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Artista recria antigas pinturas persas com arquiteturas contemporâneas

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O arquiteto e artista visual Mohammad Hassan Forouzanfar mesclou ícones contemporâneos com edifícios tradicionais iranianos em uma série de imagens intitulada Retrofuturism. Em sua última postagem, o arquiteto persa deslocou edifícios emblemáticos de nossa era, reinserindo-os em pinturas do século XIX que retratam o Irã, feitas pelo artista Eugène Flandin.

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Quais são e onde estão os maiores arranha-céus do Brasil

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Debater a legislação urbana levanta, via de regra, a questão da altura das edificações - ponto crucial para compreender e prever se o tecido urbano tem capacidade de comportar a multiplicação de pavimentos. No Brasil, o problema é fundamental, haja vista a ineficiência da rede urbana da maioria das cidades, entretanto, ainda há certo exagero em afirmar que, mesmo em nossos centros mais urbanizados, o eixo Z é excessivamente explorado. 

Reconstruindo a Nigéria: arquitetura como ferramenta de transformação cultural

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Este artigo foi originalmente publicado no Common Edge.

Ao longo da última década, a Nigéria viveu sobre o espectro sombrio e a constante ameaça do grupo terrorista Boko Haram. De Maiduguri a Abuja, o conflito dilacerou o país, matando centenas de milhares de pessoas, destruindo milhões de casas e causando consideráveis impactos à já precária infraestrutura pública do país. Felizmente a situação está começando a mudar, isso porque ao longo dos últimos anos, grupos militares nigerianos conseguiram libertar várias das cidades ocupadas, dando início a um amplo trabalho de reconstrução do país. Entretanto, os efeitos da guerra deixaram uma marca indelével que transformou para sempre os espaços urbanos destas cidades. A Nigéria viu seu país ser completamente destruído, não apenas vidas foram perdidas mas também os espaços públicos e a infraestrutura básica, forçando a população a reconstruir o país do zero.

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Escola de Arquitetura de Kharkiv celebra inauguração de bacharelado e Prêmio Mies da UE 2019

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A Kharkiv School of Architecture está comemorando um ano próspero de conquistas acadêmicas e internacionais. Além de sediar os projetos indicados ao prêmio Mies van der Rohe da UE 2019, a instituição concluiu seu primeiro ano de bacharelado em Arquitetura. Para celebrar esses marcos, a escola organizou uma exposição dupla que apresenta os trabalhos de estudantes do primeiro ano, além de exibir os projetos dos/as arquitetos/as mais inovadores da Europa.

Ao conectar essas duas exposições, a escola estabeleceu uma ponte entre duas gerações de profissionais: o Prêmio Mies, que exibe as melhores obras de arquitetos/as e designers europeus contemporâneos, e a mostra "Open/Work" da própria instituição, que oferece um vislumbre das inovações da futura arquitetura ucraniana.

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A ‘ergonomia corporificada’ de Neufert

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A ‘ergonomia corporificada’ de Neufert - Image 15 of 4
Human-Reification. Imagem © Paul Gisbrecht

A relação entre o corpo humano e a arquitetura sempre foi um elemento fundamental no projeto e na prática arquitetônica; no entanto, esse vínculo só passou a ser sistematicamente registrado e aceito em tempos relativamente recentes. Diante disso, a questão que se coloca hoje é: como o corpo humano é interpretado na contemporaneidade? De que maneira essas visões influenciam a forma como projetamos edifícios e espaços? Embora a ergonomia seja frequentemente vista como uma disciplina que enfatiza a separação entre corpo e objeto, ela vai além: não apenas conecta ambos, mas funciona como um plano predefinido para ampliar e sincronizar a eficiência dessa relação. Em seu nível mais básico, a ergonomia constitui um discurso técnico sobre uma habitação humana cada vez mais mecanizada.

BeOffice Architects redefine a tipologia da mesquita

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Em todas as religiões, as salas de oração e edifícios religiosos visam separar o visitante do caos da vida cotidiana e proporcionar serenidade e paz, mesmo no breve momento em que eles fazem suas orações. Na cidade turca de Şanlıurfa, o BeOffice Architects projetou uma mesquita circular e independente, com foco na natureza circundante, tranquilidade e acessibilidade.

