1. ArchDaily
  2. Artigos

Artigos

Como os ambientes moldam os espaços para refeições ao ar livre: 24 abordagens arquitetônicas

Acesso exclusivo | 

Os terraços ao ar livre ocupam um limiar familiar nas cidades de todo o mundo, funcionando como salas sociais situadas entre o espaço interno e o ar livre para acolher os rituais da vida cotidiana. As pessoas se encontram para compartilhar uma bebida, observar o movimento da rua ou fazer uma pausa antes de retornar às suas rotinas. Esses locais funcionam tanto como cenários culturais quanto comerciais, revelando como a hospitalidade e a vida pública se cruzam para moldar o caráter da cidade.

O clima influencia esses espaços de forma mais direta do que quase qualquer outra força de projeto, moldando a função dos terraços e como as pessoas os habitam. Sol, vento, chuva e umidade orientam as decisões sobre implantação, sombreamento, abertura e seleção de materiais. Cada terraço se torna um espaço de negociação entre o conforto humano e a pressão ambiental, e essa negociação pode ser lida em cada fechamento, superfície e limite espacial.

Como os ambientes moldam os espaços para refeições ao ar livre: 24 abordagens arquitetônicas - Imagen 1 de 4Como os ambientes moldam os espaços para refeições ao ar livre: 24 abordagens arquitetônicas - Imagen 2 de 4Como os ambientes moldam os espaços para refeições ao ar livre: 24 abordagens arquitetônicas - Imagen 3 de 4Como os ambientes moldam os espaços para refeições ao ar livre: 24 abordagens arquitetônicas - Imagen 4 de 4Como os ambientes moldam os espaços para refeições ao ar livre: 24 abordagens arquitetônicas - Mais Imagens+ 35

A ilusão do nível: detalhamento para água na arquitetura “plana”

Acesso exclusivo | 

Caminhamos sobre superfícies "planas" todos os dias e raramente pensamos a respeito — mas quão plano é esse solo, na verdade? Na cidade, os meios-fios são chanfrados, as calçadas se inclinam em direção às grelhas e as vias são abauladas para escoar a água em sarjetas rasas. Nos subúrbios e em caminhos não pavimentados, o terreno irregular é a norma. Dentro dos edifícios, em contrapartida, buscamos uma horizontalidade quase perfeita — estruturas, lajes e acabamentos são todos disciplinados para criar superfícies de circulação niveladas em nome da segurança e da acessibilidade. No entanto, a planaridade é inerentemente incompatível com a água. Um olhar mais atento revela um repertório sutil de adaptações: pequenos caimentos nas entradas, soleiras elevadas alguns milímetros, áreas molhadas com inclinações quase imperceptíveis. O piso é percebido como plano, mas, na verdade, é cuidadosamente ajustado — microtopografias disfarçadas de plano — para gerenciar a água sem chamar atenção.

Quais são as maneiras comuns pelas quais os/as arquitetos/as "mantêm as coisas planas" enquanto gerenciam a água — a eterna inimiga das edificações? Uma forma útil de analisar isso é focar em três condições recorrentes: decks externos ou de cobertura, banheiros e outras áreas molhadas, e planos de piso externos ao nível do solo. Cada uma depende de um conjunto de ferramentas ligeiramente diferente — sistemas de pedestais sobre impermeabilização inclinada, microinclinações para ralos, drenos perimetrais ocultos, caimentos divididos — para manter a ilusão de uma superfície contínua e nivelada. Estudar essas situações de forma comparativa revela o imenso esforço de projeto necessário para conciliar a percepção de planaridade com a realidade complexa da água.

A ilusão do nível: detalhamento para água na arquitetura “plana” - Imagen 1 de 4A ilusão do nível: detalhamento para água na arquitetura “plana” - Imagen 2 de 4A ilusão do nível: detalhamento para água na arquitetura “plana” - Imagen 3 de 4A ilusão do nível: detalhamento para água na arquitetura “plana” - Imagen 4 de 4A ilusão do nível: detalhamento para água na arquitetura “plana” - Mais Imagens+ 15

Revestimento de Fachada Ventilada em Ardósia Natural: Uma Solução para Casas Passivas

Acesso exclusivo | 

Inspirada nas casas solares experimentais desenvolvidas após a crise do petróleo dos anos 1970, a certificação Passive House surgiu no final da década de 1980 como uma resposta às crescentes preocupações com a eficiência energética e o impacto ambiental da indústria da construção. Seu objetivo é ao mesmo tempo simples e radical: reduzir as demandas de aquecimento e resfriamento ao mínimo absoluto por meio de estratégias passivas, ventilação mecânica controlada e uma envoltória predial extremamente eficiente — eliminando a necessidade de sistemas complexos ou caros.

