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Desenho inclusivo: O mais recente de arquitetura e notícia

Office for Future converte antiga escola em habitação para famílias deslocadas na Ucrânia

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O escritório Office for Future está convertendo uma antiga escola em Stavyshche, na Ucrânia, em habitação para 42 famílias deslocadas pela guerra. Desenvolvido para a Charity Foundation Housing for IDP, o projeto, intitulado "Dvir – The Shared Courtyard", reaproveita o edifício de aproximadamente 1.900 metros quadrados para criar 42 apartamentos e 200 metros quadrados de espaços internos compartilhados. A intervenção combina a estrutura existente com novos elementos de madeira, um retrofit energético e a transformação do antigo pátio de asfalto em um espaço verde permeável.

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No Dia Internacional da Democracia: Encontro, Equidade e o Poder Simbólico da Arquitetura

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No Dia Internacional da Democracia, as Nações Unidas revisitam este ano uma ideia tradicional do conceito: a ampla participação cidadã nas tomadas de decisão governamentais. Na ocasião, o órgão internacional convida a uma reflexão sobre como a participação e a inclusão de vozes diversas nas decisões do governo podem ajudar a construir uma sociedade mais equitativa. Sob uma perspectiva espacial, a reflexão sobre a democracia pode ir além desse enquadramento vertical, passando a compreendê-la a partir do encontro. O que significa um espaço ser democrático? Como a arquitetura pode contribuir para alcançar os princípios historicamente associados à democracia? No atual contexto de crise nos sistemas de organização política em todo o mundo, este dia serve como plataforma para questionar a individualização e o autoritarismo por meio das ferramentas socioespaciais de que dispomos.

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"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026

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No Congresso Mundial de Arquitetos da UIA 2026 em Barcelona, o tema Becoming. Arquiteturas para um Planeta em Transição enquadrou a arquitetura como uma disciplina que atua no âmbito das transformações ambientais, políticas e sociais, e não à margem delas. Entre os palestrantes desta edição estava o arquiteto Andrés Jaque, fundador do Office for Political Innovation e decano da Graduate School of Architecture, Planning and Preservation (GSAPP) da Universidade de Columbia. Durante o Congresso, o ArchDaily conversou com Jaque sobre a capacidade da arquitetura de gerar alternativas, o papel da experimentação na educação e por que a transição deve ser compreendida como uma condição, e não como um destino.

"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 - Image 1 of 4"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 - Image 2 of 4"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 - Image 3 of 4"O design é indissociável do ativismo": Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 - Image 4 of 4O design é indissociável do ativismo: Em conversa com Andrés Jaque no Congresso Mundial de Arquitetos/as da UIA 2026 - Mais Imagens+ 2

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ParkTEA: Um projeto vencedor do ArchDaily Student Project Awards que reimagina a cidade para a diversidade cognitiva

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O espaço público é frequentemente projetado em torno de uma ideia restrita sobre como as pessoas se movem, interagem e respondem ao seu entorno. O ParkTEA parte de uma premissa diferente: a cidade também pode abrir espaço para quem vivencia o ambiente a partir de diferentes condições sensoriais e sociais.

Desenvolvido por Ignacio Martínez Pardo na Escuela Técnica Superior de Arquitectura de Madrid (ETSAM), o projeto foi concebido no âmbito do programa de trabalho de conclusão de mestrado (Graduate-MHab) durante o ano letivo de 2024 a 2025, sob a orientação de Héctor Fernández Elorza, Jesús Aparicio, Carlos García Fernández e Jaime Daroca Guerrero. Reconhecido como um dos vencedores da primeira edição do ArchDaily Student Project Awards, o ParkTEA aborda o tema da coexistência por meio de uma proposta que reúne cuidado, infraestrutura e vida urbana.

