
A relação entre o corpo humano e a arquitetura sempre foi um elemento fundamental no projeto e na prática arquitetônica; no entanto, esse vínculo só passou a ser sistematicamente registrado e aceito em tempos relativamente recentes. Diante disso, a questão que se coloca hoje é: como o corpo humano é interpretado na contemporaneidade? De que maneira essas visões influenciam a forma como projetamos edifícios e espaços? Embora a ergonomia seja frequentemente vista como uma disciplina que enfatiza a separação entre corpo e objeto, ela vai além: não apenas conecta ambos, mas funciona como um plano predefinido para ampliar e sincronizar a eficiência dessa relação. Em seu nível mais básico, a ergonomia constitui um discurso técnico sobre uma habitação humana cada vez mais mecanizada.



