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Cidade-esponja: a natureza é a solução para inundações

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Cidades que absorvem a água da chuva e permitem que a água siga seu fluxo natural. Deveria ser fácil, mas inventamos de canalizar nossas águas e não deixamos a própria natureza fazer a parte dela: absorver e purificar. Para o arquiteto chinês Kongjian Yu, essa é a questão central para solucionar um dos maiores problemas da atualidade em grandes centros urbanos: as inundações. 

Alberto Kalach, Rozana Montiel, Tatiana Bilbao e Manuel Cervantes desenvolvem projeto para a conservação das abelhas com a Pienza Sostenible

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Como parte de uma iniciativa da PienZa Sostenible, um grupo de arquitetos/as formado por Alberto Kalach, Rozana Montiel, Tatiana Bilbao e Manuel Cervantes, em parceria com a empresa de design Pirwi, somou esforços para criar uma série de peças que serviriam como habitáculos para abelhas, promovendo, assim, o crescimento da população, o cuidado e a preservação desses insetos. Este projeto é complementado pelo trabalho de Betsy de la Vega, que incorpora uma interpretação em tecelagem feita à mão por artesãs da Fundação León XIII, servindo como elo para alinhar o trabalho artesanal aos requisitos de design.

Mentoria online com Kengo Kuma: as escolhas de carreira de profissionais de arquitetura

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No podcast semanal Design: ED, renomados/as profissionais de design compartilham suas trajetórias, do anonimato ao reconhecimento global, revelando os altos e baixos dessa jornada e trazendo reflexões profundas e inspiradoras sobre o campo da arquitetura. Para quem busca desenvolvimento profissional, essas histórias funcionam como referências valiosas para impulsionar a carreira.

Neste episódio do Design: ED, o apresentador Aaron Prinz conversa com Kengo Kuma sobre os motivos que o levaram a escolher a arquitetura, os desafios enfrentados no início de seu próprio escritório e o impacto da formação transcultural em sua abordagem projetual.

Tons de cinza em Londres: série de fotografias explora o brutalismo britânico

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A arquitetura brutalista está desaparecendo da cidade de Londres. No princípio, essas estruturas eram percebidas como rebeldes e desajustadas, posteriormente, no entanto, este estilo se tornou o mais recorrente dentre os edifícios comerciais e governamentais do pós-guerra. Atualmente, com as demandas do mercado imobiliário e o domínio da arquitetura contemporânea, essas monumentais estruturas acinzentadas de concreto estão pouco a pouco desaparecendo.

O arquiteto e fotógrafo Grégoire Dorthe desenvolveu a paixão pela fotografia durante o serviço militar, quando percebeu que, através de suas imagens, era capaz de congelar momentos e preservar o que será perdido com o tempo. Em sua série fotográfica intitulada Brutal London, o fotógrafo suíço registra as formas brutas e as qualidades gráficas da arquitetura brutalista da cidade, antes que esses edifícios sejam para sempre perdidos.

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O Mosteiro Brutalista de Hans Broos em Vinhedo

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A tensão entre a modernidade e a tradição é o traço mais marcante da obra de Hans Broos, o que fica evidente nos projetos para a Cia Hering, onde edifícios ecléticos são confrontados com construções em concreto aparente, numa simbiose de tempos históricos.

Nisso consiste a radical contemporaneidade do seu trabalho: Broos entende o contemporâneo como a convivência de épocas distintas, que se encontram num mesmo momento, conformando o maravilhoso emaranhado de que é feito o tempo, como dizia Lina Bo.

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Como cidades antigas se tornam acessíveis

À medida que a população urbana mundial continua a crescer vertiginosamente, estima-se que até 2050 mais de um bilhão de pessoas, com algum tipo de restrição motora, estarão vivendo em áreas urbanizadas. Infelizmente, a maioria dos centros urbanos mas principalmente aqueles mais antigos - com centenas e até milhares de anos -, não estão preparados para atender a esta preocupante demanda. Existe, portanto, um desafio imediato para nós arquitetos, urbanistas e autoridades locais: abordar com a devida atenção e sensibilidade a questão da acessibilidade em centros urbanos históricos. O grande desafio é, portanto, encontrar maneiras e métodos que possibilitem um convívio saudável entre a crescente demanda por acessibilidade e a manutenção das características específicas do patrimônio histórico urbano de nossas cidades mais antigas.

