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UIA 2026 Barcelona: O mais recente de arquitetura e notícia

Exposição "Parlour Gardens" apresenta paisagens cerâmicas em miniatura no Jardim Botânico de Barcelona

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Como parte da programação oficial de Barcelona como Capital Mundial da Arquitetura UNESCO-UIA de 2026, o Jardí Botànic de Barcelona recebe a exposição "Parlour Gardens: Dreams from the Rooftop", uma mostra de instalações cerâmicas que propõe um percurso pela arquitetura de paisagem. Com curadoria de Marina Cervera (Bienal Internacional de Paisagem de Barcelona, CEO da NablaBCN), James Hayter (ex-presidente da IFLA, Oxigen) e José Luis Cortés (ex-presidente da UIA), a exposição marca o centenário da criação dos jardinets de saló (jardins de salão) em 1926: universos paisagísticos de cerâmica em miniatura concebidos originalmente por Nicolau M. Rubió i Tudurí, Llorenç Artigas e Raoul Dufy. Instalações desenvolvidas por 14 arquitetos/as paisagistas do cenário internacional estarão distribuídas pelo jardim botânico, agrupadas por zonas homoclimáticas para associar cada proposta à vegetação regional correspondente, permanecendo em cartaz até 4 de outubro de 2026.

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"Promovendo outra forma de viver junto": Em conversa com Cristina Gamboa, da Lacol

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No Congresso Mundial de Arquitetos da UIA de 2026 em Barcelona, as discussões sobre o futuro da habitação frequentemente foram além das questões de projeto para abranger temas como governança, propriedade e gestão a longo prazo. Entre os/as palestrantes que participaram dessas conversas estava Cristina Gamboa, cofundadora da Lacol, cooperativa com sede em Barcelona, cuja prática alia arquitetura, ativismo pela habitação, gestão de obras e pesquisa ambiental por meio de um modelo cooperativo. Durante o Congresso, o ArchDaily conversou com Gamboa sobre como a prática cooperativa redefine o papel do/a arquiteto/a, por que a participação vai muito além da mera consulta e de que forma projetos como La Borda e La Morada continuam a alimentar debates mais amplos sobre habitação, cuidado e vida coletiva.

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"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026

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No Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2026 em Barcelona, o tema Becoming. Arquiteturas para um Planeta em Transição enquadrou a arquitetura como uma disciplina que atua no âmbito das transformações ambientais, políticas e sociais, e não à margem delas. Entre os palestrantes desta edição estava o arquiteto Andrés Jaque, fundador do Office for Political Innovation e decano da Graduate School of Architecture, Planning and Preservation (GSAPP) da Universidade de Columbia. Durante o Congresso, o ArchDaily conversou com Jaque sobre a capacidade da arquitetura de gerar alternativas, o papel da experimentação na educação e por que a transição deve ser compreendida como uma condição, e não como um destino.

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Reflexões da UIA 2026 Barcelona sobre o futuro do ambiente construído

 | Em colaboração
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Com o encerramento do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2026 em Barcelona, uma mensagem central ecoou em debates, exposições, palestras e conversas: o futuro da arquitetura dependerá menos de respostas definitivas do que da capacidade de aceitar transformações e questionar coletivamente os modelos estabelecidos. No Congresso deste ano, sob o tema "Devir. Arquiteturas para um Planeta em Transição", a arquitetura foi apresentada como uma prática em constante evolução, moldada pelo diálogo interdisciplinar, pela pesquisa e pela colaboração.

Alimentar a Terra: O que comemos construiu o mundo que habitamos

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Existe uma forma convencional de contar a história da arquitetura e da alimentação. Ela começa com a decisão humana de cultivar, armazenar, distribuir e consumir, e termina com o edifício que essa decisão produziu. Nessa versão dos fatos, o alimento é o pretexto e a arquitetura é a resposta.

Mas e se a história for diferente? E se o tomate tivesse construído Almería? E se o bacalhau tivesse redesenhado o Atlântico Norte? E se a soja estiver, neste exato momento, construindo um porto em Santos e, ao mesmo tempo, devastando uma floresta no Cerrado, sem que o/a arquiteto/a simplesmente tenha sido avisado/a? Trata-se da descrição de processos já concluídos, ou em andamento avançado, que produziram algumas das paisagens contemporâneas de maior impacto espacial. Grande parte do ambiente construído é moldada pelas pressões, metabolismos e ambições territoriais daquilo que comemos. Nisso, a arquitetura costuma ser menos um projeto e mais uma consequência — e a disciplina tem contado sua própria história pelo lado errado.

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Decisões arquitetônicas, implicações planetárias: entrevista com a equipe curatorial da UIA 2026 Barcelona

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Barcelona é a primeira cidade na história do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA a sediar o evento duas vezes. A edição de 1996, Presente e Futuros: Arquitetura nas Cidades, aconteceu em um momento de forte efervescência, quando a cidade pós-olímpica consolidava um modelo urbano que se tornaria um dos mais estudados e contestados do urbanismo contemporâneo, e quando a arquitetura aprendia a pensar a grande metrópole como seu principal campo de investigação. Trinta anos depois, a mesma cidade retoma a questão sob uma condição distinta: aquela em que o ambiente construído não pode mais ser compreendido como um objeto autônomo, mas apenas por meio dos sistemas ecológicos, materiais e políticos mais amplos que o sustentam. O tema do Congresso de 2026 — Devir. Arquiteturas para um Planeta em Transição — não abandona as preocupações urbanas de 1996; ele as reabre a partir de uma escala planetária.

