Os jardins e plantas de interiores trazem diversos benefícios para a vida cotidiana. O projeto paisagístico de interior, também chamado de plantscaping, é muito mais que simplesmente alocar plantas nos espaços internos; envolve a localização estratégica de espécies vegetais dentro de uma obra, buscando potencializar e destacar certos aspectos do projeto arquitetônico.
San Diego é uma cidade intrinsecamente ligada ao oceano. Desse modo, sua arquitetura responde a uma variedade de influências culturais e condições naturais. Lar de estilos arquitetônicos diversos e distintos, San Diego abriga desde residências vitorianas no estilo Queen Anne e bangalôs craftsman até estruturas de estilo neocolonial espanhol. Além de obras monumentais como o Salk Institute e a Geisel Library, San Diego também abriga uma série de projetos contemporâneos, tanto culturais quanto residenciais.
No início da carreira, muitos arquitetos e arquitetas se veem em situações descritas por alguns como "patinar e não sair do lugar", pois suas expectativas não correspondem à realidade que encontram e isso só piora com o passar do tempo. Motivados pelo "ganho de experiência", os jovens profissionais se submetem a longas jornadas de trabalho, inclusive nos finais de semana, com baixos salários e muita exigência física e mental, o que muitas vezes resulta em um esgotamento do indivíduo (burnout). Por conta dessas condições de trabalho, o prestígio da profissão desaparece. Tendo isso em mente, como esses profissionais podem lutar pelos seus direitos trabalhistas após décadas de exploração? E o que está sendo feito para garantir esses direitos?
Alguns dos projetos mais pitorescos são aqueles construídos nas montanhas; a cabine rústica envolvida por um painel de vidro do piso ao teto com vista para as árvores cobertas de neve. Visualmente, a arquitetura transpira uma sensação encantadora, mas será que estes espaços são realmente habitáveis? Quando as casas são construídas em uma elevação de 3.000 metros, instalar uma lareira isolada não é eficiente ou sustentável. Ambientes em tais altitudes, ou locais geográficos particulares exigem um tratamento minucioso, a começar pela própria arquitetura. Seja por sistemas de aquecimento hidrônicos no piso ou chaminés inseridas em paredes, este artigo explora como mesmo as condições mais extremas de frio não impediram a garantia de um conforto térmico ideal.
O despertar do Antropoceno colocou a ideia do reuso adaptativo em evidência, consolidando-o como o ápice da regeneração e revitalização urbana. A prática aproveita edifícios existentes de valor histórico e cultural, ressignificando-os para torná-los funcionais. Trata-se, essencialmente, de uma forma de salvamento arquitetônico — um meio sustentável e viável de reconstrução.
A ética abrange todas as práticas da arquitetura. Da interseccionalidade e projetos à crise climática, um arquiteto deve trabalhar com uma gama de condições e contextos que informam o ambiente construído e o processo de sua criação. Em todas as culturas, políticas e climas, a arquitetura é tão funcional e estética quanto política, social, econômica e ecológica. Ao abordar a ética da prática, os arquitetos e urbanistas podem reimaginar o impacto da disciplina e a quem ela serve.
Diante de uma crise climática sem precedentes, os telhados verdes consolidam-se cada vez mais como uma tendência global na arquitetura, proporcionando múltiplos benefícios sociais, econômicos e ambientais em áreas urbanas. Seguindo o exemplo de modelos pioneiros como o de Copenhague, cidades ao redor do mundo estão substituindo coberturas cinzas por verdes, com o anseio de caminhar rumo a um futuro mais sustentável e saudável. Dessa forma, essa prática tem se tornado uma operação recorrente em projetos que buscam responder aos desafios da cidade contemporânea.
Espaços de circulação são geralmente desafiantes para projetistas por servirem, como o nome diz, apenas a passar de um cômodo a outro. Enquanto muitos aproveitam estes espaços como locais de armazenamento, Mies van der Rohe na casa Farmsworth reduziu a circulação ao mínimo, criando uma planta livre completamente isenta de corredores. Quando nos deparamos com circulações verticais, a questão é semelhante. Escadas cumprem ao propósito de vencer a altura entre um pavimento e outro, mas raramente constituem-se em espaços de convívio em interiores. Arquibancadas, por sua vez, desempenham este papel em diversos programas. Se até então eram encontradas apenas em espaços esportivos ou anfiteatros, o uso de arquibancadas se massificou e tem figurado em espaços de escritórios, prédios públicos, escolas e até residências.
