Kris Provoost

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Quão denso é denso demais? O futuro da habitação social nas metrópoles

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A densidade nas cidades costuma ser apontada como um modo de vida positivo e desejável. Diversos estudos sugerem repetidamente que uma densidade mais alta pode levar a melhores estilos de vida, a um ambiente mais sustentável e a uma saúde melhor. Em Morte e Vida de Grandes Cidades, a jornalista Jane Jacobs identifica diversas vantagens possíveis da densidade: maior caminhabilidade, comunidades mais unidas e uma concentração de recursos que mantém a diversidade para melhor atender a população.

Naturalmente, uma densidade populacional mais elevada evita a formação de cidades-fantasma e comércios abandonados, que podem se tornar focos de criminalidade. No entanto, essas visões positivas sobre ambientes residenciais densos costumam basear-se em premissas otimistas sobre o urbanismo, como o atrito mínimo entre indivíduos, facilidade de manutenção da higiene e a geração espontânea de diversidade.

Quão denso é denso demais? O futuro da habitação social nas metrópoles - Mais Imagens+ 2

The Quayside / CL3 studio

The Quayside / CL3 studio - Mais Imagens+ 15

  • Arquitetos: CL3 studio
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  6843
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2019

Auditório Shaw / Henning Larsen

Auditório Shaw / Henning Larsen - Fotografia de Exterior, Auditório
© Kris Provoost

Auditório Shaw / Henning Larsen - Mais Imagens+ 19

  • Arquitetos: Henning Larsen
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  12800
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2021

Fotografia: 'Raffles City Chengdu' de Steven Holl Architects / Kris Provoost

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Kris Provoost, profissional de fotografia de arquitetura, publicou sua mais recente série de registros sobre o Sliced Porosity Block de Steven Holl em Chengdu, China. Projetado em 2007 e concluído cinco anos depois, o projeto busca romper com a tipologia padrão das cidades chinesas, elevando a interação pública a um novo patamar. Seis anos após a inauguração da edificação, as lentes de Provoost capturam como a arquitetura se integrou ao cotidiano de quem habita Chengdu.

Fotografia: 'Raffles City Chengdu' de Steven Holl Architects / Kris Provoost - Mais Imagens+ 24

Escritório SOHO 3Q Chengdu / Superimpose Architecture

Escritório SOHO 3Q Chengdu / Superimpose Architecture - Mais Imagens+ 20

Teatro Wuxi Taihu Show / SCA | Steven Chilton Architects

Teatro Wuxi Taihu Show / SCA | Steven Chilton Architects - Mais Imagens+ 12

Tectônica em madeira: 10 projetos que repensam a construção em madeira na China contemporânea

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Em grande parte da China, o concreto continua sendo o material de construção predominante. Apesar das crescentes preocupações com seu impacto ambiental, o concreto segue alinhado às prioridades de incorporadores e clientes — por ser rápido, econômico e altamente durável. Como resultado, a maioria das tipologias edilícias na China ainda depende fortemente desse material. Essa dependência é ainda mais reforçada pela posição do país como o maior produtor mundial de cimento Portland. Uma cadeia de suprimentos profundamente consolidada, enraizada na fabricação de matérias-primas e na infraestrutura econômica, garante que o concreto continue sendo a escolha padrão do setor da construção.

Historicamente, contudo, a arquitetura chinesa se desenvolveu sobre uma rica tradição de construção em madeira. A Cidade Proibida é um excelente exemplo: além de ser emblemática para o patrimônio arquitetônico do país, ela abriga uma das maiores e mais bem preservadas coleções de estruturas de madeira antigas do mundo. Esse legado levanta uma questão crucial: a construção em madeira tem um futuro viável e significativo na indústria contemporânea da construção na China?

Tectônica em madeira: 10 projetos que repensam a construção em madeira na China contemporânea - Mais Imagens+ 42

Arquitetura e Agência: Repensando a Autoria por Meio do Projeto Participativo

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Historicamente, a arquitetura produziu muitos edifícios icônicos moldados por visões singulares — muitas vezes projetados de forma unilateral para usuários/as, comunidades e cidades. Se por um lado essa abordagem de cima para baixo (top-down) viabilizou uma forte coerência formal e clareza conceitual, por outro, ela priorizou a autoria em detrimento do engajamento. O resultado: projetos que podem ser celebrados como visionários, mas que frequentemente parecem desconectados das realidades cotidianas de quem os habita.

Projetar para o outro é inerentemente complexo. Na condição de arquitetos/as, frequentemente recebemos a tarefa de criar ambientes para comunidades com as quais podemos não ter nenhuma familiaridade pessoal ou cultural. Esse distanciamento, contudo, pode oferecer uma objetividade valiosa. Ele nos permite abordar perspectivas diversas com um novo olhar, analisando criticamente as necessidades e limitações de múltiplas partes interessadas. Por meio desse processo, a disciplina da arquitetura avançou — expandindo fronteiras no pensamento espacial, na inovação de materiais e na experimentação estrutural.

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Yidan Center, do Zaha Hadid Architects em Shenzhen, atinge altura máxima como um novo polo global de educação

A construção do Yidan Center, projetado pelo escritório Zaha Hadid Architects em Shenzhen, na China, atingiu sua altura máxima. O novo marco urbano servirá como sede da Fundação Chen Yidan e do Prêmio Yidan, organizações dedicadas a promover a aprendizagem ao longo da vida e a inovação na educação. O centro abrigará instalações para pesquisa acadêmica, eventos culturais e exposições, apoiando a missão da fundação de fazer avançar a educação global. Localizado ao lado do Museu Qianhai, o Yidan Center ajuda a definir um novo distrito cultural na terceira cidade mais populosa da China.