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A computação não é imaterial: a infraestrutura de IA e a arquitetura da cidade

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À medida que a inteligência artificial continua a desestabilizar setores da economia e a remodelar indústrias inteiras, tanto instituições quanto indivíduos se preparam — e se adaptam rapidamente — às transformações que as máquinas parecem projetar sobre nosso futuro. Contudo, a pressão mais latente não decorre simplesmente do fato de a IA alterar a forma como as pessoas trabalham e vivem, mas sim dos modelos de negócios e das lógicas de investimento das empresas que desenvolvem esses sistemas: a concentração de capital, as novas demandas por capacidade de processamento, a corrida por talentos altamente especializados e a pegada de infraestrutura necessária para sustentá-la. Na Grande Área da Baía — ancorada por Guangzhou, Shenzhen e Hong Kong —, essa dinâmica é especialmente pronunciada. Iniciativas governamentais estão acelerando ativamente o crescimento do setor, com mecanismos de políticas públicas e planejamento começando a traduzir um campo aparentemente intangível em forma física: atualizações de zoneamento, destinação de terrenos e o surgimento de tipologias edilícias orientadas à IA, de laboratórios de pesquisa a centros de processamento de dados (data centers) em grande escala.

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Projetar com, não para: a prática participativa da CatalyticAction

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A arquitetura é frequentemente avaliada por suas formas finais, no entanto, algumas práticas operam em um registro diferente, no qual o projeto se desenvolve por meio de relações, tempo e uso, e não por um resultado único. Para a CatalyticAction, a participação não é uma atividade social paralela, mas sim o meio pelo qual os espaços são concebidos, construídos e mantidos ao longo do tempo.

Com sedes em Beirute e Londres, o escritório trabalha no Oriente Médio e na Europa, desenvolvendo espaços públicos, escolas, parquinhos e infraestruturas urbanas cotidianas por meio da colaboração de longo prazo com comunidades locais. Baseada em pesquisa participativa e tomadas de decisão coletivas, essa abordagem foi reconhecida pelo prêmio ArchDaily's 2025 Next Practices Awards, destacando um modo de atuação no qual a arquitetura é compreendida como um processo compartilhado e em evolução, e não como um objeto estático. Nesse contexto, o valor arquitetônico é mensurado pela continuidade, pelo uso e pela apropriação coletiva, e não apenas pela forma.

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Arquitetura e estruturas de brincar: como os espaços lúdicos estão evoluindo em ambientes urbanos?

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O brincar, como atividade humana, é uma prática multidimensional: nasce do biológico, transmite-se socialmente e situa-se no plano arquitetônico. Nessa inter-relação, enquanto o lúdico propõe dinâmicas e ficções que convidam a explorar outras formas de habitar o mundo, os projetos de arquitetura oferecem o suporte físico e sensorial que permite desdobrar essas possibilidades, sendo as estruturas de recreação o meio que conecta ambos. Desse modo, evidencia-se uma relação determinante entre o brincar, o ambiente construído e sua transformação ao longo do tempo.

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Como os 7 princípios do design universal nos ajudam a criar uma arquitetura melhor?

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Ao abordar a acessibilidade na arquitetura, os códigos estabelecem a base, enquanto o design define o teto. Embora existam inúmeras diretrizes, criar espaços para todos vai além da mera conformidade com padrões. Requer uma compreensão profunda do ambiente e uma perspectiva ampla, reconhecendo que o que projetamos será utilizado por pessoas com corpos diversos, habilidades e condições muito além daquelas tradicionalmente consideradas usuários típicos.

Além disso, projetar ambientes apresenta o desafio da inclusividade, garantindo que indivíduos que não se encaixam no perfil padrão - como pessoas com deficiências, mulheres grávidas, aqueles que usam dispositivos assistivos e indivíduos de diversas idades, tipos de corpo, etc. - não sejam excluídos. Os princípios do Design Universal, estabelecidos em 1997 pela Faculdade de Design da Universidade Estadual da Carolina do Norte e liderados por Ronald L. Mace, oferecem uma perspectiva transformadora nesse contexto. Esta abordagem influencia vários campos de design, incluindo o ambiente construído, produtos e comunicações. Quando aplicado à arquitetura, promove a criação de espaços que funcionam para todos, minimizando a necessidade de adaptações ou design especializado.

