Bolete Lounge BIO®. Imagem cortesia de Andreu World
Qual é o panorama global atual sobre a reciclabilidade dos materiais utilizados na arquitetura? Até que ponto as sociedades contemporâneas estão realmente comprometidas em reduzir o impacto ambiental? No esforço para viver em equilíbrio com a natureza, a substituição de combustíveis fósseis por fontes de energia renováveis é uma das principais estratégias para reduzir as emissões de gases de efeito estufa e combater o aquecimento global. Buscar inspiração na natureza como forma de protegê-la significa criar projetos que incorporem sustentabilidade, circularidade e reciclabilidade desde o primeiro esboço. Dos sistemas construtivos aos acabamentos de superfície, o uso de biomateriais na arquitetura reflete uma mentalidade baseada na responsabilidade de longo prazo pelo ciclo de vida completo do material.
Com milhões de habitantes migrando para as metrópoles todos os anos, o Sul da Ásia testemunha níveis impressionantes de desenvolvimento urbano. Esse crescimento traz prosperidade econômica, mas também desgaste ecológico, à medida que selvas de concreto substituem os habitats naturais. A região — que abrange países como Índia, Paquistão, Bangladesh, Sri Lanka, Butão, Maldivas e Nepal — enfrenta o desafio de conciliar a urbanização com a sustentabilidade ambiental a partir de suas próprias particularidades contextuais. Trata-se de uma negociação complexa e cheia de nuances, que exige uma compreensão sistemática dos cenários econômico, social e político de cada país.
Com seu contexto cultural e historicamente rico, a cidade de Colônia, também chamada de Köln pelos habitantes locais, é considerada um dos centros mais importantes do oeste da Alemanha. Situada às margens do Rio Reno, a cidade revela sua narrativa arquitetônica por meio do diálogo entre marcos históricos e intervenções contemporâneas. No centro histórico, a medieval Catedral de Colônia, declarada Patrimônio Mundial pela UNESCO e a catedral mais alta do mundo, domina a silhueta urbana. A paisagem urbana também é moldada pelas doze igrejas românicas de Colônia.
Além de seu núcleo histórico, Colônia abraça a modernidade com estruturas como os edifícios Kranhaus ou a Weltstadthaus, de Renzo Piano. Esse mosaico de estilos arquitetônicos é ainda mais evidenciado por intervenções como o Museu Kolumba de Peter Zumthor, que integra as ruínas de uma igreja do gótico tardio, destruída durante a Segunda Guerra Mundial, em um espaço sereno dedicado à contemplação da arte e da história.
Queridos/as leitores/as, com a sua companhia, o ArchDaily atravessou o ano de 2020. Ao longo deste período, trouxemos diariamente o que há de mais relevante na arquitetura global; crescemos, conquistamos o reconhecimento de arquitetos/as e contamos sempre com o apoio de nosso público. O ano de 2020 foi singular. Em um momento em que encontros e reuniões presenciais não eram possíveis, recorremos ao ambiente digital para trocar votos de boas-festas, transmitindo afeto e proximidade por meio de cartões virtuais. Reunimos os cartões de fim de ano que recebemos para compartilhá-los com vocês. Convidamos todos/as a conferir a criatividade dos/as arquitetos/as e, juntos/as, darmos as boas-vindas a 2021.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130615/boas-vindas-a-2021-cartoes-de-boas-festas-de-arquitetas-e-arquitetos-do-mundo-todoMilly Mo
Fundada em 1997, a gad é uma empresa de design integrado que reúne projeto de arquitetura, consultoria e serviços técnicos de engenharia. Seu portfólio abrange diversas tipologias, incluindo edifícios residenciais, corporativos, hotéis, centros de pesquisa, universidades, espaços comerciais e complexos multiuso, com filiais estabelecidas em Hangzhou, Xangai, Qingdao, Xiamen e Chongqing. Como uma das referências do design nacional com mais de 20 anos de trajetória, a gad busca constantemente a excelência e a inovação em suas práticas, pautando-se por uma filosofia de projeto de caráter humanista. A empresa dedica-se a alcançar o equilíbrio ideal entre impacto social, demandas comerciais e o espírito arquitetônico, indo além do valor iminente do design para influenciar ativamente a renovação e o desenvolvimento urbano e rural.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130626/vagas-em-hangzhou-gad-lider-de-projeto-arquiteto-a-lider-arquiteto-a-juniorMilly Mo
Parque Ecológico e Estádio de E-sports de Hangzhou. Imagem cortesia de CSADI
A seleção com curadoria desta semana do Melhor da Arquitetura Não Construída destaca projetos vencedores de concursos enviados pela comunidade do ArchDaily. De museus de arte a memoriais, este artigo explora funções culturais e espaços comerciais, apresentando projetos enviados de várias partes do mundo.
