No extremo sul de Viena, um conjunto de terraços monumentais ergue-se sobre a paisagem urbana, com varandas escalonadas repletas de vegetação em cascata e coberturas coroadas por piscinas. Trata-se do Wohnpark Alterlaa, um dos projetos de habitação social mais ambiciosos da Europa do pós-guerra. Projetado pelo arquiteto austríaco Harry Glück e construído entre 1973 e 1985, o complexo fundamentou-se em um princípio provocativo: a habitação municipal não deve apenas fornecer abrigo acessível, mas também oferecer os prazeres e as comodidades normalmente reservados aos mais ricos.
Com mais de 3.000 apartamentos que abrigam quase 9.000 residentes, Alterlaa foi concebido como uma cidade dentro da cidade. Paralelamente às suas torres residenciais, o complexo incorpora lojas, escolas, serviços médicos e instalações culturais, garantindo que a vida cotidiana possa se desenrolar inteiramente dentro de seus limites. O projeto reflete um momento de otimismo na política urbana de Viena, quando a habitação era entendida como infraestrutura para o bem-estar coletivo, e não como mercadoria.
Na construção civil, cada tarefa requer ferramentas específicas e cada necessidade, uma solução particular. Aspectos como a tipologia do edifício, os requisitos construtivos, a geração de resíduos, os tempos de execução e o contexto influenciam diretamente a qualidade e a complexidade da obra, o que torna fundamental basear as decisões de especificação nesses fatores. Os métodos tradicionais podem dificultar o processo devido à sua rigidez e limitações, tornando necessário recorrer a abordagens mais eficazes e flexíveis que se adaptem às demandas específicas de cada projeto. Isso é comum em obras residenciais, hotéis e hospitais, onde a rapidez e o desempenho são essenciais. Nesses casos, as soluções leves e a seco —que utilizam placas de Volcanita ou fibrocemento sobre estruturas metálicas leves— representam uma alternativa eficaz e de alto desempenho, melhorando a funcionalidade e, consequentemente, a experiência do/a usuário/a.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142752/guia-para-especificar-solucoes-construtivas-sustentaveisEnrique Tovar
Formuladores/as de políticas urbanas e incorporadores/as qualificam, cada vez mais, seus projetos como temporários, testando parques temporários, instalações artísticas e estruturas provisórias em cidades de todo o mundo. Essas iniciativas costumam ser apresentadas como intervenções experimentais voltadas à ativação de terrenos ociosos. Na prática, contudo, elas frequentemente funcionam como estratégias provisórias para gerir terras subutilizadas até que formas mais lucrativas de desenvolvimento se concretizem. O rótulo do temporário funciona como uma camuflagem urbana, ocultando agendas permanentes sob uma retórica provisória.
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Vencedor do Primeiro Prêmio: Edge of presence. Imagem cortesia de Buildner
A Buildner anunciou os resultados do Re-Form: New Life for Old Spaces, um concurso internacional de ideias que investiga o reuso adaptativo de edificações existentes em pequena escala. O certame convidou profissionais de arquitetura e design a propor transformações de estruturas usadas, abandonadas ou negligenciadas com uma área de implantação aproximada de 250 metros quadrados, localizadas em qualquer parte do mundo. Sem terreno ou programa predefinidos, estimulou-se a busca por alternativas à demolição e a novas construções por meio de estratégias de reuso fundamentadas em preocupações sociais e ambientais contemporâneas.
Por ser um concurso de formato aberto, o Re-Form priorizou a sustentabilidade, a viabilidade e o impacto comunitário em detrimento de restrições formais ou tipológicas. As propostas enviadas variaram de inserções urbanas precisas a intervenções rurais mais especulativas, refletindo uma ampla gama de abordagens no trabalho com o tecido preexistente. Muitos projetos focaram em como espaços limitados e, frequentemente, marginais poderiam ser reativados para viabilizar novas formas de uso coletivo, respondendo simultaneamente a condicionantes materiais, climáticas e ecológicas.
