1. ArchDaily
  2. Noticias

Noticias

Moldando a história: o impacto das arquitetas sul-asiáticas no período pós-colonial

Um conjunto de países do sul da Ásia experimentou em meados do século XX uma catarse coletiva do domínio colonizador. O período seguinte desencadeou em uma era de ideias e filosofias para um novo futuro. Durante este tempo, os arquitetos foram fundamentais na criação de estruturas modernistas que definiram as identidades pós-coloniais, pós-partição e pós-imperiais dos países. Arquitetos do sul da Ásia usaram o design como expressão de uma visão social de esperança. Mesmo com este sucesso na construção da nação, as mulheres arquitetas não são creditadas na formação da história do sul da Ásia.

Moldando a história: o impacto das arquitetas sul-asiáticas no período pós-colonial - Image 1 of 4Moldando a história: o impacto das arquitetas sul-asiáticas no período pós-colonial - Image 2 of 4Moldando a história: o impacto das arquitetas sul-asiáticas no período pós-colonial - Image 3 of 4Moldando a história: o impacto das arquitetas sul-asiáticas no período pós-colonial - Image 4 of 4Moldando a história: o impacto das arquitetas sul-asiáticas no período pós-colonial - Mais Imagens+ 3

Trazendo o feminismo interseccional para o debate da arquitetura e urbanismo

“Um dos primeiros resultados que encontrei quando estava pesquisando sobre arquitetura feminina no Google foi um arranha-céu na Austrália, cujos arquitetos disseram ter se inspirado nas curvas de Beyoncé quando o construíram”, narrou a arquiteta holandesa Afaina de Jong em sua última palestra do TEDxAmsterdamWomen em 2021. “É sério? O corpo dela? Beyoncé? Claro, ela é incrível, mas literalmente traduzir seu corpo em um prédio... Isso é arquitetura feminina?”, continuou ela, indignada.

De Jong é fundadora do estúdio AFARAI, onde trabalha com uma metodologia interdisciplinar combinando teoria e pesquisa com design. Ela considera seu ateliê “uma prática feminista que incentiva a mudança em questões sociais e espaciais e que acomoda as diferenças”, então Afaina provavelmente está familiarizada com o conceito de 'interseccionalidade'.

Explorando a pré-fabricação: desafios e possibilidades com o Parkside Carvoeira

Acesso exclusivo | 

Toda inovação traz consigo fricções, disrupções e, acima de tudo, aprendizados. Na construção civil — um setor historicamente resistente a mudanças — novos sistemas construtivos costumam ser recebidos com certo estranhamento, exigindo uma análise cuidadosa dos desafios que surgem. O sistema wood frame, amplamente adotado em países como Estados Unidos, Japão e Alemanha, nunca se popularizou no Brasil, devido a fatores que mantêm o setor intensivo em mão de obra e fortemente vinculado aos métodos convencionais de alvenaria e concreto. 

No entanto, com a diminuição da oferta de mão de obra e novas demandas por eficiência e sustentabilidade, o setor da construção civil tem, gradualmente, explorado alternativas inovadoras. Nesse contexto, o edifício Parkside Carvoeira, em Florianópolis, destaca-se como um marco de inovação, sendo o edifício em wood frame mais alto da América Latina. Desenvolvido em parceria entre a Parkside, o escritório Desterro Arquitetos e a construtora local Tecverde, o projeto pioneiro adota o sistema como uma solução sustentável e eficiente para atender às necessidades da construção contemporânea no país.

Exposição na Casa da Arquitectura celebra papel da arquitetura nos 50 anos de democracia portuguesa

Acesso exclusivo | 

O que a arquitetura fez pela democracia de Portugal — e o que o período democrático fez para a arquitetura portuguesa? São as indagações que norteiam a exposição O que faz falta. 50 anos de arquitetura portuguesa em democracia, organizada pela Casa da Arquitectura, que celebra os cinquenta anos da Revolução dos Cravos de 1974.

Sob a curadoria de Jorge Figueira e curadoria-adjunta de Ana Neiva, a exposição destaca a relação íntima entre arquitetura e o regime democrático em Portugal e explora como os arquitetos portugueses contribuíram para a consolidação democrática, transformando o espaço público e privado do país ao longo de cinco décadas.

