplo, triplo ou até mesmo mais altos, a planta livre ganha o respiro de que precisa, mantendo-se conectada ao restante da casa.

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7 tendências de iluminação: como iluminar os espaços interiores de hoje

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O legado de Luis Barragán reside no modo como ele utilizava a luz e a cor; a compreensão sensível da luz natural por Tadao Ando estabeleceu sua linguagem arquitetônica única; e as dramáticas transformações de interiores de James Turrell exploram uma percepção singular da experiência visual, na qual “a luz não é um instrumento para possibilitar a visão, mas sim o próprio objeto a ser visto”. Além disso, as instalações imersivas de Olafur Eliasson estimulam a psicologia do público por meio da luz, da água e do ar. Esses profissionais da arquitetura e do design, entre outros, reinventaram a percepção da luz, inspirando gerações a seguir seus caminhos na compreensão e aplicação desse elemento.

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Onde o design encontra a inovação: o que esperar da BAU 2023

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Impulsionado por questões urgentes como a crise climática, a densidade demográfica e a rápida urbanização, o ambiente construído tornou-se cada vez mais complexo. Profissionais de arquitetura e design enfrentam uma tarefa desafiadora, porém fundamental: traduzir as necessidades em constante evolução da sociedade em soluções tangíveis e voltadas para o futuro. Na busca por esse objetivo, profissionais do setor devem adotar as inúmeras ferramentas, materiais e tecnologias que surgem diariamente no campo da construção — desde inteligência artificial até softwares de realidade virtual e sistemas de automação residencial. Afinal, para se manter na vanguarda de uma indústria onde a mudança é a norma, a capacidade de adaptação e evolução é crucial para o sucesso.

22ª Bienal de Arquitetura do Chile: Explorando habitats humanos vulneráveis

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Após a interrupção da edição de 2019 devido à crise social no Chile, a Bienal de Arquitetura do Chile retornou a Santiago em janeiro de 2023 sob o tema “Hábitats Vulneráveis”, abordando questões como “o déficit habitacional agravado pelo recente aumento de favelas e ocupações informais e irregulares de terras” e “a vulnerabilidade e a deterioração do espaço público, além da fragilidade ambiental no contexto da crise climática”.

Redesenhando Limites: Os Três Princípios das Janelas Minimalistas

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No contexto da Primeira Guerra Mundial, e para fazer frente ao enorme déficit habitacional decorrente do conflito, a estrutura modular Dom-Ino — uma das contribuições mais significativas do funcionalismo, projetada pelos projetistas suíços Le Corbusier e Max Dubois — estabeleceu premissas concretas para uma nova visão de um modelo estrutural leve que otimiza o processo construtivo. Graças ao uso de um sistema de lajes e pilares de concreto armado, a estrutura Dom-Ino permitiu a organização flexível dos elementos em planta e libertou a fachada das limitações impostas pelas paredes estruturais.

Essa condição impulsionou a criação de projetos arquitetônicos que integravam as janelas não apenas como elementos funcionais, mas também compositivos. Graças às inovações tecnológicas, alcançaram-se janelas com esquadrias mais esbeltas e vãos mais amplos, como exemplificado em obras como a Villa Savoye e a Casa Farnsworth. Embora essas propostas tenham redefinido a estética da arquitetura, as limitações tecnológicas da época apresentavam desafios. Hoje em dia, o desenvolvimento contínuo de janelas com características técnicas aprimoradas levou ao conceito de janela minimalista, o qual inspirou três princípios fundamentais derivados dessa ideia, concebida pela Vitrocsa. Esses princípios — transparência, variações funcionais e mecanismos avançados — incorporam inovações tecnológicas e, simultaneamente, diluem as fronteiras espaciais. Cada um deles desempenha um papel fundamental no projeto dos espaços e, juntos, redefinem significativamente a estética de edifícios e interiores.

O que é mobiliário de bistrô?

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Uma atração familiar em cidades mais populosas, diz-se que os bistrôs nasceram em Paris, onde moradores/as empreendedores/as montavam barracas improvisadas em frente às suas casas, vendendo suas sobras de produtos para ganhar uma renda extra. O que começou como uma atividade secundária despretensiosa transformou-se nos restaurantes e cafés acolhedores e aconchegantes que conhecemos hoje como bistrôs. Com espaço interno mínimo em suas instalações de pequena escala, esses estabelecimentos gastronômicos de dimensões reduzidas frequentemente dão continuidade à tradição de seus antecessores, dispondo mesas e cadeiras ao ar livre.

