O crescimento populacional e a alta vertiginosa nos preços dos imóveis impõem desafios significativos à habitação urbana. Em uma busca urgente por opções de moradia acessíveis, os espaços de co-living surgiram como uma solução criativa, oferecendo condições de vida de qualidade por meio de estratégias inteligentes de otimização do espaço. Ao implementar técnicas de design inovadoras, essas comunidades residenciais compartilhadas maximizam cada metro quadrado para criar espaços funcionais dentro de áreas compactas.
À medida que cresce a expectativa para os XXXIII Jogos Olímpicos de Paris, a cidade se prepara para sediar um evento esportivo global e embarcar em uma jornada de renovação urbana. Distanciando-se do tradicional modelo centrado em grandes estádios, Paris 2024 adota uma nova abordagem para a experiência olímpica. A arquitetura esportiva tem a capacidade de transcender a funcionalidade e se tornar um espaço de experiência coletiva e celebração compartilhada. Nesse sentido, ela convida pessoas de diferentes origens a criar conexões enquanto celebram o esporte. A seleção curatorial deste mês foca em diversas formas de arquitetura esportiva, estádios, arenas e projetos de paisagismo, analisando quais elementos se unem para moldar diferentes experiências no âmbito da arquitetura esportiva.
Para a Copa do Mundo do Qatar em 2022, o escritório Foster + Partners projetou o icônico e mais tradicional Estádio de Lusail. Na Índia, o M:OFA Studios concebeu o Instituto Nacional de Esportes Aquáticos, rompendo com as normas pragmáticas das instituições governamentais. Em Hangzhou, na China, os Jogos Asiáticos de 2022 apresentaram um novo Campo de Críquete projetado pelo AZUT, que se destaca pela integração da infraestrutura esportiva com a paisagem natural. Enquanto isso, em Ordos, na China, o escritório PLAT ASIA transformou uma praça urbana existente em um Parque Esportivo Inteligente, promovendo o bem-estar e a interação comunitária. Por fim, a Arena da Universidade de Idaho, projetada pela Opsis Architecture, funciona como o principal portal de entrada para o campus universitário, celebrando o espírito do esporte e da comunidade.
O Powerhouse, a maior instituição museológica da Austrália dedicada ao design de artes aplicadas e tecnologia, revelou os planos para uma restauração abrangente de suas três sedes localizadas em Sydney, na Austrália, além da abertura de uma nova unidade em Parramatta, na região oeste de Sydney, em 2025. O complexo do Powerhouse Ultimo abriga dois edifícios tombados pelo patrimônio histórico: o Ultimo Powerhouse e o Ultimo Post Office. O projeto de renovação deste patrimônio histórico é liderado por uma equipe de arquitetura formada pelo escritório Durbach Block Jaggers, trabalhando em parceria com Architectus, Youssofzay + Hart e pela equipe de paisagismo do Tyrell Studio.
Os EUA têm uma longa tradição de republicanismo e capitalismo de laissez-faire que historicamente não favoreceu uma política habitacional federal robusta ou a intervenção estatal no mercado de moradia. Os/as formuladores/as de políticas acreditavam que a iniciativa privada seria mais capaz de fornecer habitação suficiente e que, assim como na saúde e na educação,[1] o envolvimento do governo traria o “socialismo” e um controle indesejável do livre mercado. Há duas grandes exceções a essa tradição: a Lei Nacional de Habitação de 1937 (National Housing Act), decorrente da devastação da Grande Depressão, e a “guerra contra a pobreza”, iniciada pelo governo Johnson em meados da década de 1960.[2] Apesar do sucesso desses programas, as políticas habitacionais federais subsequentes visaram, em grande parte, enfraquecê-los, fosse por má-fé ou por negligência. Em vez disso, a política federal buscou principalmente promover a casa própria — o sonho americano —, mas essa abordagem foi desmantelada pelo colapso financeiro decorrente da crise dos empréstimos subprime e seus desdobramentos. O resultado é que hoje praticamente não existe uma política habitacional federal coerente. Trinta e cinco milhões de estadunidenses vivem em moradias precárias, e uma parcela significativamente maior compromete metade de sua renda para manter um teto sobre a cabeça. A construção residencial está em níveis historicamente baixos, e os custos de construção subiram tanto que se tornaram inacessíveis para o cidadão ou cidadã comum.