Por muito tempo, a arquitetura foi entendida como uma atividade essencialmente individual, dependente da figura de um gênio criativo e centrada na habilidade de resolver problemas por meio do desenho. Com o tempo, essa imagem começou a se desgastar. O protagonismo outrora concentrado em poucos nomes atingiu seu auge na era dos *starchitects* e, gradualmente, passou a se distribuir entre escritórios, coletivos e equipes multidisciplinares. Hoje, profissionais da arquitetura expandem suas fronteiras para outros campos, como gastronomia, música, design e o ambiente corporativo, aplicando o pensamento espacial para enfrentar desafios de diversas naturezas. À medida que as crises sociais, ambientais e políticas se aprofundam, o papel do/a arquiteto/a continua a evoluir, deixando de lado a autoria solitária para se consolidar em uma atuação baseada na mediação, no ativismo e na agência coletiva de transformação. Essa mudança reflete um despertar ético e o reconhecimento de que o projeto, a regulamentação e o cuidado são dimensões indissociáveis da prática contemporânea.
Mais um ano se passa e celebramos mais uma edição de sucesso do ArchDaily China Building of the Year Awards! Mais uma vez, a premiação se consolida como o maior prêmio de arquitetura baseado na opinião do público. Em um processo de escolha coletiva, os projetos mais relevantes do ano foram indicados e selecionados por nosso público leitor.
O China Building of the Year Awards 2025 é apresentado por Dornbracht, marca reconhecida por seus designs de vanguarda para arquitetura, presentes em banheiros e cozinhas de prestígio internacional.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142738/vencedores-do-premio-archdaily-china-obra-do-ano-2025韩爽 - HAN Shuang
A arquitetura jamais deixará de buscar a funcionalidade, pois nela reside um de seus princípios essenciais. A essa condição somam-se fatores como a estética e a operacionalidade, que também influenciam na valorização do design contemporâneo. Com o tempo, o conceito de funcionalidade evoluiu, estendendo-se para além da resolução e da eficiência, vinculando-se à criação de experiências. Assim, a qualidade de um ambiente depende tanto de seu design quanto da forma como seus elementos e sistemas se articulam para gerar uma experiência global de habitar. Inovar, nesse sentido, implica conceber ambientes fluidos e intuitivos, onde cada componente contribui para que a vivência seja natural e segura, algo especialmente relevante em espaços de uso cotidiano como os banheiros.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142739/do-funcional-ao-sensorial-como-se-projeta-a-experiencia-de-um-banheiro-sem-contatoEnrique Tovar
Para quem a visita pela primeira vez, Mumbai se apresenta como um caleidoscópio de sobrecarga sensorial. Sob a perspectiva arquitetônica, a cidade peninsular abriga inúmeros estilos. A identidade arquitetônica de Mumbai emerge de séculos de intercâmbio cultural e influência colonial. O que torna essa experiência diferente daquela de outras cidades históricas é a densidade e a proximidade em que ocorrem as justaposições.
Há mais de 125 anos, a Tarkett fabrica pisos de linóleo com base em sua formulação original de 1898. Reconhecido por profissionais de arquitetura em todo o mundo, este revestimento natural é uma referência em sustentabilidade, durabilidade e design atemporal. Hoje, o Linóleo Tarkett é conhecido não apenas por sua tradição, mas também por sua aplicação inovadora na arquitetura contemporânea — especialmente no setor educacional. Saiba mais sobre o impacto de Lino Materiale da Tarkett nos espaços contemporâneos.
O que as nossas edificações existentes podem nos ensinar sobre como construir para o futuro? Em uma época de recursos escassos, cresce a demanda para que profissionais de arquitetura dialoguem—com o local, com sua história e com o potencial inexplorado do que já está de pé. Em vez de optar imediatamente pela demolição e por uma nova construção, o futuro da arquitetura pode residir na descoberta de possibilidades de inovação em edifícios que já resistiram ao teste do tempo.
