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Arquitetos: Mei architects and planners
- Área: 12500 m²
- Ano: 2016
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Fabricantes: Decomo, Hi-Con, Koninklijke Tichelaar


2017 foi um ano importante para a arquitetura chinesa. Da Biblioteca de Tianjin Binhai que invade a internet com uma enxurrada de imagens que mostram o "mar de prateleiras" escalonadas, à Medalha Alvar Aalto concedida a Zhang Ke do estúdio standardarchitecture. A China teve presença notável no cenário global da arquitetura
Muitos de nossos leitores em todo o mundo celebraram o Ano Novo Chinês e deram as boas-vindas ao Ano do Cachorro, por isso, gostaríamos de dar uma revisada em 2017 e compartilhar com vocês os projetos mais visitados da China. Esta é uma coleção de projetos provenientes de escritórios mundialmente famosos, como MVRDV e MAD Architects, e também dos talentos locais mais jovens que demonstraram um grande potencial para trazer mudanças positivas para o ambiente construído desse país.
O #donotsettle é um projeto de vídeo on-line que explora a arquitetura e como ela é percebida pelas pessoas, fundado por Wahyu Pratomo e Kris Provoost. Eles visitam edifícios, produzem vídeos e também escrevem artigos aprofundados na coluna exclusiva do ArchDaily #donotsettle Extra.
Sim, aquela biblioteca. As imagens da Biblioteca de Tianjin Binhai estão em toda parte, viralizando de blogs de arquitetura e podcasts de notícias a redes sociais. Precisávamos ver de perto e mostrar como é de fato a experiência espacial desse lugar. Por isso, fomos a Tianjin junto com o MVRDV para conferir de perto essa biblioteca que virou fenômeno na internet.
Projetada pelo MVRDV, a Biblioteca de Tianjin Binhai é parte de um plano diretor mais amplo para o novo Centro Cultural de Binhai, sob responsabilidade do escritório alemão gmp. O edifício alcançou um sucesso estrondoso nas redes sociais em todo o mundo. Desde a inauguração, o fluxo de visitantes não para de crescer, atraindo pessoas de muito além de Tianjin. Com isso, a biblioteca acabou se ressignificando como um verdadeiro destino turístico.
#donotsettle é um projeto online de video criado por Wahyu Pratomo e Kris Provoost sobre arquitetura e a forma como ela é percebida pelos usuários. Eles visitam edifícios, fazem vídeos e escrevem histórias em sua coluna exclusiva no ArchDaily, #donotsettle Extra.
Sim, aquela biblioteca. As imagens da Biblioteca Tianjin Binhai apareceram em todos os lugares, de blogs de arquitetura a noticiários, até tornarem-se completamente virais nas mídias sociais. Tínhamos que ir vê-la e mostrar para você como é o espaço. Então, fizemos uma parceria com o MVRDV, que nos enviou para Tianjin para ver a edificação de perto.
A Biblioteca Tianjin Binhai, projetada pelo MVRDV, faz parte do masterplan para o novo Centro Cultural de Binhai (realizado pela alemã GMP). O edifício tornou-se um sucesso fenomenal nas mídias sociais e chegou a todos os cantos do mundo. Desde sua abertura, o número de visitantes tem aumentado constantemente, muitos deles provenientes de longe de Tianjin. A biblioteca é um ponto de destino, redefinida.


O Pós-modernismo está de volta, ao que parece, e o establishment arquitetônico tem sentimentos mistos sobre isso. Este revival vem se formando há algum um tempo. Em 2014, a Revista Metropolis criou uma “Lista” dos melhores edifícios pós-modernistas em Nova York que haviam sido negligenciados pela Comissão de Preservação da cidade e que, portanto, correm o risco de serem alterados ou destruídos. No ano passado, a lista de James Stirling na cidade de Londres iniciou uma discussão sobre o valor dos edifícios pós-modernistas da Grã-Bretanha a partir da década de 1980, na medida em que atingem a idade em que são elegíveis à listagem de preservação pelo Patrimônio Histórico. Mais recentemente, Sean Griffiths, co-fundador da antiga prática de arquitetura FAT (Fashion Architecture Taste), advertiu contra o avivamento pós-modernista, argumentando que um estilo que prosperou em ironia poderia ser perigoso em uma era de Donald Trump, quando a sátira parece não ser mais um instrumento político eficaz. O debate parece estar pronto para continuar, já que, no próximo ano, o museu John Soane em Londres planeja uma exposição dedicada ao pós-modernismo.