Exposição na Casa da Arquitectura celebra papel da arquitetura nos 50 anos de democracia portuguesa  - Imagen 1 de 4Exposição na Casa da Arquitectura celebra papel da arquitetura nos 50 anos de democracia portuguesa  - Imagen 2 de 4Exposição na Casa da Arquitectura celebra papel da arquitetura nos 50 anos de democracia portuguesa  - Imagen 3 de 4Exposição na Casa da Arquitectura celebra papel da arquitetura nos 50 anos de democracia portuguesa  - Imagen 4 de 4Exposição na Casa da Arquitectura celebra papel da arquitetura nos 50 anos de democracia portuguesa  - Mais Imagens+ 4

Nová Scéna: a história por trás do icônico anexo brutalista do Teatro Nacional de Praga

Acesso exclusivo | 

Entre 1977 e 1983, o Teatro Nacional de Praga passou por uma significativa transformação com a inauguração do Nová Scéna, um "irmão moderno" do tradicional teatro neorrenascentista. Durante muitos anos, o Nová Scéna foi a sede do famoso Laterna Magika, considerado o primeiro teatro multimídia do mundo. Essa experiência inovadora misturava performances clássicas com efeitos visuais gerados por computador, proporcionando uma ação dramática que se destacava no imponente edifício de vidro, um ícone da era comunista e um símbolo do poder político da época. Em reconhecimento à sua importância, este edifício fez parte do festival Open House Praga em 2024, um evento anual que convida o público a explorar e apreciar o valor da arquitetura.

Nová Scéna: a história por trás do icônico anexo brutalista do Teatro Nacional de Praga - Image 1 of 4Nová Scéna: a história por trás do icônico anexo brutalista do Teatro Nacional de Praga - Image 2 of 4Nová Scéna: a história por trás do icônico anexo brutalista do Teatro Nacional de Praga - Image 3 of 4Nová Scéna: a história por trás do icônico anexo brutalista do Teatro Nacional de Praga - Image 4 of 4Nová Scéna: a história por trás do icônico anexo brutalista do Teatro Nacional de Praga - Mais Imagens+ 9

Edifício-Floresta (e vice-versa)

Acesso exclusivo | 

Cerca de 80% da população brasileira vive sobre o que um dia foi floresta e nem se dá conta disso. No Brasil, a história se fez e ainda se faz com a cidade se opondo à floresta, numa matriz civilizatória baseada fundamentalmente na devastação das ecologias nativas e sua substituição por monoculturas e espécies invasoras. Em poucos séculos, transformamos um continente florestal megadiverso em ambientes estéreis através de padronizações urbanísticas, arquiteturas desoladoras e paisagismos insustentáveis, impostos como projeto. Vivemos sobre ex-florestas mas resistimos a pensar as cidades como ruínas florestais. [1]

Edifício-Floresta (e vice-versa) - Imagen 1 de 4Edifício-Floresta (e vice-versa) - Imagen 2 de 4Edifício-Floresta (e vice-versa) - Imagen 3 de 4Edifício-Floresta (e vice-versa) - Imagen 4 de 4Edifício-Floresta (e vice-versa) - Mais Imagens+ 9

Pesquisa revela diferenças de representatividade de raça e gênero no Pavilhão do Brasil em Veneza

Acesso exclusivo | 

"A história da arquitetura está incompleta. Não errada, mas incompleta", disse Lesley Lokko ao anunciar o Laboratório do Futuro, tema da Bienal de Arquitetura de Veneza 2023. Ecoando o enunciado da curadora, um novo estudo publicado pelo Studio Autonoma, liderado por Paulo Tavares, revela disparidades profundas na representatividade do pavilhão do Brasil no maior evento de arquitetura do mundo.

Intitulada Censo Histórico do Pavilhão Brasileiro na Bienal de Arquitetura de Veneza (1980-2021), a pesquisa revela uma discrepância significativa no perfil dos curadores e participantes ao longo dessas três décadas, com um predomínio de homens brancos, oriundos da região sudeste do Brasil, particularmente de São Paulo.

Pré-fabricação e ousadia formal do modernismo belga: a história dos Edifícios CBR e LH 187 em Bruxelas

Acesso exclusivo | 

Entre 1960 e 1976, a capital da Bélgica tornou-se um cenário de experimentos arquitetônicos que combinavam os ideais modernistas com a pré-fabricação, culminando na construção de dois edifícios icônicos. O CBR Office Building (1967-1970) e o LH 187 (1976), projetados por Constantin Brodzki e Marcel Lambrichs, são vizinhos e compartilham uma linguagem arquitetônica audaciosa. Ambos se destacam por suas fachadas formadas por grandes módulos de concreto pré-fabricado, que não só evidenciam a estética brutalista, mas também revelam o empenho em usar materiais industriais e técnicas construtivas inovadoras para a época.

