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Embora o Sol esteja a cerca de 150 milhões de quilômetros da Terra, esta estrela exerce a maior influência sobre o nosso planeta. Assim como há quem busque o calor do sol, arquitetos e arquitetas criam espaços concebidos para serem banhados pela luz solar.
Por definição, "o design solar passivo consiste no uso de meios naturais para coletar e distribuir a energia solar captada". A implementação de sistemas solares passivos, por meio de conceitos e processos simples, é capaz de fornecer aquecimento, iluminação, força mecânica e eletricidade às edificações da maneira mais ecológica possível.
Neste artigo, apresentamos um guia completo para a implementação de sistemas solares passivos em seus projetos.

Um dos ambientes mais práticos e funcionais de qualquer projeto residencial é a cozinha. A bancada, por sua vez, abriga os principais equipamentos desse espaço. Logo, é fundamental que seja feita com o material mais resistente e higiênico. Além destes requisitos é importante atentar à estética e ao custo benefício. Outro ponto importante é adequá-las à dinâmica da família.

Embora o sol esteja a quase 150 milhões de quilômetros de distância, é essa estrela o que possibilita a vida no nosso planeta. Mas nem sempre a arquitetura aproveita da melhor forma todos os recursos oferecidos pela natureza.
Por definição, “energia solar passiva é a coleta e a distribuição de energia obtida pelo sol usando meios naturais”. O conceito simples e o processo de implementação de sistemas passivos de energia solar fornecem calor, iluminação, energia mecânica e eletricidade aos edifícios da maneira mais ambientalmente consciente possível.
Neste artigo, forneceremos um guia completo de implementação de sistemas solares passivos em seus projetos.



Espera-se que, nas próximas duas décadas, a Terra não tenha absolutamente mais nada a oferecer a quem quer que — ou ao que quer que — seja capaz de sobreviver nela. Embora a raça humana seja a única responsável pelos danos causados ao planeta, ainda é possível vislumbrar um sutil fio de esperança se mudarmos radicalmente nossa forma de viver na Terra e de sustentá-la.
Como os/as arquitetos/as e designers carregam a responsabilidade de construir um futuro viável, elaboramos uma lista de A a Z com todos os termos sobre sustentabilidade com os quais você pode se deparar. A cada semana, publicaremos um novo conjunto de letras para ajudar você a se manter atualizado/a sobre tudo o que se refere à arquitetura e ao design sustentáveis. Apresentamos a seguir os termos que começam com as letras A, B e C.

Nove projetos foram reconhecidos este ano pelo American Institute of Architects (AIA) no Institute Honor Awards for Interior Architecture de 2019. Um júri composto por cinco membros avaliou a relação com o lugar e o propósito das propostas, a ecologia e a sustentabilidade ambiental, além da história, para escolher os espaços internos mais inovadores deste ano.

Você já se viu perdendo uma boa noite de sono por conta de um quarto excessivamente quente? Ou ter que usar quatro jaquetas e um cachecol só para tolerar aquele ar-condicionado gelado do seu escritório? Verdade seja dita, é impossível agradar a todos quando se trata de ajustar um clima interno, e há sempre aquele indivíduo infeliz que acaba sacrificando seu próprio conforto pelo bem dos outros.
Evidentemente, não há “padrões universais” ou “faixas de conforto recomendadas” ao projetar sistemas de construção, já que atletas treinando em uma academia no México não se sentirão confortáveis em um interior com os mesmos sistemas construtivos de uma casa de repouso na Dinamarca, por exemplo. É por isso que, se definirmos brevemente o "conforto térmico", trata-se da criação de sistemas construtivos adaptados ao ambiente local e às funções do espaço, cooperativamente.
Então, como podemos projetar para um conforto térmico adequado?