Buscando responder a pergunta "como é a cidade do futuro?", colocada pela Dutch Design Week, o escritório MVRDV e o think tank The Why Factory criaram um hotel multicolorido em forma de tetris em Eindhoven. O futuro guarda menos recursos, aumento da população e mudanças climáticas, aspectos que fazem os arquitetos do MVRDV acreditarem que o futuro exigirá uma qualidade importante: a flexibilidade.


Concluída em 2016, a Casa Ku.Be da Cultura em Movimento projetada por MVRDV em parceria com ADEPT, tornou-se um adorável centro comunitário que incentiva os moradores a participar de uma ampla gama de atividades, como corrida, salto, escalada, dança, aprendizagem e meditação. O envolvimento nessas atividades é estimulado por sua arquitetura dinâmica e lúdica, onde as superfícies coloridas das paredes fluem entre os planos inclinados de concreto e redes suspensas de escalada.
Este caráter intenso e dinâmico do espaço foi registrado em uma recente série de fotografias de Ossip van Duivenbode, em que os elementos do edifício são apropriados por pessoas de todas as idades. Confira a galeria completa abaixo e clique aqui para saber mais sobre o projeto.

A revolução industrial deixou marcas profundas nas cidades, definindo em grande parte a aparência e o funcionamento das cidades até os dias de hoje. Vias férreas serviram durante décadas à expansão econômica e territorial das cidades, entretanto, com o surgimento do automóvel na primeira metade do século passado e hegemonia do rodoviarismo na segunda metade, a grande maioria das ferrovias urbanas foram abandonadas, tornando-se apenas o registro concreto de eras passadas.
Por décadas desocupadas, comunidades de diversas cidades ao redor do mundo passaram, nas últimas décadas, a ver com outros olhos estas relíquias do transporte ferroviário. O The Guardian compilou cinco cidades que transformaram suas ferrovias abandonadas em espaços públicos, parques e áreas de lazer - veja-as a seguir.


Há alguns dias, o prefeito de Seul inaugurou o Skygarden, uma passagem elevada de 983 metros projetada pelo escritório MVRDV, que reutiliza uma rodovia abandonada no centro da capital sul-coreana. Localizado no distrito da Estação Central de Seul, o parque linear de 16 metros de altura apresenta um catálogo vivo de espécies vegetais silvestres da Coreia, com mais de 24.000 plantas de 228 espécies e subespécies. O Skygarden é conhecido em coreano como Seoullo 7017, um nome que faz referência em coreano a "Seoul Street" e 1970 e 2017, os anos em que a estrutura foi originalmente construída e posteriormente transformada.

A Comissão Europeia e a Mies van der Rohe Foundation anunciaram as 40 obras selecionadas que concorrerão ao Prêmio Europeu de Arquitetura Contemporânea 2017 - Mies Van Der Rohe Award. O júri escolheu a partir dos 356 projetos indicados, e a lista destaca as oportunidades e as tendências no território europeu atual: cidades, habitação, patrimônio e memória. Os cinco finalistas serão anunciados em meados de fevereiro e o vencedor e o arquiteto emergente em meados de maio.
Um terço das obras aborda o desafio da arquitetura contemporânea em relação ao patrimônio construído e um terço dos trabalhos os desafios contemporâneos da habitação. A gestão da paisagem urbana histórica será uma das prioridades destacadas pelo "Ano Europeu do Patrimônio Cultural" em 2018.
"Eu gostaria que os projetos selecionados demonstrassem interesse em criar lugares, explorar convenções e tipologias conhecidas, celebrar os prazeres do uso cotidiano por uma consideração de detalhes e uma resistência não expressa à atual tendência global a uma arquitetura auto-referencial, que desmente o contexto e o ato de habitação ". - Stephen Bates, Presidente do Júri.
Veja a lista a seguir.

Os desafios associados à oferta de habitação adequada e acessível em todo o mundo exigem que os arquitetos respondam com soluções originais que desafiam formas de construção, tipologias e métodos tradicionais.
Em reconhecimento desta demanda, no mês passado, o World Architecture Festiva em Berlim escolheu a habitação como seu foco temático. O festival fez manchetes com o discurso principal inflamatório de Patrik Schumacher que pedia que as cidades fossem entregues inteiramente às forças do mercado, acabando com a habitação social e privatizando todo o espaço público. A controvérsia que se seguiu desmentiu a diversidade do discurso sobre habitação no Festival e a apresentação de respostas arquitetônicas inovadoras aos desafios de habitação.