Nesta republicação desta semana da Metropolis, a autora Leilah Stones explora como, ao redor do mundo, arquitetos/as, designers e urbanistas estão redefinindo o significado de ser um/a defensor/a na profissão do design, listando 6 iniciativas que praticam a justiça no design.
https://www.archdaily.com.br/pt/1130413/seis-iniciativas-servem-de-modelo-para-praticar-a-verdadeira-justica-no-designLeilah Stone
As joias podem escurecer com o tempo se ficarem expostas ao ar, por isso os estojos de rolo, porta-joias com zíper e caixas da WOLF apresentam seu forro patenteado com tratamento LusterLoc para proteger seu conteúdo por até 35 anos. Imagem cortesia de WOLF
Onde você guarda seus objetos mais valiosos? Com frequência, eles ficam espalhados pela casa, escondidos em caixas ou gavetas — o que torna impossível encontrá-los quando necessário —, ou expostos à vista de todos, tornando-se alvos fáceis para invasores. Mesmo que essas peças não tenham um valor financeiro elevado, é prudente considerar o investimento em um armazenamento adequado que as mantenha em um só lugar e em segurança.
Comemorando o 500º aniversário do complexo de habitação social Fuggerei, em Augsburg, Alemanha, a MVRDV colaborou com a Fundação Fugger para iniciar uma conversa sobre os planos arquitetônicos e urbanos de Fuggereien, o mais antigo complexo de habitação social do mundo. Ao longo dos próximos meses, a Fundação Fugger estará promovendo debates interdisciplinares, que destacam os princípios urbanos norteadores da Fuggerei, e discutem os desafios sobre o campo da arquitetura, política, cultura e ciências, trazendo indivíduos notáveis em cada respectivo campo.
Apesar da quebra de ritmo testemunhada pela indústria da construção civil ao longo dos últimos dois anos, os projetos de megacidades na África continuaram avançando a toque de caixa, e são inúmeros os novos empreendimentos que estão surgindo nas principais cidades de todo o continente. Embora o desenvolvimento das principais cidades africanas possa ser um motivo para celebrar, não devemos fechar os olhos para o descompasso entre a visão dos investidores e das autoridades e a realidade econômica e o contexto cultural das pessoas que ali vivem. Muitos são aqueles que questionam se essas novas cidades poderiam ser construídas de outra maneira, ou se a população de baixa renda também será beneficiada por estes investimentos ou se continuarão a viver às margens, em cidades que preservam muitas das características colonialistas de outrora e em grande parte, permanecem sendo impostas a ela.
Em um esforço para criar uma solução de alto impacto durante a atual pandemia global, o Grupo LAMOSA, com sede no Peru, decidiu desenvolver um revestimento cerâmico com propriedades antivirais à base de nanopartículas de cobre (NanCu), contribuindo assim para a criação de superfícies que ajudassem a reduzir a propagação da doença. A equipe decidiu iniciar a distribuição da tecnologia BIO-C29 por meio de sua linha de produtos BIO-CER. Essa solução foi alcançada por meio de uma parceria entre Mauricio Méndez (Diretor Industrial) e Jenny Morales (Gerente Técnica LATAM) da Cerámica San Lorenzo-Grupo LAMOSA, em um codesenvolvimento com a Nano Quantum Group SpA. O resultado é uma camada protetora capaz de eliminar significativamente os agentes infecciosos, criando espaços arquitetônicos desinfetados e livres de ameaças. Assim nasceu o BIO-CER.
Como parte das celebrações anuais dos Prêmios CEMEX, foi anunciado o nome de quem receberá a Bolsa Arq. Marcelo Zambrano, reiterando o compromisso de continuar contribuindo para o desenvolvimento da arquitetura no México. A CEMEX concede a Bolsa Arq. Marcelo Zambrano em homenagem à exemplar trajetória de dedicação profissional e liderança do Arq. Marcelo Zambrano, com o objetivo de impulsionar jovens mexicanos/as a cursar a pós-graduação em universidades de grande prestígio internacional.
Anne Lacaton, Pablo Martínez y Mar Santamaria, Mohan Munasinghe, Francesc Muñoz, Feniosky Peña-Mora, entre otros ponentes del congreso.. Image Cortesía de Congreso Internacional de Arquitectura: La Ciudad que Queremos
De 8 a 10 de setembro, acontece a VI edição do Congresso Internacional de Arquitetura, sob o título “A Cidade que Queremos” — e, pela primeira vez, o evento pode ser acompanhado ao vivo pelo canal do YouTube da Fundação Arquitetura e Sociedade.