Acompanhando uma tendência mais ampla nos espaços arquitetônicos, os banheiros deixaram de ter funções estritamente utilitárias para se tornarem ambientes integrados a sistemas inteligentes, nos quais parâmetros físicos, cognitivos e sensoriais são considerados no desenvolvimento de soluções espaciais. No entanto, vale sempre lembrar que a tecnologia de ponta nem sempre garante uma experiência melhor. Embora a automação de alto padrão e os controles digitais ofereçam recursos impressionantes, costumam ser os recursos sutis e fáceis de usar — aqueles que parecem intuitivos, e não intrusivos — que deixam uma impressão duradoura. São essas inovações silenciosas que elevam as rotinas diárias sem complicá-las desnecessariamente. A adoção da ergonomia centrada no usuário e na usuária — uma abordagem de design que toma as necessidades e limitações humanas como ponto de partida — tem norteado a criação de componentes que respondem de forma adaptativa à presença, ao comportamento e às preferências de quem os utiliza. Tecnologias como bacias sanitárias com funções automatizadas, torneiras acionadas por proximidade, caixas de descarga embutidas e controles intuitivos de temperatura não apenas aumentam o conforto e a acessibilidade, mas também contribuem para uma gestão mais eficiente dos recursos hídricos e energéticos.
Por trás de camadas de gesso, tinta e acabamentos, esconde-se uma complexa rede de tubulações, conduítes elétricos, vigas e outros elementos estruturais que fazem um edifício funcionar e se manter de pé, mas que permanecem invisíveis aos olhos do dia a dia. Nessas camadas, acumulam-se vestígios de diferentes épocas: sistemas substituídos, adaptações improvisadas e soluções técnicas que um dia responderam a contextos e urgências específicas. No reuso adaptativo, o maior desafio costuma começar antes mesmo do início das obras: compreender o que está por trás das paredes quando há pouca ou nenhuma documentação confiável disponível. Durante uma reforma, surpresas agradáveis ou desagradáveis são inevitáveis. O inesperado faz parte do processo, mas também representa fatores de custo, atraso e risco que frequentemente desestimulam investidores e profissionais a se envolverem nesse tipo de projeto.
Situado em meio à profusão de pavilhões nacionais grandiosos e cuidadosamente projetados no Giardini della Biennale, na cidade italiana de Veneza, encontra-se uma estrutura projetada por aquele que talvez seja o arquiteto moderno mais conhecido da região. Localizado entre os pavilhões da Rússia e da Suíça, o Pavilhão da Venezuela é de autoria de Carlo Scarpa. Em muitos aspectos, o edifício sintetiza a abordagem projetual de seu arquiteto, embora apresente idiossincrasias próprias. Construído para a mais importante exposição bienal de arte da Europa, o pavilhão integra um conjunto de estruturas modernistas que sucederam as primeiras edificações, de caráter mais classicista. Esta é a sua história.
Este concurso internacional convidou arquitetos/as, artistas e designers a criarem esculturas públicas visionárias que refletissem o rico patrimônio cultural e as ambições futuras da Arábia Saudita. À medida que o Reino passa por uma profunda transformação sob a chancela da Vision 2030, esta iniciativa — organizada em parceria com a Iniciativa Mujassam Watan — buscou propostas que dialogassem tanto com a história quanto com o futuro, a tradição e a inovação no espaço público.
