É com grande alegria que compartilho uma data muito importante para mim com todos vocês. Hoje, 3 de agosto de 2021, o ArchDaily México comemora o seu 9º aniversário! Isso mesmo: há nove anos, com muita emoção e grandes expectativas, lançamos a versão local mexicana do ArchDaily, o site de arquitetura mais visitado do mundo. Mantivemos a nossa missão de oferecer inspiração, conhecimento e ferramentas, mas agora com um foco voltado aos/às arquitetos/as do país, que ao longo de todos esses anos tornaram possível continuarmos sendo seu canal de inspiração e conhecimento da arquitetura internacional e mexicana.
Entrar em uma loja de elétrica pode ser intimidador. À primeira vista, todas as luzes ligadas, milhares de lustres e abajures chegam a cegar. Depois, na parte das lâmpadas, estantes com dezenas de opções, formas, cores, preços, usos. Em cada uma das embalagens, tabelas informativas com números que parecem não fazer o menor sentido. Lúmens, temperatura de cor, potência, rendimento. São muitos os termos para nos confundir. Mas antes de desistir de tudo e sair correndo para a casa com a opção mais barata e ao ligar a lâmpada se sentir em uma funerária sinistra em uma cidade do interior, algumas informações podem te ajudar muito. Sabemos que um bom projeto luminotécnico pode melhorar muito o seu projeto. E uma iluminação mal pensada pode arruiná-lo ou afetar negativamente os seus ocupantes. Reunimos algumas informações que podem te ajudar na próxima vez que uma lâmpada queimar na sua casa.
O ArchDaily é um projeto digital em constante evolução. Trata-se de um experimento no campo da documentação, discussão e difusão dos principais temas da arquitetura e do urbanismo em uma escala que não seria possível há vinte anos. Hoje, temos o prazer de anunciar que nossa equipe continua crescendo.
O conforto térmico fica bastante evidenciado quando não é atendido. Isso porque quando as condições térmicas são adequadas em um local, o corpo encontra-se em equilíbrio com o ambiente e os ocupantes podem simplesmente desenvolver suas atividades normalmente. Pelo contrário, quando um espaço é quente ou frio demais, logo observamos mudanças no nosso humor e corpo. A insatisfação com o ambiente térmico ocorre quando o balanço térmico é instável, ou seja, quando há diferenças entre o calor produzido pelo corpo e o calor do corpo perdido para o ambiente.
Entre os diversos temas explorados na 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, o conceito de comunidade tem recebido grande destaque, com vários pavilhões nacionais investigando suas múltiplas formas de expressão, evolução e relação com o futuro do ambiente construído. O ArchDaily encontrou-se na Bienal com os curadores do Pavilhão do Chile, Emilio Marín e Rodrigo Sepúlveda, para discutir como o pavilhão aborda o futuro da vida coletiva por meio da exploração da comunidade, e de que forma eles conectam as histórias de Santiago e Veneza. A entrevista foi realizada em espanhol, com legendas em inglês.
Entre os muitos temas explorados na 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, a ideia de comunidade esteve em destaque, com diversos pavilhões nacionais investigando suas múltiplas manifestações, evolução e relação com o futuro dos ambientes construídos. O ArchDaily conversou com a curadoria de Testimonial Spaces, Emilio Marín e Rodrigo Sepúlveda, responsável pelo Pavilhão do Chile na Bienal, para discutir como o projeto abordou a questão do futuro da vida em comum e como conectou as histórias de Santiago a Veneza. A entrevista foi realizada em espanhol, mas conta com legendas em inglês.
Para responder à pergunta da Bienal, "Como viveremos juntos?", os/as curadores/as dos pavilhões nacionais exploraram como seria o futuro em um contexto arquitetônico, cultural e ambiental. Muitos/as vislumbraram o futuro como um ambiente inteiramente virtual, ao passo que outros/as destacaram a importância crucial da coexistência física com os vizinhos. O ArchDaily conversou com Ippolito Pestellini Laparelli, curador/a do Pavilhão Russo, para discutir como a ideia do pavilhão se consolidou ao longo do ano como uma plataforma virtual para pensadores/as criativos/as interdisciplinares, o papel das instituições culturais nos espaços físicos e digitais, e como a digitalização está sempre presente no debate.
