
O trabalho remoto ao longo do último ano acelerou a introdução de novas abordagens de renderização em tempo real e, com isso, surgiu uma nova necessidade: como alguém pode se sentir fisicamente presente dentro de um espaço sem realmente estar lá? Diante disso, profissionais de design recorreram ao mundo virtual, um vasto domínio de ambientes construídos interativos que podem ser acessados no conforto do próprio lar. Até mesmo os dispositivos utilizados, como headsets e óculos, tornaram-se mais acessíveis para a grande maioria do público e estão sendo vendidos a preços mais baixos do que inicialmente. Acostumamo-nos a construir, modificar e navegar entre diferentes ambientes, transitando entre o real e o virtual. A verdade é que o virtual se tornou o novo normal.
Realidade virtual, realidade aumentada, realidade mista, renderização em tempo real, passeios virtuais… Diversos métodos de visualização diferentes que servem a propósitos relativamente semelhantes. Mas qual é a diferença? A acessibilidade. Não estamos mais separados por uma tela de vidro; estamos dentro da tela, totalmente imersos no domínio artificial do projeto. O motivo pelo qual a VR e a AR são tão intrigantes é o fato de acompanharem os movimentos das pessoas no mundo real, permitindo que explorem o espaço virtual de forma intuitiva, sem complicar ou confundir o processo.








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