
A densidade nas cidades costuma ser apontada como um modo de vida positivo e desejável. Diversos estudos sugerem repetidamente que uma densidade mais alta pode levar a melhores estilos de vida, a um ambiente mais sustentável e a uma saúde melhor. Em Morte e Vida de Grandes Cidades, a jornalista Jane Jacobs identifica diversas vantagens possíveis da densidade: maior caminhabilidade, comunidades mais unidas e uma concentração de recursos que mantém a diversidade para melhor atender a população.
Naturalmente, uma densidade populacional mais elevada evita a formação de cidades-fantasma e comércios abandonados, que podem se tornar focos de criminalidade. No entanto, essas visões positivas sobre ambientes residenciais densos costumam basear-se em premissas otimistas sobre o urbanismo, como o atrito mínimo entre indivíduos, facilidade de manutenção da higiene e a geração espontânea de diversidade.









































































































