Durante séculos, a pintura de fachadas foi uma forma simples e eficaz de adicionar um toque de individualidade a edifícios residenciais e comerciais - especialmente em áreas onde os edifícios são parecidos entre si. Por ser um meio tão fluido, os potenciais do que pode ser alcançado com a pintura são ilimitados - tanto internos quanto externos.
"Bem-vindo a este estranho livro. Com todos os desenhos, ele pode parecer um manual, mas não é. O livro é tanto sobre juntas quanto sobre peças. Acima de tudo, busca a ordem que é inerente às coisas". Estas palavras fazem parte da introdução ao livro de Koen Mulder - The Thrilling Surface: The Brick Bond as a Composers Tool. Disponível em alemão, o livro de 160 páginas rigorosamente ilustradas apresenta um universo de possíveis variações de padrões que podem ser criados quando se começa a projetar.
Por esta razão, entrevistamos Koen para descobrir o que o inspirou a discutir este assunto, para entender como ele conseguiu reunir todas as informações e para visualizar o impacto que este tipo de estudo pode ter na arquitetura.
Os painéis de policarbonato translúcido apresentam uma estética única e marcante, ao mesmo tempo que mantêm uma eficiência na funcionalidade. Eles podem adicionar profundidade e cor a uma fachada e se adaptar para atender a uma ampla gama de requisitos de desempenho, desde resistência à temperatura até resistência ao impacto, proteção UV e muito mais. A Rodeca, empresa líder na indústria de painéis de policarbonato, oferece produtos de alta qualidade com alta personalização em relação a cores, níveis de transparência, tratamentos, perfis, tamanhos, sistemas de junta e muito mais. Abaixo trazemos uma lista detalhada dessas muitas opções, acompanhada por diagramas e etapas de instalação. Também discutimos vários estudos de caso em que fachadas de policarbonato foram usadas com grande sucesso, aproveitando ao máximo as opções disponíveis junto com as qualidades estéticas intrínsecas dos painéis translúcidos para complementar e elevar seus projetos.
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A expansão do campus de Manhattanville da Columbia University deu início a um distrito cristalino de edifícios revestidos de vidro, em meio à arquitetura vernacular de alvenaria do Harlem. As últimas adições ao campus de 6,87 hectares (17 acres) e $ 6,3 bilhões, planejado pela SOM, são dois edifícios projetados por Diller Scofidio + Renfro (DS + R) em colaboração com a FXCollaborative, que configurou um novo lar para a Columbia Business School. Com inauguração prevista para o início de 2022, Henry R. Kravis Hall e o Edifício Leste possuem onze e oito pavimentos, respectivamente, e oferecem 45.708,00 m² (492.000 ft²) de salas de aula, espaços públicos e escritórios para o corpo docente.
Cortinas configuram um fluxo livre e dinâmico na arquitetura. Realizada para proteger o ambiente, seja da insolação ou dos olhares exteriores, ela se desenvolve na arquitetura ganhando destaque como adorno ou sutil divisória. Devido à sua flexibilidade e movimento, torna-se uma solução que cada vez mais utilizada por arquitetas e arquitetos, afinal seu material permite trabalhar camadas de sobreposição entre o interior e exterior, trazer luz ou sombra e, assim, transformar o espaço. Aqui, reunimos alguns exemplos de projetos que passaram a adotar a cortina principalmente em suas fachadas e como essa solução pode transformar a percepção da obra como um todo.
Para uma criança pequena, entender o conceito do tempo e a passagem dele é algo muito difícil. Isso justifica a impaciência por esperar algo ou a confusão para lembrar algo que ocorreu no passado. Elas vivem apenas o presente e essa noção do tempo é aprendida aos poucos. Mas aceitar a passagem do tempo e o envelhecer é algo que nos atormenta mesmo após adultos. As lucrativas indústrias de produtos cosméticos e cirurgias plásticas comprovam como a humanidade busca controlar ou negar a passagem do tempo, algo que nos corre pelas mãos e é implacável.
A ardósia é um produto mineral, totalmente inerte e ecológico, com um processo de produção simples e eficiente. É um dos produtos naturais mais versáteis, adaptando-se a qualquer projeto como material de revestimento, seja em para cobertura, pisos ou fachada. Dentre suas propriedades, destaca-se a resistência a temperaturas extremas, uma durabilidade superior a 100 anos e uma alta impermeabilidade, o que garante um bom rendimento em qualquer condição climática. Sua diversidade de formas, tamanhos e texturas permite uma multiplicidade de combinações, convidando os arquitetos a despertarem seu lado criativo. A seguir, conheça 7 residências exemplares que utilizaram a ardósia como material de revestimento.
A fachada é dos elementos mais importantes em um projeto de arquitetura. Além de ser a primeira barreira da construção contra o calor, a chuva, a neve ou o vento, também determina, em grande parte, a aparência de uma edificação. Pode fazer o projeto se destacar, mesclar-se no contexto ou mesmo manifestar, à primeira vista, valores de sobriedade, transparência, leveza e até despojamento que o arquiteto busca transmitir através do desenho. Junto a isso, também corresponde a uma significativa parcela do custo total da obra e deve ser especificada com muita atenção, levando em conta, além da estética, sua funcionalidade, necessidade de manutenção e seu comportamento a longo prazo.
https://www.archdaily.com.br/pt/948404/paineis-metalicos-nao-laminados-dicas-e-detalhes-de-construcao-para-envelopes-de-construcaoSponsored Post
O policarbonato tornou-se uma alternativa atraente ao vidro para fachadas, pois apresenta distintos níveis de translucidez e pode fornecer transmissão e difusão ideais da luz. Além disso, é leve, flexível, reciclável, durável, resistente a impactos e inclui proteção ultravioleta (UV), além de resistir a temperaturas entre -40 °C e 115 °C. Mas, além de suas propriedades funcionais, este termoplástico também oferece amplas oportunidades estéticas, permitindo que os arquitetos criem fachadas excepcionalmente dinâmicas e expressivas.
