1. ArchDaily
  2. Landscape

Landscape: O mais recente de arquitetura e notícia

Como habitar um território: 10 casas moldadas pelas paisagens da Argentina

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

O vasto território da Argentina revela múltiplas formas de construir moldadas por sua diversidade geográfica, climática e cultural. Ao projetar residências unifamiliares em Córdoba, Mendoza, Santa Fe e Buenos Aires, diversos escritórios jovens de arquitetura do país respondem a diferentes condições materiais, paisagísticas e culturais, trabalhando com os recursos, sistemas construtivos e ofícios artesanais disponíveis em cada região. A casa torna-se, assim, um meio de interpretar seu contexto, dialogar com as tradições locais e incorporar novas abordagens à produção arquitetônica.

Como cenário da vida cotidiana, a casa faz parte de uma experiência contínua, agindo como um organismo complexo e sutil que responde não apenas ao modo de vida das pessoas que a habitam, mas também às paisagens em que se insere. Após apresentar diferentes perspectivas e definições de figuras como Le Corbusier, Ernesto Rogers e Lewis Mumford, o arquiteto argentino Eduardo Sacriste enfatiza em seu livro Qué es la casa seu papel como reflexo do passado, que compartilha o presente e ilumina o futuro.

Como habitar um território: 10 casas moldadas pelas paisagens da Argentina - Image 1 of 4Como habitar um território: 10 casas moldadas pelas paisagens da Argentina - Image 2 of 4Como habitar um território: 10 casas moldadas pelas paisagens da Argentina - Image 3 of 4Como habitar um território: 10 casas moldadas pelas paisagens da Argentina - Image 4 of 4Como habitar um território: 10 casas moldadas pelas paisagens da Argentina - Mais Imagens+ 26

África e China avançam com Grandes Muralhas Verdes como corredores continentais de vida selvagem

Áudio disponível

A ideia de uma "Grande Muralha Verde" designa uma iniciativa de reflorestamento em larga escala realizada especificamente para conter a desertificação. Em andamento na África para evitar o avanço do Deserto do Saara e na China no entorno do Deserto de Gobi, trata-se de um projeto de desenvolvimento paisagístico, agrícola, econômico e social surgido em resposta ao aumento das temperaturas globais, à superexploração agrícola e ao manejo inadequado da terra. Ambas as iniciativas, atualmente em execução, são projetos interseccionais que envolvem governos de diferentes países, organizações da sociedade civil, além de voluntários/as individuais e grupos organizados, orientados pela proposta de uma resposta unificada aos problemas ambientais globais por meio da restauração da fauna e da flora. Trata-se de uma aplicação infraestrutural em larga escala do conceito de 'corredor verde' ou 'corredor ecológico': uma faixa linear de vegetação ou paisagem natural que conecta ecossistemas fragmentados e populações de vida selvagem separadas pelo desenvolvimento humano em escala continental.

África e China avançam com Grandes Muralhas Verdes como corredores continentais de vida selvagem - Imagen 1 de 4África e China avançam com Grandes Muralhas Verdes como corredores continentais de vida selvagem - Imagen 2 de 4África e China avançam com Grandes Muralhas Verdes como corredores continentais de vida selvagem - Imagen 3 de 4África e China avançam com Grandes Muralhas Verdes como corredores continentais de vida selvagem - Imagen 4 de 4África e China avançam com Grandes Muralhas Verdes como corredores continentais de vida selvagem - Mais Imagens+ 2

Exposição "Parlour Gardens" apresenta paisagens cerâmicas em miniatura no Jardim Botânico de Barcelona