Pré-fabricação e ousadia formal do modernismo belga: a história dos Edifícios CBR e LH 187 em Bruxelas - Image 1 of 4Pré-fabricação e ousadia formal do modernismo belga: a história dos Edifícios CBR e LH 187 em Bruxelas - Image 2 of 4Pré-fabricação e ousadia formal do modernismo belga: a história dos Edifícios CBR e LH 187 em Bruxelas - Image 3 of 4Pré-fabricação e ousadia formal do modernismo belga: a história dos Edifícios CBR e LH 187 em Bruxelas - Image 4 of 4Pré-fabricação e ousadia formal do modernismo belga: a história dos Edifícios CBR e LH 187 em Bruxelas - Mais Imagens+ 20

A obra do BRT no Rio de Janeiro: entrevista com Jozé Candido

Acesso exclusivo | 

Jozé Candido é um arquiteto e urbanista carioca com uma vasta experiência no setor público, em especial na área dos transportes. Seu projeto para estações de BRT (Bus Rapid Transit) no Rio de Janeiro foi premiado como "BRT Padrão Ouro" em 2013 pelo ITDP. O BRT é um sistema de transporte público que atravessa a cidade no sentido centro-oeste e foi implantado no Rio de Janeiro entre os anos de 2012 e 2024.

A arquitetura da mobilidade urbana, com seus equipamentos — estações e terminais, passarelas etc. — são espaços de uso coletivo e cotidiano pela população das metrópoles brasileiras. Visando ampliar o conhecimento e repertório sobre esses espaços, essa entrevista explora os desafios técnicos, políticos e logísticos enfrentados durante a concepção e implementação do BRT na cidade e o legado de Jaime Lerner. A entrevista a seguir destaca o impacto dessa obra no desenvolvimento urbano, a integração de modais e o papel da arquitetura na funcionalidade e sustentabilidade de sistemas de transporte.

A obra do BRT no Rio de Janeiro: entrevista com Jozé Candido - Imagen 1 de 4A obra do BRT no Rio de Janeiro: entrevista com Jozé Candido - Imagen 2 de 4A obra do BRT no Rio de Janeiro: entrevista com Jozé Candido - Imagen 3 de 4A obra do BRT no Rio de Janeiro: entrevista com Jozé Candido - Imagen 4 de 4A obra do BRT no Rio de Janeiro: entrevista com Jozé Candido - Mais Imagens

Refúgios de esperança: 10 centros de acolhimento para crianças em situação de vulnerabilidade ao redor do mundo

O papel da arquitetura em um centro de acolhimento para crianças ultrapassa a simples construção de um espaço físico; trata-se de conceber refúgios que promovam cura, proteção e oportunidades de desenvolvimento. Em meio a vulnerabilidade de seus pequenos usuários, o ambiente arquitetônico torna-se um elemento crucial para sua recuperação emocional. Cada detalhe do espaço – desde a iluminação natural até a disposição dos ambientes – contribui para criar uma atmosfera de segurança e acolhimento, favorecendo não apenas o bem-estar físico, mas também o fortalecimento psicológico e social das crianças.

Refúgios de esperança: 10 centros de acolhimento para crianças em situação de vulnerabilidade ao redor do mundo - Image 1 of 4Refúgios de esperança: 10 centros de acolhimento para crianças em situação de vulnerabilidade ao redor do mundo - Image 2 of 4Refúgios de esperança: 10 centros de acolhimento para crianças em situação de vulnerabilidade ao redor do mundo - Image 3 of 4Refúgios de esperança: 10 centros de acolhimento para crianças em situação de vulnerabilidade ao redor do mundo - Image 4 of 4Refúgios de esperança: 10 centros de acolhimento para crianças em situação de vulnerabilidade ao redor do mundo - Mais Imagens+ 10

Dia Mundial do Habitat: o protagonismo das juventudes nas cidades

À medida que o mundo se urbaniza rapidamente, as cidades se tornam o lar de uma nova geração de líderes e agentes de transformação. As juventudes estão no centro dessa transformação, especialmente em regiões como a África, a Ásia e a América. Nesta segunda-feira, 7 de outubro, o Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) convida todas as pessoas interessadas no desenvolvimento urbano sustentável a celebrar o Dia Mundial do Habitat, que neste ano tem como tema "Engajando a juventude para criar um futuro urbano mais inclusivo".