Apresentando espaços comerciais que homenageiam as arquiteturas históricas da Ucrânia e da Romênia, além de uma praça pública inspirada na topografia entre a linha costeira e a praça urbana de Usküdar, esta seleção explora como arquitetos/as projetaram estruturas monumentais que atendem às necessidades do público ao mesmo tempo em que respeitam a topografia circundante. Esta compilação também inclui uma coleção de propostas vencedoras de concursos na Espanha, China, Tailândia, Índia, Israel, Irã, Kosovo e Hungria, cada uma respondendo a diferentes contextos, necessidades espciais e geografias.
Após ler e compilar todas as mensagens recebidas, tanto de profissionais da construção civil quanto de estudantes e pessoas interessadas em arquitetura, chegou a hora de apresentar os principais posicionamentos. Agradecemos imensamente por suas opiniões!
Escola Internacional. Imagem Cortesia de CUBE Consultants
A seleção com curadoria desta semana dos melhores projetos de Arquitetura Não Construída destaca a arquitetura educacional enviada pela comunidade do ArchDaily. De escolas de educação infantil a institutos de ensino superior, este artigo explora como os/as arquitetos/as passaram a priorizar o fomento à criatividade individual, ao pensamento crítico e à exploração, apresentando projetos enviados de todas as partes do mundo.
Apresentando um jardim de infância isolado nas montanhas islandesas, uma creche de cores vibrantes na cidade industrial de Shenzhen e uma escola de ensino médio florentina banhada por luz natural, esta seleção explora como os/as profissionais priorizam o bem-estar e o conforto dos/as estudantes em espaços que promovem produtividade, aprendizado e criatividade. A seleção também inclui escolas de educação infantil, escolas de ensino médio e academias na França, Estados Unidos, Egito, Cazaquistão e Israel.
Casa SB. Imagem cortesia de Esrawe Studio por Joel Flores & Emanuel Miramontes
A seleção desta semana com curadoria do Melhor da Arquitetura Não Construída destaca projetos residenciais privados enviados pela comunidade do ArchDaily. De cabanas na floresta a vilas à beira-mar, este artigo explora refúgios residenciais privados e apresenta projetos enviados de várias partes do mundo.
Apresentando uma casa encravada nas florestas suíças, uma residência privada na encosta de Los Angeles e uma casa familiar escondida nas montanhas libanesas, esta seleção explora como profissionais de arquitetura integraram a paisagem à arquitetura contemporânea, implantando residências privadas de forma a garantir a privacidade e a serenidade de que necessitam. Esta curadoria também traz um conjunto de casas na Armênia, México, Quênia e El Salvador, cada uma respondendo a diferentes contextos, demandas espaciais e topografias.
Com o objetivo de visibilizar a valiosa produção das universidades argentinas, lançamos, pelo terceiro ano consecutivo, uma chamada aberta convidando nossos leitores e leitoras na Argentina a enviarem seus trabalhos de conclusão de curso, divulgando o fruto do trabalho que lhes permitiu se tornarem, recentemente, arquitetos e arquitetas.