Áudio disponível

Como parte da programação oficial de Barcelona como Capital Mundial da Arquitetura UNESCO-UIA de 2026, o Jardí Botànic de Barcelona recebe a exposição "Parlour Gardens: Dreams from the Rooftop", uma mostra de instalações cerâmicas que propõe um percurso pela arquitetura de paisagem. Com curadoria de Marina Cervera (Bienal Internacional de Paisagem de Barcelona, CEO da NablaBCN), James Hayter (ex-presidente da IFLA, Oxigen) e José Luis Cortés (ex-presidente da UIA), a exposição marca o centenário da criação dos jardinets de saló (jardins de salão) em 1926: universos paisagísticos de cerâmica em miniatura concebidos originalmente por Nicolau M. Rubió i Tudurí, Llorenç Artigas e Raoul Dufy. Instalações desenvolvidas por 14 arquitetos/as paisagistas do cenário internacional estarão distribuídas pelo jardim botânico, agrupadas por zonas homoclimáticas para associar cada proposta à vegetação regional correspondente, permanecendo em cartaz até 4 de outubro de 2026.

Exposição "Parlour Gardens" apresenta paisagens cerâmicas em miniatura no Jardim Botânico de Barcelona - 1 的图像 4Exposição "Parlour Gardens" apresenta paisagens cerâmicas em miniatura no Jardim Botânico de Barcelona - 2 的图像 4Exposição "Parlour Gardens" apresenta paisagens cerâmicas em miniatura no Jardim Botânico de Barcelona - 3 的图像 4Exposição "Parlour Gardens" apresenta paisagens cerâmicas em miniatura no Jardim Botânico de Barcelona - 4 的图像 4Exposição Parlour Gardens apresenta paisagens cerâmicas em miniatura no Jardim Botânico de Barcelona - Mais Imagens+ 92

Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria

Áudio disponível

Este artigo faz parte da nossa nova seção Opinião, um formato de ensaios opinativos sobre questões críticas que moldam nosso campo.

O agroturismo é comumente compreendido como um modelo híbrido, composto pela sobreposição equilibrada entre as indústrias da agricultura e da hospitalidade. Sob essa perspectiva, o agroturismo é valorizado como uma variação de um tema existente, uma atividade complementar sobreposta à produção rural. Essa abordagem já não se sustenta no século XXI, uma vez que a escala e a independência do crescimento do agroturismo o transformaram em um setor econômico distinto — com consequências arquitetônicas que nem a agricultura nem a hospitalidade, de forma isolada, são capazes de abordar.

Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria - Image 1 of 4Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria - Image 2 of 4Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria - Image 3 of 4Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria - Image 4 of 4Nem fazenda, nem hotel: por que o agroturismo precisa de uma tipologia arquitetônica própria - Mais Imagens+ 72

Refúgio Cápsula: Construção através do processo na paisagem montanhosa do Líbano

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Situado na paisagem montanhosa de Zabbougha, no Líbano, o Capsule Retreat, projetado pelo EAST Architecture Studio, é moldado pelo próprio processo de sua feitura. O projeto se desenrola por meio de decisões materiais, ajustes no canteiro de obras e condições em constante evolução, permitindo que a própria construção guie sua lógica espacial.

O processo de construção desempenhou um papel central na definição do projeto. Construída durante um período marcado pelo colapso econômico, pela escassez de materiais e pela instabilidade contínua no Líbano, a casa se desenvolveu por meio de uma adaptação constante. Sem uma empreiteira geral, a equipe de arquitetura assumiu um papel ampliado, coordenando artífices locais, testando ideias diretamente no canteiro e respondendo a condicionantes em constante mudança. Nesse contexto, as condições sociopolíticas tornaram-se não apenas um desafio, mas um catalisador para repensar o projeto. "Estávamos constantemente testando ideias no canteiro", afirmam os arquitetos e fundadores do EAST Architecture Studio, Charles Kettaneh e Nicolas Fayad, "adaptando essas decisões do ponto de vista econômico e, ao mesmo tempo, explorando o que o artesanato local poderia oferecer."

