A equipe global de arquitetura da Benoy anunciou o projeto do Hangzhou Canal Art Center — um novo polo sustentável para eventos culturais locais e exposições de arte. Localizado no distrito de Gongshu, uma área em revitalização em Hangzhou, na China, o centro de arte ocupará o antigo terreno de uma usina termoelétrica.
Com autoria de Sebastián Simonetti, o projeto Todo es cancha foi escolhido como um dos 10 vencedores na categoria Trabalhos de Conclusão de Curso do Concurso Arquitectura Caliente 2018 (CAC 2018), premiação chilena organizada pelo Grupo Arquitectura Caliente e com o financiamento do Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio do Chile.
O futebol amador, por meio de sua tipologia arquitetônica do campo de bairro, é um meio de organização e de identidade local. Sua importância reside no limite do campo, onde toda a comunidade que envolve esse espaço público expressa sua identidade.
Parte dos 207 campos de Santiago encontra-se em processo de abandono, tornando-se problemas para as comunidades locais. Esses espaços foram fechados em seus limites com muros herméticos, desperdiçando seu potencial programático. A proposta Todo es Cancha propõe uma crítica a esse espaço público em potencial e defende a combinação do campo de futebol com intervenções arquitetônicas que transformem essas tipologias em espaços permanentemente ativos.
Para quem deseja obter a cidadania britânica, é necessário cumprir todos os requisitos do processo, o que inclui passar no aparentemente difícil teste Life in the UK. Grande parte da própria população britânica teria dificuldades com algumas das perguntas apresentadas, apesar de viver no Reino Unido desde o nascimento, uma vez que elas exigem conhecimentos históricos, geográficos e literários.
O teste contém 24 questões de múltipla escolha que podem abranger desde o sistema político britânico até o festival de Glastonbury e o tradicional almoço de domingo (roast beef). Como a arquitetura e a arte ocupam um papel central na cultura britânica, o conhecimento sobre esses temas é considerado essencial para qualquer pessoa que queira se tornar cidadã do Reino Unido. Faça o teste você também e descubra quanto conhece sobre a arquitetura britânica:
Configurado como um anfiteatro natural por seus 45 morros e uma estreita orla costeira que constantemente conquistou metros do mar, Valparaíso foi o principal porto do Oceano Pacífico Sul no século XX antes da construção do Canal do Panamá. Seu rápido desenvolvimento industrial e comercial impulsionou sua expansão urbana, atraindo milhares de estrangeiros que imprimiram um caráter cosmopolita à sociedade, à cultura e à arquitetura.
Descrita pelo The Guardian como uma "Berlim à beira-mar", seu centro histórico foi declarado Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 2003. Essa riqueza cultural e arquitetônica nos motiva, nesta ocasião, a incorporar bairros, passeios e até mesmo a agrupar obras como um único marco de uma cidade tão vibrante como Valparaíso.
Este guia foi escrito por um amante de Valparaíso, de modo que os locais estão organizados como se fossem um roteiro a pé, começando na Plaza Sotomayor em direção ao oeste. Este trajeto pode ser dividido em dois dias, terminando o primeiro dia no Palacio Baburizza e começando o segundo no Parque Cultural de Valparaíso. E se for a sua primeira viagem, não confie no Google Maps. Se você se confundir ou se perder, é melhor perguntar às pessoas.
Com smartphones e tablets cada vez mais potentes, o conceito do escritório de arquitetura tradicional foi profundamente transformado desde a introdução de aplicativos móveis no setor. Essas ferramentas proporcionam fluxos de trabalho muito mais eficientes e práticos diretamente no canteiro de obras ou em trânsito, cobrindo todos os aspectos do projeto graças à sua variedade e versatilidade. Com interfaces amigáveis, modos de operação intuitivos e amplos recursos de informação, alguns são voltados para profissionais do setor, enquanto outros atraem qualquer entusiasta da arquitetura.
