Após o anúncio das seleções mundiais nas categorias de aeroportos, campi, estações de passageiros e esportes, seguido pela divulgação dos 70 projetos vencedores continentais do Prix Versailles 2021 nas categorias de lojas, shopping centers, hotéis e restaurantes, um total de 94 novos projetos competiram na final mundial do Prix Versailles 2021.
Cinco perfis de escritórios de arquitetura emergentes da Eslovênia, França, Espanha, Itália e Reino Unido foram selecionados pela New Generations, uma plataforma europeia que analisa as práticas emergentes mais inovadoras no continente, proporcionando um novo espaço para troca de conhecimento, debate, teoria e produção. Desde 2013, a New Generations já envolveu mais de 300 escritórios em uma programação diversa de atividades culturais, como festivais, exposições, chamadas abertas, entrevistas em vídeo, workshops e formatos experimentais.
A governadora do estado de Nova Iorque, Kathy Hochul, anunciou na semana passada que boa parte dos Terminais 1, 2 e 3 do antigo Aeroporto Internacional John F. Kennedy no Queens serão completamente remodelados conforme um projeto que prevê um orçamento inicial de aproximadamente 9,5 bilhões de dólares. Com o início das obras planejado para o ano que vem, o primeiro dos 23 portões de embarque do novo Aeroporto Internacional de Nova Iorque deverá entrar em operação já em 2026. Chamado de Terminal One, o primeiro e maior terminal do novo JFK cobrirá uma área total aproximada de 220 mil metros quadrados e, de acordo com um comunicado à imprensa do Gabinete da Governadora, “este será um dos melhores e mais modernos terminais aeroportuários do mundo.”
Também conhecido como fogão caipira, o fogão à lenha é mais comum em zonas rurais. Ao cozinhar nele, os alimentos tendem a ter um sabor com maior intensidade, pois envolve um processo artesanal e lento que resulta em pratos mais encorpados. Por esse motivo, algumas pessoas tem optado por construir um fogão desses em casa, compondo um ambiente único para reunir família e amigos para um delicioso banquete.
Uma das principais marcas da cultura mexicana – além de sua arquitetura e de toda a rica história das civilizações pré-hispânicas – é a sua gastronomia, tanto que, atualmente, o país conta com o reconhecimento da UNESCO, que declarou sua culinária tradicional como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. No entanto, uma das comidas mais emblemáticas e versáteis é o famoso taco – e se há algo em que os/as mexicanos/as são especialistas, é em transformar absolutamente tudo (ou quase tudo) em um taco.
Amin Zakaria, designer de arquitetura, Kuching, Malásia. Imagem cortesia de Morpholio
Morpholio Trace, a equipe que trouxe o papel manteiga amarelo canário dos/as arquitetos/as para o mundo digital, está há dez anos em uma missão para ajudar a promover o renascimento do desenho para a arquitetura. “O desenho é uma forma de pensamento, e o iPad foi fundamental para centralizar novamente o croqui como um meio primário de gerar e compartilhar ideias”, afirma Mark Collins, designer de arquitetura e cofundador do Morpholio.
Hoje, o ArchDaily celebra esse ressurgimento do desenho destacando profissionais que dedicaram suas carreiras à exploração, ao avanço e, acima de tudo... à educação do desenho! Para começar a desenhar ao lado de renomados/as educadores/as de croquis de arquitetura, baixe o Trace aqui.
Após a divulgação dos planos da Edelburg Development para remodelar completamente a fachada modernista do Dytiachyi Svit (Mundo das Crianças), um dos edifícios modernistas do período soviético mais notáveis de Kiev, e substituí-la por um projeto contemporâneo vibrante considerado "irreconhecível", membros da comunidade e ativistas protestaram contra a intervenção, forçando todas as partes a concordar com a realização de um concurso de projeto para restaurar a fachada histórica. O escritório Dmytro Aranchii Architects foi selecionado como vencedor do concurso com uma proposta que "traça a transição do edifício original para o novo" em uma estilização minimalista e reconhecível, preservando a fachada original e complementando-a com uma intervenção contemporânea.
Os escritórios tchecos UNIT Architekti, A69 - Architekti e o escritório britânico Marko & Placemakerspropõema transformação da maior área industrial desativada vizinha ao centro histórico de Praga em um polo urbano dinâmico. O masterplan, selecionado em um concurso internacional de duas etapas que contou com 57 propostas, prevê uma "estrutura urbana multifuncional" que media a complexidade infraestrutural do local, estabelecendo uma nova identidade para a região.
