Diante do envelhecimento da população mundial, prevê-se uma das transformações sociais mais significativas do século XXI. A concepção de pátios, jardins, terraços e demais áreas verdes em estabelecimentos destinados à terceira idade traz a oportunidade de fomentar o encontro, a participação em diversas atividades coletivas e a consolidação de espaços de reunião, buscando reduzir a solidão entre as pessoas idosas e potencializar o bem-estar e a interação social em contato com a natureza. Como é possível criar ambientes construídos adaptados às pessoas idosas e suas necessidades?
O Concurso MICROHOME 2025 da Buildner está de volta, oferecendo uma premiação recorde de 100.000 EUR para celebrar soluções sustentáveis e inovadoras em habitação compacta. Patrocinado pela Kingspan, este concurso global convida arquitetos/as, designers e mentes criativas a redefinirem o conceito de microcasas.
Inscreva-se antes do prazo final em 13 de fevereiro de 2025.
Gazeley Regional Distribution Centre. Imagem cortesia de Kingspan
O isolamento desempenha um papel essencial nas edificações atuais — seja para proporcionar eficiência térmica visando reduzir a demanda de energia e mitigar as emissões de carbono, seja para atenuar a transmissão de ruídos e garantir o conforto acústico. Cada edificação apresenta requisitos específicos em relação ao tipo de isolamento necessário para pisos, coberturas, tetos e paredes. Para atender a essas diferentes demandas, a Kingspan desenvolveu uma gama de soluções holísticas de isolamento adequadas ao futuro do ambiente construído.
De produtos com menor pegada de carbono incorporado a materiais de base biológica, a redução do impacto ambiental é uma área de crescente importância. Ao mesmo tempo, a necessidade urgente de melhorar a eficiência térmica de edifícios existentes muitas vezes exige tecnologias de isolamento que possam se integrar às estruturas atuais sem demandar espessuras excessivas. Para sistemas de revestimento, a reação ao fogo pode ser tão importante quanto a condutividade térmica, enquanto para painéis acústicos que integram a decoração interna, a estética é tão crucial quanto a absorção sonora.
A linha tênue entre arte e ofício, criatividade e funcionalidade, expressão pessoal e demandas sociais ou industriais é um limite que a arquitetura navega com extremo cuidado. Essa dualidade é cada vez mais moldada pela necessidade urgente de enfrentar os desafios ambientais. Na vanguarda dessa evolução estão os materiais e sistemas construtivos, os blocos de construção essenciais do projeto e da execução. Historicamente, a arquitetura dependia de matérias-primas naturais como madeira, pedra e metais, que definiam os espaços construídos, mas frequentemente sobrecarregavam os ecossistemas. Hoje, a disciplina parece passar por uma transformação profunda, indo além da mitigação de impactos negativos para promover ativamente a regeneração do planeta.
De materiais regenerativos que integram biologia e engenharia a princípios de economia circular que redefinem o uso de recursos, passando por abordagens híbridas que mesclam métodos tradicionais com tecnologia de ponta, essas inovações estão redesenhando as bases do ambiente construído. Neste artigo, recapitamos os principais avanços do ano em materiais e sistemas construtivos, mostrando como estão conduzindo a arquitetura em direção a um futuro sustentável. Seja por meio de materiais que sequestram carbono, de sistemas projetados para desmontagem e reutilização, ou de tecnologias que fundem a natureza à engenharia, esses desenvolvimentos ressaltam o papel essencial que os materiais e sistemas construtivos desempenham na criação de um mundo regenerativo, resiliente e consciente de seus recursos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140443/adaptar-respirar-regenerar-vislumbrando-um-novo-capitulo-nos-materiais-arquitetonicosArchDaily Team
A arquitetura residencial em ambientes naturais apresenta um distanciamento claro em relação ao desenho urbano. Diferentemente dos contextos densamente povoados e artificiais das cidades, aqui o cenário se desloca para uma paisagem natural preexistente, muitas vezes sutil. Isso exige uma abordagem mais sensível e integrada, que prioriza a harmonia com o entorno em vez do domínio sobre ele. A exploração de projetos conceituais nesse campo pode ajudar a promover uma compreensão mais profunda de práticas construtivas sustentáveis, da escolha de materiais adequados ao contexto ecológico e da integração delicada da habitação humana em ecossistemas preexistentes.