O ArchDaily selecionou os aplicativos de arquitetura mais populares de 2022, abrangendo desde desenho técnico e modelagem até esboços em diferentes níveis, plataformas de construção e gerenciamento, ferramentas utilitárias e aplicativos para buscar inspiração. Continue lendo para descobrir os aplicativos mais destacados para sistemas iOS e Android.
O falecido arquiteto britânico Will Alsop era conhecido por sua atitude exuberante e irreverente, que se materializava em um portfólio expressivo e pictórico de obras educacionais, cívicas e residenciais. Com apenas 23 anos, conquistou o segundo lugar no concurso para o Centre Georges Pompidou em 1971. A partir de então, colaborou com o sempre bem-humorado Cedric Price antes de fundar seu próprio escritório com John Lyall e, posteriormente, com diversos outros parceiros no início dos anos 1980. Com uma carreira de quase cinquenta anos, apresentamos a seguir dez obras icônicas de um/a arquiteto/a que nunca perdia a oportunidade de brincar.
A Universidade da Nação, Máxima Casa de Estudos e Alma Máter são apenas alguns dos sinônimos utilizados para se referir à Universidade Nacional Autônoma do México, classificada como uma das melhores universidades da Ibero-América e onde se formaram intelectuais de destaque. Desse modo, é inevitável pensar na Universidade como um crisol do pensamento crítico e uma plataforma para ideais dissidentes que ecoam nos movimentos estudantis, cujas demandas variam de petições pela melhoria constante da educação ao descontentamento social com questões como a insegurança e a exigência de dignidade para a comunidade estudantil. Não surpreende, portanto, que eventos como o ocorrido no último dia 3 de setembro e nos dias subsequentes no campus central da UNAM ganhem tanta visibilidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117483/o-campus-universitario-como-espaco-de-protestoParvin Alexandra Camal Segundo
A partir do Blog da Fundación Arquia, a arquiteta María Álvarez García traz um artigo sobre o polêmico ressurgimento das cidades-jardim nos planos urbanísticos da Inglaterra, os quais estão esvaziando os centros de suas cidades — ideias que levam a uma inevitável segregação de usos que não é sustentável nem contribui para seu desenvolvimento social e econômico.
https://www.archdaily.com.br/pt/1117476/cidades-jardim-do-amanhaMaría Álvarez García
Segundo o censo de 2007, o último do qual conhecemos os resultados, cerca de 50% da população de Lima vive em bairros urbanos marginais (BUM) [1], os quais se definem como núcleos urbanos que apresentam níveis de pobreza monetária e carecem de serviços de infraestrutura e equipamentos (MVCS 2012) [2]. Embora o grande crescimento desse tipo de assentamento tenha ocorrido entre 1985 e 1995, até o momento não cessou a invasão de terras públicas, o que representa, em seu conjunto, um dos principais problemas urbanos e sociais a serem resolvidos em nossas cidades.
Quando pensamos em Istambul, mesquitas opulentas e bazares movimentados costumam vir à mente. O arquiteto e fotógrafo Yener Torun foca em um lado diferente da cidade, explorando bairros menos conhecidos para capturar imagens impressionantes de uma Turquia oculta e multicolorida.
Utilizando frequentemente amigos, familiares e até a si mesmo como modelos, suas fotografias criam narrativas lúdicas nas quais figuras com cores coordenadas atuam como coadjuvantes em um mundo divertido de nuances. Torun descreve a busca por esses edifícios como uma "caça ao tesouro", revelando sua intenção de "documentar uma parte diferente e menos conhecida de Istambul para escapar de uma percepção unidimensional e orientalista".
