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Independencia: O mais recente de arquitetura e notícia

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Do Jardim ao Monumento: Paisagens da Libertação nas Cidades Africanas

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A libertação nem sempre começa com um monumento. Pode começar em um jardim, quintal, clareira ou campo; na ocupação da terra e na possibilidade de se reunir ali. Ao longo de histórias moldadas pelo colonialismo e pela expropriação, o espaço tem sido mais do que o cenário onde a libertação ocorre. Ele tem sido uma de suas práticas: cultivado, ocupado, servindo de refúgio, percorrido e coletivamente refeito.

A pesquisa do escritório Wolff Architects Liberation Gardens propõe o jardim como uma forma de ler essas práticas espaciais, não simplesmente como um terreno plantado, mas como um espaço através do qual a sobrevivência, o sustento e a imaginação emancipatória podem ser mantidos. O jardim, nesse sentido, não é definido tanto pelo projeto de paisagismo, mas sim pelas relações entre as pessoas e a terra, o cultivo e o conhecimento, a ocupação e a autonomia. Ele pode abrigar a produção cultural ao lado da subsistência, além de formas de vida coletiva que emergem sob condições de violência e expropriação. A libertação, compreendida espacialmente, passa a ser tanto sobre a possibilidade de habitar de forma diferente quanto sobre alcançar uma condição final de liberdade.

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A Maison du Peuple: a reapropriação do brutalismo para a construção nacional

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Quando os países africanos conquistaram sua independência do domínio colonial europeu em meados do século XX, a construção nacional envolveu muito mais do que estabelecer novos governos e instituições políticas. Os novos Estados soberanos também precisavam estabelecer uma identidade edificada que os diferenciasse de seu passado colonial, e a arquitetura tornou-se uma ferramenta crucial nesse processo. Em todo o continente, edifícios cívicos monumentais, universidades, centros de convenções e instituições culturais foram encomendados para personificar o progresso e a unidade nacional. No entanto, isso criou uma contradição fundamental: muitos desses edifícios adotaram linguagens arquitetônicas modernistas e brutalistas de origem europeia, sendo que alguns foram inclusive projetados por profissionais de arquitetura das antigas potências coloniais. A Maison du Peuple em Ouagadougou, Burkina Faso, oferece um exemplo particularmente revelador de como uma linguagem arquitetônica associada à Europa pôde ser apropriada e transformada em uma expressão de independência pós-colonial.

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Centro Internacional de Convenções Kenyatta: ícone modernista da arquitetura africana pós-colonial

A arquitetura moderna e futurista da África Subsaariana reflete as aspirações e o espírito progressista que dominavam o início da independência de muitos países dessa região entre o final da década 1950 e o início da década de 1960. Uma produção que, por coincidir com o crescimento econômico, utilizou métodos de construção complexos em uma arquitetura que mesclava o interior e o exterior (graças ao clima tropical) focando na forma e expressão da materialidade. Nessa fusão de condicionantes específicas surgiram peças arquitetônicas de valor único que precisam ser "redescobertas", entre elas, o Centro Internacional de Convenções Kenyatta (KICC) construído em Nairóbi, Quênia.

Escritório OCA - Sede 03 / Oficina Conceito Arquitetura

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  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  39 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2023
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Adobe Systems Incorporated, Arkos, Docol, Drio Mobiliário, D’cor Móveis, +6

“Valora nuestro barrio”: 21 projetos de melhorias urbanas em Lima no Peru

A fim de aplacar as consequências do crescimento urbano informal nas regiões de Lima e Callao, a Conselho de Arquitetos do Peru Lima (CAP RL) apresentou em 19 de abril o programa "Valora Nuestro Barrio" (Valoriza Nosso Bairro). Através de 21 projetos selecionados, o programa busca melhorar a qualidade de vida dos habitantes, reconhecendo e tornando visíveis as boas práticas de melhoria urbana nos bairros propostos.

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Apartamento GT / Oficina Conceito Arquitetura

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  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  102 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2021
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Adobe Systems Incorporated, Trimble

Brava Gastrobar / Hype Studio

Brava Gastrobar / Hype Studio - Fotografia de Interiores, Restaurantes E Bares
© Marcelo Donadussi

Brava Gastrobar / Hype Studio - Fotografia de Interiores, Restaurantes E Bares, CadeiraBrava Gastrobar / Hype Studio - Fotografia de Interiores, Restaurantes E Bares, CadeiraBrava Gastrobar / Hype Studio - Fotografia de Interiores, Restaurantes E BaresBrava Gastrobar / Hype Studio - Fotografia de Interiores, Restaurantes E BaresBrava Gastrobar / Hype Studio - Mais Imagens+ 22

  • Arquitetos: Hype Studio
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  90 m²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2017
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Artfreezer, CJ Klein, Mezas, Rosito Luce
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SONPENDULAR: projeções de videomapping ressignificam uma igreja abandonada

A inabitada Igreja do Monasterio del Carmen Bajo de San Rafael, um edifício declarado como Monumento Nacional, abriu suas portas à comunidade para receber o espetáculo Sonpendular, um show audiovisual que integra videomapping, iluminação e música ao vivo.

O projeto é uma investigação estética sobre o tempo e o espaço, que convida o espectador a um ritual sonoro-luminoso envolvente, rico em padrões geométricos e áudio generativo em tempo real. A obra remete à transformação e a não-permanência, criando um portal em constante movimento no qual o presente, o passado e o futuro dialogam como um único tempo.

Complexo MAPFRE / TSM Asociados

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Independencia, Peru
  • Arquitetos: TSM Asociados
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  2880 m²