Pele de Vidro: filme resgata história de edifício moderno que desabou em incêndio

Acesso exclusivo | 

"Beber Caracú é beber saúde". É o que se lia na imensa empena de um prédio no centro de São Paulo, na manhã do dia 1 de maio de 2018. Por décadas encoberto, o anúncio da famosa marca de cerveja pairava agora diante de um enorme amontoado de concreto, metal retorcido e vidro estilhaçado. Entulho ao qual fora reduzido o emblemático Edifício Wilton Paes de Almeida, projetado pelo arquiteto Roger Zmekhol, tema do documentário Pele de Vidro, dirigido por sua filha, Denise Zmekhol.

O filme transcende o registro arquitetônico tradicional ao misturar um relato pessoal com questões políticas do Brasil contemporâneo, um país marcado por desigualdades e memórias apagadas. No centro da história está o edifício, considerado um marco da arquitetura moderna brasileira, que desabou em 2018 após um trágico incêndio.

Claraboias na arquitetura tropical: 20 casas que reinventam a iluminação natural

Acesso exclusivo | 

De discretos feixes de luz a grandes vãos, as claraboias transformam a luz natural em uma poderosa ferramenta arquitetônica, criando um jogo dinâmico de luz e sombra que confere movimento e vitalidade às edificações. Nesta coreografia complexa, o observador é cativado não apenas pelos desenhos que a luz traça nas superfícies, mas também pelos benefícios fisiológicos que a iluminação zenital proporciona, como o conforto térmico e a sensação de bem-estar.

Claraboias na arquitetura tropical: 20 casas que reinventam a iluminação natural  - Image 1 of 4Claraboias na arquitetura tropical: 20 casas que reinventam a iluminação natural  - Image 2 of 4Claraboias na arquitetura tropical: 20 casas que reinventam a iluminação natural  - Image 3 of 4Claraboias na arquitetura tropical: 20 casas que reinventam a iluminação natural  - Image 4 of 4Claraboias na arquitetura tropical: 20 casas que reinventam a iluminação natural  - Mais Imagens+ 23

Bienal de Arquitetura Latino-americana 2025: chamada aberta

A Bienal de Arquitectura Latino-americana (BAL), edição de 2025, está com inscrições abertas para destacar jovens talentos da arquitetura latino-americana. Este evento, que acontece em Pamplona, Espanha, visa dar visibilidade internacional a profissionais emergentes e promover um intercâmbio cultural e técnico entre arquitetos da América Latina e o público europeu.

Tecnologia e inovação na vanguarda: os destaques da Roca Cerâmica

 | Artigo patrocinado

Em 2024, a evolução dos porcelanatos tem elevado a experiência tátil a um novo nível, transformando-os em verdadeiras obras de arte. As coleções, produzidas com tecnologia de impressão de textura mineral, apresentam relevos surpreendentes nas dimensões 120 x 120 cm, 100 x 200 cm, 120 x 250 cm, 160 x 160 cm e 160 x 320 cm, que buscam despertar todos os sentidos. Por trás desse avanço está a Roca Brasil Cerámica, parte do Grupo Mexicano LAMOSA, à frente das marcas Roca Cerâmica e Incepa.

Casas mimetizadas: 15 projetos latino-americanos inseridos na paisagem

A paisagem natural da América Latina é excepcionalmente diversificada, abarcando desde montanhas imponentes até vastas planícies desérticas. Nesse mosaico geográfico, muitos projetos arquitetônicos se destacam por estabelecer um diálogo harmonioso com o entorno, inserindo-se de forma sutil na paisagem. Esse cuidado é evidente no uso de materiais, cores e formas que mimetizam o construído no natural.

Casas mimetizadas: 15 projetos latino-americanos inseridos na paisagem - Image 1 of 4Casas mimetizadas: 15 projetos latino-americanos inseridos na paisagem - Image 2 of 4Casas mimetizadas: 15 projetos latino-americanos inseridos na paisagem - Image 3 of 4Casas mimetizadas: 15 projetos latino-americanos inseridos na paisagem - Image 4 of 4Casas mimetizadas: 15 projetos latino-americanos inseridos na paisagem - Mais Imagens+ 24

