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Fachadas: O mais recente de arquitetura e notícia

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Maior não é apenas uma escolha estética: o que os sistemas de fachada ocultam por trás de seus materiais

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Superfícies contínuas e juntas mínimas tornaram-se uma assinatura marcante da arquitetura contemporânea, valorizadas pelas linhas limpas e pela uniformidade que conferem ao envelope do edifício. No entanto, na engenharia de fachadas, essa busca raramente se resume à aparência. Independentemente do material utilizado, o aumento das dimensões dos painéis pode influenciar a durabilidade, a reciclabilidade do material, o desempenho contra agentes externos e outros aspectos, como a resistência a impactos e a manutenção a longo prazo. Ao aliar a facilidade de instalação e a eficiência no transporte à flexibilidade projetual, os sistemas de fachada monomateriais utilizam painéis de grande formato enquanto solucionam desafios práticos relacionados à planeza, movimentação térmica e suporte estrutural. Contudo, que outros fatores relacionados aos materiais por trás dos painéis de grande formato podem fazer a diferença na construção de envelopes prediais hoje em dia? 

Como o tijolo fino pode contribuir para edifícios de alto desempenho?

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A alvenaria costuma ser percebida por seu peso, profundidade, textura e senso de permanência. No entanto, essas qualidades físicas também trazem diversas implicações para o desempenho do envelope do edifício. Da espessura da junta de assentamento ao peso do material, cada decisão relacionada à alvenaria está vinculada a considerações de durabilidade, estabilidade e desempenho a longo prazo, preservando o caráter material associado à solidez e à permanência. No Summer Street Apartments, os tijolos finos ofereceram uma maneira de manter essas qualidades, ao mesmo tempo em que atenderam aos requisitos de isolamento e envelope de um edifício totalmente elétrico e de energia zero líquida (net-zero). Com igual relevância, a solução ajudou a conferir ao projeto o caráter residencial que a equipe de arquitetura buscava.

O que acontece quando a energia solar é tratada como material de construção?

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À medida que a responsabilidade ambiental se consolida na cultura de projeto, o envelope do edifício passa a ser reconsiderado não apenas como uma pele protetora, mas como uma superfície ativa de produção de energia. Tratar a tecnologia solar como um material, e não como um mero acessório, reformula a maneira como a arquitetura é concebida e detalhada. Cor, textura, ritmo e montagem tornam-se indissociáveis do desempenho. A tecnologia fotovoltaica integrada a edifícios (BIPV) opera justamente nessa definição ampliada de materialidade. Ao integrar a tecnologia solar em fachadas e fachadas ventiladas desde as etapas iniciais de um projeto, arquitetos e arquitetas podem reduzir redundâncias, alinhar metas energéticas às intenções de projeto e repensar a composição dos envelopes. No entanto, traduzir essa ambição em sistemas construtivos viáveis exige precisão técnica e inteligência executiva.

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Projetar com o que existe: Expansão da sede da Rieder transforma materiais residuais em design de fachada

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E se as sobras industriais não fossem resíduos, mas o ponto de partida do projeto de arquitetura? Na sede da Rieder em Maishofen, na Áustria, mais de 1.300 metros cúbicos de madeira, 180 elementos de teto e centenas de fragmentos reciclados de concreto reforçado com fibra de vidro se unem em um edifício moldado tanto pelo reúso quanto pelo planejamento. O novo pavilhão de produção, projetado pelo escritório Kessler² Architecture, trata as sobras de materiais como recurso de projeto. Desenvolvido como parte de um investimento de longo prazo em manufatura sustentável, o edifício híbrido de madeira e concreto introduz uma técnica de fachada que inverte os fluxos de trabalho convencionais da arquitetura: em vez de projetar primeiro para depois produzir os componentes, o envelope do edifício é gerado a partir dos resquícios de materiais já disponíveis no local, estabelecendo uma nova linguagem para a arquitetura industrial.

São Paulo recebe a Zak World of Facades com palestrantes de renome

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No dia 18 de março, o SP Hall, em São Paulo, será palco da Zak World of Facades, um dos principais eventos internacionais dedicados a fachadas arquitetônicas. Pela primeira vez no Brasil, a conferência reunirá arquitetos, engenheiros, consultores de fachadas e incorporadores para compartilhar conhecimentos sobre as mais avançadas soluções para envoltórios prediais. Projetos inovadores que estão transformando o skyline da maior cidade do hemisfério serão analisados em apresentações individuais e painéis de discussão dinâmicos.

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Pré-fabricação e ousadia formal do modernismo belga: a história dos Edifícios CBR e LH 187 em Bruxelas

Entre 1960 e 1976, a capital da Bélgica tornou-se um cenário de experimentos arquitetônicos que combinavam os ideais modernistas com a pré-fabricação, culminando na construção de dois edifícios icônicos. O CBR Office Building (1967-1970) e o LH 187 (1976), projetados por Constantin Brodzki e Marcel Lambrichs, são vizinhos e compartilham uma linguagem arquitetônica audaciosa. Ambos se destacam por suas fachadas formadas por grandes módulos de concreto pré-fabricado, que não só evidenciam a estética brutalista, mas também revelam o empenho em usar materiais industriais e técnicas construtivas inovadoras para a época.