Com a abertura da 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 60 nações de todo o mundo apresentaram respostas únicas para a pergunta "Como viveremos juntos?". Nem a pandemia nem suas repercussões interferiram no processo criativo das equipes de curadoria. Pelo contrário, o contexto foi assimilado como um fator para explorar como a noção de "viver juntos" mudou ao longo do último ano e como ela pode ajudar a reimaginar melhores ambientes construídos. O ArchDaily teve a oportunidade de conversar com Elena Tudela, co-curadora de "Desplazamientos", o Pavilhão do México, para discutir como surgiu esse material inovador e o que ele significa para o futuro da arquitetura.
Com a abertura da 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 60 nações de todo o mundo apresentaram respostas singulares à pergunta "Como viveremos juntos?". Nem a pandemia nem suas repercussões impediram o processo criativo dos/as comissários/as. Pelo contrário, o cenário foi encarado como um fator para explorar como a noção de 'viver juntos' se transformou ao longo do último ano e de que maneira ela pode propor a reimaginação de ambientes construídos melhores. O ArchDaily teve a oportunidade de se reunir com Emilio Marín e Rodrigo Sepúlveda, curadores do Pavilhão do Chile, para debater como surgiu o material inovador do pavilhão e o seu significado para o futuro da arquitetura.
Com a abertura da 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, projetos de todo o mundo apresentaram respostas singulares à pergunta "Como viveremos juntos?". Nem a pandemia nem suas repercussões impediram o processo de curadoria. Pelo contrário, o cenário foi encarado como um fator para explorar como a noção de 'viver juntos' mudou ao longo do último ano e como ela pode reimaginar melhores ambientes construídos. O ArchDaily teve a oportunidade de se reunir com o/a arquiteto/a Alejandro Aravena, do ELEMENTAL, para conversar sobre o projeto Koyaüwe e seu significado para o futuro da arquitetura.
Com a inauguração da 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 60 nações de todo o mundo apresentaram respostas únicas à pergunta "Como viveremos juntos?". Nem a pandemia nem as suas repercussões foram obstáculo para o processo criativo das equipes de curadoria. Pelo contrário, utilizaram esse cenário como um fator para explorar como a noção de 'viver juntos' mudou ao longo do último ano, e como ela pode ajudar a reimaginar melhores ambientes construídos. O ArchDaily teve a oportunidade de se reunir com o arquiteto Gerardo Caballero, à frente do Pavilhão da Argentina, para discutir como surgiu o material inovador do pavilhão e o que isso significa para o futuro da arquitetura.
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Restaurante 25 Lusk Rooftop em São Francisco, Califórnia. Imagem cortesia de ShadeFX Canopies
Quando o assunto é gastronomia, lazer e entretenimento, os espaços ao ar livre ganharam protagonismo sobre qualquer outro ambiente. Diante das preocupações com higiene e distanciamento social nos últimos anos, as áreas de pátio e terraço tornaram-se cruciais para o setor de hospitalidade. Felizmente, existem diversas maneiras inovadoras de tornar esses espaços externos confortáveis e convidativos, não apenas durante o verão, mas em qualquer época do ano.
ShadeFX fabrica soluções inovadoras e versáteis de sombreamento retrátil. Totalmente personalizáveis e fundamentais para cada projeto, seus sistemas patenteados 'Single Track' (trilho único) oferecem cobertura irrestrita para alguns dos principais empreendimentos comerciais, residenciais, institucionais e municipais do mundo. Abaixo estão alguns exemplos de espaços projetados para criar a melhor experiência gastronômica ao ar livre.
Com a inauguração da 17ª Bienal de Arquitetura de Veneza, 60 nações de todo o mundo apresentaram soluções singulares para a questão “Como viveremos juntos?”. Nem mesmo a pandemia ou suas repercussões impediram o processo criativo dos/as curadores/as. Pelo contrário, as adversidades foram tomadas como ponto de partida para explorar como a noção de "viver juntos" se transformou ao longo do último ano e de que maneira é possível reimaginar melhores ambientes construídos. O ArchDaily teve a oportunidade de se reunir com o/a arquiteto/a Wael Al Awar, um/a dos/as co-curadores/as do Pavilhão dos EAU, para debater como surgiu o material inovador do pavilhão e o que isso representa para o futuro da arquitetura.