Sabedoria vernacular atemporal para edifícios sustentáveis em climas frios

Acesso exclusivo | 

Tecnologias vernaculares de construção baseiam-se em séculos de sabedoria prática, fruto de inúmeras tentativas e erros. Isso tende a eliminar tudo o que é irrelevante, criando sistemas altamente eficientes e simples, intrinsecamente adaptados ao clima e aos recursos locais. Para construções em climas frios, por exemplo, tais soluções evidenciam maneiras de conservar calor com o mínimo de consumo de energia, oferecendo insights valiosos para construções modernas, promovendo eficiência energética e harmonia ambiental. Neste artigo publicado anteriormente, já abordamos as técnicas tradicionais de resfriamento passivo, como torres de vento persas ou mashrabiya árabes. Agora, voltamos nosso foco para estratégias aplicáveis a climas frios, explorando soluções eficazes para retenção de calor e aquecimento de espaços.

Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados?

Áudio disponível

O contato com a natureza tem ganhado cada vez mais protagonismo tanto na teoria quanto na prática arquitetônica dos últimos anos, especialmente após a pandemia de COVID-19, que evidenciou a relevância dos ambientes naturais como espaços de cura. Esse período trouxe à tona diversos estudos científicos que destacaram o impacto positivo dos espaços verdes no bem-estar humano, seja em locais de trabalho, residências ou áreas urbanas. Com tantos benefícios cientificamente comprovados torna-se evidente, portanto, a urgência de integrar elementos naturais em projetos hospitalares, criando ambientes que ofereçam apoio essencial para aqueles que enfrentam desafios físicos ou mentais.

Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados? - Image 4 of 4Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados? - Image 1 of 4Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados? - Image 2 of 4Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados? - Image 3 of 4Terapia verde: qual o papel da natureza na cura dos pacientes hospitalizados? - Mais Imagens+ 4

Entre o sagrado e o profano: a história por trás da Igreja do Sagrado Coração de Jesus em Lisboa

Acesso exclusivo | 

Como marco da arquitetura religiosa contemporânea de Portugal, a Igreja do Sagrado Coração de Jesus opõe-se formalmente aos modelos tradicionais representando uma obra livre de estigmas historicistas. Fruto de um concurso de projeto organizado em 1960, ela se destaca por sua dimensão cívica, pelo papel urbano e pelo seu significado antimonumental e social. Ao integrar-se na malha regular do bairro das Avenidas Novas, este exemplar do Movimento de Renovação da Arte Sacra (MRAR) faz parte de um complexo paroquial maior que passa despercebido ao transeunte. Sua rua exterior cria um espaço público inesperado, convidando à entrada e à integração num adro onde arquitetura e cidade se fundem. Finamente trabalhada em termos de espacialidade, detalhes e luz, a Igreja reserva muitas surpresas a quem nela adentra.

Entre o sagrado e o profano: a história por trás da Igreja do Sagrado Coração de Jesus em Lisboa - Imagem 1 de 4Entre o sagrado e o profano: a história por trás da Igreja do Sagrado Coração de Jesus em Lisboa - Imagem 2 de 4Entre o sagrado e o profano: a história por trás da Igreja do Sagrado Coração de Jesus em Lisboa - Imagem 3 de 4Entre o sagrado e o profano: a história por trás da Igreja do Sagrado Coração de Jesus em Lisboa - Imagem 4 de 4Entre o sagrado e o profano: a história por trás da Igreja do Sagrado Coração de Jesus em Lisboa - Mais Imagens+ 12

Retrofit em edifícios brasileiros: sustentabilidade e inovação no centro de São Paulo

Acesso exclusivo | 

O termo retrofit, diferentemente da reabilitação ou do restauro, tem sido adotado pelo mercado para lidar com as obras de atualização tecnológica nos edifícios existentes. São projetos cujo foco reside na adequação das construções às normas técnicas locais, assim como nas adaptações para tornar os espaços mais funcionais e sustentáveis, respondendo às demandas atuais.

Reconhecido como uma prática essencial na arquitetura contemporânea, o retrofit vem ganhando destaque ao combinar os benefícios da revitalização de edifícios existentes — sem a necessidade de demolição — com diversas vantagens econômicas e sociais. Essa abordagem tem se consolidado no campo arquitetônico, tanto por meio de exemplos icônicos quanto por iniciativas públicas e privadas.