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De véus finos a barreiras espessas: explorando diferentes larguras em envelopes arquitetônicos

A arquitetura sempre desempenhou o papel primordial de prover abrigo e proteção para os seres humanos. Na pré-história, buscamos refúgio em cavernas naturais, aproveitando-se da estrutura rochosa para proteção contra os elementos naturais e os predadores. Com o tempo, os abrigos começaram a ser feitos de materiais encontrados na natureza, como galhos, folhas e peles de animais, evoluindo para casas mais permanentes e complexas, com paredes feitas de pedra, tijolos ou madeira, telhados para proteger contra a chuva e o sol, e portas para controlar o acesso. Desenvolvendo habilidades de construção mais avançadas, utilizamos materiais como madeira, pedra, argila e a arquitetura evoluiu significativamente, com a construção de templos, palácios, casas e fortificações que proporcionaram não apenas abrigo, mas também simbolizavam poder, status e identidade cultural. Mesmo assim, basicamente, nossas construções permanecem sendo uma envoltória que nos protegem das intempéries. 

Das pedras maciças dos templos gregos aos arranha céus envidraçados, flertamos com uma gama de possibilidades e espessuras para separarmos o que consideramos interno e externo. Este artigo busca explorar essa diversidade de espessuras na arquitetura, desde materiais simples até técnicas construtivas complexas, destacando como essa variação não só proporciona proteção, mas também influencia nossa percepção e interação com o ambiente construído.

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O legado do telhado shed, um ícone da arquitetura industrial

Um símbolo da era industrial, o telhado em shed é um ícone na história da arquitetura. Apesar de ser uma invenção funcional originada da necessidade há quase 200 anos, sua forma icônica está passando um renascimento em diversos projetos contemporâneos.

Composto por muitos telhados longos e finos, cada um com inclinações irregulares, dispostos lado a lado, o telhado serrilhado posiciona suas bordas mais íngremes - preenchidas com painéis de vidro - afastadas do cume. Essa estratégia permite que edifícios amplos controlem o ganho solar, evitando a luz solar direta, ao mesmo tempo, em que proporciona uma entrada uniforme de luz natural indireta em toda a área interna.

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Casas brasileiras: 7 projetos com fachadas opacas

Nem todos projetos buscam uma conexão constante com exterior, ao menos não em sua fachada frontal. Apesar de uma aparência não tão comum, são diversos os motivos para criar uma fachada opaca: privacidade, segurança, redução do consumo de energia, proteção contra as intempéries. Mais comum em edifícios governamentais, culturais ou religiosos, esta solução também é encontrada em alguns casos residenciais. 

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Padrões e texturas de madeira em casas brasileiras

O Brasil produz cerca de 150 milhões de metros cúbicos de madeira por ano. Devido à ampla variedade de espécies de árvores no país, os designers que buscam materiais naturais e de origem local têm diversas opções à disposição. Por esse motivo, não é surpresa que a madeira seja um elemento comum em casas tradicionais e contemporâneas do Brasil, sendo usada tanto na construção como na criação de superfícies decorativas.

A beleza dos padrões de fibras da madeira, combinada com paletas de cores quentes, ricas e variadas, faz com que a madeira seja um material muito procurado para compor espaços interiores, ao mesmo tempo em que oferece a resistência e estabilidade necessárias para pisos e estruturas. Sua coloração natural e apelo estético permitem uma abordagem simples e minimalista, conferindo aos espaços uma sensação atemporal.

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Tons pastéis na arquitetura e seu apelo duradouro e calmante

Com uma alta proporção de branco misturado a uma pequena quantidade de pigmentos coloridos, as cores pastéis fornecem uma variedade de tons pálidos e moderados. Relacionados a ambientes suaves e calmantes, essas cores têm uma qualidade atemporal e podem ser vistas em diferentes estilos arquitetônicos, como o Rococó, o Art Déco ou mid-century. Aplicado em exteriores, interiores ou ambos, os tons pastel fazem com que os cômodos pareçam mais leves, arejados e espaçosos.

Desde detalhes sutis até se destacar na estratégia geral de um projeto, tons pastéis são alternativas versáteis que podem ser usadas de várias maneiras. Seguindo as propostas de cores de Ricardo Bofill, interiores de Paulo Mendes da Rocha e os edifícios de Michael Graves, a arquitetura contemporânea brinca com cores suaves para fins estéticos e funcionais, além de proporcionar uma experiência sensorial. Analisando diferentes exemplos de sua aplicação em arquitetura e design, mostramos como quatro cores predominantes - verde-menta, rosa claro, amarelo limão e azul bebê - estão atualmente ganhando protagonismo.

