
O rápido crescimento urbano do México nas últimas décadas deixou muitas cidades enfrentando problemas como bairros fragmentados, altos índices de criminalidade e uma grave escassez de espaços públicos de qualidade. Em muitas áreas urbanas de baixa renda, o desenvolvimento informal ocorreu de forma paralela a infraestruturas básicas, como canais de drenagem, linhas ferroviárias e ravinas íngremes, dividindo comunidades e criando áreas vazias perigosas. Para mitigar essa segregação espacial e a falta de equipamentos urbanos, órgãos públicos e profissionais da arquitetura em todo o México estão intervindo nessas zonas de amortecimento abandonadas para construir parques públicos. Ao converter antigas barreiras físicas em corredores de pedestres acessíveis, esses projetos reconectam bairros segregados, restabelecem linhas de visão seguras e oferecem espaços para convivência comunitária e recreação diária.