O que não entendemos sobre as mudanças climáticas

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Este artigo foi publicado originalmente no Common Edge.

Colegas arquitetos e arquitetas, podemos conversar? Isso vai doer, mas precisa ser dito. Se eu fosse poeta, escreveria: O fim está próximo, e a culpa é nossa. Como não sou bardo, porém, direi da seguinte forma: a maioria de nós suspeita que as mudanças climáticas antropogênicas levarão ao fim da civilização. Há quem negue a ciência na arquitetura (“O clima está sempre mudando!”), enquanto outros ignoram o óbvio (a negação é um excelente mecanismo de defesa), mas, no fundo de cada mente criativa consumida pela angústia, reside o medo de que as crianças de hoje possam ser as últimas da nossa espécie.

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Faço uma pausa aqui para permitir que o peso desse pensamento nos deprima.

Brutalismo e Abandono: Santa Paula Iate Clube pelas lentes de Guilherme Pucci

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O fotógrafo especializado em arquitetura Guilherme Pucci compartilhou conosco seu ensaio da garagem de barcos que integra o complexo Santa Paula Iate Clube, projetada pelo arquiteto João Batista Vilanova Artigas no início da década de 1960 e fechada em meados de 1980. Atualmente, o edifício, um dos ícones da arquitetura moderna paulistana, localizado na beira da Represa Guarapiranga, na Zona Sul da cidade de São Paulo, encontra-se em estado de mal conservação e abandono.

Reflexões sobre Cidades e o Corpo Humano - Olhos e Ouvidos da Cidade / ZHANG, (Brian) Li para a Bienal de Shenzhen (UABB) 2019

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O que acontece quando a cidade repleta de sensores adquire a capacidade de ver – quase como se tivesse olhos? Às vésperas da Bienal de Urbanismo\Arquitetura de Shenzhen (UABB) de 2019, intitulada "Urban Interactions" (Interações Urbanas), o ArchDaily está colaborando com os/as curadores/as da seção "Eyes of the City" (Olhos da Cidade) na Bienal para estimular uma discussão sobre como as novas tecnologias – e a Inteligência Artificial em particular – podem impactar a arquitetura e a vida urbana. Aqui você pode ler o manifesto curatorial de "Eyes of the City", elaborado por Carlo Ratti, Politecnico di Torino e SCUT.

O corpo humano, ao menos em termos de ideais antropomórficos, esteve no centro dos debates arquitetônicos ocidentais desde a antiguidade greco-romana até o Renascimento. Embora o conceito de corpo em si não tenha se apresentado de forma explícita nos tratados tradicionais de arquitetura do Oriente, a noção de que o corpo (ou o invólucro da alma) conecta a mente ao mundo físico era constantemente revisitada e reinterpretada.

Em foco: Kengo Kuma

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Kengo Kuma (nascido em 8 de agosto de 1954) é um dos arquitetos japoneses de maior expressividade atualmente. Suas reinterpretações de elementos tradicionais da arquitetura japonesa envolvem inovações no uso de materiais naturais e novas formas de pensar a relação da luz com o espaço.

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Arquitetas, estamos vendo vocês

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As mulheres são membros imperativos da comunidade arquitetônica, criando trabalhos inovadores e inspiradores nas áreas de arquitetura, design e planejamento urbano. No entanto, mesmo com a ascensão do movimento de mulheres, suas contribuições ainda são questionadas ou comparadas.

A Metropolis Magazine analisou a história do feminismo na arquitetura, lançando luz sobre os momentos em que foi testemunhado um progresso sem precedentes e os momentos em que se perdeu a vantagem.

Nem todo prédio espelhado é ruim: 15 soluções em várias escalas

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Solução recorrente em edifícios comerciais e corporativos, as fachadas espelhadas costumam despertar sentimentos variados entre arquitetos, frequentemente negativos. Argumentos contra esta opção não faltam e geralmente fazem sentido, citando desde a falência da arquitetura moderna e massificação de suas fachadas de vidro até aspectos relativos ao clima e a negligência às especificidades locais que transparece nessas superfícies espelhadas. 