Pouco antes da Primeira Guerra Mundial, Harry Brearley (1871-1948), que já trabalhava como operário em uma metalúrgica desde os 12 anos de idade, desenvolveu o primeiro aço inoxidável. Buscando resolver um problema de desgaste das paredes internas das armas do exército britânico, ele acabou obtendo uma liga metálica resistente à corrosão, agregando cromo ao ferro fundido. A invenção encontrou aplicações em quase todos os setores da indústria, desde a produção de talheres, equipamentos de saúde, cozinha, indústria automotiva, entre muitas outros, substituindo materiais tradicionais como o aço carbono, cobre e até alumínio. Na construção civil isso não foi diferente e o aço inoxidável logo foi incorporado às edificações.
Vem aí a segunda edição do evento mais importante dedicado às fachadas no Brasil e que reúne profissionais de arquitetura consagrados no país e no mundo
No dia 24 de novembro, de 9h às 12h, será realizada on-line a segunda edição do DOMO, evento voltado para o público de arquitetura e consultores de fachadas. Idealizado pela Cebrace, a maior produtora de vidros e espelhos da América do Sul, e realizado em parceria com as empresas Schüco e Eastman, o evento irá transmitir as palestras focadas em cases, tendências e discussões sobre as fachadas em projetos de referência nacional e mundial apresentadas por profissionais de escritórios como Zaha Hadid Architects, Perkins&Will e Andrade Morettin Arquitetos Associados.
Quando projetou o Pavilhão Nórdico em Veneza, Sverre Fehn incorporou elementos arquitetônicos nórdicos de formas pouco usuais. Possivelmente o que mais chama atenção no edifício seja sua cobertura laminar de concreto branco, que é rompida por árvores, barrando os raios solares e filtrando a luz. Dependendo do ângulo, as lâminas permitem visualizar as cores do céu e a copa das árvores, trazendo um dinamismo à cobertura no percurso pelo edifício. De fato, a utilização de lâminas em fachadas, paredes e coberturas é uma tradição que provém da arquitetura nórdica e tem se espalhado pelo mundo. Neste artigo abordaremos alguns exemplos de emprego dessa solução, as possibilidades e as melhores formas de amplificar o efeito.
A orientação e dimensionamento dos vazios são algumas das principais variáveis a serem levadas em conta na proposição de elementos vazados nas fachadas de edifícios. O estudo das condições locais é fundamental para o bom desempenho deste tipo de solução, particularmente bem-vinda em países que costumam ter temperaturas elevadas, como a Índia. Ainda que sua variedade climática dificulte as generalizações, as temperaturas podem atingir acima 40 graus no verão na maior parte do país, o que exige estratégias arquitetônicas específicas para amenizar a sensação de calor e umidade no interior das edificações.
Recentemente, temos visto muitos projetos que fazem uso de fachadas permeáveis, incluindo alguns vencedores do Building of the Year Award, a ponto de se poder considerar esse elemento arquitetônico uma espécie de tendência ou "moda" na produção contemporânea.
Melhorias na iluminação e ventilação naturais e maior permeabilidade visual são algumas das vantagens proporcionadas por esse tipo de fachada. A seguir, compilamos 15 fotografias que mostram exemplos desse elemento, feitas por proeminentes fotógrafos, como Andrés Valbuena, Pedro Nuno Pacheco e Koji Fuji Nacasa & Partners Inc.
A digitalização dos meios de produção e os recursos tecnológicos ligados ao desenvolvimento de ferramentas cada vez mais sofisticadas impactam diretamente na prática contemporânea da arquitetura e do urbanismo. Pensar cidades e edifícios a partir do pressuposto digital representa grandes possibilidades de inovação em termos de desenho, otimização de recursos e processos, melhoria no desempenho e acompanhamento para manutenção de obras, entre outros aspectos. Muitas ferramentas estão disponíveis atualmente, e vão desde inteligência artificial à impressão 3D, passando por diversos artifícios que alteram os paradigmas da profissão e demandam uma nova postura na hora de projetar.
Como um dos elementos arquitetônicos que com frequência promove a relação entre interior e exterior, a varanda também pode ser atribuída como o elemento intermediário entre a rua e os espaços interiores. No entanto, como elemento de destaque nas fachadas de edifícios - residenciais ou comerciais - estas podem promover certo desconforto térmico, dada a incidência direta da luz solar, ou no que se refere a privacidade, considerando sua posição em destaque e certo voyeurismo por aqueles que transitam no ambiente urbano. A partir disso, é no modernismo que arquitetos iniciam o processo de aplicação de brises de concreto e em alguns casos, cobogós, sobre a fachada de seus edifícios. Contudo, hoje em dia, com uma gama de materiais e possibilidades, profisisonais tem cada vez mais se apropriado de novas soluções em brises para proteger estes espaços das intempéries ao passo que garantem privacidade.