Durante a Semana de Design de Milão 2024, a Lasvit apresentou sua maestria na manufatura do vidro e sua abordagem criativa ao design e à arquitetura com sua mais recente instalação, "Re/Creation". Sediada no Palazzo Isimbardi, a marca especialista em vidro artesanal exibiu diversas criações exclusivas, tendo como peça central a instalação "Porta", concebida pelo diretor artístico da Lasvit, Maxim Velcovsky. A obra monumental destacou a experiência da empresa no uso de fornos de vitrofusão e sua trajetória na redefinição da relação entre o vidro e a arquitetura.
"Re/Creation" despontou como uma das principais atrações para os visitantes, oferecendo um espaço para relaxamento. Inspirado na fluidez do vidro derretido, o próprio título faz referência a uma técnica inerente à produção de vidro fundido, na qual o material flui organicamente em direção a uma forma predeterminada sob a ação da gravidade. Nesse cenário de tranquilidade, profissionais da criação foram incentivados/as a desacelerar, promovendo um ambiente propício à revitalização e à exploração criativa.
O arquiteto e designer italiano Antonio Citterio é reconhecido por criar espaços que transportam as pessoas tanto para um estado de espírito quanto para um lugar físico. Ele atua como designer de cenários e contador de histórias, além de ser um criador de objetos. Como ele mesmo afirma: “Sempre imagino o produto em um set de filmagem, uma atmosfera onde as pessoas interagem com o objeto e com o espaço.” Sua mais recente colaboração com a AXOR — uma coleção de metais sanitários com design singular — é um exemplo perfeito de seu ofício, expandindo a ideia dos objetos para espaços domésticos idealizados como "caixas de luz" nos quais eles se destacam. Um desses espaços é o conceito de sua casa de veraneio "Nature Bound Vacation Home".
https://www.archdaily.com.br/pt/1140386/uma-banheira-e-lavatorio-em-um-unico-elemento-escultorico-a-visao-de-antonio-citterio-para-um-refugio-na-naturezaMark C. O'Flaherty
Entre no reino onde o minimalismo do movimento Light and Space dos anos 1960 se entrelaça com algoritmos e sensores contemporâneos de alta tecnologia. Naquela época, artistas da luz como James Turrell, Dan Flavin e Robert Irwin cativavam o público com o essencial, utilizando precisamente a luz do dia ou lâmpadas para aguçar a percepção visual. Avançando para o presente, o Chromasonic adota essa sinergia de luz e cor, mas a amplia com som e algoritmos. Concebida como uma rede global para vivenciar a harmonia entre corpo e mente, a equipe de Johannes Girardoni inaugurou o primeiro satélite de percepção no coração de Venice Beach, Califórnia. Por meio de uma colaboração com o Google, a Milan Design Week demonstrou como a interação de luz e cor pode viajar em turnê como uma instalação imersiva em grande escala.
Seja por entusiasmo ou cautela, não há como escapar do debate em torno da IA na arquitetura. Ela oferece a arquitetos/as e designers o poder de inovar, otimizar processos e criar um ambiente construído que é tão funcional quanto visualmente atraente.
No entanto, diante de uma tecnologia tão revolucionária, não surpreende que surjam preocupações. A perda de criatividade, a substituição de postos de trabalho e dilemas éticos são apenas alguns exemplos de inquietações sobre a adoção da IA na arquitetura.
Para compreender o que o setor de fato pensa sobre a IA, mais de 1.200 profissionais de arquitetura foram consultados/as sobre como a utilizam em seu cotidiano de trabalho. Investigamos de que maneira a tecnologia influencia os processos de projeto e fluxos de trabalho, e o que seu impacto representa para o futuro da profissão.