A cada mês, a equipe de curadoria do ArchDaily seleciona uma coleção de projetos conceituais enviados por nossos leitores e leitoras, organizados em torno de um tema ou programa. Esses projetos são desenvolvidos por escritórios de arquitetura de pequeno e grande porte de todo o mundo e enviados abertamente para a plataforma ArchDaily, formando assim uma comunidade global de profissionais que compartilham seus trabalhos — sejam eles puramente conceituais, propostas de concursos ou fases iniciais de projeto. As submissões estão abertas a todas as pessoas. Se quiser contribuir, envie seu trabalho seguindo as instruções aqui.
O conceito de arquitetura de baixa tecnologia reconhece o impacto das tecnologias e práticas construtivas intensivas em carbono e propõe uma alternativa: a redescoberta de soluções práticas, racionais e localmente adaptadas que dependem de estratégias de projeto inteligentes, em vez de sistemas de alto consumo energético, para garantir um ambiente seguro e confortável. Longe de ser um retrocesso, o conceito permanece aberto a inovações, mas busca reequilibrar a dependência da indústria em relação à mecanização. Dessa forma, privilegia-se uma arquitetura de menos componentes, com dependência minimizada de soluções de alta tecnologia e preferência por materiais com baixo carbono incorporado.
A manipulação e a combinação de materiais são buscas constantes na arquitetura. Isso não apenas ampliou as possibilidades construtivas, mas também permitiu a criação de formas e estéticas singulares a partir de uma mesma materialidade. Um exemplo disso é o cimento Portland, elemento essencial na mistura de água e agregados que compõem o concreto, que viabiliza a criação tanto de elementos estruturais quanto decorativos. Paralelamente, como resultado da pesquisa por materiais inovadores, o fibrocimento surgiu (inventado por Ludwig Hatschek) no final do século XIX, combinando cimento Portland, materiais de origem mineral e fibras de celulose.
Atualmente, o fibrocimento — caracterizado por qualidades técnicas fundamentais como esbeltez, leveza, durabilidade e flexibilidade estética — destaca-se em diversas aplicações ligadas ao design, que vão do mobiliário a sistemas de fachadas. É nestas últimas que o material assume expressões notáveis, graças às suas texturas, incombustibilidade, resistência à chuva e maleabilidade. Por esse motivo, elaboramos um guia de projeto que aborda o uso do fibrocimento, explorando os princípios a serem considerados no detalhamento de fachadas, no que diz respeito à sua materialidade, dimensões, paginação, detalhes e aplicações especiais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140445/guia-de-projeto-trabalhando-com-fachadas-de-fibrocimentoEnrique Tovar
Embora o trabalho híbrido e a flexibilidade de horários sejam as formas mais evidentes de melhorar esse equilíbrio para muitos, a perda de interações sociais e a falta de espaço ou funcionalidade em ambientes de home office pouco produtivos fazem com que a maioria dos jovens de 16 a 24 anos constitua a única faixa etária que prefere trabalhar presencialmente no escritório.
Com ênfase em potencializar a paisagem de maneira respeitosa e amigável ao meio ambiente, o processo criativo e arquitetônico do iHouse estudio, escritório de arquitetura com sede em Montevidéu, Uruguai, propõe uma forma de viver em contato com a natureza integrando um sistema construtivo industrializado. A partir do desenvolvimento de um design sustentável, seu objetivo central é contribuir para a preservação do meio ambiente. Além disso, ao reduzir o consumo de energia, aproveitar os recursos naturais de forma eficiente e realizar uma gestão adequada da água, buscam promover a saúde e o bem-estar dos habitantes, proporcionando amplos benefícios tangíveis no seu habitar diário.