A escolha dos materiais de revestimento externo desempenha um papel estratégico para alcançar esse desempenho. Superfícies mal projetadas, pontes térmicas ou falhas de vedação podem comprometer toda a lógica térmica do edifício, especialmente em climas rigorosos. Nesse cenário, os sistemas de fachada ventilada se destacam: ao criarem uma camada de ar ventilada entre o revestimento e a parede estrutural, eles promovem um fluxo de ar contínuo, controlam a umidade e aumentam a estabilidade térmica. Materiais que combinam desempenho, durabilidade e apelo visual são raros — e a ardósia natural da espanhola Cupa Pizarras é uma solução de destaque.

Projetando no limite: 8 projetos conceituais da comunidade ArchDaily onde a arquitetura encontra a natureza

Acesso exclusivo | 

Em um momento em que a prática arquitetônica está cada vez mais atrelada ao clima e ao contexto, a fronteira entre o construído e o natural tornou-se um território crítico de experimentação. A seleção de projetos não construídos deste mês reúne oito propostas conceituais que trabalham nos limites da paisagem. Em Ramia, do João Teles Atelier, a arquitetura inspira-se diretamente na metáfora de uma semente que rompe a terra, utilizando madeira, concreto e água para criar um percurso sensorial pela ecologia de Tulum. Por sua vez, o Mobius Pier, do X Atelier, projeta-se em uma curva suave sobre a margem do rio, funcionando simultaneamente como infraestrutura e ponto de observação. De forma semelhante, o projeto Il mare degli Umbri aborda esse limiar de outra maneira, restaurando a linha costeira histórica do Lago Trasimeno e reintroduzindo as ecologias de áreas úmidas locais. Cada projeto desta coletânea reflete uma postura singular: alguns tratam o limite como uma experiência espacial, outros como uma linha reguladora e, ainda, outros como um ponto de retorno cultural ou ecológico.

Projetando Cidades Inclusivas: O Papel do Desenho Universal na Criação de Atmosferas Urbanas Acessíveis

Acesso exclusivo | 

As cidades contemporâneas são vibrantes, complexas e estão em constante evolução. Acima de tudo, são mutáveis, dinâmicas e diversas. Que transformações estão ocorrendo e para onde elas estão nos levando? A urbanização continua a ganhar força em muitas regiões do mundo, gerando transformações visíveis e estruturais. Diante desse cenário, começam a surgir dados sobre a evolução de sua configuração e os desafios que enfrentamos. Segundo o Banco Mundial, a população urbana continuará em trajetória de crescimento, com 90% dos novos moradores urbanos concentrados na África e na Ásia. Esse crescimento levanta questões essenciais: como podemos consolidar uma abordagem de projeto que garanta o acesso equitativo a espaços, recursos e serviços? Como podemos tornar as metrópoles emergentes e consolidadas mais inclusivas e acessíveis?

Narrativas do modernismo sírio: redescobrindo o Centro de Pesquisas Marinhas

Acesso exclusivo | 

No momento em que este artigo é escrito, com a Síria emergindo de mais de uma década de conflitos, surge a oportunidade de redescobrir suas preciosidades arquitetônicas. Logo ao norte de Lataquia, a principal cidade portuária do país, ergue-se uma criação modernista: o Centro de Pesquisas Marinhas. Sua estrutura piramidal está situada em um promontório de destaque, cercado pelo mar em três lados. A leste, encontra-se uma baía com hotéis e praias, ao passo que ao norte e a oeste abre-se o Mar Mediterrâneo, que se estende até a Turquia e o Chipre. Apesar de sua relevância tanto como instituição científica quanto como obra arquitetônica, o edifício encontra-se hoje abandonado e isolado.

