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Infrastructure: O mais recente de arquitetura e notícia

De terrenos residuais a lugares cívicos: 6 parques públicos mexicanos

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O rápido crescimento urbano do México nas últimas décadas deixou muitas cidades enfrentando problemas como bairros fragmentados, altos índices de criminalidade e uma grave escassez de espaços públicos de qualidade. Em muitas áreas urbanas de baixa renda, o desenvolvimento informal ocorreu de forma paralela a infraestruturas básicas, como canais de drenagem, linhas ferroviárias e ravinas íngremes, dividindo comunidades e criando áreas vazias perigosas. Para mitigar essa segregação espacial e a falta de equipamentos urbanos, órgãos públicos e profissionais da arquitetura em todo o México estão intervindo nessas zonas de amortecimento abandonadas para construir parques públicos. Ao converter antigas barreiras físicas em corredores de pedestres acessíveis, esses projetos reconectam bairros segregados, restabelecem linhas de visão seguras e oferecem espaços para convivência comunitária e recreação diária.

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Infraestrutura climática em escala humana: da gestão da água ao resfriamento urbano

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A gestão da água, a qualidade do ar e a mitigação do calor costumam ser planejadas por meio de sistemas muito maiores do que os espaços onde as pessoas realmente as vivenciam. As redes de drenagem ficam sob as ruas. A poluição do ar é medida em cidades inteiras. No entanto, essas condições são sentidas muito mais perto do corpo: ao esperar um ônibus sob o sol, ao caminhar por uma rua alagada, ao atravessar uma praça exposta ou ao procurar um lugar para sentar quando o próprio ar parece difícil de respirar.

O calor torna essa questão especialmente urgente. À medida que as cidades esquentam, ruas, parques, áreas de circulação e outros espaços públicos tornam-se, cada vez mais, locais onde o design pode reduzir a exposição por meio de sombra, vegetação, fluxo de ar e água. Para a arquitetura, isso traz parte da adaptação climática para os espaços que as pessoas utilizam no dia a dia.

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A Cozinha Pública: Como os Mercados Asiáticos Transformam o Ato de Comer em Vida Cívica

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In many Asian cities, eating has never belonged entirely to the private home. It spills into markets, hawker centers, street stalls, and wholesale districts embedded within larger buildings or areas. These are places where the city exchanges information and watches other people pass through. They are not restaurants in the conventional sense, nor are they simply markets. In some way, their vibrancy and usage reflect the society's conditions at that moment. They are public kitchens: shared infrastructures where domestic routines are partially transferred into collective space.

Hong Kong's Municipal Services Buildings and curbside dining are where food is understood not only as culture, but as urban organization. The cooked-food center in the city folds eating into a larger civic machine of wet markets, libraries, and sports halls. The dai pai dong and street-side table, meanwhile, transform the curb into a temporary dining room. Looking beyond Hong Kong, similar questions emerge across the region. How do cities make room for social eating? Where does cooking happen when domestic space is limited? What kind of architecture supports the mess and heat of everyday food?

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Protótipo de bateria arquitetônica transforma espaço público em armazenamento urbano de energia em Ontário, Canadá

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Diante de um cenário de mudanças climáticas, inflação e conflitos armados, o sistema energético global passa por transformações e enfrenta questionamentos. Segundo as Nações Unidas, os edifícios devem ser aquecidos, iluminados e eletrificados por meio de fontes de energia limpas, acessíveis, viáveis, sustentáveis e confiáveis. A arquitetura e o planejamento urbano podem contribuir tanto para expandir o acesso à energia quanto para explorar diferentes formas de armazenamento. A startup Civic Grid, sediada em Toronto, projeta e constrói sistemas de armazenamento de energia com o objetivo de transformar a relação das comunidades com a eletricidade que move o cotidiano. Sua primeira bateria arquitetônica foi concebida como uma obra de arquitetura pública pelos/as arquitetos/as Jack Self e Josh Harskamp, em colaboração com o designer industrial Max Fine. O protótipo é a evolução de um sistema de energia implantável desenvolvido em parceria com a Proteção Civil de Lisboa para a Trienal de Arquitetura de Lisboa 2025, ainda em funcionamento, e é acompanhado por uma maquete física.

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Saúde, habitat e infraestrutura cívica: projetando a cidade como um parque nacional

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Cidades em todo o mundo compartilham um objetivo comum: tornarem-se mais saudáveis e verdes, apoiadas por uma infraestrutura cívica que restaure ecossistemas e fortaleça a vida pública. A questão é como alcançar esse objetivo. Metas climáticas globais, códigos de obras locais e normas municipais orientam cada vez mais os/as profissionais de design e planejamento rumo a melhores escolhas. Contudo, muitas cidades ainda enfrentam dificuldades para traduzir essas diretrizes em conforto cotidiano ao nível da rua e em proteção ecológica de longo prazo. O que acontece se a cidade deixar de ser tratada como uma cidade tradicional e passar a ser vista como um parque nacional?