A Índia é frequentemente reconhecida por sua próspera indústria de tecnologia, com a reputação de formar um número expressivo de profissionais qualificados no setor a cada ano. Esse cenário atraiu um ecossistema tecnológico dinâmico que atrai cada vez mais empresas globais para estabelecer operações no país. A ascensão dos parques tecnológicos tornou-se uma estratégia fundamental para canalizar esses talentos e recursos, cultivando um ambiente propício à inovação. Qual é o impacto desses parques tecnológicos na paisagem urbana das cidades indianas?
O mundo pós-pandemia passou por transformações em diversos aspectos, entre os quais o turismo urbano e as novas modalidades de viagem. Com a ascensão do trabalho remoto e freelance, muitas pessoas agora têm a liberdade de se deslocar entre cidades sem a necessidade de estabelecer uma residência fixa. Isso transformou bares, restaurantes e cafés em mais do que simples espaços de consumo: agora eles funcionam como escritórios temporários e, em muitas ocasiões, cenários para as mais diversas atividades.
Por outro lado, as lojas e espaços de varejo evoluíram para oferecer mais do que a simples venda de produtos ou serviços. Eles se tornaram parte de uma experiência de consumo integrada, que se conecta emocionalmente com o público.
Guarda-corpos e quebra-ventos desempenham um papel fundamental na arquitetura contemporânea, combinando segurança, funcionalidade e apelo estético. Esses sistemas são cruciais para proteger espaços elevados, como varandas, terraços e escadas, incorporando materiais como vidro laminado temperado, aço inoxidável, alumínio e sistemas inovadores de fixação. Isso garante transparência e vistas desobstruídas sem comprometer a segurança. Além disso, contam com opções personalizáveis, incluindo perfis de acabamento superior, corrimãos e iluminação integrada, permitindo que arquitetos e arquitetas criem espaços únicos e de forte impacto visual que atendem a objetivos tanto práticos quanto estéticos.
Em essência, um sistema de guarda-corpo consiste em um conjunto de componentes cuidadosamente projetados, em que cada elemento desempenha um papel vital para garantir a segurança e a estética. Para além do impacto visual desejado, esses sistemas devem ser altamente confiáveis e seguros para cumprir sua função primordial. No cerne do sistema estão os componentes de fixação, que fornecem suporte e direcionamento, com opções de preenchimento — como painéis de vidro, barras, tubos ou cabos — que equilibram segurança e estilo. Os perfis de base (base shoes), uma tipologia de guarda-corpo, fixam os painéis de fechamento de vidro diretamente à estrutura, garantindo durabilidade e precisão. Os corrimãos opcionais podem ser montados em montantes ou fixados diretamente no vidro, enquanto os perfis superiores (top rails) oferecem um toque estético, ao mesmo tempo em que protegem a borda superior do vidro e auxiliam no seu alinhamento.
Diante das rápidas transformações do cenário profissional contemporâneo, o escritório deixou de ser um ambiente estático. À medida que as empresas consolidam modelos de trabalho híbridos e equipes flexíveis, a demanda por espaços de trabalho adaptáveis e focados nas pessoas nunca foi tão premente. Em colaboração com a Foster + Partners Industrial Design, a UniFor respondeu a essa transição com a coleção XYZ, uma série de mobiliários modulares e versáteis projetados para atender às necessidades dinâmicas dos escritórios atuais.
A coleção é composta por três produtos principais: o X Shelving System, a Y Table, e a Z Desk — cada um deles desenvolvido para dar suporte a diferentes modos de trabalho, mantendo uma linguagem visual coesa e harmoniosa.
