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As Mulheres da HKS: Arquitetas e Pesquisadoras Projetando Cidades Resilientes

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Projetar cidades resilientes combina soluções práticas com ideias inovadoras. O escritório global interdisciplinar HKS trabalha para dar vida a essas ambições ao lado de profissionais de pesquisa, design urbano, enfermagem, antropologia, design gráfico, entre outras áreas. Enxergando o projeto como um processo de descoberta, três diretoras da HKS lideram a forma como as cidades exploram a pesquisa, a equidade e a integração para criar futuros mais resilientes.

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Escola Século XXI: Detalhes de projeto sustentável na arquitetura escolar de Buenos Aires

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Qual o papel desempenhado pelo espaço durante o ensino? De que maneira podem ser incorporados novos métodos de aprendizagem que colaborem com a preservação do meio ambiente e introduzam critérios de sustentabilidade às novas gerações? A Escola Século XXI (Escuela Siglo XXI), no Barrio Parque Donado-Holmberg da Cidade Autônoma de Buenos Aires, toma como referência diversos estabelecimentos de ensino da Finlândia, Holanda, Inglaterra e Estados Unidos, em uma busca por integrar a escola à comunidade e potencializar o uso de espaços abertos e novas tecnologias.

"Eu preferiria ser conhecido como um arquiteto de elegante contenção": Entrevista com Belmont (Monty) Freeman

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Belmont (Monty) Freeman (n. 1951) fundou seu escritório sediado em Nova York e atualmente com oito integrantes, a Belmont Freeman Architects, em 1986. Seus projetos ativos dividem-se igualmente entre institucionais e residenciais, com foco especial em reuso adaptativo, predominantemente em Nova York e estados vizinhos. Entre as obras mais emblemáticas do escritório estão a LGBT Carriage House no campus da Universidade da Pensilvânia, uma série de restaurações no restaurante Four Seasons no Seagram Building, reformas no Yale Club em Manhattan e a reforma da Galeria Ezra e Cecile Zilkha na Universidade Wesleyan, em Connecticut, projetada por Kevin Roche. Os projetos atuais incluem um complexo residencial amplo, porém minimalista, em Martha's Vineyard, reformas em filiais de bibliotecas públicas na cidade de Nova York e a requalificação de um antigo frigorífico em um novo Hub de Inovação para a Escola de Negócios da Universidade de Columbia.

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Uma visão otimista sobre a IA e o futuro da arquitetura

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Martin C. Pedersen conversa com Frank Stasiowski, fundador e presidente da PSMJ Resources, sobre sua visão em relação à IA e ao futuro da profissão. O autor explica que, há seis anos, ele "entrevistou Frank Stasiowski, fundador e presidente da PSMJ Resources, uma consultoria de gestão especializada em empresas de arquitetura, engenharia e construção. Além de assessorar empresas em planejamento estratégico e de crescimento, planos de liderança e sucessão, fusões e aquisições, além de uma série de outras questões, Stasiowski dedica grande parte de seu tempo a analisar como o setor deve evoluir no futuro, especialmente à medida que a tecnologia assume um papel cada vez mais importante". Considerando-o um dos observadores mais perspicazes do setor, Pedersen conversou com Stasiowski para obter sua opinião sobre a IA e o futuro da arquitetura.

Como o Instituto Salk de Louis Kahn influenciou uma geração de arquitetos/as

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Como o Instituto Salk de Louis Kahn influenciou uma geração de arquitetos/as - Imagem de Destaque
© Liao Yusheng

Na Architects, not Architecture, acreditamos ser seguro dizer que quase todas as pessoas que estudaram arquitetura nos últimos 50 anos já se depararam com o Salk Institute, projetado pelo arquiteto Louis Kahn. Embora isso nem sempre se reflita em suas obras, nossos/as palestrantes compartilharam histórias pessoais sobre como essa joia modernista, construída em 1963, desempenhou um papel em suas vidas. E, como acabamos de iniciar nossa segunda Virtual World Tour em 13 de outubro de 2021, pensamos em compartilhar algumas dessas histórias de eventos anteriores.

