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AD Profile: O mais recente de arquitetura e notícia

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Uma arquitetura da atenção: por dentro do Syn Architects

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À medida que as cidades da Arábia Saudita se expandem por meio de projetos culturais cada vez mais ambiciosos, o Syn Architects tem dedicado grande parte de sua prática a observar o que antecede essa transformação. A participação do escritório na Bienal de Arquitetura de Veneza de 2025 surgiu de anos de documentação da arquitetura Najdi, do tecido urbano em vias de desaparecimento, de materiais locais e de saberes herdados. Para o Syn, o patrimônio torna-se útil quando pode ser documentado, testado e reintroduzido no uso cotidiano.

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Como uma cultura pode ser traduzida em espaço? Por dentro do Studio NEiDA

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"Uma arquitetura que abriga multidões." Esta é a frase que o Studio NEiDA usa para se apresentar, deixando clara a sua posição diante do mundo: escutar e respeitar a pluralidade de existências que transitam por cada contexto. Mais do que uma declaração de princípios, a frase parece funcionar como um método. Afinal, o que significa projetar espaços capazes de acolher não apenas pessoas, mas também memórias, saberes e conflitos?

É inegável que a abordagem plural do Studio NEiDA está, em parte, enraizada em sua própria posição geográfica. Atuando entre o Togo e a Alemanha, o escritório opera em dois contextos aparentemente distintos que, no entanto, estão historicamente conectados. Em uma entrevista recente, Jeanne Autran-Edorh, arquiteta franco-togolesa e cofundadora do estúdio, ao lado da curadora e escritora Fabiola Büchele, relembra a história entre os dois países, observando que, como poucos sabem, antes de se tornar uma república independente, o Togo foi uma colônia alemã que mais tarde passou para o domínio francês.

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Uma arquitetura da coletividade: por dentro da prática do Taller General

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Fundado em Quito em 2017 por Martín Real e Florencia Sobrero, o Taller General atua nas áreas de habitação, reabilitação, exposições e projetos comunitários. O elo entre esses trabalhos não é tanto uma tipologia de edificação, mas sim uma maneira de construir: profissionais de arquitetura, da construção e do artesanato, além de estudantes, organizações e comunidades transitam pelo processo, e cada projeto toma forma a partir do que já está presente no local.

Essa abordagem nasceu da experiência direta com o canteiro de obras. Antes da fundação formal do Taller General, Real e Sobrero integraram o Actuemos Ecuador, uma das iniciativas da sociedade civil surgidas em resposta ao terremoto que atingiu a costa do Equador em 2016. Atuar sob as reais condições da construção civil conectou as decisões de projeto a materiais, orçamentos, mão de obra disponível e saberes locais, estabelecendo uma relação com o ato de construir que permanece central na prática do escritório.

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Lu Wenyu: Radicalismo Silencioso e a Prática do Reparo

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Lu Wenyu — cofundadora do Amateur Architecture Studio ao lado de Wang Shu, laureado com o Prêmio Pritzker — moldou muitas das obras mais emblemáticas do escritório na China, incluindo o Museu de História de Ningbo e o Campus de Xiangshan da Academia de Arte da China em Hangzhou. Trabalhando frequentemente fora dos holofotes, sua liderança é inconfundível na disciplina de execução e nos papéis que assumiu: em 2003, junto com Wang Shu, fundou o Departamento de Arquitetura da Academia de Arte da China, onde também atua como diretora do Centro de Construção Sustentável. Sua prática e docência formam um ciclo de reciprocidade: as pesquisas realizadas nos ateliês da Academia de Arte da China se desdobram continuamente em estratégias de construção no canteiro de obras, enquanto as lições aprendidas em campo retornam à sala de aula como inteligência material, e não como teoria abstrata.

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Wang Shu: Reimaginando a arquitetura chinesa através do ofício e da memória

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Nascido em 1963 em Urumqi, Xinjiang, China, o arquiteto Wang Shu dedicou sua carreira a definir uma abordagem contemporânea para a construção profundamente enraizada na história cultural e material da China. Em 2012, foi laureado com o Prêmio Pritzker, tornando-se o primeiro cidadão chinês a receber a distinção. O júri do prêmio reconheceu seu conjunto de obras "pela natureza e qualidade excepcionais de seu trabalho executado, e também por seu compromisso contínuo em buscar uma arquitetura intransigente e responsável, que surge de um senso de cultura e lugar específicos". Em 2027, juntamente com sua esposa Lu Wenyu, Wang Shu será curador da Bienal de Arquitetura de Veneza.

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