Bruce Damonte

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Forma, Função e Financiamento: O Urbanismo High-Tech de São Francisco

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Este artigo faz parte do "Thresholds", um jornal impresso especial da Cobe Notes x ArchDaily.

San Francisco é uma cidade que sempre se reinventou sob pressão. Suas paisagens urbanas vitorianas sobreviveram a reformas estruturais antissísmicas e a torres de vidro, com bairros definidos tanto pela mudança quanto pela resistência a ela. No entanto, nenhuma força na história da cidade reconfigurou o ambiente construído de forma tão completa — ou tão rápida — quanto a economia da tecnologia. O que começou na expansão suburbana do pós-guerra no Vale do Silício migrou para o norte, inscrevendo sua lógica no horizonte urbano e na vida dos habitantes. O resultado dessa lógica é uma cultura arquitetônica de considerável refinamento técnico e paletas de materiais sofisticadas, mas que permanece, em grande parte, indiferente à população local.

O preço dessa indiferença é mensurável e crescente. San Francisco precisa viabilizar mais de 82 mil unidades habitacionais adicionais até 2031 sob as diretrizes do programa de Alocação de Necessidades Regionais de Habitação da Califórnia (RHNA), em uma cidade onde o valor médio do aluguel já figura entre os mais altos de qualquer área metropolitana dos EUA. Profissionais da educação, da saúde e do setor de serviços são sistematicamente deslocados por um mercado imobiliário calibrado para os níveis de renda de um único setor, em detrimento da maior parte da força de trabalho da cidade.

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Casa Portola Valley / Schwartz and Architecture

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"Projetamos para a conexão humana": Studio BBA sobre a construção de resiliência e cultura durante a crise

A pandemia de COVID-19 transformou a nossa maneira de trabalhar. Enquanto profissionais de design repensam rapidamente os fluxos de trabalho tradicionais para manter a conectividade, em São Francisco, o Studio BBA adapta sua rotina de trabalho para garantir o atendimento às necessidades de seus clientes. Defendendo uma arquitetura que inspira a conexão humana, o escritório cria espaços e lugares a partir da alquimia entre inspiração, local, materiais, visão e forma.

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Uma era de renovações: 6 motivos pelos quais as membranas de cobertura podem prolongar a vida útil de estruturas existentes

As coberturas dos edifícios estão avançando por meio de um processo de otimização multidimensional que abrange inovações tecnológicas, novos materiais, eficiência energética e métodos construtivos mais rápidos. De coberturas verdes e sistemas de captação de água da chuva a painéis solares, profissionais da arquitetura contemporânea buscam equilibrar estética, desempenho, durabilidade e impacto ambiental em seus projetos. A reforma de coberturas não apenas prolonga a vida útil dos edifícios, mas também reflete um compromisso ecológico ao melhorar a eficiência e a sustentabilidade.

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Um novo Centre Pompidou em Seul e os vencedores do concurso para a UN House of No Waste (HØW): O resumo da semana

Celebrado anualmente em 22 de abril, o Dia Internacional da Mãe Terra pauta o debate arquitetônico desta semana por meio de um apelo urgente para repensar a relação entre o ambiente construído e os sistemas naturais, destacando temas como o rewilding urbano, a restauração de ecossistemas aquáticos e a integração de saberes ancestrais nas práticas de projeto contemporâneas. Por outro lado, a abertura do Salone del Mobile.Milano 2026 e da Milan Design Week 2026 busca reforçar a relevância global do design como plataforma de intercâmbio e experimentação, movimentando a cidade de Milão com uma rede de exposições e instalações voltadas tanto para o setor quanto para o público geral. Entre os anúncios de projetos premiados nesta semana, o concurso House of No Waste (HØW), promovido pelas Nações Unidas, destaca respostas arquitetônicas emergentes aos desafios climáticos e de recursos. Os projetos premiados demonstram estratégias escaláveis para reduzir o desperdício de materiais e o carbono incorporado, ao mesmo tempo em que promovem uma infraestrutura pública adaptável, socialmente responsiva e consciente do uso de recursos.

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Riverhouse / WORKac

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  • Arquitetos: WORKac
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  3200 ft²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2025
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Polos de transporte rural: projeto de infraestrutura, acesso e mobilidade regional

O futuro dos hubs de transporte nos Estados Unidos não será definido por icônicos terminais aeroportuários metropolitanos e amplas estações ferroviárias centrais. As comunidades rurais concentram a maior parte da malha rodoviária do país, respondem por quase metade de toda a quilometragem percorrida por caminhões e dão origem a dois terços do transporte ferroviário de carga. Essas realidades posicionam os hubs de transporte rurais como pontos vitais de acesso regional e centros de distribuição que moldam a mobilidade nacional fora dos modelos de expansão urbana.

Os hubs de transporte rurais nos Estados Unidos são âncoras cívicas e logísticas essenciais cujo sucesso não pode ser medido a partir de métricas urbanas. Em vez de replicar os hubs de transporte de tipologias urbanas densas, os/as projetistas estão desenvolvendo modelos arquitetônicos que refletem as realidades rurais: populações dispersas, infraestrutura predominantemente voltada à carga, multimodalidade modesta, desafios de segurança e demandas de acesso social. Em muitas regiões rurais, um terminal aeroportuário modesto sustenta a viabilidade econômica, uma estação de transbordo ferroviário conecta indústrias baseadas em recursos naturais aos mercados nacionais e um terminal de ônibus regional garante o acesso a emprego, educação e serviços essenciais.