Os edifícios contribuem com quase 40% dos gases de efeito estufa na atmosfera, por isso há uma forte mobilização para "chegar ao zero" em várias frentes. O que acontece quando metas ambiciosas como a energia zero se deparam com uma indústria da construção convencional, estruturada na repetição e nos custos, em um mercado que luta para acompanhar uma demanda massiva? Esse é frequentemente — frequentemente demais — o nosso desafio.
O Havaí se tornou um lugar que define o paraíso. De praias imaculadas e um clima quente a paisagens naturais e vulcões ativos, as ilhas são o lar de paisagens e cultura incríveis. Com estilos de construção indígenas e modernos, a arquitetura do estado está intimamente ligada ao meio ambiente. Reinterpretando técnicas e tradições de construção histórica, a arquitetura havaiana contemporânea equilibra o desejo de honrar o passado enquanto celebra novas experiências e a cultura moderna. Isso levou à formação de espaços incríveis para habitar.
O design solar na arquitetura contemporânea está enraizado na guinada sustentável da profissão. A relação entre arquitetura e energia está atrelada tanto a estratégias passivas quanto ao desempenho proporcionado por inovações tecnológicas mais recentes. Como uma das formas de começar a enfrentar a crise climática global e as emissões de gases de efeito estufa, o design solar está redesenhando cidades e a arquitetura em todo o mundo.
Em nome de toda a equipe do ArchDaily, gostaríamos de agradecer seu apoio – a participação de vocês, leitoras e leitores, ajudou a tornar 2020 um ano melhor. Podemos dizer com satisfação que este ano, mais que em qualquer outro, alcançamos profissionais da arquitetura de todas as partes do mundo, contribuindo com ferramentas e inspiração para a criação de espaços melhores.
Com mais de 5.500 obras diferentes publicadas ao longo do ano, nossa equipe de curadores tem o prazer de compartilhar esta seleção dos 100 projetos mais acessados de 2020. Esta lista representa o que há de melhor no conteúdo criado e compartilhado pela comunidade do ArchDaily nos últimos 11 meses.
O American Institute of Architects California (AIA CA) anunciou os vencedores do Residential Design Awards de 2020. Com quase 100 projetos inscritos, o júri premiou dez trabalhos nas categorias Honor, Merit e Leading Edge. Segundo o AIA California, o júri levou diversos aspectos em consideração, buscando um "design excepcional" que represente o melhor da arquitetura californiana.
Os apartamentos de cobertura mostram como a forma segue o poder aquisitivo. Como seu próprio setor do mercado imobiliário de luxo, esses espaços costumam ser reservados aos clientes e investidores mais ricos. Da icônica mansão de 54 quartos, da herdeira Marjorie Merriweather Post, a unidades de cobertura em empreendimentos imobiliários, esse tipo de projeto foi continuamente reinventado para levar a arquitetura e o design de interiores a novos patamares.
San Francisco é uma cidade definida pela sua relação com a moradia. Desde o início dos anos 90, San Francisco tem enfrentado a escassez de habitação popular e, por outro lado, atualmente conta com um dos mais autos valores médios de aluguel de todos os EUA. A medida que as autoridades locais estão procurando encontrar soluções para este problema, arquitetos e urbanista encontram em San Francisco um território fértil para explorar novas soluções e tipologias habitacionais. Desde torres residenciais de alta densidade até conjuntos multifamiliares, a arquitetura residencial em uma das principais cidades da Costa leste procura seu equilíbrio entre a economia e urbanidade.
Os sistemas mecânicos suportados por dispositivos como polias, engrenagens, bobinas, cabos e contrapesos podem ser muito úteis para impulsionar e transmitir forças, gerando o movimento ou deslocamento de certos elementos de uma maneira relativamente simples, sem a necessidade de envolver energia elétrica. A incorporação desses mecanismos em projetos arquitetônicos gera a possibilidade de alterar manualmente a disposição dos elementos que definem os espaços sob uma perspectiva didática e recreativa.