Retrofit em edifícios brasileiros: sustentabilidade e inovação no centro de São Paulo - Image 1 of 4Retrofit em edifícios brasileiros: sustentabilidade e inovação no centro de São Paulo - Image 2 of 4Retrofit em edifícios brasileiros: sustentabilidade e inovação no centro de São Paulo - Image 3 of 4Retrofit em edifícios brasileiros: sustentabilidade e inovação no centro de São Paulo - Image 4 of 4Retrofit em edifícios brasileiros: sustentabilidade e inovação no centro de São Paulo - Mais Imagens+ 10

Refutando o mito de que estruturas pré-fabricadas são rígidas e pouco atrativas

Generative AI (Gemini / Google DeepMind). Concept: Eduardo Souza / ArchDaily

O termo "pré-fabricado" pode evocar imagens de construções padronizadas e sem variação, lembrando a arquitetura utilitária e repetitiva do período pós-guerra, onde a urgência por habitação rápida e econômica levou à criação de unidades uniformes e, muitas vezes, monótonas. No entanto, a realidade contemporânea é bem diferente. Com o avanço das tecnologias e métodos de construção, a pré-fabricação evoluiu para se tornar sinônimo de inovação, adaptabilidade e design personalizado. Hoje, essa técnica permite a criação de espaços multifuncionais e flexíveis, que respondem não apenas às necessidades práticas, mas também às demandas estéticas e sustentáveis da arquitetura moderna, com integração de materiais de ponta e com a inclusão de novas tecnologias, atendendo às demandas contemporâneas por personalização e adaptabilidade. 

De conchas de madeira a painéis de policarbonato: os materiais que moldam espaços esportivos flexíveis

O Coliseu Romano é indiscutivelmente o local versátil mais icônico do mundo. Embora essa estrutura não tenha sido projetada para atividades esportivas, sediou diversos eventos, desde os conhecidos combates de gladiadores até performances teatrais e a dramática naumachia (batalhas navais). Isso demonstra que o uso flexível do espaço é relevante desde os tempos antigos. Séculos depois, no contexto do sempre mutável ambiente construído e desenvolvimento urbano, os locais esportivos também evoluíram, tornando-se exemplos notáveis de espaços multifuncionais.

Esses complexos atléticos se transformaram de locais altamente especializados em estruturas dinâmicas e multifuncionais. Seja sediando grandes eventos internacionais, como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos, ou servindo como pontos de encontro para comunidades locais, esses espaços encontram um delicado equilíbrio entre atender às necessidades de esportes específicos e manter a flexibilidade para acomodar uma variedade de atividades. Como essas funções diversas coexistem e se interconectam? Esta análise explorará como as instalações esportivas são configuradas como centros flexíveis para outras disciplinas e atividades do dia a dia.

Shaw Contract anuncia os vencedores na etapa regional da América Latina do Design Awards

O Design Awards, em sua 19ª edição, é uma das principais premiações de arquitetura de interiores, promovida pela Shaw Contract. Com quase 700 projetos inscritos de 36 países, a premiação destaca tendências em magnitude, funcionalidade e sustentabilidade. Dos 43 vencedores do Best of Region, dois projetos brasileiros e três mexicanos seguem para a fase final do julgamento para o Best of Globe, que será anunciado em setembro. A premiação, que envolve temas como Saúde Material, Economia Circular, Diversidade e Inclusão, teve os projetos da América Latina avaliados por jurados de cinco países.

Conheça agora um pouco mais sobre estes vencedores.

Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala

O benefício comunitário é um dos principais aspectos destacados ao anunciar um novo projeto público, especialmente no caso dos ginásios esportivos, que prometem melhorias no bem-estar e na coesão social. Existem duas tipologias de ginásios esportivos, cada uma com diferentes níveis de envolvimento com a comunidade: por um lado, há grandes arenas dedicadas a competições internacionais, que podem acomodar milhares de pessoas e se tornam marcos modernos, semelhantes aos estádios. Por outro lado, existem ginásios de menor escala, geralmente anexados a escolas e localizados em bairros ou áreas rurais com acesso limitado a outros serviços públicos. Embora muitas vezes sua presença seja subestimada, esses ginásios desempenham um papel multifuncional importante, oferecendo oportunidades para praticar esportes, promover conexões, organizar eventos e apoiar diversas atividades comunitárias.

Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala - Imagem 1 de 4Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala - Imagem 2 de 4Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala - Imagem 3 de 4Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala - Imagem 4 de 4Do esporte ao abrigo: os muitos papéis dos ginásios comunitários de pequena escala - Mais Imagens+ 13

¡Você seguiu sua primeira conta!

Você sabia?

Agora você receberá atualizações das contas que você segue! Siga seus autores, escritórios, usuários favoritos e personalize seu stream.