Construindo uma cidade do zero: a história de Songdo, Coreia do Sul

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O que é preciso para construir uma cidade inteligente do zero? Ou, talvez, a verdadeira questão seja: o que é preciso para construir uma cidade inteligente do zero e torná-la bem-sucedida? Por mais de uma década, arquitetos/as e urbanistas trabalharam lado a lado para criar Songdo, um distrito de negócios totalmente novo que buscava representar os avanços sul-coreanos em tecnologia e infraestrutura. Songdo já foi um modelo de como viveríamos nas cidades do futuro — mas, hoje, a realidade do que essa cidade inteligente rapidamente se tornou nos faz repensar como a combinação entre tecnologia e comunidade pode ter falhado.

UTOPIAS IZTAPALAPA: projeto vencedor no concurso “Ação x Habitação e Assentamentos frente à COVID-19”

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UTOPIAS IZTAPALAPA: projeto vencedor no concurso “Ação x Habitação e Assentamentos frente à COVID-19” - Imagen 1 de 4UTOPIAS IZTAPALAPA: projeto vencedor no concurso “Ação x Habitação e Assentamentos frente à COVID-19” - Imagen 2 de 4UTOPIAS IZTAPALAPA: projeto vencedor no concurso “Ação x Habitação e Assentamentos frente à COVID-19” - Imagen 3 de 4UTOPIAS IZTAPALAPA: projeto vencedor no concurso “Ação x Habitação e Assentamentos frente à COVID-19” - Imagen 4 de 4UTOPIAS IZTAPALAPA: projeto vencedor no concurso “Ação x Habitação e Assentamentos frente à COVID-19” - Mais Imagens+ 20

Como parte de uma iniciativa da Plataforma UHPH em coorganização com a Habitat para a Humanidade, foi lançada a convocatória de 2021 para o concurso “Práticas Inspiradoras”, no âmbito do IV Fórum Latino-Americano e do Caribe de Habitação e Habitat: “Ação pela Habitação e Assentamentos frente à COVID-19”. Essa iniciativa busca melhorar os espaços urbanos e dotá-los de infraestruturas que promovam o desenvolvimento das comunidades.

Por dentro do minucioso mundo da construção em miniatura

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Por dentro do minucioso mundo da construção em miniatura - Imagem de Destaque
Cortesia de Stewart Hicks

Este vídeo nos leva aos bastidores de um ateliê profissional de maquetaria em Chicago chamado Presentation Studios International (PSI). O local produz maquetes para diversos tipos de clientes, mas principalmente para incorporadoras e profissionais de arquitetura. O designer de arquitetura e ex-funcionário Robert Becker nos guia em uma visita pelo espaço, ajudando-nos a compreender como a conceituação de maquetes nesse ambiente difere daquela de um escritório de arquitetura ou do meio acadêmico. Ali, elas são quase estritamente edifícios em miniatura, cujo papel é retratar fielmente o projeto e servir como uma ferramenta persuasiva para atrair investimentos. Em seguida, conversamos com Martin Chadwick, maquetista de longa data, que detalha o processo de criação de edifícios e paisagens em miniatura de alta qualidade.

Ferramentas digitais, inovação e sustentabilidade: em conversa com Henning Larsen

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Henning Larsen vem criando projetos que abordam o design intercultural, enfrentam diversas zonas climáticas e buscam alcançar objetivos ambiciosos de sustentabilidade. Tudo isso não seria possível sem o uso da tecnologia e de ferramentas de design digital e generativo especialmente desenvolvidas, que permitem a arquitetos e arquitetas tratar qualquer elemento como um parâmetro no projeto.

Em entrevista especial ao ArchDaily, Jakob Strømann-Andersen, sócio e diretor do Departamento de Inovação e Sustentabilidade da Henning Larsen, fala sobre as ferramentas digitais e sua incorporação ao processo de projeto. Concentrando-se nesta conversa especificamente no Sandworm, um novo programa de modelagem que utiliza caixas de areia, Andersen explica como conseguiram escanear e transferir diretamente paisagens manipuladas para um modelo 3D.