Após recebermos mais de 60 propostas de diferentes faculdades e cidades argentinas, nossa equipe editorial selecionou nove delas, levando em consideração os projetos que evidenciaram um pensamento crítico em relação às problemáticas, à forma adotada e à sua representação. A seleção valoriza não apenas os projetos que entregaram a melhor arquitetura possível por meio de um desenho simples, adequado ao seu contexto, programa e usuários/as, mas também aqueles com uma atenção especial à escala humana, à mediação e transição, e a novas formas de abordar a arquitetura nas cidades. O júri desta edição foi composto por Fabian Dejtiar, Editor-geral do ArchDaily em Espanhol; Mônica Arellano, Editora do ArchDaily México; e Delia Bayona, Editora do ArchDaily Peru.
Confira os projetos destacados detalhadamente a seguir.
Promovido pela Comissão Administradora do Rio Uruguai, com organização da Sociedade de Arquitetos do Uruguai (SAU) e do Colégio de Arquitetos da Província de Entre Ríos (CAPER) — e com o patrocínio da Federação Argentina de Entidades de Arquitetos (FADEA) —, está aberta a convocatória para o concurso binacional de anteprojetos arquitetônicos com o objetivo de desenvolver um Laboratório de Controle destinado à análise ambiental do Rio Uruguai.
Segundo os planos do executivo, este ano serão construídas mais de 500 escolas no Peru para suprir o déficit de infraestrutura enfrentado pelo setor. São 30 bilhões de soles em investimentos que representam, além disso, um incentivo para a indústria da construção nas diversas regiões do país.
Em 19 de setembro de 2017, o México foi atingido por um terremoto de magnitude 7,1, devastando o país e deixando mais de 300 vítimas fatais. No centro da Cidade do México, um edifício de escritórios de sete andares — considerado o local mais letal do desastre — foi completamente destruído, restando de pé apenas a caixa de escada nos fundos.
A região não é estranha a terremotos devastadores, tendo passado por diversos desastres semelhantes no passado. No entanto, apesar da constante atividade sísmica e do perigo iminente na área, o governo continua a permitir novas construções, gerando controvérsia entre ativistas e autoridades públicas.
Diante disso, o escritório de arquitetura Espacio Cero optou por não construir no terreno. Em vez disso, propôs um memorial que preservasse a natureza e o próprio local, resgatando a memória do que existia ali antes do terremoto, sem qualquer arquitetura impositiva.
Sunee Yoo, Manfredini Studio. Multiplicando/revelando o espetáculo, explodindo/expandindo a representação no centro da fronteira: Vista binocular do paralelo 38 norte
O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Interações Urbanas" (Urban Interactions), o ArchDaily colabora com a curadoria da seção "Eyes of the City" para estimular o debate sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aquivocê pode ler o manifesto curatorial de "Eyes of the City" elaborado por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT.
Dois fenômenos fundamentais da produção espacial contemporânea estão desafiando criticamente a resiliência integral das comunidades atuais: a translocalização e a transdução. Sua crescente difusão e dinamismo estão transformando profundamente a nossa sociedade. A translocalização consiste na redefinição dos padrões de territorialização devido a uma mobilidade cada vez maior de pessoas e coisas, o que dissipa a continuidade, a coesão e a permanência das redes sociais e espaciais tradicionais. A transdução implica a convergência de forças heterogêneas, seja em processos iterativos progressivos ou irregulares, que reestruturam determinados domínios em unidades provisórias por meio da difusão de uma atividade exógena. A combinação desses dois fenômenos em um ambiente permeado por realidades aumentadas e mistas produz espacialidades metaestáveis inéditas, com capacidades relacionais potentes, embora ambivalentes.
Kimbell Art Museum / Louis Kahn. Imagem cortesia de Xavier de Jauréguiberry
O AD Classics apresenta alguns dos maiores edifícios do passado que influenciaram e moldaram a arquitetura atual. Ao longo dos 13 anos do ArchDaily, mais de 200 clássicos foram publicados e, para esta edição, reunimos os 20 Clássicos da Arquitetura mais visitados até o momento.