Água e iluminação natural? À primeira vista, parecem conceitos distantes: um é tangível, enquanto o outro — embora intangível — se manifesta através de seus efeitos e qualidades perceptíveis. Ambos são recursos potentes e recorrentes no projeto de arquitetura, muitas vezes empregados apenas com fins compositivos. No entanto, no contexto de piscinas cobertas, essa combinação costuma ser orientada de forma estritamente funcional, priorizando a "proteção" contra estímulos externos. Essa abordagem unidimensional pode limitar a interação dinâmica entre a água e a luz natural, resultando em desafios estéticos, funcionais e operacionais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140438/veja-como-elevar-o-nivel-de-piscinas-cobertas-com-solucoes-de-iluminacao-naturalEnrique Tovar
Robert Wilson encarna as funções de direção, cenografia, design de iluminação e arquitetura em uma única figura. Internacionalmente aclamado como pioneiro da iluminação cênica e agraciado com inúmeros prêmios de prestígio, incluindo o Leão de Ouro da Bienal de Veneza e o Praemium Imperiale, Wilson, atualmente com mais de oitenta anos, continua a viajar pelo mundo encenando produções extraordinárias. Seu uso da luz e da cor é marcado pela precisão e pelo minimalismo, criando cenas que oscilam habilmente entre a quietude e o drama. Durante os ensaios no Düsseldorf Schauspielhaus, ele detalha a relação entre palco e arquitetura, seu processo criativo e o profundo impacto da luz sobre a escuridão.
Com a aceleração da urbanização global, a demanda por estratégias inovadoras de desenvolvimento urbano e construção é mais urgente do que nunca, visto que se estima que 80% da população mundial viverá em cidades até 2080 — especialmente no Oriente Médio, na África e no Sul da Ásia. De 26 a 29 de novembro, o Big 5 Global, em conjunto com os eventos integrados LiveableCitiesX, GeoWorld e Future FM, sediará cinco cúpulas estratégicas, reunindo 1.500 líderes dos setores público e privado para moldar o futuro das comunidades urbanas.
Telhados inclinados e lotes em patamares ou encostas estão entre as soluções mais antigas — e ainda assim altamente funcionais — para a dispersão, o redirecionamento de águas pluviais e o controle da erosão. Embora a maioria das construções atuais ainda opte por coberturas tradicionais, planas ou inclinadas, os avanços nos materiais e técnicas construtivas vêm permitindo uma maior exploração projetual e variações de layout. Com isso, observa-se o aumento de telhados verdes, soluções de isolamento passivo e usos mais inovadores das coberturas. Um exemplo notável é a recorrência de coberturas escalonadas ou em terraço, que costumam estabelecer uma continuidade suave com o terreno, além de oferecer espaços funcionais adicionais ao projeto.
Em apenas uma hora, a Terra recebe mais energia solar do que o mundo consome em um ano — e os telhados solares surgem para aproveitar esse potencial. Esses painéis de alta tecnologia e design minimalista estão revolucionando nossa relação com a energia, gerando eletricidade limpa capaz de reduzir a pegada de carbono em até 80% e economizar milhares nas contas de energia. Além de se tornarem mais eficientes e duráveis, os painéis solares se integram perfeitamente à arquitetura moderna, transformando residências em verdadeiras usinas de energia.
Costuma-se dizer que as tendências sempre voltam, mas o granilite parece ser a exceção — nunca saindo de moda, de fato. Com uma longa tradição artesanal, o granilite tem mantido sua relevância ao longo dos séculos, adaptando-se continuamente às novas expressões criativas. Seja em residências, restaurantes ou bibliotecas, o material demonstra uma versatilidade notável, oferecendo uma combinação única de qualidades técnicas, estética granulada e apelo atemporal. À medida que evolui, o granilite se adapta às normas construtivas modernas e à crescente conscientização ambiental, garantindo sua relevância na arquitetura e no design contemporâneos, ao mesmo tempo em que amplia o leque de soluções sustentáveis.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140460/ampliando-a-gama-de-materiais-sustentaveis-a-chegada-do-granilite-de-base-biologicaEnrique Tovar
No turbilh&ilhão do dia a dia, a grande maioria dos centros urbanos se transforma para dar lugar a novas funções e/ou necessidades de suas populações, que buscam melhorar, renovar ou atualizar as infraestruturas, equipamentos, redes e espaços que viabilizam a vida em comunidade. Com o passar do tempo, diversas edificações que outrora cumpriam funções importantes de proteção ou abrigo começam a se tornar obsoletas. Contudo, o legado patrimonial que deixam testemunha a passagem do tempo e oferece um relato vivo de sua história, colaborando para a consolidação da identidade e para o reconhecimento de um sentimento de pertencimento.