O vermelho está em toda parte. De placas de pare a tijolos, de batons a vinhos, nosso uso constante dessa cor em objetos cotidianos tomou conta, pouco a pouco, do nosso subconsciente. O vermelho é uma cor que sempre se integra ao contexto, ditando como devemos nos sentir ou o que devemos pensar. Mas por que somos atraídos por ela? Por que nossos ancestrais escolheram pigmentos à base de ocre para desenhar nas paredes de suas cavernas? Por que as revoluções parecem sempre usar o vermelho para angariar apoio? Por que fazemos celebridades desfilarem por tapetes vermelhos, quando o verde ou o azul certamente fariam o mesmo papel? Embora as respostas para essas perguntas possam ser vagas e imprecisas, o uso do vermelho na arquitetura é quase sempre meticulosamente calculado.
Projetado por Nicolás Moraga, o projeto Parque Cultural Ruinas de Chambeque foi escolhido um dos 10 vencedores na categoria Projetos de Graduação do Concurso Arquitectura Caliente 2018 (CAC 2018), premiação chilena organizada pelo Grupo Arquitectura Caliente e financiada pelo Ministério das Culturas, das Artes e do Patrimônio.
A ruína não anuncia apenas o fim de um ciclo, mas é também a primeira etapa de um longo processo de transformação. Partindo dessa premissa, propõe-se a recuperação progressiva do setor de Chambeque por meio de uma série de intervenções arquitetônicas que darão forma a um novo parque de uso público, cultural e educativo para a cidade de Lota e para a região.
A humanidade sempre foi obcecada em superar seus próprios limites, estabelecendo recordes apenas para quebrá-los repetidamente. Assim, o skyline das nossas cidades sempre foi definido por quem detém o poder em cada época: se antes foram as igrejas, depois vieram as instituições do Estado e, nas últimas décadas, são os arranha-céus privados que nos lembram quem pode chegar mais alto, literalmente.
Você sabe qual é o edifício mais alto da América Latina? Instituições especializadas como o CTBUH (Council on Tall Buildings and Urban Habitat) estabeleceram parâmetros para definir objetivamente a altura de um edifício, desconsiderando antenas e outros artifícios para somar alguns metros. Vejamos o que o CTBUH nos diz sobre os arranha-céus mais altos da América Latina.
A atualização mais recente desta lista é de julho de 2018.
O Conversatório FA é um projeto que surge da inquietação de gerar um espaço de reflexão sobre o pensamento contemporâneo, com a intenção de que esses próprios espaços propiciem a construção de um diálogo enriquecido por diferentes pontos de vista. O projeto busca a apropriação de diversos espaços e a geração de novos questionamentos e buscas dentro de um pensamento crítico e plural em espaços abertos da universidade, propiciando o diálogo democrático sobre temas selecionados de acordo com as inquietações dos/as estudantes.
A estrutura do Conversatório FA busca aproximar convidados/as externos/as da comunidade para gerar vínculos e novas perguntas sobre o futuro da profissão, tendo contado com figuras de destaque como Alberto Pérez Gómez, Néstor García Canclini e, mais recentemente, Carlos Amorales. Como parte da oitava edição, foi realizado um evento focado na perspectiva de gênero a partir da arquitetura, contando com a participação da arquiteta argentina Inés Moisset, coordenadora do projeto 'Un día, una arquitecta', e de Zaida Muxí, autora de diversas publicações com perspectiva de gênero e codiretora do Master Laboratorio de la Vivienda del Siglo XXI da Universidade Politécnica da Catalunha.
Esquerda: via Norman Foster no Instagram; direita: Cortesia de Foster + Partners
Após ser condecorado cavaleiro em 1990 por seus serviços à arquitetura, vencer o Prêmio Pritzker em 1999 e, no mesmo ano, tornar-se membro da nobreza britânica, pode-se argumentar que não há arquiteto/a vivo/a que tenha causado maior impacto na vida urbana do que Norman Foster. Em uma palestra recente, Foster falou para um Barbican Hall lotado sobre o futuro de nossa paisagem urbana em crescimento, na sétima edição da série Architecture On Stage, organizada pela The Architecture Foundation em parceria com o Barbican. Embora o conteúdo estivesse repleto de declarações e previsões grandiosas, em uma escala semelhante à dos projetos realizados pelo escritório de Foster, foi a sua abordagem de resolução de problemas que ofereceu uma visão mais profunda sobre o homem por trás da obra. As 5 lições a seguir, extraídas da apresentação, não garantem níveis de sucesso semelhantes aos de Foster, mas podem ajudar a navegar pelos desafios que a arquitetura impõe, tanto pessoal quanto profissionalmente.
