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Três jovens arquitetos(as) japoneses(as) darão nova vida a um icônico castelo francês

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Hiroshi Toda, Mitsuki Shibairi e Kahara Mori são os/as três integrantes da equipe D-D-D, premiada com o Primeiro Prêmio e a Menção “Castle Choice” no concurso internacional COMMON RUINS, realizado pela YAC - Young Architects Competitions e pela Mothe Chandeniers.

Melhores Artigos de 2019

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Além de realizar a curadoria de projetos de arquitetura incríveis, o ArchDaily é amplamente reconhecido pela produção de conteúdos exclusivos e artigos editoriais de ponta. Altamente demandados, esses textos são produzidos por uma experiente equipe editorial espalhada pelo mundo, gerando publicações em quatro idiomas.

Além disso, nossa plataforma expandiu ainda mais seu caráter educativo este ano, consolidando-se como uma ferramenta abrangente para a arquitetura. O ano de 2019 nos ofereceu uma abundância de materiais para explorar, e nossa equipe editorial abordou as mais diversas possibilidades — desde destacar informações técnicas, diretrizes de materiais e abordagens teóricas e conceituais, até investigar o universo digital, as cidades e as viagens. Continue lendo para descobrir uma seleção com os artigos mais notáveis de 2019 segundo os nossos leitores e leitoras.

Open More Doors, Episódio 6: Por dentro do escritório O-office Architects

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Abrindo as Portas dos Arquitetos (Open More Doors) é uma nova série desenvolvida pelo ArchDaily em colaboração com o MINI Clubman, que, por meio de entrevistas em vídeo instigantes e ensaios fotográficos exclusivos, convida a explorar os bastidores dos estúdios de design mais inovadores do mundo.

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"Instant Lounge", do UEO, é inaugurado como parte da Bienal de Shenzhen (UABB) 2019

O Instant Lounge, criado pelo UEO, será exposto na Bienal de Shenzhen 2019-2020. O Instant Lounge é uma impressora 3D retrátil de grande porte, desenvolvida especificamente para o local (site-specific), que produz mobiliário temporário em tempo real. A exposição acontecerá na Estação de Trem de Alta Velocidade de Futian, em Shenzhen, de 21 de dezembro a 21 de março.

Estados Unidos, China e Japão conquistam as primeiras posições no World Design Rankings

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Enquanto aguardamos o verão de 2020 e uma nova oportunidade de acompanhar o quadro de medalhas e torcer por nossos países nas próximas Olimpíadas, uma competição internacional de caráter diferente apurou seus resultados, e os Estados Unidos conquistaram o ouro no World Design Rankings, seguidos pela China e pelo Japão em segundo e terceiro lugares, respectivamente. Organizado pelo A’ Design Award and Competition — a maior e mais abrangente premiação de design do mundo —, o World Design Rankings é compilado com base no número de designers de cada país que receberam um A’ Design Award.

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Garanta um design duradouro com sistemas de pisos resilientes

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De hospitais e lojas de varejo a grandes instalações comerciais e escolas, o piso resiliente é uma escolha popular devido à sua durabilidade. Contudo, como qualquer material, está sujeito a falhas humanas e negligência; se não receber a manutenção adequada, mesmo um piso resiliente pode se deteriorar (em sua estética, funcionalidade ou em ambas) precocemente. 

Ideogramas da arquitetura, a expressão abstrata da arquitetura

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Ideogramas da arquitetura, a expressão abstrata da arquitetura - Image 5 of 4
Cortesia de Federico Babina

Frederico Babina é um arquiteto e designer gráfico italiano cujo trabalho artístico demonstra um fascínio pela imagética e pela reprodução abstrata da arquitetura. Através da ênfase na geometria e na morfologia, suas criações são permeadas por um tom ingênuo, misterioso e instintivo.

A política falhou com as mães. O design pode ajudar?

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Profissionais do design, da curadoria e do empreendedorismo esforçam-se para dar sentido à maternidade em uma cultura que, muitas vezes, lhe é hostil.

Em sua forma mais extravagante, as vagens de sementes cheias de gavinhas da flor Nigella damascena assemelham-se aos pescoços curvados de cisnes em um Túnel do Amor. Suas flores franjadas e de crescimento rápido há muito tempo aparecem nos jardins de casas de campo inglesas, bem como no sul da Europa e no norte da África, onde a espécie cresce de forma selvagem. Nos Estados Unidos, é possível comprar um pacote de suas sementes — cerca de 2.200 delas — por cerca de US$ 6.