Refúgio Cápsula: Construção através do processo na paisagem montanhosa do Líbano - Imagem de DestaqueRefúgio Cápsula: Construção através do processo na paisagem montanhosa do Líbano - Imagem 1 de 4Refúgio Cápsula: Construção através do processo na paisagem montanhosa do Líbano - Imagem 2 de 4Refúgio Cápsula: Construção através do processo na paisagem montanhosa do Líbano - Imagem 3 de 4Refúgio Cápsula: Construção através do processo na paisagem montanhosa do Líbano - Mais Imagens+ 8

Leitura do território: as paisagens do Estudio Ome

Áudio disponível

Sediado na Cidade do México, o Estudio Ome, fundado por Susana Rojas Saviñón e Hortense Blanchard, é um escritório de arquitetura e paisagismo que atua em florestas, terrenos vulcânicos, fragmentos urbanos e antigos sítios industriais. Vencedor do prêmio ArchDaily 2025 Next Practices Awards, o estúdio desenvolve projetos a partir da observação contínua das condições ecológicas e territoriais, em que as decisões de projeto decorrem diretamente do comportamento do solo, da água, da vegetação e do relevo.

Cada projeto começa com encontros sucessivos. O primeiro contato com o terreno se dá por meio de caminhadas e da observação prolongada, permitindo que os padrões de drenagem, a erosão e as variações sazonais se tornem legíveis antes de qualquer medição formal. Essas visitas constituem a base para interpretar tanto as camadas visíveis quanto as subterrâneas — a hidrologia e as transformações históricas que continuam a exercer influência sobre a superfície.

Leitura do território: as paisagens do Estudio Ome - Image 1 of 4Leitura do território: as paisagens do Estudio Ome - Image 2 of 4Leitura do território: as paisagens do Estudio Ome - Image 3 of 4Leitura do território: as paisagens do Estudio Ome - Image 4 of 4Leitura do território: as paisagens do Estudio Ome - Mais Imagens+ 31

Arquitetura inspirada em aves: Fundação Cosmos e os parques de áreas úmidas do Chile

Áudio disponível

Como o projeto de arquitetura pode se tornar uma ferramenta ativa de conservação? Ao considerar a natureza como uma fonte inesgotável de inspiração, uma conexão harmoniosa com ela contextualiza as inúmeras inter-relações existentes entre seres humanos, organismos vivos e ciclos naturais. Projetar com a paisagem significa aprender a coexistir com suas dinâmicas temporais sem tentar controlar seus processos. Tradições, ecologia e o passado e o presente de um lugar contribuem para criar espaços que interpretam suas comunidades. A arquitetura paisagística pode se inspirar em aves, plantas e outros elementos naturais para moldar a complexa e dinâmica rede de ecossistemas e atividades humanas que compõem o meio ambiente.

Arquitetura inspirada em aves: Fundação Cosmos e os parques de áreas úmidas do Chile - Imagem 1 de 4Arquitetura inspirada em aves: Fundação Cosmos e os parques de áreas úmidas do Chile - Imagem 2 de 4Arquitetura inspirada em aves: Fundação Cosmos e os parques de áreas úmidas do Chile - Imagem 3 de 4Arquitetura inspirada em aves: Fundação Cosmos e os parques de áreas úmidas do Chile - Imagem 4 de 4Arquitetura inspirada em aves: Fundação Cosmos e os parques de áreas úmidas do Chile - Mais Imagens+ 20

Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia

Áudio disponível

O Brandywine Conservancy & Museum of Art, localizado próximo a Filadélfia, dedica-se a promover as conexões naturais e culturais entre as paisagens, os marcos históricos e os artistas da região. A Conservancy protege terras e recursos hídricos ao longo do Vale do Brandywine e outras áreas prioritárias de conservação, enquanto o museu abriga uma coleção de arte estadunidense, com destaque para a pintura de paisagens e naturezas-mortas, retratos e ilustrações. Em 6 de maio de 2026, a instituição anunciou um projeto para transformar seu campus de 15 acres (cerca de 6 hectares), o qual inclui a reforma do edifício histórico do museu, um novo edifício projetado por Kengo Kuma & Associates e intervenções de conservação e paisagismo pelo escritório Field Operations, criando uma reserva de 325 acres (cerca de 131 hectares) aberta ao público com 10 milhas (cerca de 16 quilômetros) de trilhas.

Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia - Imagem 1 de 4Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia - Imagem 2 de 4Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia - Imagem 3 de 4Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia - Imagem 4 de 4Kengo Kuma & Associates e Field Operations vão renovar o Brandywine Conservancy & Museum of Art, na Pensilvânia - Mais Imagens+ 3

SLA projeta espaços públicos e desenho de ruas para a nova comunidade insular de Toronto em Port Lands

Áudio disponível

O escritório de paisagismo e desenho urbano SLA revelou o projeto para o espaço público e as vias urbanas de uma nova comunidade de 39,8 hectares à beira-mar em Toronto. O projeto de paisagismo urbano "Ookwemin Minising" está localizado em Port Lands, um distrito industrial e recreativo a sudeste do centro de Toronto, que atualmente passa por uma revitalização urbana para transformar a antiga zona industrial em um vale fluvial renaturalizado, bairros de uso misto e parques públicos. A transformação geral está sendo liderada pela Waterfront Toronto, uma corporação sem fins lucrativos financiada por recursos públicos, fundada em 2001 para supervisionar a regeneração da área, como parte de uma iniciativa governamental mais ampla para renaturalizar áreas urbanas e aumentar a densidade habitacional. Espera-se que a reurbanização de Ookwemin Minising seja concluída em fases entre 2031 e 2040.

SLA projeta espaços públicos e desenho de ruas para a nova comunidade insular de Toronto em Port Lands - Image 1 of 4SLA projeta espaços públicos e desenho de ruas para a nova comunidade insular de Toronto em Port Lands - Image 2 of 4SLA projeta espaços públicos e desenho de ruas para a nova comunidade insular de Toronto em Port Lands - Image 3 of 4SLA projeta espaços públicos e desenho de ruas para a nova comunidade insular de Toronto em Port Lands - Image 4 of 4SLA projeta espaços públicos e desenho de ruas para a nova comunidade insular de Toronto em Port Lands - Mais Imagens+ 6

Como Enquadrar a Paisagem: Estratégias Projetuais Aplicadas em Residências

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

No momento de implantar uma casa no terreno, um dos primeiros passos consiste no reconhecimento do território que a circunda, identificando suas potencialidades e tensões. Nesse processo, inevitavelmente selecionamos, recortamos, ocultamos ou potencializamos determinadas vistas, moldando a experiência arquitetônica de acordo com as sensações que se deseja fomentar.

Estabelece-se, portanto, uma hierarquia visual que orienta o olhar, determinando o que deve ser visto, de que maneira e com qual intensidade emocional, sendo capaz de definir como o usuário interpreta o entorno. Nesse contexto, a estratégia projetual ultrapassa o campo da decisão estética para atuar como uma manipulação da experiência fenomenológica do espaço. Ao selecionar um fragmento específico do horizonte por meio de uma abertura controlada, ou dissolver os limites entre interior e exterior com amplos planos envidraçados, a arquitetura passa a operar como uma lente. Ela pode enfatizar a pequenez da escala humana diante da vastidão do território ou, em sentido oposto, domesticar a natureza, incorporando-a como parte da vida cotidiana.