Os parques nacionais operam por meio de sistemas de proteção que tratam o território como uma rede de relações ecológicas, e não como uma coleção de áreas isoladas. Eles estabelecem uma base comum sobre o que deve ser preservado, mantido e tornado acessível ao longo do tempo. Quando essa lógica é aplicada ao ambiente urbano, o sucesso dessa abordagem pode inspirar orgulho e um senso de responsabilidade compartilhada entre projetistas, formuladores/as de políticas públicas e moradores/as, fomentando um compromisso coletivo com a saúde, o habitat e a infraestrutura cívica.

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A Embarcadero Freeway: infraestrutura elevada e regeneração urbana em São Francisco

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Nas últimas décadas, cidades de todo o mundo testemunharam um aumento na demolição de vias expressas elevadas de concreto. Taipé, Seul, Portland e Boston, por exemplo, vivenciaram a ascensão e a queda dessas infraestruturas para dar lugar a parques e a novas propostas de regeneração urbana. Em outros casos, como em Montreal, no Canadá, houve forte oposição popular às vias expressas antes mesmo de serem construídas, o que resultou no desvio de viadutos, na preservação do patrimônio e na liberação das vistas para a orla. Em São Francisco, nos Estados Unidos, a história da Embarcadero Freeway é uma dessas narrativas que servem como estudo de caso sobre a ambição infraestrutural de meados do século XX, a reação da comunidade ao projeto e sua eventual reversão em prol da conectividade urbana.

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Repensando a arquitetura na escala dos sistemas planetários

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A arquitetura tem sido tradicionalmente descrita como uma disciplina preocupada com o espaço, a forma e a presença material. No entanto, essa compreensão se mostra cada vez mais limitada diante das condições que moldam a construção contemporânea. Os edifícios já não surgem de uma relação estável entre lote, programa e material. Em vez disso, são produzidos no interior de uma densa teia de sistemas tecnológicos que operam em escalas territoriais, ecológicas e temporais. Redes de energia, infraestruturas de dados, processos de extração e a logística global moldam a arquitetura de forma tão decisiva quanto o clima ou o contexto urbano.

Sob essa perspectiva, a arquitetura é menos um objeto isolado e mais um momento dentro de um campo técnico ampliado. Cadeias de suprimentos, sistemas de dados, manutenção automatizada e redes de energia não funcionam "por trás" do ambiente construído. De certo modo, esses sistemas determinam o que pode ser construído, o que é economicamente viável, como os edifícios se comportam ao longo do tempo e que tipo de resíduos produzem. Quando a arquitetura é avaliada primordialmente por meio da forma, corre-se o risco de ignorar os sistemas que condicionam sua produção e sua sobrevida.

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A computação não é imaterial: a infraestrutura de IA e a arquitetura da cidade

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À medida que a inteligência artificial continua a desestabilizar setores da economia e a remodelar indústrias inteiras, tanto instituições quanto indivíduos se preparam — e se adaptam rapidamente — às transformações que as máquinas parecem projetar sobre nosso futuro. Contudo, a pressão mais latente não decorre simplesmente do fato de a IA alterar a forma como as pessoas trabalham e vivem, mas sim dos modelos de negócios e das lógicas de investimento das empresas que desenvolvem esses sistemas: a concentração de capital, as novas demandas por capacidade de processamento, a corrida por talentos altamente especializados e a pegada de infraestrutura necessária para sustentá-la. Na Grande Área da Baía — ancorada por Guangzhou, Shenzhen e Hong Kong —, essa dinâmica é especialmente pronunciada. Iniciativas governamentais estão acelerando ativamente o crescimento do setor, com mecanismos de políticas públicas e planejamento começando a traduzir um campo aparentemente intangível em forma física: atualizações de zoneamento, destinação de terrenos e o surgimento de tipologias edilícias orientadas à IA, de laboratórios de pesquisa a centros de processamento de dados (data centers) em grande escala.

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Como as infraestruturas de transporte podem ganhar uma nova vida?

Diante das forças combinadas do crescimento populacional, da prosperidade econômica e da expansão urbana, as cidades vêm registrando um aumento expressivo na circulação de pessoas e mercadorias — reflexo direto da evolução dos sistemas de mobilidade nos ambientes urbanos. Com o avanço das tecnologias e a transformação dos meios de transporte, o reaproveitamento adaptativo de vagões de trem, cabines de avião e outras infraestruturas de serviço revela novas oportunidades para explorar seu potencial criativo. Materiais, tecnologias e ferramentas de projeto convergem em torno de um mesmo propósito: restaurar e ressignificar estruturas desativadas, para dar-lhes nova vida.