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Ilha de Dongshan / MORE Architecture

Ilha de Dongshan / MORE Architecture - Mais Imagens+ 11

  • Arquitetos: MORE Architecture
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  25000
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2023

Centro de Arte e Cultura K11 / SO-IL

Centro de Arte e Cultura K11 / SO-IL - Mais Imagens+ 12

  • Arquitetos: SO-IL
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  10000
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2017

O Museu M+ de Herzog & de Meuron fotografado pelas lentes de Kris Provoost

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O fotógrafo Kris Provoost registrou novas imagens do Museu M+, projetado pelo escritório Herzog & de Meuron em Hong Kong. Com foco na arte, no design, na arquitetura e na imagem em movimento dos séculos XX e XXI, o M+ será o elemento central do Distrito Cultural de West Kowloon, além de um espaço fundamental para promover o intercâmbio interdisciplinar entre as artes visuais e as artes cênicas na Ásia.

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Edifício 39 King’s Road / BEAU Architects

Edifício 39 King’s Road / BEAU Architects - Mais Imagens+ 16

  • Arquitetos: BEAU Architects
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  2560
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2022

AIR – Campus Circular e Clube de Culinária / OMA

AIR – Campus Circular e Clube de Culinária / OMA - Mais Imagens+ 21

Singapore, Singapura
  • Arquitetos: OMA
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  700
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024

Segunda edição da série fotográfica “Bela China”: marcos arquitetônicos chineses sob um olhar minimalista

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Segunda edição da série fotográfica “Bela China”: marcos arquitetônicos chineses sob um olhar minimalista - 28 的图像 4
Sky SOHO, Zaha Hadid Architects. Imagem © Kris Provoost

Há uma década, enquanto a China se preparava para os Jogos Olímpicos de 2008 em Pequim e para a Expo 2010 em Xangai, uma onda impressionante de novas construções inundou as principais cidades do país. Arquitetos e arquitetas de renome internacional propuseram e desenvolveram estruturas ousadas que rapidamente se tornaram os novos símbolos nacionais. Tendo Pequim e Xangai como portas de entrada, esse fenômeno gradualmente se espalhou por outras cidades chinesas menos conhecidas. Com o crescimento dessas cidades de "segundo escalão", o governo buscou elevar a qualidade de vida da população e desenvolver identidades locais próprias, impulsionando a construção de novos teatros, estádios, escolas e edifícios corporativos.

Após focar em Pequim e Xangai em sua primeira série fotográfica, Kris Provoost dá continuidade ao seu projeto com a série "Beautified China", realizando uma observação aprofundada da arquitetura em 12 cidades chinesas, de Harbin a Hong Kong. A premissa permanece a mesma: uma seleção de 20 fotografias minimalistas de edifícios construídos ao longo de uma década, capturadas nos últimos oito anos.

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O Museu de Arte Moderna de Xangai, do Atelier Deshaus, pelas lentes de Kris Provoost

O Museu de Arte Moderna de Xangai, do Atelier Deshaus, pelas lentes de Kris Provoost - Imagen 16 de 4
© Kris Provoost

O/A arquiteto/a Kris Provoost, que vive e trabalha em Xangai, registrou o novo Museu de Arte Moderna de Xangai, projetado pelo Atelier Deshaus, em uma série de fotografias que revelam tanto os detalhes do edifício quanto seu contexto na orla do rio em Xangai. O museu é um projeto de reuso adaptativo desenvolvido no antigo depósito de carvão de Laobaidu, cujo exterior industrial foi preservado e reinterpretado em uma proposta arquitetônica contemporânea. Provoost registrou o belo detalhamento do projeto, bem como sua transformação durante a temporada de floração das cerejeiras. 

O Museu de Arte Moderna de Xangai, do Atelier Deshaus, pelas lentes de Kris Provoost - Mais Imagens+ 20

Série fotográfica apresenta um olhar abstrato sobre a arquitetura icônica da China

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Série fotográfica apresenta um olhar abstrato sobre a arquitetura icônica da China - Imagem 20 de 4
Sky SOHO, Zaha Hadid Architects. Imagem © Kris Provoost

Há uma década, uma onda de arquitetura impressionante invadiu as principais cidades chinesas, enquanto o país se preparava para as Olimpíadas de Pequim de 2008 e para a Expo Mundial de Xangai de 2010. Pequim e Xangai. Arquitetos/as de renome internacional propuseram e desenvolveram estruturas grandiosas, que logo se tornaram novos símbolos do país. Esses edifícios icônicos ajudaram a consolidar Pequim e Xangai como as principais portas de entrada para a China, mas, com o passar do tempo, o fenômeno se espalhou por outras cidades chinesas menos conhecidas. À medida que essas cidades de "segundo escalão" prosperavam, seus governos buscaram melhorar os padrões de vida e desenvolver sua própria identidade, resultando em novos teatros, estádios, escolas e torres de escritórios.

Depois de focar em Pequim e Xangai em sua primeira série de fotografias, Kris Provoost deu continuidade à série "Beautified China" com um olhar mais aprofundado sobre edifícios em 12 cidades de todo o país, de Harbin a Hong Kong. O projeto segue a mesma premissa: 20 fotografias minimalistas, tiradas ao longo dos últimos 8 anos, que capturam a arquitetura impressionante construída na última década.

Série fotográfica apresenta um olhar abstrato sobre a arquitetura icônica da China - Mais Imagens+ 17

Laboratório de Vida Urbana / Su Chang Design Research Office

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