No projeto de piscinas, um grande desafio é garantir que ela se integre harmoniosamente ao restante da arquitetura. Se o projeto estiver sendo desenvolvido do zero, os materiais devem atender aos critérios projetuais necessários, bem como aos requisitos técnicos de áreas expostas às intempéries e em contato direto com a água.
Essas foram as premissas que o escritório Sebastián Arquitectos levou em consideração no projeto desta residência — a Casa EA! —, utilizando uma única coleção de pisos cerâmicos da Gres Aragón. Localizada em meio à reserva natural de Litago, aos pés do Monte Moncayo, em Zaragoza (Espanha), a casa se integra perfeitamente ao seu entorno natural.
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Tecnologia de descarga otimizada: TwistFlush[e³] foi desenvolvida especialmente para uso em projetos residenciais, bem como em instalações sanitárias públicas e comerciais. Imagem cortesia de Villeroy & Boch
Há três anos, a Villeroy & Boch vem implementando a tecnologia de descarga ciclônica TwistFlush em vasos sanitários selecionados. Essa tecnologia inovadora de descarga aproveita a força física do turbilhão para otimizar o desempenho do fluxo e a higiene do vaso sanitário. Dois bicos injetores geram um poderoso vórtice de água que limpa quase toda a superfície interna do vaso, arrastando todos os resíduos para o ralo com sua forte sucção. Aliado à geometria cônica e às paredes extremamente lisas da bacia, esse sistema torna as descargas repetidas e o uso de escovas sanitárias praticamente desnecessários. Em comparação com as descargas convencionais, essa inovação também economiza muita água, contribuindo significativamente para a preservação dos recursos naturais.
Em 1956, quando a posse de carros e o desenvolvimento suburbano que ela viabilizava começavam a ser adotados como ideais culturais americanos, a urbanista pioneira Jane Jacobs escreveu que os EUA estavam se tornando “uma nação sem precedentes de centauros. … Nossa população de automóveis está crescendo quase tão rápido quanto a nossa população humana e promete continuar assim por mais uma geração.” Ela continuou: “o carro não é apenas um devorador de terras monstruoso por si só: ele fomenta aquele outro devorador insaciável de terras—a suburbanização interminável e dispersa.”
https://www.archdaily.com.br/pt/1140844/jane-jacobs-ciclistaPeter L. Laurence
Longe de ser apenas um material pré-fabricado produzido atualmente em larga escala, a aplicação dos blocos de concreto na arquitetura continua evoluindo para atender às demandas e necessidades das sociedades contemporâneas, em constante transformação. Seja em espaços interiores ou exteriores, seu uso se alinha a conceitos de economia circular, eficiência de recursos, sustentabilidade, entre outros, com o objetivo de criar espaços habitáveis e, ao mesmo tempo, explorar suas vantagens e desvantagens construtivas, além de suas qualidades expressivas e estéticas.
À medida que a demanda por habitação acessível cresce e a disponibilidade de imóveis de baixo custo diminui, os agentes do setor habitacional devem buscar abordagens mais inovadoras para o desenvolvimento de habitação social. Uma das oportunidades reside na restauração e na readequação de edifícios abandonados. Embora a construção de novas moradias continue sendo a principal estratégia das autoridades e associações de habitação, a reabilitação de edifícios degradados pode se consolidar como uma opção mais econômica. Essa abordagem não apenas maximiza o aproveitamento de infraestruturas deterioradas, mas também oferece uma oportunidade econômica para expandir a oferta de moradia acessível nas cidades. Se a reabilitação de edifícios residenciais abandonados parece uma solução óbvia, a estratégia se torna ainda mais crucial quando se considera a conversão de prédios comerciais, institucionais ou históricos em habitação de interesse social.