De Gangster City a Gotham City: A transformação da imagem de Chicago no cinema de Hollywood

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Chicago é uma das cidades mais fotogênicas do mundo. Sua orla deslumbrante, seu horizonte imponente, seus diversos bairros étnicos e suas áreas industriais marcantes há muito atraem a atenção de moradores e visitantes, incluindo produtores de cinema de Hollywood. Nesses filmes, a cidade frequentemente serve não apenas como pano de fundo, mas também assume um papel de protagonista — quase tão importante quanto os próprios personagens.

Quais são as ferramentas mais eficazes de que os/as arquitetos/as precisam para alcançar seus objetivos?

Projetar bem, criar edifícios belos, além de aumentar o faturamento e tornar o escritório lucrativo estão entre os principais objetivos de arquitetos/as em todo o mundo hoje. Quais são as ferramentas mais eficazes de que esses/as profissionais precisam para alcançar essas metas? Em um painel recente sobre Tecnologia e Arquitetura, arquitetos/as de destaque debateram respostas para essa mesma questão. Ao assistir a este debate, gravado ao vivo no prestigioso Pritzker Military Museum and Library, você conhecerá abordagens inspiradoras de projeto, coordenação e gestão de projetos — fundamentadas em BIM e viabilizadas pela flexibilidade projetual do ARCHICAD.

Boas Festas! Cartões de fim de ano de arquitetos/as de todo o mundo

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Queridos leitores e leitoras, com a valiosa companhia de vocês, o ArchDaily completou sua jornada ao longo de 2019. Durante este ano, mantivemos nosso compromisso diário de divulgar e debater a arquitetura global; crescemos, conquistamos o reconhecimento de arquitetos e arquitetas, e contamos com o apoio contínuo de nosso público. Recebemos mensagens calorosas de centenas de escritórios de todo o mundo e, aqui, convidamos você a se inspirar com a criatividade de seus cartões festivos!

Somos Art Vandelay, Arquiteto/a

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

A sitcom Seinfeld não chegou ao século XXI. No entanto, no universo da cultura pop, a série é imortal, gerando um fluxo interminável de GIFs, memes, vídeos, sites e muito mais. Além disso, evidentemente, cada minuto de suas nove temporadas tem sido retransmitido em algum canal desde que a produção terminou em 1998.

Por que ela continua tão popular? O “seriado sobre o nada” foi, na verdade, um conjunto de 180 micropeças teatrais de 22 minutos sobre as nossas realidades mais mundanas. Seu tema central, sintetizado no episódio final, era o egocentrismo cômico de seus quatro personagens principais.

Primeira comunidade impressa em 3D do mundo, a iniciativa "menos sem-teto" no México

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A primeira comunidade impressa em 3D do mundo está atualmente em construção em uma região remota do México. O projeto visa minimizar o problema das pessoas em situação de rua por meio da implementação de equipamentos de impressão 3D, proporcionando moradias seguras e adequadas.

A New Story é uma organização sem fins lucrativos fundada há cinco anos com o objetivo de fornecer moradias adequadas para pessoas que enfrentam extrema pobreza e habitação precária. Até o momento, a organização já construiu 2.700 casas, beneficiando 15.000 pessoas em regiões como Haiti, El Salvador, Bolívia e México. Embora tenham utilizado métodos tradicionais de construção no início, nos últimos dois anos começaram a explorar soluções construtivas inovadoras para acelerar o processo de construção e, assim, responder às crises habitacionais e à crescente demanda por habitação de interesse social.

Primeira comunidade impressa em 3D do mundo, a iniciativa "menos sem-teto" no México - Imagem de DestaquePrimeira comunidade impressa em 3D do mundo, a iniciativa "menos sem-teto" no México - Image 19 of 4Primeira comunidade impressa em 3D do mundo, a iniciativa "menos sem-teto" no México - Image 22 of 4Primeira comunidade impressa em 3D do mundo, a iniciativa "menos sem-teto" no México - Image 23 of 4Primeira comunidade impressa em 3D do mundo, a iniciativa menos sem-teto no México - Mais Imagens+ 19

Guia da seção "Olhos da Cidade" da UABB 2019

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No dia 20 de dezembro de 2019, a coletiva de imprensa de abertura da oitava edição da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Duas Cidades de Shenzhen e Hong Kong (Shenzhen) (doravante denominada “UABB”) foi realizada no Museu de Arte Contemporânea e Planejamento Urbano de Shenzhen (MOCAPE), anunciando o início oficial do evento deste ano.