Historicamente, a arquitetura é uma disciplina que durante muitos anos foi território masculino, até que, em 1939, María Luisa Dehesa se tornou a primeira arquiteta mexicana. No entanto, apesar de termos a percepção de termos alcançado a paridade de gênero na formação de arquitetas e arquitetos no México, o conceito de masculinidade (que pode ser exercido tanto por homens quanto por mulheres) continua permeando a arquitetura. Isso se reflete nos processos de projeto, na figura do “arquiteto inalcançável”, no senso de competição, na ordem hierárquica e, nos casos mais lamentáveis, na ideia de que as mulheres projetam interiores, enquanto os homens projetam arquitetura de verdade.
No ArchDaily, garantimos que nossa comunidade esteja sempre bem informada sobre tudo o que envolve a arquitetura. Sejam notícias de última hora, próximos eventos e concursos, projetos construídos ou materiais inéditos, o público leitor recebe uma seleção de newsletters personalizadas de acordo com suas preferências.
Quando se vive em uma pequena cidade da Nova Inglaterra, um cemitério nunca está longe. Se eu caminhar por uma hora pelas ruas locais, passarei facilmente por dois ou três, ou mesmo por dentro deles. Há muito tempo esses locais servem de refúgio para o consolo, a paz, a tranquilidade — e até para uma irônica soberba.
https://www.archdaily.com.br/pt/1127139/elogio-aos-cemiteriosMichael J. Crosbie
Por meio do ArchDaily, nosso objetivo é garantir que todas as pessoas tenham acesso às informações mais inovadoras do campo da arquitetura. Sejam furos jornalísticos, eventos e concursos iminentes, ou os materiais de construção mais recentes e projetos recém-concluídos, queremos oferecer a cada leitor(a) uma newsletter personalizada.
Nas últimas três décadas, os YIMBYs e NIMBYs têm travado batalhas campais em todos os EUA pelo coração e pela alma do desenvolvimento urbano futuro. Contudo, a crise habitacional só piorou, especialmente desde o colapso de 2008, que transformou radicalmente o lado da oferta.
Doze anos depois, veio 2020, o ano mais estranho de nossas vidas, que tornou os desafios do lado da oferta ainda mais pronunciados. As raízes do problema, contudo, são muito mais profundas, com erros cometidos há mais de 75 anos sendo repetidos por gerações completamente novas. A incapacidade de compreender esses erros — e até mesmo por que são erros e não boas práticas — perpetuará e agravará a crise atual para as futuras gerações.
À medida que a sociedade, a tecnologia e a arquitetura evoluem, profissionais de design e de arquitetura têm adotado novos sistemas construtivos e abordagens inovadoras para remodelar o ambiente construído. Esse avanço expandiu os limites das técnicas tradicionais de construção e despertou novas ideias no projeto de edifícios.
No passado, algumas pessoas das áreas de arquitetura e artes buscaram questionar um paradigma arquitetônico profundamente enraizado no antropocentrismo. Historicamente, a arquitetura esteve associada à noção de que os edifícios, por serem concebidos por seres humanos, devem ser extremamente duráveis, até mesmo imperecíveis. Considerando o princípio de que a melhor intervenção é a menos intrusiva, a arquitetura inflável — em contraste com essas visões antropocêntricas, mas alinhada à nossa natureza efêmera — propõe estruturas que podem existir em um dia e desaparecer no outro, deixando uma marca temporal na paisagem. Essa abordagem arquitetônica utiliza tecidos como material principal e o ar como sistema estrutural, desafiando potencialmente os tradicionais ideais vitruvianos de *Venustas*, *Firmitas* e *Utilitas*.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138471/arquitetura-inflavel-estruturas-pneumaticas-que-transformam-o-ambiente-construidoEnrique Tovar
O papel da escola é preparar as crianças para a vida. No entanto, em um mundo que se transforma de maneira cada vez mais acelerada, as instituições de ensino precisam se adaptar com a mesma rapidez. Inclusões recentes nos currículos escolares refletem as complexidades da vida moderna, trazendo temas como crises ambientais, injustiças sociais e os perigos das redes sociais para o centro do debate pedagógico.