Henning Larsen vem criando projetos que abordam o design intercultural, enfrentam diversas zonas climáticas e buscam alcançar objetivos ambiciosos de sustentabilidade. Tudo isso não seria possível sem o uso da tecnologia e de ferramentas de design digital e generativo especialmente desenvolvidas, que permitem a arquitetos e arquitetas tratar qualquer elemento como um parâmetro no projeto.
Em entrevista especial ao ArchDaily, Jakob Strømann-Andersen, sócio e diretor do Departamento de Inovação e Sustentabilidade da Henning Larsen, fala sobre as ferramentas digitais e sua incorporação ao processo de projeto. Concentrando-se nesta conversa especificamente no Sandworm, um novo programa de modelagem que utiliza caixas de areia, Andersen explica como conseguiram escanear e transferir diretamente paisagens manipuladas para um modelo 3D.
Em um esforço para criar uma solução de alto impacto durante a atual pandemia global, o Grupo LAMOSA, sediado no Peru, decidiu desenvolver uma linha de revestimentos cerâmicos com propriedades antivirais baseadas em Nanopartículas de Cobre (NanCu). A equipe decidiu darinício à distribuição da tecnologia BIO-C29 por meio de sua linha de produtos BIO-CER. Essa solução foi alcançada através de uma colaboração entre Mauricio Méndez (Diretor Industrial) e Jenny Morales (Gerente Técnica LATAM) da Cerámica San Lorenzo-Grupo LAMOSA, em conjunto com a Nano Quantum Group SpA. O resultado é uma camada protetora eficaz que erradica consideravelmente os agentes infecciosos, criando espaços arquitetônicos desinfetados e livres de riscos à saúde.
A Aedas apresentou o Shenzhen C FutureCity, um projeto em duas fases na Vila Shangsha de Futian, em Shenzhen. O projeto destaca como "conversar com o futuro e proporcionar uma experiência de compra única que impulsiona o desenvolvimento da cidade", criando um centro de estilo de vida urbano inserido entre torres residenciais e corporativas.
Uma grande ave marinha olhando em direção ao céu apareceu no Cortile d’Onore, em Milão, como uma metáfora para a retomada da vida no mundo pós-pandemia. Projetada pelo escritório MAD Architects, a instalação intitulada “Freedom” é uma referência à inclusão e à ausência de fronteiras, bem como um símbolo lúdico de esperança. Além disso, para a edição de 2021 da Semana de Design de Milão, o escritório explora novamente o design de mobiliário com dois projetos, “Meteor” e “Gu Table”, criados em colaboração com a Dior e a Sawaya & Moroni, respectivamente.
Aqui, os Revestimentos Arquitetônicos 3M™ DI-NOC™ transformaram um espaço de recepção com novas superfícies de parede que evocam a textura, o calor e a cor da madeira natural. Imagem cortesia de 3M
“O 3M™ DI-NOC™ oferece a profissionais de design e de gestão de instalações uma maneira rápida e acessível de criar novos espaços impressionantes sem as restrições de orçamento ou tempo de obra”, afirma Paola Silva Coronel, consultora global da 3M. Saiba mais...
Os elementos vazados são utilizados por diferentes motivos em quase todo mundo, pois apresentam uma permeabilidade visual que promove o tão desejado diálogo entre interior e exterior, que a maioria dos arquitetos buscam, ao mesmo tempo que podem manter a privacidade dos usuários de um edifício. No entanto, em climas tropicais, eles ganham uma importância ainda maior, uma vez que permitem uma ventilação natural constante, sombreiam áreas com grande quantidade de insolação, provendo, por fim, iluminação natural e conforto térmico.
As ferramentas desenvolvidas em torno do trabalho com a madeira, aliadas às novas técnicas de produção, corte e tratamento do material, permitiram obter gradualmente produtos muito variados e de alta qualidade — com diversos tamanhos, resistências, tonalidades, formas e cores. Esses avanços possibilitaram que a madeira, como recurso, seja capaz de satisfazer as mais variadas demandas da construção civil, atuando como estrutura, fechamento, revestimento ou mobiliário em uma grande quantidade de projetos de arquitetura.
Localizada no antigo coração do "Bronx", região que conta com aproximadamente 100 mil habitantes, a proposta tem como foco convocar empresas, consórcios ou construtoras com ampla experiência na construção de novos edifícios. A expectativa é de que a nova sede administrativa beneficie cerca de 300 profissionais do serviço público, oferecendo um atendimento de qualidade à população em instalações novas e modernas. O projeto, a cargo do escritório MC Arquitectos, também inclui uma praça na parte posterior e já conta com os projetos executivos e as licenças de construção.
via Empresa de Renovación y Desarrollo Urbano de Bogotá (ERU)
A estruturação técnica, jurídica e financeira do modelo de Parceria Público-Privada (PPP) do projeto Bronx Distrito Creativo (BDC) estará a cargo de um consórcio entre três empresas reconhecidas no setor de estruturação de projetos: Currie & Brown México, Durán & Osorio Abogados e Ernst & Young na parte financeira. O Bronx Distrito Creativo pretende impulsionar a reativação econômica e social do centro da cidade de Bogotá por meio da arte, da cultura, da criatividade, da inovação, do patrimônio e da memória.