Bali, frequentemente chamada de "Ilha dos Deuses", é conhecida pela harmonia singular entre o microcosmo da vida humana e o macrocosm do meio ambiente. Esse delicado equilíbrio está profundamente enraizado em sua arquitetura tradicional, que reflete a sinergia entre elementos culturais, religiosos e ambientais. Com uma população de aproximadamente quatro milhões de habitantes, Bali é a única província de maioria hindu na Indonésia. Embora apenas 1,7% da população total do país pratique o hinduísmo, 87% dos moradores de Bali seguem essa fé. Ao longo dos séculos, a arquitetura balinesa evoluiu sob a influência da antiga cultura Bali Aga, do Reino de Majapahit, da colonização holandesa, de fluxos migratórios e da ascensão do turismo global. Quem visita a ilha se encanta não apenas pelos templos e belezas naturais, mas também por seus estilos arquitetônicos em constante evolução, que buscam preservar a essência cultural do lugar.
Viajar por terra pelas vastas extensões regionais dos países africanos sempre foi uma provação ineficiente, sobretudo na África Ocidental. O Google Maps estima, de forma otimista, que seriam necessárias 53 horas de condução ininterrupta para ir de Lagos, a maior cidade da Nigéria, a Dakar, capital do Senegal. No entanto, essa estimativa ignora a precária infraestrutura rodoviária, as complexas travessias de fronteira e os desafios socioeconômicos que, na realidade, estendem a viagem para cerca de uma semana.
Por essa razão, o projeto em andamento da Rodovia Costeira Trans-Oeste-Africana surge como uma grande oportunidade para conectar e liberar o potencial da região. Essa iniciativa, também conhecida como TAH 7, é uma rodovia transnacional que interliga 12 nações costeiras da África Ocidental, da Mauritânia, no noroeste, à Nigéria, no leste. Sua construção gradual abre novos caminhos para o transporte de cargas, infraestrutura ferroviária e, acima de tudo, formas inovadoras de arquitetura nas regiões de fronteira, respondendo às suas funções socioculturais singulares.
Modelo para a reconfiguração de Richmond, Califórnia, do estúdio introdutório do primeiro semestre do MUD da UC Berkeley. Imagem: Cortesia do College of Environmental Design, UC Berkeley
Quinze estudantes do programa de Master of Urban Design da UC Berkeley observavam enquanto agricultores/as, proprietários/as de pequenas empresas, funcionários/as de órgãos governamentais, representantes de povos indígenas e cidadãos/ãs interessados/as entravam no salão de exposições do John Steinbeck Center. Durante meses, o grupo desenvolveu propostas para um agroturismo dinâmico no Vale de Salinas, na Califórnia. No entanto, não esperavam que tantas pessoas comparecessem para assistir às suas apresentações.
“Havia um grande entusiasmo para ver o nosso trabalho. Foi uma experiência ao mesmo tempo de humildade e de empoderamento perceber que podemos gerar um impacto real na vida das pessoas através do desenho urbano”, lembra uma das pessoas que participaram do projeto como estudante.
Hoje, o uso que fazemos do espaço — e, por extensão, o nosso espaço construído — abrange uma variedade de funções, dimensões e configurações. No entanto, uma característica fundamental se destaca: a flexibilidade e o design multiuso. Isso marca uma transição em relação ao modelo tradicional, no qual os ambientes eram rigidamente definidos por suas funções, com áreas distintas para trabalhar, descansar ou socializar, separadas por paredes fixas e sólidas. Um exemplo emblemático dessa mudança são as paredes retráteis de dobramento vertical da Skyfold. Com mais de 10.000 instalações, as paredes móveis da Skyfold redefinem os limites espaciais e aumentam a versatilidade, permitindo ajustes dinâmicos que respondem rapidamente às necessidades em constante evolução. Sua ampla adoção reforça sua eficácia em responder aos desafios dos interiores contemporâneos e do projeto de arquitetura.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140322/alcancando-precisao-no-design-flexivel-o-caminho-para-as-100-paredes-dobraveis-verticais-skyfoldEnrique Tovar