Certificados e prêmios de sustentabilidade são outorgados todos os dias à novos edifícios que prometem um futuro livre de carbono e impacto zero. Entretanto, a maioria dos esforços que empreendemos para construir edifícios cada vez mais "sustentáveis", acaba no dia de suas inaugurações. O custo energético global da arquitetura tem muito mais a ver com a vida útil de um edifício do que com a sua construção. Embora pareça não haver saída para este atual modelo de sucesso, cabe a nós arquitetos, repensar o significado de arquitetura sustentável nos dias de hoje. Talvez devemos parar de aplaudir e exaltar cegamente os novos edifícios e voltar a nossa atenção para os edifícios que já existem. Este artigo foi originalmente publicado no <em
Durante a primeira conferencia mundial do meio ambiente, realizada na cidade do Rio de Janeiro e chamada de Eco-1992, três alarmantes fatos vieram à tona: a temperatura da Terra está aumentando continuamente; a utilização de combustíveis fósseis é a principal causa deste fenômeno; precisamos, com urgência, adaptar o nosso ambiente construído considerando esta nova realidade. Naquele ano, publiquei um ensaio no Journal of Architectural Education intitulado “Architecture for a Contingent Environment”, sugerindo que arquitetos, naturalistas e preservacionistas deveriam se unir para discutir e enfrentar essa nova realidade.

Nos círculos de design, costuma surgir o equívoco de que a beleza arquitetônica e o desempenho ambiental baseado em evidências são mutuamente exclusivos. Para combater essa ideia, o American Institute of Architects (AIA) Committee on the Environment (COTE) está lançando uma nova ferramenta para auxiliar escritórios de arquitetura a projetarem edifícios de alto desempenho e eficiência energética.
Apesar do posicionamento do governo federal sobre questões ambientais cruciais, o AIA defende a responsabilidade de arquitetos/as em mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Ciente de que a indústria da construção civil consome quase 40% do fornecimento de energia em todo o país, o AIA COTE® Top Ten Toolkit apresenta uma série de estratégias para promover a sustentabilidade sem comprometer o design.

Este artigo foi originalmente publicado no CommonEdge como "When Buildings Are Shaped More by Code than by Architects."
As decisões que um arquiteto toma ao longo de um projeto são freqüentemente orientadas por questões que vão muito além de suas inclinações estéticas ou até mesmo os anseios e desejos de seus clientes. Em um determinado grau, somos reféns das ferramentas e materiais disponíveis assim como das infinitas limitações legais impostas à cada contexto específico. Atualmente, os Estados Unidos estão encarando uma dura realidade no campo prático da arquitetura devido à difusão de um novo código bastante restritivo ao que se refere à liberdade criativa dos arquitetos.


A domótica é um conjunto de tecnologias aplicadas ao controle e automação inteligente de uma obra de arquitetura. Seus diferentes sistemas permitem uma gestão eficiente do consumo de energia, segurança, acessibilidade e conforto geral do edifício, tornando-se uma questão importante a considerar ao projetar, construir e habitar.
Os sistemas domóticos são baseados na coleta de dados por sensores, que logo são processados para emitir ordens precisas aos executores, variando a qualidade ambiental de cada espaço de acordo com as necessidades do usuário. O ritmo da vida atual e os avanços tecnológicos que experimentamos nos últimos anos levaram a novas formas de viver, motivando o projeto de residências e edifícios mais humanos, multifuncionais e flexíveis.
Este artigo recolhe diferentes referências de habitação onde a domótica tem sido utilizada, o que deixou de ser um luxo para se tornar uma solução viável e eficaz para todos os tipos de projetos.

Este artigo foi publicado originalmente pela Redshift, da Autodesk, como "SHoP's Chris Sharples on Urban Architecture, Digital Fabrication, and the Public Realm."
Os irmãos gêmeos Chris e Bill Sharples são dois dos sócios fundadores da SHoP Architects, uma empresa sediada em Nova York, criada há 20 anos para reunir conhecimentos diversos em projetos de edifícios e ambientes que melhoram a qualidade de vida pública.
O estilo da empresa é difícil de definir, mas um denominador comum no portfólio da SHoP é uma filosofia de projeto baseada em restrições. Dos modelos digitais às técnicas de fabricação e entrega sempre à frente de seu tempo, a tecnologia está no centro do movimento da empresa em direção a uma abordagem iterativa que, como diz Chris Sharples, "está começando a obscurecer a linha entre arquitetura e manufatura".

Quantas vezes nos deparamos com o desafio de projetar um centro cultural? Embora isso possa parecer uma façanha para a maioria, muitos arquitetos já se viram diante da tarefa de projetar um programa que combina centro comunitário e cultura.
Entre os projetos publicados em nosso site, encontramos exemplos que abordam a questão a partir de diferentes abordagens, de configurações flexíveis a propostas que priorizam a centralidade, gerando espaços de encontro e atividades. Veja, a seguir, 50 exemplos de centros culturais acompanhados de suas plantas e cortes.