
Com mais de 80% de sua população vivendo em centros urbanos e uma densidade nacional que supera 500 pessoas por quilômetro quadrado — chegando a mais de 15.000 em Seul —, a Coreia do Sul enfrenta uma disputa acirrada por terras aproveitáveis. Diante disso, a arquitetura contemporânea sul-coreana oferece exemplos contundentes de intervenções de uso misto que lidam com lotes urbanos estreitos para articular engajamento público e utilidade de alta eficiência. Ao sobrepor verticalmente programas distintos, integrando centros de arte pública, sedes corporativas e polos comerciais a funções residenciais e outras atividades, esses empreendimentos multifacetados transformam restrições espaciais em interfaces urbanas dinâmicas.






























