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Materiais naturais: O mais recente de arquitetura e notícia

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A Forma Segue a Formação: Como a arquitetura trabalha com formas geológicas

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Um cânion é um espaço que ninguém projetou. Suas paredes expõem camadas de rocha depositadas ao longo de milhões de anos, e a passagem entre elas existe porque a água lentamente desgastou essa rocha. Geleiras moldaram vales de maneira semelhante, deixando encostas para trás à medida que o gelo recuava. Muito antes de arquitetos e arquitetas começarem a moldar espaços, a Terra já os produzia.

Há muito tempo, arquitetos e arquitetas buscam no solo sua geometria. Um penhasco pode sugerir um corte; uma cavidade, um cômodo; e a rocha estratificada, uma forma de empilhar materiais. Alguns profissionais constroem diretamente em uma formação existente, ocupando uma encosta ou cavidade no próprio local. Outros estudam uma formação e reproduzem algumas de suas características em outro lugar, desde dados geológicos precisos até a experiência geral de uma paisagem.

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Obra Blanca 2026: os materiais como ponto de partida para falar de arquitetura

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Obra Blanca, exposição de acabamentos e produtos de design para a arquitetura, realizará sua sétima edição de 13 a 15 de outubro de 2026 na Expo Santa Fe, Cidade do México. Uma proposta concebida para a comunidade de arquitetura e design de interiores que, juntamente com uma exposição de inovação e uma programação de palestras internacionais, dá forma à Experiência Obra Blanca: três dias de encontro, conhecimento e imersão no setor de acabamentos e produtos de design para a arquitetura.

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Construir sobre solo vulcânico: A resposta da arquitetura às paisagens vulcânicas

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Paisagens vulcânicas tornam as transformações geológicas excepcionalmente visíveis. A lava se solidifica em um novo solo, e a vegetação lentamente se estabelece sobre ele. As cinzas podem permanecer na paisagem por anos. Ao redor de vulcões ativos, esses processos ainda estão em andamento, afetando onde e como as pessoas constroem.

Ainda assim, essas paisagens continuam a atrair residências e refúgios. Seu isolamento e relevo incomum costumam fazer parte do apelo. Construir ali significa inserir a vida cotidiana em uma paisagem que ainda pode se transformar.

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Como o movimento Arts and Crafts ainda molda a arquitetura contemporânea

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O movimento Arts and Crafts costuma ser lembrado como um estilo arquitetônico definido por detalhes artesanais, escala íntima, materiais naturais e pela rejeição ao excesso e à indústria. Sua influência é frequentemente rastreada por meio de características visuais que continuam a aparecer na arquitetura e nos interiores contemporâneos — da madeira exposta e da marcenaria artesanal à ênfase na textura e na permanência —, contudo, reduzir o movimento a um vocabulário estético significa ignorar sua contribuição muito mais significativa. Para William Morris, Philip Webb, John Ruskin e seus contemporâneos, a arquitetura era uma questão de como as coisas eram feitas, quem as fazia e se o processo de feitura poderia cultivar dignidade, significado, cultura e beleza.

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Cultivando conhecimento em madeira: 10 experimentos de pavilhões de madeira em sala de aula

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A madeira está entre os materiais mais antigos e familiares da arquitetura. Contudo, seu uso contemporâneo levanta questões complexas sobre impacto ambiental, disponibilidade de recursos, procedência de materiais e circularidade em relação às economias locais. Ao mesmo tempo, os avanços no design computacional, na usinagem CNC e na fabricação robótica também estão reconfigurando a maneira como a madeira é projetada e montada, abrindo novas possibilidades para a inovação estrutural e a expressão formal, ao mesmo tempo em que redefinem o equilíbrio entre automação, força de trabalho e eficiência.

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Políticas do bambu: da prática vernacular à infraestrutura temporal

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O bambu é frequentemente elogiado antes mesmo de ser compreendido. De crescimento rápido, ele carrega uma longa história de culturas construtivas e parece oferecer à arquitetura uma linguagem ecológica imediata. Em fotografias, sua lógica parece quase autoexplicativa: leve, natural, renovável e já alinhado a um futuro mais sustentável. No entanto, essa aparente clareza é justamente o que torna o bambu difícil de discutir com precisão. Uma vez transformado em símbolo de responsabilidade ambiental, o material em si corre o risco de desaparecer por trás da imagem que projeta.

Este é o risco do renascimento contemporâneo do bambu. Ele pode ser facilmente idealizado como um substituto ecológico para materiais industriais, uma atmosfera regional ou uma alternativa mais suave às linguagens rígidas do aço e do concreto. Em cada um desses casos, o bambu é admirado antes que suas condições reais sejam compreendidas. A questão fundamental não é se o bambu é sustentável em um sentido genérico, mas sim que tipo de cultura arquitetônica ele exige: quais formas de conhecimento, manutenção, regulamentação, mão de obra e tempo são necessárias para que sua sustentabilidade se concretize.