Lutando pela sobrevivência nos meses incertos da pandemia, pequenos estabelecimentos de hospitalidade e gastronomia aproveitaram o momento em que as grandes cidades flexibilizaram suas regras para refeições ao ar livre. Por toda parte, de pizzarias voltadas para praças no Porto a sanduicherias em becos de paralelepípedos em Edimburgo, delimitou-se o pouco espaço disponível com o máximo de mesas e cadeiras possível. Ao mesmo tempo em que viabilizava refeições seguras ao ar livre, o mobiliário também servia para atrair clientes — assim que isso passou a ser permitido.

Última chamada para inscrições para redesenhar um edifício modernista histórico dos anos 1950

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O Grupo Chiesi, uma empresa farmacêutica focada em inovação baseada em pesquisa, prioriza a saúde de pacientes de todas as faixas etárias há mais de 85 anos. Em busca do desenvolvimento do próximo marco de inovação na saúde, o grupo lançou o Restore to Impact, um chamado internacional de propostas para redesenhar o histórico complexo industrial na Via Palermo, em Parma.

Aberto a duas categorias — Profissionais e Menores de 30 anos —, o concurso visa encontrar propostas inovadoras, evolutivas e transversais que servirão de base para as diretrizes do futuro projeto de arquitetura. As propostas vencedoras dos três conceitos elegíveis na categoria profissional receberão € 12.000 cada, enquanto as da categoria Menores de 30 anos receberão € 5.000 cada.

Projetando salas de reunião para o escritório contemporâneo: divisórias, assentos, mesas e iluminação

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“Duas cabeças pensam melhor do que uma”, diz o ditado popular. E com razão. Como seres sociais que somos, os seres humanos prosperam por meio de interações interpessoais e da troca dinâmica de ideias. São essas reflexões coletivas que tendem a florescer, evoluir e atingir seu potencial pleno, alimentadas por uma diversidade de perspectivas e experiências. É justamente por isso que o trabalho em equipe se consolida como um dos pilares mais valorizados em qualquer ambiente corporativo, o que também explica por que profissionais de escritório passam, em média, 37% do seu tempo semanal em reuniões. Não surpreende, portanto, que os escritórios modernos incorporem salas de reunião como espaços dedicados à ideação colaborativa e à tomada de decisões. Mas não da forma como muitos imaginam. Ficaram para trás os dias de salas de conferência monótonas, compostas apenas por uma grande mesa, cadeiras desconfortáveis e paredes brancas, que agora dão lugar a modelos novos e mais inovadores, alinhados a uma mudança de paradigma.

Como reduzir a pegada de carbono por meio da arquitetura? Três abordagens ao longo do ciclo de vida da edificação

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A arquitetura engloba múltiplos processos, a começar pela identificação de necessidades e sua transformação em estruturas habitáveis por meio de um design cuidadoso. Historicamente, processos relacionados à construção, como a extração de recursos e o descarte ao fim da vida útil, costumavam ser negligenciados. No entanto, é fundamental reconhecer que as edificações possuem um ciclo de vida com impactos significativos nas emissões de carbono. Priorizar práticas sustentáveis é vital para minimizar nossa pegada ecológica e gerar um impacto positivo no planeta.

Arquitetura e ecologia: Sobre restaurar (e criar) áreas úmidas

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Neste dia 2 de fevereiro, celebra-se uma nova edição do Dia Mundial das Áreas Úmidas sob o lema revitalizar e restaurar as áreas úmidas degradadas. O tema de 2023 destaca "que, se realizada corretamente, a recuperação dessas áreas pode vir a oferecer os mesmos benefícios proporcionados pela área úmida natural original".

O banheiro como fonte de nova energia: AXOR x Hadi Teherani

Hadi Teherani adota uma abordagem holística em seus projetos de arquitetura e design. Nascido em Teerã e criado em Hamburgo, o designer prolífico e versátil tem obras espalhadas pela Alemanha e por todo o mundo. Seus projetos receberam prêmios de prestígio internacional por sua sustentabilidade ecologicamente correta e visão holística. Talvez resida aí a razão de seu fluxo constante de ideias: ele encara o processo de criação como uma reação àquilo que vê, percebe e sente.

O conceito de banheiro concebido por Teherani para o projeto AXOR DISTINCTIVE nasceu de suas percepções e inspirações pessoais. Ao ser questionado pela marca sobre como definiria seu "banheiro com personalidade", o arquiteto respondeu com uma proposta que reflete uma visão particular desse espaço, derivada dessa autoimagem — no uso diário, no desenho e no mobiliário.

Seis dicas para criar propostas de projeto convincentes

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1. Cultive conexões

O desafio de erguer o primeiro edifício de madeira engenheirada da Califórnia

A madeira engenheirada vem ganhando força em toda a América do Norte. Além dos benefícios dos materiais naturais e das estruturas aparentes, o potencial da construção industrializada offsite começa a transformar o modelo de viabilização de uma gama cada vez maior de edifícios. Quando uma incorporadora e proprietária californiana propôs o primeiro edifício de madeira engenheirada do estado, selecionou criteriosamente a experiência, o escopo e as qualificações dos parceiros, e todo o kit de madeira engenheirada foi transportado por trem diretamente de Quebec, no Canadá.