Um arranha-terra (ou groundscraper) é essencialmente o oposto de um arranha-céu — uma grande edificação que se estende horizontalmente em vez de se erguer verticalmente em direção ao céu. Embora não exista uma definição rígida, os arranha-terras são geralmente descritos como edifícios de baixa altura, mas extremamente extensos, com áreas que superam os 90 mil metros quadrados, às vezes chamados de sidescrapers ou landscrapers. O termo ganhou destaque com os planos do Google para sua massiva sede em Londres, orçada em 1,3 bilhão de dólares. Projetado para ter apenas 11 andares, mas mais de 300 metros de comprimento, esse imenso bloco de escritórios sintetiza o uso da expansão horizontal para criar um espaço monumental para milhares de funcionários/as.
Os históricos mercados locais de San Lorenzo e Sant'Ambrogio, no centro de Florença, na Itália, têm sido ponto de encontro da população local há décadas — um espaço privilegiado onde floresceram sentimentos de comunidade, pertencimento e partilha. Estruturas-símbolo para os moradores locais e grandes atrações turísticas, ambos passaram recentemente por uma série de reformas para renovar sua imagem e fortalecer as relações entre clientes e comerciantes, com o intuito de preservar sua identidade e autenticidade.
Cobrir o solo dos jardins é essencial por diversos motivos. Ajuda a conservar a umidade do solo, reduzindo a necessidade de irrigação frequente, e controla o crescimento de ervas daninhas ao bloquear a luz solar necessária para sua germinação. Também auxilia na regulação da temperatura da terra, mantendo-a mais quente no inverno e mais fresca no verão, além de evitar a erosão causada pelo vento e pela chuva. Ademais, reduz a compactação do solo, facilita o crescimento das raízes, melhora a infiltração da água e proporciona um acabamento estético ao jardim.
Em Renca, comuna de Santiago caracterizada por um clima árido, é crucial encontrar formas de combater a aridez do solo para realizar renovações urbanas que melhorem o conforto térmico nas ruas e espaços públicos. Por essa razão, Cerámica Santiago, em parceria com a Prefeitura de Renca, desenvolveu um projeto pioneiro para revitalizar espaços urbanos utilizando pedrisco de tijolo de argila. Este material, denominado Pedrisco de Tijolo Princesa, provém da fabricação de tijolos e tem se mostrado uma solução eficaz para criar jardins de baixo consumo de água, transformando áreas degradadas em espaços verdes sustentáveis.
Este artigo foi publicado originalmenteno Common Edge em 2021 para celebrar o aniversário de 1.600 anos de Veneza.
"Nós, venezianos/as nativos/as e moradores/as de longa data, somamos pouco mais de 50 mil. Estamos em extinção. Em breve, desapareceremos. A cidade prefere ser habitada por outra pessoa: não tanto por outras categorias de seres humanos, mas por outra forma de estar no mundo.” – Tiziano Scarpa
O dia 25 de março de 2021 amanheceu silencioso em Veneza. A cidade ainda estava sob confinamento total, uma Zona Rossa. A Piazza estava deserta, as calli estavam estranhamente quietas. Foi um dia melancólico para celebrar o nascimento de Veneza. Segundo Marin Sanudo, historiador veneziano do século XVI, a cidade foi fundada em 421 d.C. Em uma cidade paralisada pela pandemia, o clamor alegre dos sinos ecoando por toda a parte para comemorar os 1.600 anos de existência foi um alívio bem-vindo em meio ao silêncio temido.
Em sua primeira colaboração com a Forestier, David Fabbri projetou a cativante coleção Thésée, inspirando-se na natureza. Imagem cortesia de Forestier
É um paradoxo que, à medida que nossa sociedade se torna cada vez mais conectada por meio de viagens globais e do ambiente digital, muitas vezes nos sentimos mais desorientados e desconectados do que nunca. O poder dos interiores de nos ancorar no presente e nos ajudar a reconectar com o que valorizamos não deve ser subestimado. Uma das maneiras de trazer uma profundidade emocional autêntica ao espaço é através da iluminação atmosférica que, ao combinar luz e forma, pode transcender a função prática para atuar como um canal para a atenção plena.
A arquitetura abre novas perspectivas, conduz o olhar por extensões infinitas e proporciona uma profunda sensação de liberdade absoluta. Na Cole Residence, uma propriedade com implantação fantástica no alto de Los Angeles, essas qualidades se fundem. Uma coreografia transporta o público para outro mundo.