Com o tema “Interação Urbana” (Urban Interactions), esta edição da UABB tem como curadores-gerais o arquiteto e diretor do Senseable City Lab do MIT, Carlo Ratti, o membro da Academia Chinesa de Engenharia, Meng Jianmin, e o renomado curador e crítico de arte, Fabio Cavallucci. O Laboratório Conjunto de Turim-Sul da China (Universidade de Tecnologia de Turim e Universidade de Tecnologia do Sul da China) atua como curador acadêmico. A exposição foi inaugurada em 21 de dezembro de 2019 nos locais principais — a Estação de Trem de Alta Velocidade de Futian e o Museu de Arte Contemporânea e Planejamento Urbano de Shenzhen — abrindo oficialmente ao público em 22 de dezembro. Paralelamente, nove subexposições espalhadas pelos distritos de Shenzhen funcionarão em sinergia com o espaço principal, estabelecendo uma rede orgânica de interação por toda a cidade.

A mostra divide-se em duas seções: “Olhos da Cidade” (Eyes of the City) e “Ascensão Urbana” (Ascending City), investigando por diferentes prismas a evolução da relação entre o espaço urbano e a inovação tecnológica. O espaço principal abriga mais de 140 obras, reunindo mais de 280 participantes de 24 países e regiões, incluindo escritórios e profissionais renomados internacional e nacionalmente, como MVRDV, Liam Young, Stefano Boeri, Sou Fujimoto, Thomas Heatherwick, Ryoji Ikeda, além de Wang Shu, Yung Ho Chang, Dominique Perrault, Philip F. Yuan, Liu Cixin, os acadêmicos Cui Kai e Wang Jianguo, entre outros arquitetos/as, artistas e instituições.

A convergência de pessoas, cidades, natureza e tecnologia: uma análise da Bienal de Shenzhen

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No dia 22 de dezembro de 2019, foi aberta ao público a 8ª Bienal de Urbanismo\Arquitetura Bi-Cidade (UABB) em Shenzhen, na China. Sendo a exposição de arquitetura mais visitada do mundo, a Bienal constitui um momento de grande relevância para a disseminação do conhecimento arquitetônico e para a geração de diálogos e canais de retorno entre designers e cidadãos/ãs. Intitulada “Urban Interactions” [Interações Urbanas], a edição de 2019 da Bienal volta sua atenção para a complexa questão de como os avanços tecnológicos impactarão as relações que as cidades compartilham com as pessoas, a tecnologia, a natureza e entre si.

A convergência de pessoas, cidades, natureza e tecnologia: uma análise da Bienal de Shenzhen - Image 2 of 4A convergência de pessoas, cidades, natureza e tecnologia: uma análise da Bienal de Shenzhen - Imagem de DestaqueA convergência de pessoas, cidades, natureza e tecnologia: uma análise da Bienal de Shenzhen - Image 3 of 4A convergência de pessoas, cidades, natureza e tecnologia: uma análise da Bienal de Shenzhen - Image 4 of 4A convergência de pessoas, cidades, natureza e tecnologia: uma análise da Bienal de Shenzhen - Mais Imagens+ 20

Guia da seção "Cidade Ascendente" da UABB 2019

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No dia 20 de dezembro de 2019, a coletiva de imprensa de abertura da oitava edição da Bienal de Urbanismo/Arquitetura de Duas Cidades de Shenzhen e Hong Kong (Shenzhen) (doravante denominada “UABB”) foi realizada no Museu de Arte Contemporânea e Planejamento Urbano de Shenzhen (MOCAUP), anunciando o início oficial do evento.

Com o tema “Interação Urbana”, esta edição da UABB tem como curadores-gerais o arquiteto e diretor do Senseable City Lab do MIT, Carlo Ratti, o acadêmico da Academia Chinesa de Engenharia, Meng Jianmin, e o renomado curador e crítico de arte, Fabio Cavallucci. O Laboratório Conjunto Sul da China-Turim (Politecnico di Torino e South China University of Technology) atua como curador acadêmico. A exposição foi inaugurada em 21 de dezembro de 2019 nos locais de exposição principais — a Estação de Trem de Alta Velocidade de Futian e o Museu de Arte Contemporânea e Planejamento Urbano de Shenzhen —, abrindo oficialmente ao público em 22 de dezembro. Paralelamente, nove sub-sedes distribuídas pelos distritos de Shenzhen funcionarão em sinergia com a exposição principal, estabelecendo uma rede orgânica de interação por toda a cidade.