Fazer cidade por meio de arquiteturas brandas: A experiência da Usina de Inovação Coletiva no Mercado Modelo de Montevidéu

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Este artigo de Antonio Giráldez López foi publicado originalmente na edição nº 17 da revista rita com o título "Fazer cidade através de arquiteturas maleáveis". Por meio de trechos de conversas com a Usina de Innovación Colectiva, o texto reconstrói uma experiência de transformação urbana efêmera no antigo Mercado Modelo de Montevidéu, Uruguai. Trata-se de uma intervenção na qual as ações e os programas ganham relevância diante das construções imponentes, permitindo imaginar novas possibilidades para infraestruturas em desuso. A proposta interdisciplinar surge da máxima de geração de comunidades, laboratórios cidadãos e "entretempos" (períodos de transição), contrapondo-se às dinâmicas de gestão privada que, cada vez mais, ameaçam esse tipo de espaço.

As Paisagens do Mundo do Atlântico Negro

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A instituição da escravidão moldou as paisagens de ambos os lados do Oceano Atlântico. Por sua vez, pessoas africanas escravizadas e livres e seus descendentes criaram novas paisagens nos Estados Unidos, no Caribe e na África Subsaariana. As populações africanas tinham relações íntimas próprias com a terra, o que lhes permitiu afirmar sua própria agência e cultura.

No Dumbarton Oaks, em Washington, D.C., um simpósio — Histórias Ambientais do Mundo do Atlântico Negro: Histórias da Paisagem da Diáspora Africana —, organizado por N. D. B. Connolly, docente na Johns Hopkins University, e Oscar de la Torre, docente na University of North Carolina em Charlotte, buscou destacar essas relações esquecidas entre as pessoas e seu meio ambiente.

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Paisagem e terroir do Atlântico Negro

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A presença da escravidão moldou as paisagens em ambos os lados do Atlântico. Em contrapartida, africanos livres e escravizados — bem como seus descendentes — criaram novas paisagens nos Estados Unidos, no Caribe e na África subsaariana. Uma relação íntima e singular com a terra permitiu que essas populações esculpissem suas próprias instituições e culturas.

Organizado pelo professor N. D. B. Connolly, da Universidade Johns Hopkins, e pelo professor Oscar de la Torre, da Universidade da Carolina do Norte em Charlotte, o simpósio "Histórias Ambientais do Atlântico Negro: Histórias da Paisagem de Comunidades de Descendência Africana", sediado em Dumbarton Oaks, em Washington, D.C., teve como objetivo trazer de volta ao centro do debate as relações historicamente negligenciadas entre o ser humano e o meio ambiente.

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5 tipologias de casas multigeracionais

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O aumento do custo de vida representa um obstáculo significativo para os jovens que buscam um lugar para morar, ao mesmo tempo em que as gerações mais velhas enfrentam dificuldades para se estabelecer em ambientes confortáveis após a aposentadoria. Diante desses desafios comuns, uma solução recorrente vem ganhando força: o retorno à moradia familiar multigeracional. 

Embora conceitos e empreendimentos de moradia compartilhada tenham sido adotados nos últimos anos, o envolvimento familiar vem se mostrando uma alternativa financeira, jurídica e emocionalmente viável. 

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Próxima geração de líderes da arquitetura paisagística foca em clima, equidade e tecnologia

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“Nossos e nossas bolsistas demonstraram coragem, escreveram livros, fundaram organizações sem fins lucrativos focadas em propósitos claros, criaram novas coalizões e disseminaram novas ferramentas”, disse Cindy Sanders, FASLA, CEO da OLIN, em sua introdução ao programa de Bolsas de Estudo em Inovação e Liderança da Landscape Architecture Foundation (LAF), no Arena Stage, em Washington, D.C.

Sanders destacou os resultados de uma avaliação de cinco anos do programa de bolsas da LAF e seus esforços para formar a próxima geração de lideranças diversas em arquitetura de paisagem. A avaliação demonstra que ex-bolsistas estão moldando o futuro do ambiente construído em posições fundamentais nos setores público, privado e sem fins lucrativos.

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Observatório ambiental: reflexões sobre a proposta vencedora para o Pavilhão Eco 2023

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“A regra de ouro de nossos tempos é adaptar-se; não se deve brigar com a realidade”, dizia Mathias Goeritz. Mais de sessenta anos depois, o TEMPO ZERO chega ao Museu Experimental El Eco para provocar uma reflexão sobre o Antropoceno e a resistência tangencial. A partir da proposta curatorial de Gabriela Carrillo, a convocatória do pavilhão apontou para os futuros inadiáveis contra o tempo e a crise ambiental, além do aspecto lúdico para refletir sobre “como passamos o tempo” ou “como o tempo passa”.