O fenômeno conhecido na biologia como evolução convergente descreve como espécies distantes podem desenvolver estruturas semelhantes ao enfrentarem desafios comparáveis. Golfinhos e ictiossauros, por exemplo, são separados por milhões de anos de história evolutiva, mas ambos desenvolveram corpos hidrodinâmicos quase idênticos. A arquitetura tem seus próprios paralelos: as estruturas em pórtico (A-frame) surgiram de forma independente tanto nos Alpes europeus quanto no Japão, mesmo sem intercâmbio cultural direto, como respostas espontâneas à neve, ao vento e à escassez de recursos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142786/tendencias-arquitetonicas-convergentes-em-2025-circularidade-biomateriais-e-design-consciente-de-carbonoArchDaily Team
Encontrar as ferramentas certas para representar a ideia de um projeto ou executar uma obra continua sendo um desafio constante para profissionais de arquitetura e design. Embora softwares de desenho, modelagem 3D e cálculo tenham aumentado a precisão e a eficiência, muitos/as arquitetos/as continuam utilizando ferramentas legadas aprendidas na academia ou na prática — ferramentas que parecem familiares, mas que não oferecem necessariamente a melhor experiência de projeto. De interfaces sobrecarregadas e fluxos de trabalho travados a plug-ins infinitos e ao vaivém constante entre softwares desconectados, as ferramentas tradicionais de projeto costumam revelar sua complexidade e fragmentação.
Residência Privada em Varese / Franzetti Primi Architetti Associati
A matemática nos mostra como, a partir de apenas alguns elementos, podemos gerar combinações quase infinitas e como cada novo arranjo pode transformar completamente o conjunto original. Teorias como as do caos e da complexidade apontam na mesma direção: pequenas variações iniciais, como uma escolha, um desvio ou um novo elemento, podem desencadear mudanças profundas e inesperadas. Na arquitetura, isso se manifesta de forma concreta no cotidiano de profissionais de projeto. A escolha dos materiais e a forma como são combinados pode parecer uma decisão meramente estética ou funcional, mas tem o poder de redefinir a linguagem de um edifício, o rumo do projeto e sua relação com o entorno e seus habitantes.
A cultura é o conjunto de saberes e práticas que as pessoas utilizam para se expressar e, de forma coletiva, dar sentido ao mundo. Como lembra a filósofa brasileira Marilena Chauí, a palavra deriva do latim colere, que significa "cuidar de". Nesse sentido, a agricultura significa o cuidado com o solo, enquanto os cultos religiosos representam o cuidado com os deuses. Em sua essência, a cultura é a criação de universos simbólicos, expressos por meio de diferentes linguagens — incluindo a arquitetura — que tecem conexões através do tempo. Ela salvaguarda as memórias do passado ao mesmo tempo que abre novas possibilidades para o futuro.
Este mês, o ArchDaily explora A Arquitetura da Cultura Hoje, propondo uma pergunta central: de que maneira a arquitetura molda a forma como a cultura é produzida, consumida e vivenciada? Este tema examina como a arquitetura ao mesmo tempo molda e responde à vida cultural — desde a permanência de museus, teatros e bibliotecas até a efemeridade de pavilhões, instalações e plataformas virtuais. O foco abrange o papel do/a arquiteto/a na curadoria, cenografia e design de exposições, bem como a representação de espaços culturais no cinema e em meios digitais.
"Divers" de David Martin no Complexo da Cascata de Yerevan. Imagem por Besides the Obvious via Shutterstock.
Situada entre os picos majestosos do Cáucaso e as paisagens fascinantes do Oriente Próximo, a Armênia é uma nação pequena, mas intensamente orgulhosa, moldada por montanhas escarpadas e vulcões antigos. Sendo um dos países mais antigos do mundo, suas raízes remontam ao século VI a.C., situando-se no cruzamento de impérios—persa, romano, bizantino e otomano. No entanto, ao longo de séculos de transformações, a Armênia preservou sua identidade singular, esculpida em seu idioma, em sua arquitetura e em suas ricas tradições culturais—o que lhe rendeu o título evocativo de "a terra das pedras".