Como Enquadrar a Paisagem: Estratégias Projetuais Aplicadas em Residências - Image 1 of 4Como Enquadrar a Paisagem: Estratégias Projetuais Aplicadas em Residências - Image 2 of 4Como Enquadrar a Paisagem: Estratégias Projetuais Aplicadas em Residências - Image 3 of 4Como Enquadrar a Paisagem: Estratégias Projetuais Aplicadas em Residências - Image 4 of 4Como Enquadrar a Paisagem: Estratégias Projetuais Aplicadas em Residências - Mais Imagens+ 29

Desenterrando o Solo: Arquitetura e a Política do Petróleo

Áudio disponível

Sob o solo encontra-se um material que, silenciosamente, moldou a arquitetura do mundo moderno. O petróleo raramente é debatido no discurso arquitetônico; no entanto, a extração, a circulação e o consumo desse recurso reorganizaram profundamente a lógica espacial dos territórios. Oleodutos, refinarias, plataformas de perfuração, portos, rodovias e complexos petroquímicos formam uma vasta paisagem de infraestrutura que sustenta a vida contemporânea, compondo uma arquitetura de energia dispersa.

Ao longo dos séculos XX e XXI, o petróleo tornou-se a base material da sociedade industrial. Ele abasteceu os transportes, alimentou fábricas e sustentou o crescimento de cidades cuja organização espacial dependia de fluxos contínuos de energia. Contudo, as infraestruturas que viabilizam esses fluxos raramente se tornam objetos de investigação arquitetônica. A atenção permanece amplamente direcionada para a forma, a tipologia ou a densidade urbana, enquanto os sistemas materiais que sustentam esses ambientes tendem a ser deslocados no âmbito da disciplina.

Desenterrando o Solo: Arquitetura e a Política do Petróleo - Imagen 1 de 4Desenterrando o Solo: Arquitetura e a Política do Petróleo - Imagen 2 de 4Desenterrando o Solo: Arquitetura e a Política do Petróleo - Imagen 3 de 4Desenterrando o Solo: Arquitetura e a Política do Petróleo - Imagen 4 de 4Desenterrando o Solo: Arquitetura e a Política do Petróleo - Mais Imagens+ 15

Arquiteturas do olhar: 25 mirantes para experienciar a paisagem

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

Os mirantes são estruturas destinadas à observação da paisagem a partir de pontos elevados. Implantados em meio à natureza ou no cenário urbano, funcionam como dispositivos que organizam o olhar e estabelecem uma relação direta entre o corpo e o território. Nessa fronteira entre o observador e a paisagem, os mirantes podem assumir diferentes configurações, desde pequenos gestos até estruturas monumentais, sempre em resposta ao contexto em que se inserem. Independente da escala, são – em certa medida -, tentativas de domesticar a vastidão, recortes precisos que tornam legível aquilo que, sem mediação, poderia se apresentar como excesso.

Arquiteturas do olhar: 25 mirantes para experienciar a paisagem - 1 的图像 4Arquiteturas do olhar: 25 mirantes para experienciar a paisagem - 2 的图像 4Arquiteturas do olhar: 25 mirantes para experienciar a paisagem - 3 的图像 4Arquiteturas do olhar: 25 mirantes para experienciar a paisagem - 4 的图像 4Arquiteturas do olhar: 25 mirantes para experienciar a paisagem - Mais Imagens+ 36

Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados?

Áudio disponível

O contato com a natureza tem ganhado cada vez mais protagonismo tanto na teoria quanto na prática arquitetônica dos últimos anos, especialmente após a pandemia de COVID-19, que evidenciou a relevância dos ambientes naturais como espaços de cura. Esse período trouxe à tona diversos estudos científicos que destacaram o impacto positivo dos espaços verdes no bem-estar humano, seja em locais de trabalho, residências ou áreas urbanas. Com tantos benefícios cientificamente comprovados torna-se evidente, portanto, a urgência de integrar elementos naturais em projetos hospitalares, criando ambientes que ofereçam apoio essencial para aqueles que enfrentam desafios físicos ou mentais.

Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados? - Image 4 of 4Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados? - Image 1 of 4Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados? - Image 2 of 4Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados? - Image 3 of 4Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados? - Mais Imagens+ 4

Os melhores projetos brasileiros de paisagismo residencial em 2023

Os melhores projetos brasileiros de paisagismo residencial em 2023 - Image 1 of 4Os melhores projetos brasileiros de paisagismo residencial em 2023 - Image 2 of 4Os melhores projetos brasileiros de paisagismo residencial em 2023 - Image 3 of 4Os melhores projetos brasileiros de paisagismo residencial em 2023 - Image 4 of 4Os melhores projetos brasileiros de paisagismo residencial em 2023 - Mais Imagens+ 6

Um dos principais temas do ano passado está no resgate do vínculo entre o ser humano e a natureza - ou a compreensão de que não estamos separados dela. Estratégias como a biofilia, biomimética e as aproximações ao olhar de técnicas vernaculares e ancestrais demonstram que trazer elementos naturais para a arquitetura deixou de ser apenas um ato compositivo e passou a influenciar em diversas questões comportamentais e de saúde. Assim, o paisagismo vai além da mera estética, transformando quintais, jardins e espaços externos em extensões funcionais e terapêuticas dos lares.

O que é um jardim filtrante?

Acesso exclusivo | 

Um estudo recente da Nature alerta que a poluição das águas poderá causar uma crise de abastecimento hídrico até o final do século XXI. A qualidade da água será, especialmente, pior em parte da América do Sul, da África subsaariana e do sudeste da Ásia – regiões já vulneráveis. Reverter esse cenário exigirá que autoridades governamentais priorizem o desenvolvimento sustentável. Neste sentido, soluções baseadas na natureza, como é o caso dos jardins filtrantes, podem tornar-se cada vez mais comuns.

O que é um jardim filtrante? - Image 1 of 4O que é um jardim filtrante? - Image 2 of 4O que é um jardim filtrante? - Image 3 of 4O que é um jardim filtrante? - Image 4 of 4O que é um jardim filtrante? - Mais Imagens

Nem todos os parques precisam ser verdes: 10 dicas para projetar infraestruturas da paisagem

Há sentido em projetar parques verdes em cidades desérticas como Casablanca, Dubai ou Lima? A princípio sim, por que eles fornecem frescor e vegetação a seus cidadãos, no entanto, é necessário considerar o descarte dos ecossistemas característicos das regiões, além dos altos custos de manutenção e da constante luta pela disponibilidade hídrica.

Nem todos os parques precisam ser verdes: 10 dicas para projetar infraestruturas da paisagem - Image 2 of 4Nem todos os parques precisam ser verdes: 10 dicas para projetar infraestruturas da paisagem - Image 3 of 4Nem todos os parques precisam ser verdes: 10 dicas para projetar infraestruturas da paisagem - Image 4 of 4Nem todos os parques precisam ser verdes: 10 dicas para projetar infraestruturas da paisagem - Image 6 of 4Nem todos os parques precisam ser verdes: 10 dicas para projetar infraestruturas da paisagem - Mais Imagens+ 5

Hallenhaus / Observatorium

Hallenhaus / Observatorium - Outras EstruturasHallenhaus / Observatorium - Outras EstruturasHallenhaus / Observatorium - Outras EstruturasHallenhaus / Observatorium - Outras EstruturasHallenhaus / Observatorium - Mais Imagens+ 23

  • Arquitetos: Observatorium; Observatorium
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2014

Paisagem e Arquitetura: Paisagem transparente por UnSangDong Architects

Paisagem e Arquitetura: Paisagem transparente por UnSangDong Architects - Outras EstruturasPaisagem e Arquitetura: Paisagem transparente por UnSangDong Architects - Outras EstruturasPaisagem e Arquitetura: Paisagem transparente por UnSangDong Architects - Outras EstruturasPaisagem e Arquitetura: Paisagem transparente por UnSangDong Architects - Outras EstruturasPaisagem e Arquitetura: Paisagem transparente por UnSangDong Architects - Mais Imagens+ 7