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Design urbano queer: planejamento para cidades inclusivas

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As teorias em evolução do design urbano buscam reformular como as cidades são construídas e vivenciadas. Com uma crescente empatia em relação às necessidades de diversos grupos, o design urbano queer representa uma mudança abrangente e holística na compreensão da identidade e da comunidade nos espaços públicos. Essa abordagem desafia os métodos tradicionais - que costumam ser rígidos - de planejamento urbano ao aplicar os princípios da teoria queer, que valoriza a fluidez e a interconexão. Em comemoração ao Mês do Orgulho LGBTQIA+ de 2024, o ArchDaily explora os fundamentos do "design urbano queer" para influenciar práticas mais inclusivas no planejamento das cidades.

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Foster + Partners lança kit de realidade virtual/aumentada para design inclusivo

A equipe de Pesquisa e Desenvolvimento Aplicado da Foster + Partners criou o VARID (Realidade Virtual e Aumentada para Design Inclusivo). Desenvolvido em colaboração com a City (University of London) e o Laboratório PEARL da UCL (University College London), o VARID é um conjunto de ferramentas de design que utiliza tecnologias de realidade virtual e aumentada. Seu objetivo é apoiar acadêmicos, designers e arquitetos na compreensão de como pessoas com deficiência visual percebem o ambiente ao seu redor.

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Espaços públicos socialmente justos são cruciais para sociedades prósperas

Uma das instâncias mais radicais de transformação do espaço público aconteceu recentemente. Durante os primeiros meses da pandemia de Covid-19, o espaço público se transformou em "um recurso médico, centro de distribuição, espaço de transbordamento, local de protesto e resistência, academia, centro para idosos, centro comunitário, creche, pátio escolar, boate, via de transporte, restaurante ao ar livre, shopping center, parquinho infantil, teatro aberto, espaço de música, refugio natural e um lugar de pertencimento, de 'sentir-se em casa'".

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Efeito "Curb Cut": como a arquitetura acessível está beneficiando a todos

O tecido de nossas cidades é moldado por milhões de pequenas decisões e adaptações, muitas das quais se tornaram essenciais para nossa experiência. Atualmente, considerados como óbvios, alguns desses elementos foram revolucionários na época de sua implementação. Um desses elementos é o rebaixamento do meio-fio (curb cut), uma pequena rampa que desce a calçada para conectá-la à rua adjacente, permitindo que usuários de cadeiras de rodas e pessoas com deficiências motoras se movam facilmente para dentro e para fora da calçada. Essa adaptação aparentemente pequena provou ser inesperadamente útil para uma gama maior de pessoas, incluindo pais com carrinhos de bebê, ciclistas, trabalhadores de entrega etc. Consequentemente, ela empresta seu nome a um fenômeno mais amplo, o "efeito curb cut", no qual melhorias feitas para uma minoria acabam beneficiando uma população muito maior de maneiras esperadas e inesperadas.

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Como funcionam as superfícies táteis para cegos?

Teoricamente, a arquitetura é uma disciplina multisensorial que envolve texturas, cores, sombras, sons e aromas. No entanto, na prática, a linguagem visual é frequentemente priorizada para explorá-la, limitando-se principalmente à visão para identificar elementos arquitetônicos e navegar autonomamente em ambientes construídos e contextos urbanos. Portanto, é crucial integrar superfícies de pavimentação tátil na arquitetura.

Cegueira e deficiência visual transcendem ser uma condição ou deficiência; elas representam uma forma alternativa de perceber o ambiente ao nosso redor. Nesse sentido, o toque se torna uma linguagem e um guia fundamental para interagir com a arquitetura. De acordo com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (Artigo 9), todas as pessoas têm o direito inerente de acessar o ambiente físico em igualdade de condições com as outras.

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Como a arquitetura cinética pode melhorar o espaço público?