Narrativas do modernismo sírio: redescobrindo o Centro de Pesquisas Marinhas - Imagen 1 de 4Narrativas do modernismo sírio: redescobrindo o Centro de Pesquisas Marinhas - Imagen 2 de 4Narrativas do modernismo sírio: redescobrindo o Centro de Pesquisas Marinhas - Imagen 3 de 4Narrativas do modernismo sírio: redescobrindo o Centro de Pesquisas Marinhas - Imagen 4 de 4Narrativas do modernismo sírio: redescobrindo o Centro de Pesquisas Marinhas - Mais Imagens+ 9

Além da arquitetura centrada no ser humano: projetando espaços com outras espécies

Acesso exclusivo | 

À medida que a arquitetura avança para além do design centrado no ser humano, novas práticas repensam a coexistência como uma estrutura ética e ecológica. Das infraestruturas políticas aos habitats, essas abordagens nos convidam a imaginar a arquitetura como um sistema vivo compartilhado.

A arquitetura moderna foi, por muito tempo, escrita sob uma ótica antropocêntrica, colocando o ser humano no centro e tornando invisíveis as demais espécies. Contudo, esse paradigma vem se transformando, à medida que profissionais da arquitetura e da pesquisa redefinem o papel do design em mundos mais-que-humanos. Estúdios como Office for Political Innovation, Studio Ossidiana e Husos Architects questionam as narrativas centradas no ser humano e reformulam o design como uma prática compartilhada entre espécies. Nesse contexto, a arquitetura deixa de ser uma ferramenta de controle para se tornar um meio de coexistência, uma disciplina que media a relação entre espécies, ambientes e culturas.

Além da arquitetura centrada no ser humano: projetando espaços com outras espécies - Image 6 of 4Além da arquitetura centrada no ser humano: projetando espaços com outras espécies - Image 10 of 4Além da arquitetura centrada no ser humano: projetando espaços com outras espécies - Image 23 of 4Além da arquitetura centrada no ser humano: projetando espaços com outras espécies - Image 4 of 4Além da arquitetura centrada no ser humano: projetando espaços com outras espécies - Mais Imagens+ 23

Enraizados na tradição, na natureza e na comunidade: espaços de bem-estar e cura do norte ao sul da África

Acesso exclusivo | 

Os espaços de bem-estar e cura são moldados por tradições culturais, contextos geográficos e estruturas sociais. Em todo o mundo, certas práticas estão profundamente enraizadas há séculos, como as termas romanas, os hammams turcos e os onsens japoneses, enquanto outras evoluem inspirando-se em rituais ou redefinindo o próprio conceito e imagem de um ambiente de cura. A Europa, a América do Norte e a Oceania caracterizam-se pelo foco em jornadas individuais, no autocuidado e, frequentemente, em espaços de bem-estar luxuosos. A Ásia molda a percepção global predominante de bem-estar por meio da cura baseada na meditação, da reflexão interior e de retiros holísticos. Na África, o bem-estar está profundamente enraizado em tradições ancestrais, integrado à natureza e centrado na comunidade e na interação social. O ponto em comum em todo o mundo reside no envolvimento sensorial, no relaxamento e na cura holística, muitas vezes ligados à natureza. Mas como se manifesta o bem-estar na África? Quais são os espaços de cura que o moldam e quais linguagens arquitetônicas definem o bem-estar do norte ao sul do continente?

Enraizados na tradição, na natureza e na comunidade: espaços de bem-estar e cura do norte ao sul da África - Imagen 1 de 4Enraizados na tradição, na natureza e na comunidade: espaços de bem-estar e cura do norte ao sul da África - Imagen 2 de 4Enraizados na tradição, na natureza e na comunidade: espaços de bem-estar e cura do norte ao sul da África - Imagen 3 de 4Enraizados na tradição, na natureza e na comunidade: espaços de bem-estar e cura do norte ao sul da África - Imagen 4 de 4Enraizados na tradição, na natureza e na comunidade: espaços de bem-estar e cura do norte ao sul da África - Mais Imagens+ 2

Arquitetura em um ponto de virada: trabalhando de forma mais inteligente com a IA

Acesso exclusivo | 

Diferente de um livro ou de uma peça musical, que podem ser facilmente deixados de lado se não despertarem interesse, a arquitetura impõe outra realidade. Um edifício perdura por décadas, moldando a paisagem e influenciando a vida de seus ocupantes por muitos anos. Essa permanência traz consigo um conjunto único de desafios: profissionais da arquitetura devem projetar espaços que impactam a vida coletiva, muitas vezes sob prazos apertados, orçamentos limitados e forte pressão. Além de lidar com regulamentações complexas e coordenar a construção, enfrenta-se a falsa percepção de que projetar é algo simples ou que qualquer pessoa poderia fazer. O constante malabarismo entre qualidade, custo e rapidez frequentemente resulta em sacrifícios — seja de tempo, de saúde ou da própria integridade do projeto. Esse ciclo não apenas desgasta a profissão, mas também enfraquece a compreensão da sociedade sobre o real valor do design.