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Arquitetura Perdida: Explorando Obras-Primas Não Construídas, One Half House de John Hejduk

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E se pudéssemos visitar qualquer edifício, independentemente de ter sido de fato construído? Ou, até mesmo, após ter sido demolido? Este vídeo e o link abaixo se concentram em uma única residência — a One Half House, projetada por John Hejduk — com o objetivo de ressuscitá-la e explorá-la. O projeto utiliza o programa Enscape para percorrer o edifício, buscando preservar e compartilhar a experiência de uma arquitetura que não existe em formato construído. O vídeo apresenta uma linha do tempo para contextualizar o papel da casa na carreira e na obra de John Hejduk, uma análise da edificação e as primeiras impressões ao percorrê-la pela primeira vez. Em especial, a One Half House foi fundamental para se pensar em como os volumes arquitetônicos podem se relacionar no espaço sem o elemento ordenador de uma grelha ou de uma parede. Que magia e quais outros aprendizados estariam latentes no projeto, ocultos até o momento em que pudéssemos experimentá-lo?

O preço do crescimento: espraiamento urbano e sustentabilidade nas cidades do Sul da Ásia

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Com milhões de habitantes migrando para as metrópoles todos os anos, o Sul da Ásia testemunha níveis impressionantes de desenvolvimento urbano. Esse crescimento traz prosperidade econômica, mas também desgaste ecológico, à medida que selvas de concreto substituem os habitats naturais. A região — que abrange países como Índia, Paquistão, Bangladesh, Sri Lanka, Butão, Maldivas e Nepal — enfrenta o desafio de conciliar a urbanização com a sustentabilidade ambiental a partir de suas próprias particularidades contextuais. Trata-se de uma negociação complexa e cheia de nuances, que exige uma compreensão sistemática dos cenários econômico, social e político de cada país.

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Um manifesto de infraestruturas leves: experimentação informal e política

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Um manifesto de infraestruturas leves: experimentação informal e política - Imagem de DestaqueUm manifesto de infraestruturas leves: experimentação informal e política - Image 1 of 4Um manifesto de infraestruturas leves: experimentação informal e política - Image 2 of 4Um manifesto de infraestruturas leves: experimentação informal e política - Image 3 of 4Um manifesto de infraestruturas leves: experimentação informal e política - Mais Imagens+ 5

Este artigo de Sebastián Trujillo Torres (Universidad Nacional de Colombia/CEPT University) foi publicado originalmente com o título "Un manifiesto de infraestructuras leves" na edição nº 28 de 2020 da revista Dearq (DOI: https://doi.org/10.18389/dearq28.2020.03) e faz parte de uma parceria conjunta de difusão.

Reveladas as propostas vencedoras das "Dez Instalações Culturais da Nova Era de Shenzhen"

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Shenzhen, a metrópole moderna no sudeste da China que conecta Hong Kong ao continente chinês, passou por um rápido desenvolvimento imobiliário e intensas licitações de obras nos últimos anos.

O concurso “Dez Instalações Culturais de Shenzhen da Nova Era” consolidou-se como uma importante competição internacional de projeto, atraindo grande atenção e investimentos de muitos/as arquitetos/as de destaque em atividade em todo o mundo.

Como as fachadas-cortina de vidro ultracomplexas de Zaha, Foster e Heatherwick resolvem seus desafios estruturais? | ArchDaily Técnico

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Como as fachadas-cortina de vidro ultracomplexas de Zaha, Foster e Heatherwick resolvem seus desafios estruturais? | ArchDaily Técnico - Image 1 of 4Como as fachadas-cortina de vidro ultracomplexas de Zaha, Foster e Heatherwick resolvem seus desafios estruturais? | ArchDaily Técnico - Image 2 of 4Como as fachadas-cortina de vidro ultracomplexas de Zaha, Foster e Heatherwick resolvem seus desafios estruturais? | ArchDaily Técnico - Image 3 of 4Como as fachadas-cortina de vidro ultracomplexas de Zaha, Foster e Heatherwick resolvem seus desafios estruturais? | ArchDaily Técnico - Image 4 of 4Como as fachadas-cortina de vidro ultracomplexas de Zaha, Foster e Heatherwick resolvem seus desafios estruturais? | ArchDaily Técnico - Mais Imagens+ 59

A tensão entre forma e estrutura na arquitetura é um dilema antigo; muitas vezes, as ideias mais ousadas, vanguardistas e imaginativas de arquitetos e arquitetas acabam restritas ao papel devido a exigências estruturais e limitações técnicas. Como, então, viabilizar projetos que rompem com as formas convencionais e traduzir essas visões criativas em realidade construída?