Idealizado pela Sky-Frame, líder internacional em sistemas de portas de correr sem caixilho, o filme—dirigido por Boris Noir—transmite a filosofia de vida que a marca deseja expressar através de seus produtos. A arquitetura dos edifícios em que habitamos influencia a maneira como percebemos o nosso entorno, como nos movemos nele e como o moldamos. Uma vista, não uma janela.
O ato de brincar cria uma fuga bem-vinda das exigências do dia a dia, estimulando a alegria, a criatividade e a colaboração, com benefícios tangíveis que vão do alívio do estresse à melhora das funções cognitivas. Portanto, ao pensar no interior de espaços destinados ao brincar — para o lazer e a socialização, por exemplo —, como o design pode potencializar esses efeitos? A especificação de mobiliário modular adaptável, capaz de diluir os limites entre áreas internas e externas, é um caminho para ampliar a liberdade e a espontaneidade do espaço, trazendo autonomia aos momentos de descontração, abrindo caminhos para novas configurações e preparando os ambientes para as dinâmicas em constante transformação.
Para a mais recente coleção de mobiliário externo do designer italiano Matteo Nunziati para a Unopiù, batizada de coleção Davos, ele buscou inspiração na simplicidade geométrica dos jogos infantis como dispositivos funcionais de estímulo e para reconectar os espaços ao movimento e à expressão. O sistema de assentos modulares, generoso mas leve, que inclui sofás, chaise longues, poltronas e mesas de centro, é fácil de montar e oferece cenários infinitamente adaptáveis para incentivar a ludicidade no dia a dia. Para alcançar essas qualidades, Nunziati se sentiu atraído, em especial, pela beleza lógica do ábaco, com suas esferas magnéticas conectadas a elementos lineares.
"Toda vez que descrevo uma cidade, digo algo sobre Veneza”, disse Marco Polo a Kublai Khan no livro seminal de Italo Calvino, As Cidades Invisíveis. Outrora o coração de uma poderosa república marítima, Veneza de fato abriga muitas cidades em sua intrincada rede de canais, becos, pontes e praças. Reconhecida por sua beleza arquitetônica única, história renascentista e relevância cultural — e, naturalmente, por ter sido erguida no meio da água —, nas últimas décadas Veneza tornou-se uma das vítimas mais emblemáticas do turismo excessivo, recebendo cerca de 30 milhões de visitantes por ano.
Os números são impressionantes, superando de longe os 50 mil habitantes que fazem de Veneza seu lar — 120 mil a menos do que sua população no início da década de 1950, quando a população local começou a se afastar, incomodada pelo barulho constante e pelas vias superlotadas.
Como arquiteto/a, acho de fato interessante ler as cidades e a arquitetura através de filmes, e é por isso que fui ver o último longa-metragem de um dos meus diretores favoritos, Wim Wenders: Dias Perfeitos. No cinema de Wenders, seu olhar sobre a cidade é sempre o protagonista. Ele possui a notável habilidade de tornar o espaço da imagem fotográfica o foco central de seu fazer cinematográfico. Para ele, não é apenas a história que importa, mas o tempo e o espaço nos quais essa narrativa ganha forma, quase por acaso.
Nicolás Valencia conversa esta semana no podcast TERRAZA com o pesquisador chileno Luis Darmendrail sobre seu livro Concepción 1930, publicado pela dostercios editorial em 2023.
Concepción 1930 é uma contundente investigação sobre uma década fundamental na história arquitetônica da cidade chilena de Concepción: os anos 1930 se apresentam como uma década convulsa, de mudanças e inícios, na qual a cultura, o comércio, os meios de comunicação e as instituições são pilares de uma vida urbana que flui junto com a narrativa, retratando uma cidade do início do século.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140662/luis-darmendrail-no-chile-se-ensina-muito-sobre-a-historia-das-guerras-mas-o-que-acontece-com-as-historias-urbanasArchDaily Team