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Usando vidro colorido para realçar projetos de arquitetura: 20 exemplos contemporâneos

Usado por artesãos em todo o mundo por milhares de anos, o vidro colorido é uma das formas de arte mais antigas. Suas origens datam do século VII, quando janelas coloridas começaram a adornar igrejas, catedrais e conventos - geralmente representando símbolos religiosos e histórias bíblicas. Eles se expandiram para mesquitas e palácios islâmicos durante o século VIII, e na Idade Média podiam ser encontrados em inúmeras igrejas em toda a Europa. Intrincados trabalhos em vidro atingiram o esplendor máximo nos edifícios monumentais do período gótico, resultando em vitrais gigantes e elaboradas com figuras, padrões e geometrias extremamente complexas. No entanto, hoje em dia isso já não é exclusivamente reservado para locais de culto proeminentes ou estruturas antigas. De mãos dadas a métodos inovadores de produção e novas tecnologias, o vidro colorido retornou na arquitetura contemporânea, embelezando edifícios com seus toques ousados e animados.

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Casas brasileiras: 10 residências com fachada em pedra natural

Herdado de técnicas ancestrais, o trato com a pedra natural enquanto material de construção está, historicamente, ligado muito mais à estrutura de uma construção do que à etapa de acabamentos. Com o desenvolvimento da construção civil, as pedras naturais enquanto estrutura foram substituídas por sistemas mais eficientes e baratos, como o concreto armado ou ainda a estrutura metálica e a alvenaria estrutural, abrindo espaço para o aproveitamento das pedras como acabamentos e revestimentos.

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Como usar policarbonato translúcido em fachadas de edifícios?

Seja se mesclando ou se destacando, incorporando transparência ou solidez, expressando aspereza ou suavidade, uma fachada é o meio pelo qual nos relacionamos com a arquitetura. Ela conta uma história e muitas vezes pode definir o tom para o restante do interior. Mas, além de definir uma experiência puramente visual, a envoltória de um edifício também deve ser prática, durável e ter a capacidade de gerenciar adequadamente as necessidades de iluminação e ventilação natural. Afinal, por ser o ponto de contato com o exterior, é responsável por mitigar os sons e fornecer proteção contra as condições climáticas, como vento, chuva, calor e umidade. Ao projetar uma fachada, é importante considerar um equilíbrio entre desempenho e uma bela estética. É claro que muitos materiais atendem com sucesso a esses critérios. Mas quando se trata de criar um ambiente confortável e cheio de luz, garantindo resistência, facilidade de instalação e versatilidade, as propriedades dos painéis de policarbonato translúcido parecem incomparáveis.

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Esquadrias de PVC em projetos residenciais: resistência e baixa manutenção

O PVC, como é chamado o material sintético Policloreto de Polivinila, ou Policloreto de Vinil, é um dos plásticos mais produzidos do mundo, chegando a 40 milhões de toneladas por ano. Sua aplicação é bastante variada e na construção civil encontrou ramos distintos, servindo tanto como insumo para infraestrutura quanto para acabamentos.

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Como deverão ser as fachadas com as mudanças climáticas?

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House with Gable / mia2/Architektur. Image © Kurt Hörbst

Ao falarmos de eficiência energética de edificações, é inevitável mencionarmos o isolamento térmico. Dificilmente vemos ele numa edificação acabada e, mesmo nos desenhos técnicos, a camada isolante figura como uma hachura fina. Mas trata-se de um elemento que exerce vital importância, já que atua como uma barreira ao fluxo de calor, dificultando as trocas de energia entre o interior e o exterior, diminuindo a quantidade de calor que escapa no inverno e a energia térmica que entra no verão. Em uma edificação com bom isolamento térmico há menor necessidade de meios mecânicos e gasto de energia para manter a casa em uma temperatura agradável, reduzindo também a sua pegada de carbono. Atualmente há muitos países que exigem um nível mínimo de isolamento térmico para as edificações, com parâmetros cada vez mais rígidos. Mas como essa questão deverá ser tratada num futuro próximo, com uma previsão nada animadora em relação à crise climática? 

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5 Pontos a considerar ao projetar uma fachada de alto desempenho

A fachada é um dos fatores mais importantes em determinados edifícios, podendo transformar completamente a experiência dos ocupantes e o desempenho energético. O Whole Building Design Guide mostra que a fachada pode ter uma participação de até 40% no uso total de energia do edifício. Além do uso de energia, as fachadas também impactam significativamente a produtividade dos ocupantes dentro de um edifício e, claro, a aparência do mesmo. Existem muitos fatores que contribuem para a criação de uma fachada de alto desempenho. Neste artigo, descrevemos as 5 principais coisas que uma equipe de projeto deve considerar.

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Casas brasileiras: fachadas que destacam o charme da madeira

A madeira é um material muito comum na indústria da construção civil, sendo utilizada em várias etapas e para várias finalidades. A seguir, iremos explorar sua potencialidade para compor as fachadas residenciais a partir de 17 exemplos de casas brasileiras.  

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