Os avanços tecnológicos abriram caminho para uma abordagem revolucionária da arquitetura, que envolve responsividade e movimento. Este conceito chamado de "arquitetura cinética" permite que os edifícios se adaptem dinamicamente ao seu ambiente em constante mudança. Hoje em dia, os princípios cinéticos são aplicados para melhorar a sustentabilidade ambiental dos prédios, especialmente por meio das fachadas. No entanto, a arquitetura cinética também tem o potencial de impactar o ambiente construído em outros aspectos. Nos espaços públicos, a arquitetura cinética tem um grande potencial, apresentando oportunidades para torná-los mais acessíveis, inclusivos e amigáveis ao usuário. A introdução de elementos cinéticos nos espaços públicos desafia as suposições tradicionais sobre a arquitetura como um arranjo passivo, inaugurando uma nova era de ambientes urbanos interativos e envolventes.

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5 Maneiras de tornar as casas contemporâneas mais inclusivas

Ao longo da última década a civilização humana tornou-se tão consciente que foi criado até mesmo um novo termo em inglês para ela, "woke" (desperta). E embora esse despertar recém-descoberto derive da busca por destacar o inerente anteriormente ignorado por muitas injustiças e comportamentos raciais, sociais e políticos em nossas vidas, durante o movimento inicial #blacklivesmatter e em tempos mais recentes passou a representar a convocação de todas as formas de injustiça.

O propósito da arquitetura, como afirma o livro The ArchDaily Guide to Good Architecture [O Guia ArchDaily para uma Boa Arquitetura] é 'dar forma aos lugares onde vivemos'. O primeiro capítulo do livro, 'Boa arquitetura é atenciosa' sugere que, para melhorar a qualidade de vida proporcionada por espaços projetados pelo homem, precisamos empregar uma abordagem humana e empática.

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Como os edifícios podem funcionar para todos? O futuro da inclusão e acessibilidade na arquitetura

Um dos desafios mais importantes da arquitetura, quando se trata de criar espaços que funcionam para todos, é a diversidade que existe nas pessoas, suas necessidades e como integrá-las a um design adequado. Deficiências abrangem mais do que apenas uma condição; Eles representam um modo de vida único dentro do espectro da diversidade humana e exigem uma ampla gama de soluções arquitetônicas para acomodar essa diversidade.

De acordo com dados do Banco Mundial, estima-se que 1 bilhão de pessoas - equivalente a 15% da população mundial - vivam com algum tipo de incapacidade. No futuro, essa porcentagem pode aumentar consideravelmente, dada a tendência global de envelhecimento das populações. Para enfrentar esse desafio crescente, a arquitetura terá que se adaptar rapidamente, devido ao papel que os ambientes construídos têm em constituir uma barreira ou um caminho para a inclusão de pessoas com diferentes tipos de deficiência, idosos, bem como diversos grupos que compõem a pluralidade humana.

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Conheça o plano de reflorestamento de Nova Orleans baseado na equidade

Nova Orleans tem o efeito de ilha de calor urbano mais forte dos EUA, com temperaturas quase 5°C mais altas do que as áreas naturais próximas. A cidade perdeu mais de 200 mil árvores com o furacão Katrina, diminuindo a área sombreada para apenas 18,5%.

A ONG Sustaining Our Urban Landscape (SOUL) fez uma parceria com arquitetos paisagistas da Spackman Mossop Michaels (SMM) para criar um plano de reflorestamento acessível e focado na equidade. O plano fornece um roteiro para alcançar a marca de 24% de área coberta por árvores até 2040. Mais importante, o plano também busca igualar a área sombreada por árvores, de modo que pelo menos 10% de todos os 72 bairros estejam cobertos. Atualmente, mais da metade dos bairros está abaixo da marca de 10%.

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Projetando para pessoas com deficiência física: por espaços mais inclusivos e acessíveis

Mais de 13 milhões de brasileiros são pessoas com deficiência física, os dados apontados pelo Ministério da Saúde apontam que cerca de 6% da população possui algum tipo de comprometimento de mobilidade e da coordenação geral devido a alterações completas ou parciais de um ou mais segmentos do corpo humano. Projetar ambientes mais inclusivos é uma forma de eliminar barreiras arquitetônicas para incluir toda essa parcela populacional em atividades sociais e culturais. No mês em que se celebra o Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Física, buscamos combater preconceitos e trazer alternativas de desenho universal como uma ferramenta de mudança para os profissionais de Arquitetura e Urbanismo.