Como o urbanismo tático ajudou a conquistar as ruas de Jersey City

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

A Covid-19 foi particularmente difícil para as cidades: os distritos comerciais centrais ainda enfrentam dificuldades devido à transição para o trabalho remoto; algumas cidades registraram declínio populacional; e a criminalidade disparou em praticamente todos os lugares. Além disso, a pandemia impulsionou mais pessoas para os carros, representando um retrocesso para o movimento por ruas seguras. Após anos de avanços, cidades como Nova York registraram aumentos expressivos no número de mortes de pedestres. Trata-se de um problema de escala nacional — com uma exceção notável: Jersey City anunciou recentemente que nenhuma morte foi registrada em suas ruas municipais em 2022, cumprindo as metas de seu plano de Visão Zero. O marco histórico foi resultado de anos de trabalho da prefeitura e de sua colaboradora, Street Plans, uma empresa de planejamento urbano fundada por Mike Lydon e Anthony Garcia. Lydon, ex-integrante da DPZ e coautor do livro de 2015 Tactical Urbanism (atualmente em processo de atualização), começou a trabalhar com Jersey City em uma série de iniciativas há seis anos. Conversei com Lydon na semana passada e perguntei a ele, especificamente, como a cidade e sua equipe alcançaram esse resultado.

Vagas em Xangai + Hangzhou | Atelier Liu Yuyang Architects: Diretor(a) de Design Técnico, Arquiteto(a) de Projeto, Urbanista, Especialista em Operações Comerciais, Especialista em RP e Mídia

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Para nós, a prática da arquitetura é um processo orgânico de construção. Nesse percurso, enfatizamos três dimensões fundamentais: pesquisa, projeto e execução. Trata-se de etapas que, embora progressivas, estabelecem relações de paralelismo e interseção. Consolidados pelo amadurecimento de obras construídas e propostas teóricas, nossa colaboração cotidiana tornou-se mais sólida, e nosso caminho projetual reflete de forma clara três eixos principais: contexto histórico, engajamento comunitário e futuro inteligente. Nos últimos anos, amparados por uma visão arquitetônica diversa, complexa e aberta, buscamos criar cenários e espaços dinâmicos a partir da narrativa singular de cada projeto, em busca de valor e poesia atemporais. Nosso objetivo é conceber, por meio de uma linguagem arquitetônica precisa e poética, ambientes habitáveis que proporcionem dignidade à sociedade.

Desde 2021, com o objetivo de oferecer um atendimento mais refinado aos projetos locais em Hangzhou e na região do Delta do Rio Yangtze, o ALYA estabeleceu seu escritório em Hangzhou e, simultaneamente, estruturou uma equipe de desenho urbano. Ao longo dos anos, o escritório tem recebido ampla atenção da mídia internacional, acumulando diversos prêmios e participações em exposições. Entre os reconhecimentos destacam-se a Medalha de Ouro da ARCASIA (Associação de Arquitetos da Ásia), o prêmio principal de Hotel do Ano do Dezeen Awards, o prêmio de Escritório de Design do Ano e Arquitetura Sustentável da BUILD, o prêmio DFA (Design for Asia Awards), a Bienal de Arquitetura de Veneza, o Wallpaper* Design Awards, o WA Chinese Architecture Award e o Future Award da IDEAT. Em 2021, o fundador do ALYA, Liu Yuyang, foi nomeado pelo Hangzhou Canal Group como consultor-chefe de planejamento e design para a integração cultural e turística do Grande Canal de Hangzhou. Após o período singular de três anos de pandemia global, o ALYA celebra em 2023 a conclusão de uma série de projetos construídos, além do desenvolvimento ordenado de novas propostas de alta qualidade, refinamento, sustentabilidade e inovação alinhadas às tendências do futuro.

Se você acompanha o desenvolvimento saudável dos escritórios de arquitetura de excelência na China, possui um espírito profissional voltado à inovação e ao detalhe, demonstra entusiasmo para explorar o desconhecido e coragem para enfrentar desafios, e deseja crescer junto a uma equipe de design profissional sediada no Delta do Rio Yangtze com projeção global, convidamos você — que compartilha de nossos valores e deseja se engajar plenamente — a se juntar ao ALYA!

Seis projetos residenciais com grandes entradas de vidro

A entrada de uma residência costuma causar a primeira impressão, e profissionais da arquitetura contemporânea têm utilizado panos de vidro em grande escala para criar impactos dramáticos, surpreendentes e singularmente acolhedores. Veja como seis profissionais projetaram entradas exclusivas para residências de diferentes tamanhos e localizações. 

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