Apreciado no meio profissional, embora frequentemente criticado pelo público geral, o brutalismo definiu a arquitetura do pós-guerra no Reino Unido, assim como em diversos países ao redor do mundo. Em seu artigo de 1955, The New Brutalism, Reyner Banham afirma que o estilo deve apresentar: “1, legibilidade formal da planta; 2, clara exposição da estrutura; e 3, valorização dos materiais por suas qualidades inerentes, tais como encontrados”.
O One Kemble Street, um bloco de escritórios cilíndrico de 16 pavimentos originalmente chamado "Space House" e projetado por George Marsh e Richard Seifert, exibe claramente todas essas características, constituindo um marco no coração de Londres que permanece tão impressionante hoje quanto em sua conclusão, em 1968. Ao registrar o edifício tombado como patrimônio de Grau II ao longo do dia, o/a fotógrafo/a Ste Murray consegue capturar lindamente a essência da edificação, celebrando seu cinquentenário ao mesmo tempo em que destaca o fascínio de sua forma de uma maneira que sugere paralelos com ideologias contrastantes.
O #donotsettle é um projeto de vídeo on-line que explora a arquitetura e como ela é percebida pelas pessoas, fundado por Wahyu Pratomo e Kris Provoost. Eles visitam edifícios, produzem vídeos e também escrevem artigos aprofundados na coluna exclusiva do ArchDaily #donotsettle Extra.
Sim, aquela biblioteca. As imagens da Biblioteca de Tianjin Binhai estão em toda parte, viralizando de blogs de arquitetura e podcasts de notícias a redes sociais. Precisávamos ver de perto e mostrar como é de fato a experiência espacial desse lugar. Por isso, fomos a Tianjin junto com o MVRDV para conferir de perto essa biblioteca que virou fenômeno na internet.
Projetada pelo MVRDV, a Biblioteca de Tianjin Binhai é parte de um plano diretor mais amplo para o novo Centro Cultural de Binhai, sob responsabilidade do escritório alemão gmp. O edifício alcançou um sucesso estrondoso nas redes sociais em todo o mundo. Desde a inauguração, o fluxo de visitantes não para de crescer, atraindo pessoas de muito além de Tianjin. Com isso, a biblioteca acabou se ressignificando como um verdadeiro destino turístico.
Na cidade de Moukhtara, no Monte Líbano, o escritório L.E.FT Architects transformou uma estrutura de 100 metros quadrados em uma mesquita pitoresca e simbólica. A Mesquita Amir Shakib Arslan é uma releitura do antigo versus o novo, com uma estrutura de aço branco sobreposta a um edifício de alvenaria preexistente com abóbadas de aresta. A geometria angular das chapas de aço é resultado do alinhamento da estrutura em relação a Meca.
O/A fotógrafo/a de arquitetura libanês/esa Bahaa Ghoussainy divulgou uma nova série de imagens que acentuam o contraste existente entre o projeto arquitetônico da mesquita e a representação tradicional das mesquitas e orações islâmicas. A justaposição de um local sagrado islâmico construído em uma cidade não islâmica se traduz no próprio desenho arquitetônico, fundindo dois estilos dissonantes em uma única estrutura complementar.