A exposição compreende duas seções principais: “Olhos da Cidade” e “Ascensão da Cidade”, concebidas para explorar, sob diferentes perspectivas, a constante evolução da relação entre o espaço urbano e a inovação tecnológica. O espaço principal abrigará mais de 140 obras, reunindo mais de 280 participantes de 24 países e regiões, incluindo escritórios e figuras de renome nacional e internacional, como MVRDV, Liam Young, Stefano Boeri, Sou Fujimoto, Thomas Heatherwick, Ryoji Ikeda, além de Wang Shu, Yung Ho Chang (Zhang Yonghe), Dominique Perrault, Philip F. Yuan (Yuan Feng), Liu Cixin, e os acadêmicos Cui Kai e Wang Jianguo, entre outros/as arquitetos/as, artistas e instituições de prestígio.

O grande acerto de contas do carbono chega à arquitetura

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Profissionais da área finalmente começaram a adotar uma abordagem mais refinada em relação ao carbono emitido por novos edifícios. Será que é tarde demais?

Comecei a chamá-los de "momentos de revelação do carbono" — aqueles alarmes internos que tocam quando você começa a perceber o devastador custo ecológico de cada superfície construída ao seu redor. Cada calçada pela qual você já caminhou, cada edifício em que já entrou e, também, cada material dentro desses edifícios. É o tipo de coisa que, uma vez percebida, não se consegue mais ignorar; o tipo de conhecimento capaz de transformar uma visão de mundo — ou uma prática profissional.

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Cho Min-suk, do Mass Studies, sobre arquitetura efêmera e a crise na Coreia

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Seul é considerada uma das cidades mais densamente povoadas e caras do mundo, com o metro quadrado chegando a impressionantes US$ 80.000. As condições extremas da cidade têm obrigado profissionais da arquitetura local a atuar, projetar e construir a partir da contextualização das questões urbanas, tradições e história locais. Essa abordagem serviu de base teórica para “The Condition of Seoul Architecture”, publicação do escritório multidisciplinar TCA Think Tank que reúne a perspectiva de 18 inovadores nomes da arquitetura sul-coreana. Nesta entrevista, Pier Alessio Rizzardi, fundador do escritório, conversa com Chi Min-suk, do Mass Studies, que compartilha sua visão sobre a arquitetura efêmera e o que mais influencia o trabalho do estúdio.

Projeto Contínuo: Um Caso de Placemaking Iterativo em Long You, China

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O papel do/a arquiteto/a tradicionalmente tem sido relativamente bem definido: projetar um edifício, dirigir o projeto, coordenar a logística e orientar a construção até a sua conclusão. À medida que campos especializados proliferaram, em paralelo a uma economia social em rápida mutação, a prática da arquitetura se diversificou, abrindo múltiplos caminhos para que arquitetos e arquitetas contribuam com a sociedade.

Desde a década de 1980, uma das mudanças mais consistentes talvez tenha sido a separação entre o/a "arquiteto/a de concepção" e o/a "arquiteto/a técnico/a responsável". Onde antes um único escritório conduzia o projeto do conceito à conclusão, a internacionalização — somada ao trabalho transfronteiriço, regimes de licenciamento, modelos de contratação e estruturas de responsabilidade civil — incentivou essa divisão. As equipes de projeto definem cada vez mais a direção conceitual e esquemática, para então transferir o desenvolvimento do projeto a arquitetos/as técnicos/as locais para detalhamento técnico, aprovações e execução em canteiro. Esse modelo apresenta vantagens claras — especialização mais refinada, eficiência e, frequentemente, maior rentabilidade (ou serviços oferecidos a custos reduzidos) —, mas também segmenta a profissão e pode distanciar a autoria da execução física.

Qual seria, então, a próxima mudança e que novas sinergias poderiam redefinir o papel do/a arquiteto/a? De que maneira os/as arquitetos/as devem se adaptar ao clima profissional em transformação? Uma trajetória promissora é a transição de objetos singulares e permanentes para um processo contínuo de placemaking — programas iterativos e específicos para cada contexto que prototipam, testam e refinam ideias espaciais em espaço público. Em vez de produzir uma única obra icônica e de grande escala que define um local por décadas, esse modelo privilegia ciclos de criação, uso, avaliação e ajuste na escala comunitária.

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Para além do currículo: o ensino de arquitetura e a defesa da profissão

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Discussões federais recentes nos Estados Unidos sobre a reclassificação da arquitetura como uma graduação que não confere mais habilitação profissional intensificaram a necessidade de articular o propósito e a estrutura dos programas credenciados. Esse cenário político gerou um momento no qual a coerência interna dos currículos de arquitetura se cruza com questões mais amplas de bem-estar público, responsabilidade técnica e os deveres éticos que definem a competência profissional. O ensino de arquitetura nos Estados Unidos exige uma análise que reconheça sua lógica pedagógica interna e as pressões externas que moldam sua recepção contemporânea.