A humanidade passa cada vez mais tempo em espaços fechados, seja no trabalho ou em casa. Estudos mostraram que passamos 87% de nossas vidas em ambientes internos. Enquanto interiores agradáveis podem influenciar positivamente no humor e no bem-estar de seus ocupantes, locais mal iluminados, desconfortáveis podem tornar as vidas miseráveis. Por isso, o ofício de projetar interiores é tão importante, mesmo que muitas vezes seja considerado menor por alguns profissionais. Ao desenhar um projeto de interiores, o arquiteto tem o poder de influenciar a maior parte das variáveis. Seja a iluminação artificial, a luz natural, as proporções, os materiais, todos os elementos influenciam nas sensações que a arquitetura passará aos seus ocupantes.
A Bienal de Arquitetura de Veneza 2021 finalmente abriu suas portas ao público no dia 22 de maio, apesar de todas as adversidades e após dois adiamentos. Ao apresentar 115 respostas diferentes para "Como viveremos juntos?", a exposição de arquitetura reuniu propostas inovadoras de todo o mundo, todas nascidas de uma determinação comum de transformar o status quo. Ao aproximar pessoas que enfrentam os mesmos desafios para participar de uma troca essencial de ideias, esta 17ª edição ampliou o papel e a relevância da Bienal como a maior plataforma voltada à arquitetura.
Diretamente de Veneza, o ArchDaily teve a oportunidade de conversar com o curador Hashim Sarkis para discutir mais uma vez a crescente relevância da bienal, as diferentes escalas e áreas que se sobrepõem, os aspectos recorrentes e a linguagem global da arquitetura. Na expectativa de que “as pessoas saiam da bienal acreditando ainda mais na arquitetura como um meio capaz de fazer a diferença”, Sarkis fala, nesta sua terceira entrevista, sobre um imaginário coletivo que pode inspirar novos pactos espaciais.
No ArchDaily em Espanhol, estamos conscientes da necessidade de manter contato permanente com estudantes de arquitetura, que serão os responsáveis por projetar e construir as cidades do futuro. Por esse motivo, periodicamente abrimos uma convocatória para integrar nossa equipe editorial por meio do programa de estágios.
A introdução de novas técnicas e materiais, juntamente com as inovações na infraestrutura, resultantes da revolução industrial, abriu o caminho para a habitação vertical. Investigando especificamente um período de tempo em que um fluxo populacional foi direcionado para as cidades e as divisões de classes sociais foram questionadas, este artigo analisa a evolução da planta residencial na Europa entre 1760 e 1939.
Estudando a transformação da unidade habitacional durante a revolução industrial até o período entre guerras, este artigo destaca quatro exemplos proeminentes que repensaram os layouts tradicionais e responderam aos desafios de sua época. Ainda hoje influentes, os modelos mencionados, restaurados para uso, fazem parte do tecido urbano do século XXI. Localizados em Londres, Paris, Amsterdã e Moscou, as plantas mostram os padrões de bem-estar interior em constante mudança, diretamente ligados a uma metamorfose mais ampla, equalizando e proporcionando o crescimento das populações urbanas. Descubra a evolução das unidades habitacionais, desde as casas geminadas até as cidades-jardim da Inglaterra; o Bloco de Haussmann, uma vida vertical para uma burguesia moderna; a Extensão de Amsterdã, das Alcovas aos Blocos de Habitação Social; e a Transition Type House na Rússia.
Em teoria, as vagas de estacionamento têm apenas uma função: estacionar um carro com segurança até que ele seja usado novamente e, em termos de projeto, as garagens são flexíveis e simples, exigindo intervenções mínimas. No entanto, os estacionamentos hoje em dia não são mais considerados espaços de função única. Quanto mais vazio o local, mais potencial ele tem para integrar funções adicionais. Arquitetos e urbanistas redefiniram os estacionamentos tradicionais, acrescentando instalações recreativas e comerciais à estrutura. Em vez de uma planta típica com marcações amarelas e brancas no chão, agora estamos vendo estruturas convidativas que incorporam fachadas verdes e playgrounds na cobertura, com lava-carros, cafeterias e áreas de trabalho / estudo.