A arquitetura é amplamente conhecida como uma das carreiras mais caras de se estudar, devido aos altos custos dos materiais. O ritmo acelerado das disciplinas tradicionais de projeto exige que estudantes apresentem suas ideias por meio de desenhos, diagramas, renderizações e colagens — geralmente plotados em papel —, o que se soma ao custo já elevado de criação de maquetes físicas. O preço de se estudar e praticar arquitetura é um custo que toda a profissão assumiu, para o bem ou para o mal.
Para quem não faz parte do restrito grupo de pessoas afortunadas que vivem em um país ou estado com ensino gratuito, ou onde existem sistemas robustos de assistência financeira, o custo extra constante com a confecção de maquetes e a impressão de materiais de apresentação gera um grande impacto. No melhor dos cenários (e apenas quando a família tem condições financeiras para isso), os pais ou responsáveis complementam o valor necessário; contudo, em muitos casos, estudantes precisam trabalhar durante a graduação. O que mais se pode fazer quando a expectativa é entregar um trabalho final ou tese cujo custo de produção pode chegar a centenas ou até milhares de dólares?
Nesta ocasião, o Blog da Fundación Arquia, junto com a arquiteta Sabrina Gaudino Di Meo, traz um artigo sobre a antipatia urbana de nossas cidades que, lamentavelmente, se tornou uma experiência cotidiana, uma condição natural que se refletiu no imaginário coletivo. Diante dessa situação, quem são os responsáveis? Onde estão o urbanismo e as políticas sociais para tornar nossas cidades mais gentis?
https://www.archdaily.com.br/pt/1117521/experimentar-a-antipatia-urbanaSabrina Gaudino Di Meo
Os museus são importantes fontes de conhecimento e abrigaram algumas das obras de arquitetura mais importantes da história, aproximando o conhecimento de todos os curiosos que vivenciam suas instalações. Neste dia 18 de maio, celebramos o Dia Internacional dos Museus, e diversas atividades ocorreram em alguns dos recintos mais representativos do país. Acreditamos que a cultura no México é tão rica que queremos continuar celebrando com esta compilação de alguns dos museus mais representativos onde arte e arquitetura se fundem para delimitar espaços icônicos. Quais são os seus museus favoritos na sua cidade?
Não existe obra de arquitetura em que não se busque obter a maior produtividade possível durante o processo construtivo. No entanto, essa rapidez pode ser contraproducente se não tivermos a segurança de que cada parte do projeto está sendo construída de forma ideal.
No caso do concreto, a escolha do tipo de solução construtiva é fundamental na busca por eficiência no momento de executar a obra, tornando-se ainda mais relevante quando queremos evitar que essa produtividade comprometa a execução correta do projeto arquitetônico original, tanto estrutural quanto formalmente.
Como erguer uma casa de concreto em apenas um dia? A produtividade e o bom projeto são compatíveis ao utilizar esse material? Comparamos o rendimento do concreto tradicional com o Producret, concreto de alta fluidez e coesividade, e obtivemos 7 conclusões que nos permitem responder positivamente a essas perguntas.
O modelo de negócios tradicional da arquitetura é amplamente dominado pelos honorários associados ao projeto e à construção. A estrutura real de cobrança talvez seja um debate à parte, mas depender desse tipo de receita tem sido (e provavelmente continuará sendo) um modelo eficiente e bem-sucedido para a maioria no setor. No entanto, e se houvesse outro mercado a ser explorado para gerar uma receita passiva e adicional para o seu escritório?
Há muito tempo existe um estigma compreensível associado a projetos residenciais de catálogo. A maioria desses projetos carece de qualquer relação com o terreno, de personalização e até de qualidade de design. Embora o mercado de projetos padronizados esteja relativamente saturado, o potencial inexplorado reside justamente na intersecção desse modelo com a prática arquitetônica profissional.
A seguir, apresentamos três maneiras de começar a reverter o estigma associado à venda de projetos online, proporcionando ao seu escritório de arquitetura ou design uma fonte de receita adicional.