O conhecido triângulo do "bom, rápido e barato" raramente se resolve sem que o/a arquiteto/a sacrifique seu próprio tempo, saúde ou até mesmo a qualidade do projeto. Repetida há décadas, essa equação alimenta um ciclo de desgaste que não apenas mina a profissão, mas também deprecia o valor do design na sociedade, diminuindo o papel de uma disciplina tão bela e fundamental.

Projetar com a Memória: O Legado Duradouro de Rafayel Israelyan na Armênia

Acesso exclusivo | 

Em uma época na qual grande parte da arquitetura global parece desconectada da identidade local, a obra de Rafayel Israelyan se destaca por estar profundamente enraizada no lugar, na cultura e na memória. Atuando na Armênia de meados do século XX, Israelyan criou uma arquitetura que vai além do funcional ou do monumental; trata-se de uma obra culturalmente resiliente. O uso de motivos, materiais e formas simbólicas tradicionais da Armênia deu aos seus projetos uma segunda vida após a queda da União Soviética, momento em que muitos edifícios nos Estados pós-soviéticos foram abandonados ou demolidos. A Armênia, por outro lado, preservou muitas de suas obras, provavelmente porque sua abordagem de projeto não apenas atendia a um momento histórico específico, mas também narrava uma história mais ampla. Muito antes de conceitos como sustentabilidade ou regionalismo crítico se popularizarem, Israelyan já compreendia que as edificações ganham significado e durabilidade quando refletem a identidade e as características específicas de seu lugar.

Projetar com a Memória: O Legado Duradouro de Rafayel Israelyan na Armênia - Imagen 1 de 4Projetar com a Memória: O Legado Duradouro de Rafayel Israelyan na Armênia - Imagen 2 de 4Projetar com a Memória: O Legado Duradouro de Rafayel Israelyan na Armênia - Imagen 3 de 4Projetar com a Memória: O Legado Duradouro de Rafayel Israelyan na Armênia - Imagen 4 de 4Projetar com a Memória: O Legado Duradouro de Rafayel Israelyan na Armênia - Mais Imagens+ 5

O Construtor de Ruínas: Uma residência inacabada de Paco Alonso

Acesso exclusivo | 

"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio, onde, a cada 15 dias, analisa em profundidade publicações de arquitetura esquecidas, livros e revistas de arquitetura dos anos 60, 70 e 80 que guardam as histórias mais interessantes.

Neste novo episódio, o foco é a edição dupla 181/182 da revista catalã QUADERNS, de 1989, especificamente uma residência inacabada de Paco Alonso, arquiteto da Escola de Madri que nunca concluiu nenhuma de suas obras e que foi apelidado por um/a colega de profissão de "O construtor de ruínas".

Antes e Depois: Como Acabamentos Decorativos de Superfície Podem Transformar um Projeto

Acesso exclusivo | 

A camada externa das superfícies e dos edifícios é a interface com o mundo, expressando grande parte de sua aparência, características e condições. Em alguns momentos, seja por restrições orçamentárias, complexidades técnicas ou falta de tempo, torna-se necessário buscar soluções rápidas e de fácil instalação. Os revestimentos 3M™ DI-NOC™ Architectural Finishes são películas decorativas adesivas que oferecem uma opção sustentável e econômica para a renovação de superfícies, reduzindo o descarte em aterros sanitários e minimizando o tempo de inatividade, o ruído e a poeira. São ideais para aplicação em marcenaria, portas, colunas e paredes internas. Há também uma versão para soluções externas, a linha de produtos 3M™ DI-NOC™ Architectural Finishes Exterior EX Series. Os acabamentos podem ser aplicados diretamente sobre o material existente da fachada, proporcionando um design sofisticado aliado a outros benefícios técnicos. A seguir, apresentamos dois exemplos que demonstram as possibilidades dos revestimentos de superfície da 3M.