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Garagem de barcos / Weiss Architecture & Urbanism Limited

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Parry Sound District, Canadá
  • Arquitetos: Weiss Architecture & Urbanism Limited; Weiss Architecture & Urbanism Limited
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2014
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Corian, Sikkens, Soprema

Porto Franco de Luxemburgo / Atelier d'Architecture 3BM3

Porto Franco de Luxemburgo / Atelier d'Architecture 3BM3 - AeroportoPorto Franco de Luxemburgo / Atelier d'Architecture 3BM3 - AeroportoPorto Franco de Luxemburgo / Atelier d'Architecture 3BM3 - AeroportoPorto Franco de Luxemburgo / Atelier d'Architecture 3BM3 - AeroportoPorto Franco de Luxemburgo / Atelier d'Architecture 3BM3 - Mais Imagens+ 38

CEMEX divulga os finalistas internacionais do XXIII Building Awards

A CEMEX divulgou os finalistas internacionais do XXIII Building Awards, que tem como objetivo reconhecer internacionalmente os melhores projetos de arquitetura e construções. Divididos em três categorias, os prêmios abrangem projetos habitacionais, institucionais/industriais e de infraestrutura de grande escala, construídos no ano de 2013 e que se destacam por suas soluções construtivas, estética e técnicas inovadoras.

Os vencedores dos prêmios internacional e nacional serão anunciados no dia 05 de novembro. Conheça a seguir os finalistas internacionais e veja os finalistas nacionais (mexicanos) do XXIII Building Awards aqui.

Ponte Skyttelbron / Metro Arkitekter (Sweco Architects)

Ponte Skyttelbron / Metro Arkitekter (Sweco Architects) - PassarelaPonte Skyttelbron / Metro Arkitekter (Sweco Architects) - PassarelaPonte Skyttelbron / Metro Arkitekter (Sweco Architects) - PassarelaPonte Skyttelbron / Metro Arkitekter (Sweco Architects) - PassarelaPonte Skyttelbron / Metro Arkitekter (Sweco Architects) - Mais Imagens+ 9

Passarela pelas Copas das Árvores Centenárias de Kirstenbosch / Mark Thomas Architects

Passarela pelas Copas das Árvores Centenárias de Kirstenbosch / Mark Thomas Architects - PontesPassarela pelas Copas das Árvores Centenárias de Kirstenbosch / Mark Thomas Architects - PontesPassarela pelas Copas das Árvores Centenárias de Kirstenbosch / Mark Thomas Architects - PontesPassarela pelas Copas das Árvores Centenárias de Kirstenbosch / Mark Thomas Architects - PontesPassarela pelas Copas das Árvores Centenárias de Kirstenbosch / Mark Thomas Architects - Mais Imagens+ 26

Cidade do Cabo, África do Sul

Praça Bahnhofplatz Winterthur / Stutz Bolt Partner

Praça Bahnhofplatz Winterthur / Stutz Bolt Partner - RodoviáriaPraça Bahnhofplatz Winterthur / Stutz Bolt Partner - RodoviáriaPraça Bahnhofplatz Winterthur / Stutz Bolt Partner - RodoviáriaPraça Bahnhofplatz Winterthur / Stutz Bolt Partner - RodoviáriaPraça Bahnhofplatz Winterthur / Stutz Bolt Partner - Mais Imagens+ 9

Winterthur, Suíça

Moscou lança competição de projeto para duas novas estações de metrô

Moscow Metropolitan é a segunda linha de metrô mais usada do mundo, transportando 2,4 bilhões de passageiros por ano. Apesar disso, ela está longe de ser a mais extensa, com Pequim, Xangai, Londres, Nova Iorque, Tóquio e Madri ultrapassando-a em termos de distância total.

Visando melhorar neste aspecto, a cidade lançou em 2012 um ambicioso plano de expansão que pretendia criar outros 150km de trilhos e 70 novas estações até 2020. Dentro dessa iniciativa, foi elaborada uma competição para o projeto de duas dessas novas estações, localizadas na região sudoeste da cidade, no distritos de Solntsevo e Novo-Peredelkino.

Saiba mais sobre a competição para as estações de metrô em Moscou, a seguir.

Terminal de Balsas Linge / Knut Hjeltnes

Terminal de Balsas Linge / Knut Hjeltnes - Transporte
© Jiri Havran
Valldal, Noruega
  • Arquitetos: Knut Hjeltnes; Knut Hjeltnes
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2010

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Parada do Trem Varnsdorf – Pivovar Kocour / Domyjinak

Parada do Trem Varnsdorf – Pivovar Kocour / Domyjinak - Estação FerroviáriaParada do Trem Varnsdorf – Pivovar Kocour / Domyjinak - Estação FerroviáriaParada do Trem Varnsdorf – Pivovar Kocour / Domyjinak - Estação FerroviáriaParada do Trem Varnsdorf – Pivovar Kocour / Domyjinak - Estação FerroviáriaParada do Trem Varnsdorf – Pivovar Kocour / Domyjinak - Mais Imagens+ 7

  • Arquitetos: Domyjinak / architectural office ; Domyjinak / architectural office
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2013