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Fachada cerâmica sob medida da Faveker traz personalidade e eficiência à nova Escola Secundária de Muskiz

O novo edifício da Escola Secundária de Muskiz (Biscaia), projetado pelo escritório BAT Architecture, tornou-se um símbolo de referência em arquitetura sustentável para centros educacionais. Projetado de acordo com os critérios Passivhaus e construído com madeira laminada cruzada (CLT), o projeto alia inovação e conforto ao cuidado ambiental.

Nessa equação, a fachada ventilada cerâmica da Faveker, projetada sob medida tendo como base seu sistema GA16, desempenha um papel fundamental. Essa pele cerâmica precisa e luminosa melhora a eficiência energética do edifício e confere-lhe uma personalidade arquitetônica única que se harmoniza com o entorno natural.

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© Aitor Estévez
Fachada cerâmica sob medida da Faveker traz personalidade e eficiência à nova Escola Secundária de Muskiz - 3 的图像 4
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Navegando pela Milan Design Week 2025: Principais locais, eventos e instalações arquitetônicas para vivenciar

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A Milan Design Week 2025 é um dos eventos mais importantes do mundo do design, ocorrendo de 8 a 13 de abril. Seguindo a tradição dos anos anteriores, a cidade de Milão abrigará uma variedade de exposições, instalações e debates em seus diversos distritos, cada um oferecendo uma atmosfera única e um foco temático próprio. Paralelamente ao consagrado Salone del Mobile 2025, no amplo centro de exposições Rho Fiera, haverá inúmeras atividades e iniciativas coordenadas sob a agenda do Fuorisalone. Este artigo serve como um guia para navegar pelos diversos eventos, destacando os principais locais e instalações, desde a grande feira até os vibrantes distritos de design e espaços singulares, como pátios históricos e áreas industriais revitalizadas.

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Playgrounds inclusivos: todos os corpos podem brincar por meio da arquitetura

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O brincar vai além de sua dimensão recreativa, configurando-se como um ato social que estimula as crianças a aprender, interagir, criar e se relacionar com seu contexto espacial. Como aponta Johan Huizinga em Homo Ludens, o brincar é um elemento fundamental da cultura, no qual as crianças criam laços e exploram formas de coexistência. Quando a arquitetura dos espaços de lazer exclui determinados corpos ou modos de participação, a experiência coletiva fragmenta-se e perde parte de seu sentido. Projetar sob a perspectiva da inclusão significa, portanto, reconhecer que o verdadeiro valor do brincar reside em seu potencial de ser compartilhado por todas as pessoas.

De Acapulco a Copenhague: 8 projetos exibidos na Bienal de Veneza 2025 que reivindicam a arquitetura existente para cidades regenerativas

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Esta seleção de projetos da Bienal de Arquitetura de Veneza 2025 explora a regeneração como um processo deliberado e inteligente, enraizado nas condições específicas de cada lugar. Há décadas a Bienal funciona como um campo de testes para as ideias mais urgentes da arquitetura, permitindo que designers, pesquisadores/as e instituições apresentem visões que respondem a desafios ambientais, culturais e sociais em constante evolução. Os projetos deste ano revelam que a regeneração — seja de uma cidade costeira inteira, de uma área industrial desativada ou de um espaço público negligenciado — exige mais do que simplesmente substituir o antigo pelo novo. Ela demanda uma leitura precisa dos contextos existentes, a preservação do conhecimento incorporado e a integração cuidadosa das necessidades contemporâneas.

As oito obras selecionadas mostram que a regeneração pode surgir de múltiplos pontos de partida: a reativação do patrimônio por meio do reuso adaptativo, a restauração de sistemas ecológicos como parte do planejamento urbano, o desenvolvimento de estratégias abertas e modulares para a renovação de habitações de interesse social ou a sobreposição de inovações tecnológicas a práticas historicamente enraizadas. Embora a escala da intervenção varie, cada projeto demonstra sensibilidade em relação ao que já existe no local — sejam recursos materiais, padrões urbanos ou a memória cultural — e a disposição de trabalhar com esses ativos como catalisadores de transformação. Juntos, eles sugerem que a regeneração precisa começar em algum lugar, e que seu sucesso reside no equilíbrio entre a inovação e a inteligência do que já existe.

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