"De seus olhos para os meus olhos" por Aldo Amoretti

Acesso exclusivo | 

"Dos seus olhos para os meus olhos" é um projeto que nasceu da ideia de envolver as pessoas que me acompanham em revistas e redes sociais nos meus ensaios fotográficos; convidando-as a me enviar seus lugares arquitetônicos favoritos, aqueles que guardam consigo, em seus olhos.

O lento avanço de um megaprojeto na orla do Brooklyn evidencia a via-crúcis do uso do solo em Nova York

Acesso exclusivo | 

Na reprodução desta semana do The Architect's Newspaper, o autor Patrick Sisson aborda as implicações e a participação das comunidades de Nova York na configuração de seu ambiente construído, especialmente de sua orla. Ele também questiona o papel da representatividade e se "os conselhos comunitários da cidade e o Procedimento Uniforme de Revisão de Uso do Solo (ULURP) atuam mais como guardiões do que como catalisadores para o desenvolvimento equitativo?", sobretudo porque muitos novos empreendimentos são rotulados como projetos habitacionais.

Telhados de palha e folhas de palmeira: exemplos no México que exploram suas possibilidades

Acesso exclusivo | 

Telhados de palha e folhas de palmeira: exemplos no México que exploram suas possibilidades - Image 1 of 4Telhados de palha e folhas de palmeira: exemplos no México que exploram suas possibilidades - Image 2 of 4Telhados de palha e folhas de palmeira: exemplos no México que exploram suas possibilidades - Image 3 of 4Telhados de palha e folhas de palmeira: exemplos no México que exploram suas possibilidades - Image 4 of 4Telhados de palha e folhas de palmeira: exemplos no México que exploram suas possibilidades - Mais Imagens+ 33

A arquitetura no México tem uma vasta história que se compões de diversos aspectos que abordam temas astrológicos, políticos, espirituais e econômicos. Embora hoje restem apenas ruínas de alguns dos complexos pré-hispânicos mais importantes, graças a profundas pesquisas que foram realizadas, podemos ter algumas representações de como eram aqueles edifícios que lançaram os alicerces do que hoje nos define. Nessas representações, é possível notar a presença de materiais naturais que respondiam ao seu entorno, tais como a pedra basáltica, o estuque e algumas tintas vegetais cujos vestígios resistiram até os nossos dias.

O poder do concreto: suportes e vigas retorcidos em forma de árvore

Acesso exclusivo | 

PERI, uma das líderes globais em fabricação de fôrmas e andaimes, e a fabricante de materiais de construção HeidelbergCement uniram seus conhecimentos em arquitetura e concreto para a execução desta obra. Nesse processo, os limites das soluções de construção em concreto da PERI foram superados. Os destaques arquitetônicos do projeto foram viabilizados com sucesso por meio de sistemas especiais de fôrmas da PERI.

Fôrmas personalizadas da PERI em uso

Urbanismo Vertical: Arranha-céus de Milão alcançam novas alturas

Acesso exclusivo | 

O tecido urbano de Milão há muito tempo é definido pela mudança. Em uma cidade conhecida por seus monumentos históricos, da Piazza Duomo e da Catedral de Milão a obras como a Torre Velasca, a arquitetura contemporânea deve equilibrar diversos contextos preexistentes. Consolidando-se como um centro global de design e cultura, Milão tornou-se o lar de novos edifícios e estruturas que respondem a essa condição por meio de marcos icônicos e formas expressivas. Construindo ativamente sobre seu legado, a cidade voltou sua atenção para o céu.

Urbanismo Vertical: Arranha-céus de Milão alcançam novas alturas - Imagen 1 de 4Urbanismo Vertical: Arranha-céus de Milão alcançam novas alturas - Imagen 2 de 4Urbanismo Vertical: Arranha-céus de Milão alcançam novas alturas - Imagen 3 de 4Urbanismo Vertical: Arranha-céus de Milão alcançam novas alturas - Imagen 4 de 4Urbanismo Vertical: Arranha-céus de Milão alcançam novas alturas - Mais Imagens+ 4

Architects, not Architecture: Dong Gong da Vector Architects

Acesso exclusivo | 
Architects, not Architecture: Dong Gong da Vector Architects - Imagem 2 de 4
Alila Yangshuo, Guangxi / Vector Architects. Imagem © Vector Architects, Su Shengliang

Em um mundo cada vez mais conectado, o Architects, not Architecture apoia o intercâmbio cultural na comunidade de arquitetura e conecta arquitetos e arquitetas em um nível pessoal para além das fronteiras. Se você perdeu as apresentações mais recentes, assista aqui à palestra de Dong Gong, fundador e diretor de projeto do Vector Architects, escritório sediado em Xangai, na China.