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Guia de soluções para construir com madeira contralaminada (CLT)

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No campo da arquitetura, a madeira foi um dos primeiros materiais utilizados pelos seres humanos na construção, evoluindo e enfrentando diversos desafios ao longo dos anos. Desde a incorporação de novas tecnologias nos processos de produção industrial até técnicas e materiais ancestrais reinterpretados de forma contemporânea, a construção em madeira continua despertando interesse entre profissionais de arquitetura e design. Para além de sua versatilidade, resistência, aparência e sustentabilidade, a madeira laminada cruzada, conhecida como CLT, apresenta um cenário promissor para o futuro da indústria.

Da pedreira à bancada: Traçando as origens da pedra natural na arquitetura

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Há algum tempo, tornou-se comum nos perguntarmos de onde vêm aquilo que consumimos. Conferimos rótulos, buscamos produtores locais e investigamos cadeias de produção em uma tentativa de compreender o impacto dos nossos hábitos seja na nossa própria saúde ou no planeta.

No campo da arquitetura, entretanto, essa pergunta ainda permanece relativamente marginal. Muitas vezes sabemos quem projetou um edifício, conhecemos seus acabamentos, o fabricante de suas esquadrias, a marca de seus revestimentos e até mesmo seu desempenho energético mas, quase nunca, nos perguntamos de onde vieram as toneladas de matéria que tornaram sua existência possível.

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Arquitetura e estruturas de brincar: como os espaços lúdicos estão evoluindo em ambientes urbanos?

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O brincar, como atividade humana, é uma prática multidimensional: nasce do biológico, transmite-se socialmente e situa-se no plano arquitetônico. Nessa inter-relação, enquanto o lúdico propõe dinâmicas e ficções que convidam a explorar outras formas de habitar o mundo, os projetos de arquitetura oferecem o suporte físico e sensorial que permite desdobrar essas possibilidades, sendo as estruturas de recreação o meio que conecta ambos. Desse modo, evidencia-se uma relação determinante entre o brincar, o ambiente construído e sua transformação ao longo do tempo.

Entre algoritmos e saberes ancestrais: expandindo o conceito de inteligência arquitetônica

A presença da inteligência artificial (IA) na arquitetura não é mais uma promessa futurista, mas uma realidade concreta que transforma radicalmente o modo de projetar. Em questão de segundos, sistemas computacionais são capazes de processar e validar múltiplas variáveis — formais, programáticas, contextuais, normativas — conduzindo arquitetos a soluções altamente otimizadas. Contudo, enquanto celebramos essa revolução algorítmica, emerge uma inquietação crítica: será que a inteligência arquitetônica pode ser limitada a uma operação lógica de dados? Em resposta, ganham força abordagens que revalorizam modos de construir baseados na experiência sensível, na adaptação ao território e na transmissão intergeracional de conhecimento. Nesse diálogo entre inteligências artificiais e ancestrais, emerge uma compreensão mais profunda. A verdadeira inteligência não reside nas ferramentas em si, mas na intencionalidade e na sensibilidade com que as utilizamos para responder às complexidades do contexto.

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Santuários urbanos: como criar lares tranquilos em meio ao caos da cidade

"Sentir-se em casa" é uma expressão que representa as sensações de acolhimento e conforto as quais transformam um espaço em um verdadeiro refúgio. Para alcançar essa experiência, diversos elementos — como cores, texturas, iluminação e materiais — desempenham um papel essencial, construindo um ambiente que promove relaxamento e bem-estar. Apoiado por estudos no campo da psicologia ambiental e neurociência, esse vínculo entre o ambiente físico e o comportamento humano evidencia como a arquitetura influencia diretamente a criação de atmosferas podendo, inclusive, transformar o caos em tranquilidade.

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Palha, terra e bambu: uso inovador de materiais naturais em projetos do Sul Global em 2024

A sustentabilidade há anos ocupa um papel central nas discussões arquitetônicas, envolvendo não apenas a responsabilidade da arquitetura frente às mudanças climáticas e à transição para economias de baixo carbono, mas também o resgate de heranças culturais e a valorização das tradições vernaculares. Em 2024, destacaram-se projetos e estudos que exploram o uso inovador de materiais naturais, com especial atenção às iniciativas do Sul Global. Essas propostas aliam criatividade e tecnologia ao aproveitamento de recursos renováveis, demonstrando como é possível criar espaços de alta qualidade que atendem às demandas contemporâneas de sustentabilidade e responsabilidade ambiental.

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Passado, presente e futuro do cânhamo na construção

A cannabis tem sido amplamente utilizada ao longo da história da humanidade para uma variedade de fins: têxteis, papel, alimentos, medicamentos, biocombustíveis e mesmo as estigmatizadas drogas recreativas. Considerada uma das primeiras plantas cultivadas pela humanidade, sua história se estende por milênios e frequentemente se entrelaça com o universo da construção. O cânhamo, uma das variedades da cannabis, foi um material essencial na história da construção, reverenciado por sua excepcional resistência e versatilidade.