No campo da arquitetura e da construção, o conceito de reutilização de materiais está vinculado à economia circular e à redução da pegada de carbono, em busca de consolidar um futuro mais sustentável e responsável. Ao incorporar práticas de reciclagem, recuperação, restauração e/ou reutilização de materiais de demolição, o aproveitamento de recursos aliado à redução do consumo de energia viabiliza a experimentação com técnicas, aplicações e novas materialidades que celebram a memória dos espaços e, ao mesmo tempo, dão nova vida tanto a interiores quanto a exteriores.
A arquitetura evolui, sobretudo na forma como reflete as relações entre as pessoas, seu comportamento e o ambiente. Mesmo variações sutis nessas dinâmicas podem influenciar nossa maneira de pensar e viver em comunidade. Segundo o Banco Mundial, atualmente 56% da população vive em ambientes urbanos, e estima-se que até 2050 esse número chegue a 70%. Essa projeção reflete a velocidade e a magnitude do crescimento urbano, impondo desafios para arquitetos/as e escritórios de design — desde a viabilidade das edificações até a sustentabilidade do ambiente construído, englobando a arquitetura residencial e outras tipologias que influenciam a vida cotidiana.
https://www.archdaily.com.br/pt/1142781/estudos-de-caso-em-habitacao-centrada-na-comunidade-design-residencial-inovadorEnrique Tovar
Shenzhen é a primeira Zona Econômica Especial (ZEE) da China, servindo como uma janela para a Reforma e Abertura do país e como uma cidade de imigrantes em ascensão. A cidade evoluiu para uma metrópole internacional influente e moderna, criando a mundialmente famosa "Velocidade de Shenzhen" e conquistando a reputação de "Cidade do Design". O projeto arquitetônico se destaca como a expressão mais intuitiva do espírito de integração e inovação de Shenzhen. Ao longo da última década (2015-2025), o desenvolvimento da arquitetura urbana em Shenzhen integrou-se estreitamente ao seu caráter urbano aberto e inclusivo, às suas vantagens ecológicas de estar situada entre as montanhas e o mar, e ao espírito local de fundir a cultura tradicional com a tecnologia inovadora, revelando o charme singular e a forte vitalidade de Shenzhen sob múltiplas dimensões.
O que significa construir com cuidado, utilizando aquilo que os outros deixam para trás? Essa pergunta molda o trabalho do Matter Matters Lab, uma iniciativa fundada pela arquiteta e pesquisadora Catherine Söderberg Esper durante o isolamento da pandemia. A partir de experiências multiculturais e motivada por uma transformação pessoal durante a maternidade, Catherine começou a investigar resíduos cotidianos como matéria-prima para sistemas construtivos regenerativos. Seu primeiro experimento consistiu em colar seus próprios cabelos cortados usando cola branca, dando início a uma abordagem radicalmente íntima e artesanal. Desde então, o laboratório tem se concentrado em transformar resíduos orgânicos em materiais arquitetônicos de baixo impacto, inspirando-se em sistemas de conhecimento indígenas e buscando romper com modelos extrativistas na construção civil. Projetos como os Avocado Bricks, feitos a partir de caroços de abacate descartados, exemplificam essa abordagem local, circular e enraizada na ideia de reciprocidade entre matéria, lugar e cuidado, oferecendo uma nova maneira de construir com resíduos.
Impresión de paredes exteriores. Image Cortesía de XWG Archi Studio at Tsinghua University
Segundo a empresa de análise Gartner, as vendas de impressoras 3D dispararam 75% por volta de 2014; no entanto, essa tecnologia ainda segue apresentando um forte crescimento. Embora existam múltiplos debates no campo da arquitetura sobre se a impressão 3D pode ser considerada artesanato ou se é viável a mistura de materiais locais com impressão 3D, sua implementação no meio acadêmico busca criar novas experiências, pesquisas e conhecimentos que colaborem para o desenvolvimento e a aplicação dessa tecnologia. Diante disso, como a integração da impressão 3D a partir da academia poderia provocar mudanças na indústria da construção no futuro? Como o ensino de arquitetura e design poderia fomentar a colaboração com outras disciplinas e criar novas aplicações em outros campos?