Embora se costume dizer que as transformações de longo prazo começam na base, mudar nunca é fácil, independentemente de onde o processo se inicie. Por exemplo, aponta-se que currículos focados em questões ambientais têm provocado casos crescentes de ecoansiedade em crianças — um dos fatores por trás de outra crise atual, a da saúde mental infantojuvenil.
The Helios School / Schilling Architects. Imagem cortesia de Eastman
O vidro tornou-se um elemento central na arquitetura moderna com a introdução de novas estratégias para projetar e vivenciar os edifícios. Sua transparência e composição material permitem a entrada de luz natural, ao mesmo tempo que criam conexões contínuas entre os espaços internos e externos. No entanto, a onipresença deste material faz com que, a cada ano, bilhões de aves colidam contra estruturas de vidro.
Essas colisões tendem a ocorrer durante as rotas migratórias das aves, quando estas sobrevoam as cidades e são atraídas pelas luzes internas dos edifícios ou interpretam mal os reflexos externos de árvores e vegetações, resultando em um grande número de mortes e ferimentos desses animais. Em resposta a esse desafio, um número crescente de cidades está implementando legislações que exigem que novas construções utilizem vidros amigáveis para aves (bird-friendly). Sem comprometer o apelo estético do vidro, a Eastman desenvolveu as Saflex™ interlayers de PVB FlySafe™ 3D. Essa camada adicional apresenta um padrão tridimensional refletor que é altamente visível para os olhos das aves pelo lado de fora, enquanto permanece sutil para o olho humano a partir do interior. Investigando a aplicação dessa solução no projeto arquitetônico, mostramos como a Helios School adotou essa estratégia.
O projeto Feynan Ecolodge. Imagem cortesia de Dongola DAS 01 | Notes on Formation e Ammar Khammash
Ammar Khammash é um/a arquiteto/a, designer e artista jordaniano/a conhecido/a principalmente por sua abordagem focada na preservação do patrimônio cultural e natural, ao mesmo tempo em que desenvolve uma arquitetura que dialoga com seu entorno. Com uma profunda admiração pela natureza e por seus ecossistemas, Khammash defende que “o lugar é o/a arquiteto/a” — afirmação pela qual é célebre e que sublinha a profunda influência do contexto em seu projeto arquitetônico. Com mais de três décadas de experiência que abrangem diversas disciplinas em vários países do Oriente Médio, como Jordânia, Omã, Palestina, Egito, Síria e Emirados Árabes Unidos, Ammar Khammash tem buscado consistentemente preservar e potencializar a simbiose entre as construções humanas e o meio ambiente natural. Suas contribuições incluem a Royal Academy for Nature Conservation, o Wild Jordan Center e a restauração da Igreja dos Apóstolos.
Em 2022, Khammash foi destaque na primeira edição da Dongola Architecture Series, uma publicação semestral que oferece perspectivas singulares sobre a cultura árabe ao destacar arquitetos/as contemporâneos/as de destaque. A edição, intitulada “Notes on Formation: Ammar Khammash,” escrita por Raafat Majzoub, explora “a arquitetura como ferramenta transdisciplinar de expressão e como método de imaginar e reimaginar o futuro”, sintetizando o espírito da publicação. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Ammar Khammash e Sarah Chalabi, fundador/a da Dongola Limited Editions, para aprofundar-se nas perspectivas do/a arquiteto/a sobre lugar, materialidade e cultura, além de sua filosofia, visões sobre a academia e reflexões sobre o futuro da profissão.