Nesta edição, o ArchDaily apresenta a Eckersley O'Callaghan, um escritório de engenharia estrutural e de fachadas de referência global. A empresa acumula colaborações de sucesso com alguns dos maiores nomes da arquitetura mundial. Sua parceria duradoura com a Foster + Partners resultou em diversas Apple Stores icônicas ao redor do mundo, conhecidas por suas fachadas de "vidro puro". Além disso, o escritório mantém parcerias sólidas com firmas como Zaha Hadid Architects, SOM, Gensler, KPF, Snøhetta e Heatherwick Studio. Com inovações e avanços significativos na tecnologia de fabricação de vidro e no design estrutural, a Eckersley O'Callaghan destaca-se por sua capacidade de liderar e viabilizar soluções estruturais inéditas no cenário internacional.

Apresente facilmente seus projetos com o Visualizador 3D Colaborativo da Modelo

Lembre-se da última vez que se reuniu com um/a cliente. Preparar uma infinidade de materiais de apresentação — incluindo renderizações, diagramas, plantas, elevações e cortes — simplesmente não é suficiente. A parte difícil começa quando o/a cliente se apega a uma ou duas imagens realistas e simplesmente não quer abrir mão delas.

Três projetos de reuso adaptativo na Carolina do Norte reinventam fábricas históricas

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O reuso adaptativo, ou o processo de transformar uma edificação antiga por meio do reaproveitamento de sua estrutura e da alteração de sua função original, tem ganhado relevância ao longo dos anos, sobretudo por permitir a otimização completa do desempenho do ambiente construído existente. Em um artigo publicado originalmente na Metropolis, a autora Elissaveta Brandon explora como "arquitetos/as e incorporadores/as estão transformando símbolos do Sul — localizados ao longo de uma região de 120 milhas (cerca de 190 km), de Winston-Salem a Fayetteville — em uma infraestrutura adequada para os dias de hoje". Ao destacar a transformação de fábricas históricas em polos de design e complexos de uso misto, o artigo apresenta três exemplos na Carolina do Norte.

6 microdocumentários sobre destacados arquitetos e arquitetas do Chile

«Arquitetos» é uma série de microdocumentários produzida pela AvantVisual e dirigida por Mauro Alfaro sobre a vida e a obra de destacadas arquitetas e arquitetos do Chile, que estrearia no âmbito da XXI Bienal de Arquitetura e Urbanismo do Chile, "o comum e o corriqueiro". No entanto, devido à suspensão da Bienal em decorrência do estallido social de 2019, a estreia não pôde ser realizada.

Testemunhando o crescimento do Campus Xiangshan da Academia de Arte da China: 2007 vs. 2021

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O campus de Xiangshan da Academia de Arte da China foi projetado pelo vencedor do Prêmio Pritzker de Arquitetura de 2012, Wang Shu, e por Lu Wenyu, do escritório Amateur Architecture Studio. O escritório foi responsável pela execução global do projeto, desde o plano diretor até o projeto arquitetônico e o paisagismo. No lado norte de Xiangshan fica a primeira fase do campus. Projetada em 2001 e concluída em 2004, ela consiste em um complexo de dez edifícios e duas pontes, com uma área construída de cerca de 70.000 metros quadrados. A segunda fase do campus localiza-se no lado sul de Xiangshan; foi projetada em 2004 e concluída em 2007. É composta por dez edifícios grandes e dois pequenos, totalizando uma área construída de quase 80.000 metros quadrados.

O período de construção de cada uma das duas fases foi de 14 meses. O intenso trabalho artesanal durante a execução gerou diversos desafios que só puderam ser resolvidos no próprio canteiro; assim, o local foi repetidamente moldado e tocado por incontáveis mãos. Em 2007, o fotógrafo Iwan Baan registrou o campus logo após sua conclusão. Em 2021, o/a fotógrafo/a Sai Zhao utilizou lentes com a mesma distância focal original para registrar o campus a partir dos mesmos locais. Ao longo de mais de dez anos, a vegetação cobriu e protegeu a estrutura, e o conjunto edificado agora possui vida própria.

O renascimento do granilite na arquitetura de interiores: 5 projetos inspiradores

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Desde sua inauguração na década de 1960, mais de 10 milhões de turistas visitam anualmente a Calçada da Fama de Hollywood na esperança de vivenciar o brilho e o glamour da atração mais famosa de Los Angeles. Até hoje, seus 18 quarteirões de pisos de terrazzo permanecem em excelente estado, revelando a longevidade e a durabilidade de um material capaz de resistir ao fluxo intenso de pedestres ao longo de décadas.