Os espaços livres da cidade e a liberdade das crianças: novos caminhos para a infância ao ar livre

A temática da ausência da criança na cidade contemporânea, e a busca por soluções que permitam sua mobilidade com mais autonomia e divertimento, norteou um estudo com cerca de 130 crianças, de 7 a 12 anos, de diferentes classes sociais, moradoras do distrito da Consolação, na cidade de São Paulo. Depois de caminhar, conversar e desenhar com as crianças um percurso ideal entre a praça e a escola, foi desenvolvida uma proposta de intervenção [2], que costura os bairros de Vila Buarque e Higienópolis e pretende trazer os pequenos para brincarem em grupo, ao ar livre, todos os dias.

Como a luz pode transformar o espaço? Conheça a obra do artista Dan Flavin

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Daniel Flavin foi um dos representantes da chamada arte minimalista das décadas de 1960 e 1970 nos Estados Unidos. A classificação foi usada pela primeira vez pelo filósofo Richard Wollheim no ensaio “Minimal Art” em 1965 para agrupar obras que, como os ready-mades de Duchamp, não pretendiam representar uma realidade externa: o objeto exposto deveria ser entendido como obra por si e a experiência do espectador não deveria depender de associações a outros fatores.

A equipe do Hello Wood sobre como criar uma comunidade forte em uma semana

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O Hello Wood, como talvez você já saiba, é um festival anual que reúne centenas de pessoas em um vilarejo húngaro durante uma semana. Divididos em grupos, profissionais de arquitetura e estudantes, cuidadosamente selecionados pela equipe organizadora, constroem instalações de madeira com as próprias mãos. O resultado é surpreendente — dezenas de belas estruturas surgem ali a cada ano, conferindo cada vez mais originalidade ao local.

Palavras não bastam para descrever a atmosfera da Hello Wood Project Village — todas as "pessoas bonitas", como se chamam entre si, formam uma grande família. Não há competição: as equipes se ajudam mutuamente para garantir que todos os projetos sejam concluídos dentro do prazo, momento em que todos caminham juntos até o vilarejo vizinho para celebrar a semana compartilhada.

Mas qual é a ideia por trás desse festival? Qual é o segredo para construir uma comunidade sólida de profissionais e estudantes em tão pouco tempo? Assista à nossa entrevista com a equipe do Hello Wood para descobrir como respondem a essas perguntas.

Open More Doors, Episódio 3: Conheça o Supervoid, ao lado do Coliseu de Roma

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"Abra as Portas" (Open More Doors) é uma nova seção desenvolvida em parceria pelo ArchDaily e pelo MINI Clubman que, por meio de entrevistas em vídeo instigantes e ensaios fotográficos exclusivos, convida a explorar as histórias por trás dos estúdios de design mais inovadores do mundo.

Este mês, conversamos com o escritório de arquitetura italiano Supervoid para discutir suas estratégias de projeto e como a equipe utiliza e transforma o espaço interno de seu próprio estúdio.

Open More Doors, Episódio 3: Conheça o Supervoid, ao lado do Coliseu de Roma - Arch Daily EntrevistasOpen More Doors, Episódio 3: Conheça o Supervoid, ao lado do Coliseu de Roma - Arch Daily EntrevistasOpen More Doors, Episódio 3: Conheça o Supervoid, ao lado do Coliseu de Roma - Arch Daily EntrevistasOpen More Doors, Episódio 3: Conheça o Supervoid, ao lado do Coliseu de Roma - Arch Daily EntrevistasOpen More Doors, Episódio 3: Conheça o Supervoid, ao lado do Coliseu de Roma - Mais Imagens+ 11

Setembro no ArchDaily: Trabalho

A forma como encaramos o trabalho mudou, e isso é inegável. Nossa profissão já não nos define tanto quanto as gerações passadas, e novas formas de trabalho vêm sendo incorporadas aos cotidianos. Enquanto a tecnologia revolucionou nossa capacidade de executar uma variedade de tarefas diárias, muitas profissões desapareceram, algumas não devem durar muito e diversas outras foram criadas. 

4 tipologias únicas de coworking, de igrejas a contêineres

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Uma tendência consolidada no meio criativo e para além dele, o coworking fundamenta-se na ideia de que o compartilhamento de espaços pode oferecer benefícios tanto financeiros quanto de produtividade. Como demonstrado pelo forte envolvimento de Bjarke Ingel no WeWork e pelos vibrantes e dinâmicos espaços de trabalho criados pelo Second Home, a arquitetura e o design desempenham um papel fundamental na concepção eficaz de espaços de coworking.

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