Imagem premiada pela ASAI. Projeto: Base Aérea de Tyndall. Data: 2020. Imagem cortesia de SketchUp
Criar uma visualização atraente que comunique a intenção do projeto e conquiste o apoio das partes interessadas não é uma tarefa simples. Embora os/as designers tenham inúmeras ferramentas de visualização à disposição — de potentes motores de renderização à simplicidade do papel e caneta —, não existe uma fórmula única para a visualização. À medida que o projeto evolui, podem ser necessárias diversas renderizações com diferentes níveis de detalhamento.
Segundo Jim Kessler, diretor do Visual Media Group na Jacobs, "quando um projeto está em desenvolvimento e as conversas com os/as clientes estão em andamento, uma renderização fotorrealista transmite a ideia de que o trabalho está concluído e que alterações não são mais possíveis. Por outro lado, uma imagem não fotorrealista sugere fluidez e carrega um forte apelo artístico, algo que atrai os/as profissionais de arquitetura".
No ano passado, o arquiteto Danish Kurani concluiu um novo laboratório de tecnologia em Nova York, em parceria com o Black Girls Code. Concebido como um espaço onde jovens de toda a cidade de Nova York podem se reunir para aprender sobre tecnologia, o projeto de reforma transformou cerca de 360 metros quadrados de área nos escritórios do Google em Nova York em um laboratório de exploração tecnológica.
Os designs da Fenabel combinam elegância duradoura com superdurabilidade. Imagem cortesia de Fenabel
Mobiliário contract que responde às mudanças radicais do nosso tempo com design elegante e excelente funcionalidade: é isso que a especialista portuguesa Fenabel oferece. Descubra sua nova coleção no supersalone, Pavilhão 03 k18.
Enquanto o Grand Palais de Paris, construído no século XIX, continua fechado para reformas, uma estrutura temporária acaba de ser inaugurada para acolher os principais eventos e atividades culturais que costumavam ter lugar no famoso palácio parisiense. Implantado no Campo de Marte, justo ao lado da Torre Eiffel e da Escola Militar, o Grand Palais Éphémère—projetado Wilmotte & Associés—é um edifício modular com cobertura curva inspirado nas famosas estruturas de aço e vidro construídas para as Exposições Universais. Estruturas efêmeras nem sempre tem a mesma sorte da Torre Eiffel, a qual havia sido concebida como uma estrutura temporária símbolo da Feira Mundial de 1889. Pensando nisso, o fotógrafo Jad Sylla decidiu registrar este momento único da cena artística parisiense, ao mesmo tempo que documentou todo o processo de construção dessa icônica e efêmera estrutura construída no centro da cidade luz.
Antes dos carimbos e das impressões digitalizadas, os papéis de parede eram um artefato de alto luxo e ostentação já que todos os desenhos deveriam ser feitos à mão por artesãos. Como símbolo de riqueza, eles surgiram para substituir as tapeçarias e telas na decoração das casas europeias do século XVI. No Brasil, por exemplo, sua aplicação se tornou economicamente viável apenas em 1930 e sua popularização concretizada somente na década de 60.
Os edifícios de escritórios são conhecidos por serem utilitários, eficientes e rígidos. Embora essa tipologia tenha reputação por adotar grades retilíneas e layouts abertos, os projetos modernos começaram a explorar novas alternativas para o local de trabalho contemporâneo. Indo além das salas de trabalho padrão, espaços de reunião e zonas de apoio, esses projetos estão reimaginando as relações entre o envelope e o programa. Este é um movimento mais amplo no sentido de repensar as características formais e espaciais de onde trabalhamos. Enquanto essa tendência está sendo explorada globalmente, as cidades começaram a adotar novos projetos de escritórios em uma escala maior.
"Domingos Libro" é apresentado por Carmelo, do Enorme Studio, que a cada 15 dias analisa detalhadamente publicações de arquitetura esquecidas, livros e revistas de arquitetura das décadas de 60, 70 e 80 que trazem as histórias mais interessantes nos bastidores.
Neste décimo primeiro capítulo, intitulado "O Ovo", Carmelo fala sobre o livro escrito em 1978 por André Bruyère, intitulado "L'Oeuf". A obsessão por ovos leva o arquiteto francês a propor um arranha-céu com esse formato para Nova York e a escrever este livro que defende o ovoide como forma fundamental.