"Diluindo as fronteiras entre o doméstico e o institucional": Uma conversa com a curadora do Pavilhão da Coreia, Hae-Won Shin, na Bienal de Arquitetura de Veneza 2021

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A 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza está em andamento, e seus 60 pavilhões nacionais revelam uma ampla variedade de respostas para a pergunta "Como viveremos juntos?". A edição deste ano reafirma o papel da Bienal como uma plataforma de debate, provocando uma reavaliação coletiva de questões urgentes como migração, desigualdade, mudanças climáticas ou o papel da tecnologia. Durante o evento em Veneza, o ArchDaily encontrou-se virtualmente, dentro do pavilhão coreano, com o/a curador/a Hae-Won Shin, uma vez que a pandemia impediu a presença da equipe de criação da mostra na Bienal. A conversa explorou o pensamento por trás da "Future School" e como o projeto cria uma estrutura para o aprendizado e a exploração coletivos.

Uma solução hidráulica não convencional para casas lixo zero

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De acordo com o Relatório do Índice de Desperdício de Alimentos de 2021 da Organização das Nações Unidas, 17% da produção global de alimentos é desperdiçada, tornando-se a terceira maior fonte de emissões de gases de efeito estufa. Desses resíduos, 11% são gerados por residências, o que não apenas contribui para a crise climática, mas também gera altos custos econômicos, perda de biodiversidade e o aumento dos níveis de poluição a taxas sem precedentes. Portanto, considerando o papel fundamental que a arquitetura e o design desempenham na oferta de opções de moradia mais ecológicas, torna-se essencial adotar e aprimorar uma abordagem mais autossustentável e de resíduo zero.

Casas à Venda da Galeria Leo Castelli: Outra forma de comprar projetos residenciais em 1980

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"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio. A cada 15 dias, ele analisa detalhadamente publicações de arquitetura esquecidas, além de livros e revistas de arquitetura das décadas de 1960, 70 e 80 que guardam as histórias mais interessantes por trás de suas páginas.

Neste novo episódio, ele aborda o catálogo da exposição "Houses For Sale", publicado pela Rizzoli e por B.J. Archer em 1980. Na mostra, por meio da galeria de Leo Castelli, era possível adquirir os projetos de oito residências concebidas por profissionais de tempo da arquitetura (Emilio Ambasz, Peter Eisenman, Vittorio Gregotti, Arata Isozaki, Charles Moore, Cesar Pelli, Cedric Price, Oswald M. Ungers), invertendo a lógica tradicional na qual o/a cliente encomenda a um/a arquiteto/a a casa dos seus sonhos.

Arquitetura e Design Pós-Pandemia: 18 museus e exposições que reabriram ao público

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Após permanecerem fechados por mais de um ano, museus ao redor do mundo começam a dar sinais de reabertura. A maior parte dos eventos de arquitetura e design programados para 2020 foi adiada em um ou dois anos, a depender da gravidade da pandemia em suas respectivas regiões. No entanto, embora os museus estejam novamente abertos ao público, as administrações dessas instituições implementaram inúmeras medidas de precaução para garantir a segurança do público visitante e das equipes de curadoria, evitando também potenciais novos fechamentos.

Com a retomada das viagens internacionais autorizada por órgãos governamentais e a expectativa de uma recuperação gradual do turismo, apresentamos a seguir 18 museus e exposições que voltaram a receber visitantes em seus espaços de exposição desde maio de 2021, bem como os protocolos exigidos do público antes e durante as visitas.

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O papel da tecnologia Open BIM em um dos maiores empreendimentos de Queensland

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Com os recentes avanços nos recursos de software, o Open BIM vem superando as desconexões entre os diferentes setores de um projeto, tornando o fluxo de trabalho mais eficiente tanto em grande quanto em pequena escala. O Open BIM amplia os benefícios do BIM (Modelagem de Informação da Construção) ao aprimorar a acessibilidade, a usabilidade, a gestão e a sustentabilidade dos dados digitais no setor de ativos construídos. Os processos de Open BIM podem ser definidos como informações compartilháveis de projeto que apoiam a colaboração integrada entre todas as partes envolvidas, eliminando o problema tradicional de os dados BIM estarem limitados por formatos proprietários de software, por disciplinas ou pelas fases de um projeto.

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