Entre, por favor: Leon Drachman, da Payette, sobre ocupar o centro

Acesso exclusivo | 

A Payette é um estúdio que repensa o que significa exercer a profissão hoje. Ainda que seja essencialmente um escritório de arquitetura, a empresa se apoia em uma abordagem interdisciplinar que abrange paisagismo, design de interiores, ciência da edificação, estratégias espaciais, visualização de projeto, fabricação, computação e pesquisa. Para o sócio-diretor Leon W. Drachman, a Payette é um escritório que transita por uma ampla variedade de escalas para reinventar o design, desde o plano diretor de um campus até detalhes de fachada.

Entre, por favor: Leon Drachman, da Payette, sobre ocupar o centro - Image 1 of 4Entre, por favor: Leon Drachman, da Payette, sobre ocupar o centro - Image 2 of 4Entre, por favor: Leon Drachman, da Payette, sobre ocupar o centro - Image 3 of 4Entre, por favor: Leon Drachman, da Payette, sobre ocupar o centro - Image 4 of 4Entre, por favor: Leon Drachman, da Payette, sobre ocupar o centro - Mais Imagens+ 12

Por que os/as arquitetos/as insistem em usar coberturas planas?

Acesso exclusivo | 

O público geral que não atua na área da arquitetura — e até mesmo alguns arquitetos e arquitetas — costuma acreditar que as coberturas inclinadas são inerentemente superiores às planas. Essa perspectiva baseia-se na ideia de que os telhados inclinados demonstram uma sensibilidade do tipo “a forma segue a função”, valendo-se da geometria e da gravidade para escoar facilmente a água da chuva e a neve. Em contrapartida, supõe-se que as coberturas planas sejam mais propensas a infiltrações. Embora esse argumento pareça convincente, este vídeo desconstrói o debate ao analisar detalhadamente alguns aspectos que podem mudar essa percepção. Entre eles, o motivo original que levou Louis Sullivan a cunhar a famosa frase “a forma sempre segue a função”, a capacidade das coberturas planas de proporcionar espaços públicos ao ar livre, a viabilidade de tetos verdes, a simplicidade estrutural e a resistência às forças do vento. Além disso, há um forte argumento funcional e formal que explica por que uma cobertura plana pode ser uma escolha mais prudente e racional do que uma inclinação acentuada, mesmo em regiões com forte incidência de neve, como Chicago.

Edifício de pesquisa HiLo NEST ganha forma na Suíça

Acesso exclusivo | 

A mais recente adição ao edifício de pesquisa NEST da Empa e Eawag em Duebendorf, na Suíça, foi inaugurada oficialmente. A inovadora unidade HiLo materializa quase uma década de pesquisa formativa da ETH Zurich em arquitetura e tecnologias sustentáveis, trazendo como destaques uma complexa cobertura de concreto com dupla curvatura, lajes funiculares leves e tecnologia predial de autoaprendizado.

Edifício de pesquisa HiLo NEST ganha forma na Suíça - Imagen 1 de 4Edifício de pesquisa HiLo NEST ganha forma na Suíça - Imagen 2 de 4Edifício de pesquisa HiLo NEST ganha forma na Suíça - Imagen 3 de 4Edifício de pesquisa HiLo NEST ganha forma na Suíça - Imagen 4 de 4Edifício de pesquisa HiLo NEST ganha forma na Suíça - Mais Imagens+ 15

Um edifício de escritórios de baixa tecnologia e um hotel vinícola: 14 projetos comerciais não construídos enviados por escritórios consagrados

Acesso exclusivo | 

A seleção desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca projetos comerciais enviados por escritórios consagrados. De museus de arte a escritórios, este artigo explora funções culturais e espaços comerciais, apresentando propostas enviadas de todas as partes do mundo.