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Experimentação, aprendizado e evolução no projeto de arquitetura: conheça o WORKac

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WORKac é um escritório com sede em Nova York fundado em 2003 por Amale Andraos e Dan Wood. A firma sempre acreditou no "poder da arquitetura e do design de engajar-se em questões ambientais e sociais, criando novas possibilidades para o futuro." Nesse sentido, os/as diretores/as do escritório definem sua abordagem da arquitetura como uma evolução constante. Para eles/as, trata-se de um processo contínuo de aprendizado, questionamento e reaprendizado, alimentado pelo envolvimento do escritório com a cultura, os climas e as histórias locais, além do debate nos campos da ecologia, do paisagismo e do urbanismo. Dessa forma, conseguem integrar esses temas com foco em projetos públicos, culturais e cívicos que buscam reinventar a maneira como as pessoas vivem, trabalham e vivenciam o mundo.

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Apartamentos Edwin M. Lee / LMS Architects

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Centro de Estudantes de Pós-Graduação Walker Hall / LMS Architects

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Biblioteca North Boulder / WORKac

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  • Arquitetos: WORKac
  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  12800 ft²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024
  • Fabricantes Marcas com produtos usados neste projeto de arquitetura
    Fabricantes:  Daltile, ELEVATE, Alucobond, American Hydrotech, Forbo, +8
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Sobre a nova vida dos edifícios: conceitos, reflexões e projetos de reúso adaptativo de 2024

Falar sobre reutilização adaptativa envolve explorar múltiplos campos de atuação e disciplinas, interpretar perspectivas e opiniões contrapostas de diferentes atores, e até mesmo impulsionar a reativação ou revitalização de certos espaços em prol das comunidades. Embora nos últimos anos tenham surgido notáveis projetos de conversão de fábricas e galpões industriais, bem como transformações de estruturas industriais em escritórios modernos, a reutilização adaptativa de edificações existentes continuou a evoluir e a se expandir com cada vez mais intervenções em nível global ao longo de 2024, buscando melhorar a qualidade de vida dos habitantes e, além disso, contribuir para a preservação do meio ambiente.

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Galpão Crane Cove / Obata Noblin Office

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  • Área Área deste projeto de arquitetura Área:  10750 ft²
  • Ano Ano de conclusão deste projeto de arquitetura Ano:  2024

Habitação Social Coliseum Place / David Baker Architects

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Edifício B do Mission Rock / WORKac

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Dia Mundial da Arquitetura 2024: Mobilizando a Próxima Geração para a Transformação Urbana

Na primeira segunda-feira de outubro, o Dia Mundial da Arquitetura oferece uma oportunidade para refletir sobre o papel que a arquitetura desempenha na formação do nosso mundo e de nossas comunidades. Criado pela União Internacional de Arquitetos (UIA) em 1986, este dia foi instituído como uma base para discussões contínuas sobre inovações na prática arquitetônica, novas abordagens para o papel em constante evolução de profissionais de arquitetura e design, e as variadas respostas a preocupações emergentes.

Como nas edições anteriores, a UIA define um tema central anual para orientar essas conversas. Este ano, o tema do Dia Mundial da Arquitetura 2024, "Empoderar a próxima geração para participar do desenho urbano", abre margem para múltiplas interpretações, contemplando o impacto do desenho urbano nas futuras gerações, além de destacar a contribuição de jovens arquitetos e arquitetas na construção das cidades do amanhã. O evento deste ano busca abordar desafios cruciais enfrentados pelos ambientes urbanos e seu impacto nas próximas gerações. O foco está na criação de cidades que não sejam apenas mais verdes e ecologicamente corretas, mas também inclusivas, atendendo às diversas necessidades de diferentes grupos da sociedade.

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O Futuro do Trabalho: Ambientes de Trabalho Sencientes para o Bem-Estar dos Colaboradores

Imagine entrar em um ambiente que compreende você por completo, conhece seus hábitos e trabalha ativamente para apoiar seu bem-estar como ocupante. A qualidade do ar poderia ser monitorada e gerenciada, e os ritmos circadianos dos ocupantes poderiam ser rastreados para sugerir estados ideais de produtividade. Profissionais de design de interiores e arquitetura corporativa vêm considerando a saúde e o bem-estar de quem ocupa o espaço em seus projetos para os escritórios do futuro. Ao especular sobre o que o amanhã nos reserva, há argumentos sólidos de que a arquitetura e o design de interiores sencientes serão forças disruptivas na maneira como interagimos com nossos ambientes de trabalho.

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Bibliotecas para crianças: dinamismo, flexibilidade e adaptabilidade nos interiores

Qual é a visão de uma biblioteca do século 21? Como os arquitetos podem despertar o interesse das novas e futuras gerações pela leitura? Com o rápido avanço das tecnologias de comunicação, o aumento da informação disponível e a necessidade constante de atualização, surgem novas abordagens educacionais, práticas culturais e atividades comunitárias que exigem espaços mais dinâmicos e versáteis. Esses espaços precisam se adaptar a várias funções simultaneamente. A integração do lúdico, a diversificação de usos e a incorporação de novas tecnologias são elementos essenciais nos interiores das bibliotecas contemporâneas projetadas para o público jovem.

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