A equipe de curadoria por trás desta edição, formada por Pau Bajet, Maria Giramé, Mariona Benedito, Tomeu Ramis, Pau Sarquella e Carmen Torres, aborda a arquitetura como uma ferramenta crítica e transformadora enraizada no território, atuando na intersecção entre prática profissional, pesquisa e ensino. Seu programa estrutura o Congresso em torno de seis linhas temáticas interconectadas (Devir Mais-que-humano, Devir Circular, Devir Incorporado, Devir Interdependente, Devir Hiperconsciente e Devir Sintonizado) e o distribui por três locais de características bastante distintas — Les Tres Xemeneies del Besòs, o Disseny Hub em Glòries e o CCIB —, cada um escolhido tanto pelo que representa quanto pelo que pode abrigar.

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Prêmios de arquitetura devem evoluir: um debate sobre seu papel e responsabilidade no Congresso Mundial da UIA 2026

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Uma discussão coletiva intitulada "Beyond Recognition: Exploring the Role of Architectural Awards" ocorrerá no dia 29 de junho em Barcelona, por ocasião do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2026. O debate parte da convicção de que, no contexto atual de aceleração dos desafios globais, o papel dos prêmios de arquitetura precisa evoluir. O evento dá continuidade à discussão iniciada durante a Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025, na qual a relevância das premiações foi questionada, abrindo caminho para um novo debate sobre como os prêmios de arquitetura podem contribuir para moldar a prática profissional, as instituições e o discurso público. As sessões de discussão são organizadas por representantes de importantes prêmios internacionais: o Prêmio Aga Khan de Arquitetura, o Ammodo Architecture Award, os EUmies Awards, o Holcim Foundation Awards, o Mies Crown Hall Americas Prize e o OBEL Award, contando também com a participação de figuras proeminentes no campo da arquitetura e do design.

A edição de 2026 do Prêmio UIA 2030 reconhece projetos construídos que impulsionam os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU

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Durante uma cerimônia realizada no Fórum Urbano Mundial (WUF) em Baku, Azerbaijão, em 20 de maio de 2026, a União Internacional de Arquitetos (UIA) e o ONU-Habitat anunciaram os/as vencedores/as do terceiro ciclo do Prêmio UIA 2030. O prêmio bienal reconhece projetos construídos que trazem contribuições significativas para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Arquitetos/as foram convidados/as a enviar projetos de arquitetura, paisagismo e desenho urbano que abordassem desafios ambientais, sociais e econômicos urgentes em seis categorias: gestão sustentável da água, promoção de ambientes de trabalho seguros, habitação adequada e acessível, planejamento eficiente e inclusivo, acesso a espaços verdes e públicos e resiliência climática.

O terceiro ciclo foi lançado em julho de 2025, e os finalistas regionais das cinco regiões globais da UIA foram anunciados em janeiro. Na etapa final, o júri selecionou os projetos vencedores, altamente recomendados e recomendados em cada categoria, reconhecendo trabalhos na China, Bangladesh, Índia, Tailândia, México, Peru, Colômbia, Espanha, Quênia, Marrocos e Estados Unidos.

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A agenda da arquitetura: por dentro dos principais eventos de 2026

A arquitetura e o design entram em 2026 em um momento de experimentação renovada, reflexão ambiental urgente e ampliação do diálogo global sobre o ambiente construído. À medida que as cidades enfrentam pressões relacionadas à adaptação climática, às transformações demográficas e às mudanças tecnológicas, o calendário internacional deste ano oferece um retrato de como a disciplina vem respondendo a esses desafios — de forma criativa, crítica e coletiva. Entre bienais consolidadas e plataformas recém-criadas, os eventos de 2026 evidenciam o papel da arquitetura tanto como registro das transformações do nosso tempo quanto como agente ativo na construção de futuros mais equitativos e sustentáveis.

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Barcelona será um laboratório de pesquisa no Congresso Mundial de Arquitetura da UIA 2026

A cidade de Barcelona se tornará um laboratório de pesquisa durante o Congresso Mundial de Arquitetura da União Internacional de Arquitetos (UIA), que será realizado de 28 de junho a 2 de julho de 2026. Seu objetivo é garantir que o Congresso seja de máxima relevância e interesse para a comunidade global de arquitetos, além de gerar conhecimentos e práticas com impacto real no cotidiano das pessoas e no futuro do planeta.

10 lições do Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023

Copenhague sediou por cinco dias o maior encontro no campo da arquitetura sustentável, reunindo mais de 6.000 participantes de 135 nações. O Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2023 teve como foco o tema "Futuros Sustentáveis - Não Deixar Ninguém para Trás". O evento serviu como um fórum para pesquisadores e profissionais renomados de diversas áreas e idades se aprofundarem em métodos de criação de edifícios que abordam as mudanças climáticas, fortalecem a biodiversidade e promovem a inclusão social. À medida que o congresso chegava ao fim, foram reveladas as “lições de Copenhague": dez princípios destinados a facilitar o progresso rápido e transformador no campo da construção sustentável.

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Barcelona é eleita Capital Mundial da Arquitetura para 2026

Juntando-se a Copenhague e Rio de Janeiro, Barcelona foi nomeada Capital Mundial da Arquitetura para 2026 pela Unesco e sediará o Congresso Mundial da União Internacional de Arquitetos dois anos após o evento em Copenhague. Barcelona e Pequim foram candidatas ao título de 2026, mas a cidade espanhola venceu com a proposta de tema Um hoje, um amanhã, que explora a abordagem da cidade em relação à sustentabilidade e o futuro do ambiente construído.

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