Apresentando um centro de recepção que funde as culturas da China e da Itália, assinado pelo escritório aoe architects, e um edifício de escritórios pós-pandemia projetado pela NBBJ, esta seleção explora como escritórios de arquitetura consagrados projetaram edifícios que otimizam as funções dos programas e garantem o conforto de seus ocupantes. Esta compilação também inclui propostas de KPF Architects, Nordic Office of Architecture, AFF Architekten, entre muitos outros escritórios, cada um respondendo a diferentes necessidades espaciais, instalações e ambientes.

Um edifício de escritórios de baixa tecnologia e um hotel vinícola: 14 projetos comerciais não construídos enviados por escritórios consagrados - Imagen 1 de 4Um edifício de escritórios de baixa tecnologia e um hotel vinícola: 14 projetos comerciais não construídos enviados por escritórios consagrados - Imagen 2 de 4Um edifício de escritórios de baixa tecnologia e um hotel vinícola: 14 projetos comerciais não construídos enviados por escritórios consagrados - Imagen 3 de 4Um edifício de escritórios de baixa tecnologia e um hotel vinícola: 14 projetos comerciais não construídos enviados por escritórios consagrados - Imagen 4 de 4Um edifício de escritórios de baixa tecnologia e um hotel vinícola: 14 projetos comerciais não construídos enviados por escritórios consagrados - Mais Imagens+ 134

Um refúgio de verão circular e um bangalô inspirado em árvores nativas: 11 residências não construídas enviadas ao ArchDaily

Acesso exclusivo | 

A seleção desta semana dos Melhores Projetos Não Construídos destaca residências unifamiliares enviadas pela comunidade do ArchDaily. De refúgios privados futuristas na costa do Havaí a um conceito de micro-habitação nos penhascos rochosos de Montenegro, este artigo explora a arquitetura residencial e apresenta projetos enviados de diversas partes do mundo.

Apresentando uma residência privada isolada situada entre uma montanha e um rio na Pérsia, a reforma interna de uma casa mediterrânea dos anos 1980 e um refúgio florestal minimalista, esta seleção explora a diversidade das residências unifamiliares e como cada projeto responde à topografia do local, ao contexto e às necessidades espaciais de seus moradores. A seleção também inclui casas no Líbano, Irã, Tanzânia, Países Baixos, Costa do Marfim, Kosovo e Vietnã.

Um refúgio de verão circular e um bangalô inspirado em árvores nativas: 11 residências não construídas enviadas ao ArchDaily - Imagem 30 de 4Um refúgio de verão circular e um bangalô inspirado em árvores nativas: 11 residências não construídas enviadas ao ArchDaily - Imagem 60 de 4Um refúgio de verão circular e um bangalô inspirado em árvores nativas: 11 residências não construídas enviadas ao ArchDaily - Imagem 66 de 4Um refúgio de verão circular e um bangalô inspirado em árvores nativas: 11 residências não construídas enviadas ao ArchDaily - Imagem 83 de 4Um refúgio de verão circular e um bangalô inspirado em árvores nativas: 11 residências não construídas enviadas ao ArchDaily - Mais Imagens+ 83

Renovação da 'Lion House' no Zoológico de Lincoln Park em Chicago: o distanciamento e a interação entre humanos e animais

Acesso exclusivo | 

A histórica Casa dos Leões do Zoológico de Lincoln Park, em Chicago (Chicago’s Lincoln Park Zoo), há muito tempo é um marco do zoológico. O escritório global de arquitetura Goettsch Partners (GP) foi convidado a renovar e ampliar a estrutura original, com o objetivo de aumentar o espaço útil e criar novas experiências espaciais, preservando o edifício histórico. A Casa dos Leões abriga principalmente quatro leões africanos, além de lince-canadenses, pandas-vermelhos e leopardos-das-neves.

Renovação da 'Lion House' no Zoológico de Lincoln Park em Chicago: o distanciamento e a interação entre humanos e animais - Image 1 of 4Renovação da 'Lion House' no Zoológico de Lincoln Park em Chicago: o distanciamento e a interação entre humanos e animais - Image 2 of 4Renovação da 'Lion House' no Zoológico de Lincoln Park em Chicago: o distanciamento e a interação entre humanos e animais - Image 3 of 4Renovação da 'Lion House' no Zoológico de Lincoln Park em Chicago: o distanciamento e a interação entre humanos e animais - Image 4 of 4Renovação da 'Lion House' no Zoológico de Lincoln Park em Chicago: o distanciamento e a interação entre humanos e animais - Mais Imagens+ 10

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.