Wang Hao, nascido em 1978, é cofundador da Yiren Yingzao (Untitled Architects). Em 2013, realizou a exposição individual "Estrutura Livre — Nova Habitação Vernacular Chinesa" no Centro de Design de Xangai; no mesmo ano, recebeu o prêmio alemão de estreia da BAUWELT (Bauwelt Award "First Works"). Em 2015, participou da Temporada de Arte do Espaço Urbano de Xangai (SUSAS). Em 2016, expôs na 15ª Bienal de Arquitetura de Veneza. Em 2020, coorganizou a exposição "Renascimento da Construção em Madeira" com a Fundação de Arte K11 (KCF) em Xangai e, no mesmo ano, recebeu o Prêmio de Construção Natural | Prêmio de Exploração para Jovens Arquitetos.
Qiu Zhefeng, nascido em 1979, é cofundador da Yiren Yingzao (Untitled Architects). Em 2008, publicou o livro Os Pioneiros — O Futuro da China em uma Pequena Cidade. Em 2012, foi curador do projeto "Sociedade" do Pavilhão de Cidades na 9ª Bienal de Xangai. Em 2013, foi convidado a participar da 55ª Bienal de Veneza como curador de Xangai e Veneza: Centros Urbanos, Diankou, Lima e Palermo.
Desde o começo da pandemia de Covid-19, a bicicleta se tornou uma alternativa ainda mais popular, resiliente e confiável para os deslocamentos cotidianos, e ciclovias temporárias (ou pop-up) são cada vez mais comuns em grandes cidades ao redor do mundo. Entre março e julho de 2020, 394 cidades, estados e paísesrealocaram espaços das ruas para que as pessoas pudessem caminhar e pedalar com mais facilidade, eficiência e segurança.
https://www.archdaily.com.br/pt/972848/4-maneiras-de-desenhar-ruas-seguras-para-bicicletasNikita Luke e David Pérez-Barbosa
Lesly Lokko. Cortesia de Berlin Questions, editado por ArchDaily
Do universo de conteúdos que disponibilizamos em 2021, as entrevistas estão, sem dúvida, entre aqueles em que mais investimos tempo e pesquisa. Abrir espaço para a voz de arquitetas, arquitetos e outros profissionais do ambiente construído é um grande prazer mas também um enorme desafio, pois exige de nossa equipe de editores muita investigação e tempo dedicado. É também gratificante, pois nos coloca em contato direto com alguns dos talentos mais proeminentes de nosso campo disciplinar que vêm discutindo assuntos como cidades, comunidade, meio ambiente, democracia, sustentabilidade, tecnologia da construção e interiores.
Nascido nos corredores da FAU-USP, o FGMF Arquitetos começou como um desejo dos três jovens amigos Lourenço Gimenes, Rodrigo Marcondes Ferraz e Fernando Forte. Tornou-se realidade em 1999, quando oficializaram o escritório e deram início a carreira premiada que hoje estabeleceram.
Antes de ser um motorista ou ciclista, todos somos pedestres. Pensar modos mais seguros do trânsito a pé, mas que também tragam alternativas de lazer e contemplação para os transeuntes, é conceber uma cidade mais justa e que brinda uma maior qualidade de vida - que respeita a todos seus cidadãos e preza pela saúde destes. Sendo assim, reunimos aqui alguns parques, travessias e passarelas que foram pensadas exclusivamente para o uso não motorizado.
Em novembro de 2021, o Parque Municipal Augusta Prefeito Bruno Covas foi inaugurado na região central de São Paulo. Apesar das celebrações, o desfecho poderia ser melhor. A decisão de virar parque resultou de um processo que se estendeu por anos entre empresas que construiriam torres residenciais e comerciais no terreno, e moradores e grupos de ativismo interessados na criação de um parque no mesmo terreno.
https://www.archdaily.com.br/pt/972853/qual-o-verdadeiro-custo-do-parque-augustaAnthony Ling e Guilherme Pereira
Metropolis. Direção: Fritz Lang. Distribuidora: Kino Video, 1927. 1 DVD (153 min) e a possibilidade de um futuro distópico. Fonte: Screenshot do filme
O Belas Artes À La Carte é um streaming de filmes pensado para quem ama cinema. Seu catálogo, que conta com cerca de 400 títulos, inclui filmes de todos os cantos do mundo e de todas as épocas: contemporâneos, clássicos, cults, obras de grandes diretores, super premiados e, principalmente, aqueles que merecem ser revistos e que tocam o coração dos cinéfilos.
Outro diferencial são as mostras de cinema. Recentemente o À La Carte trouxe especiais dedicados à cinematografia francesa, italiana, coreana, espanhola e suiça. Sabendo da estreita e prolífica relação entre arquitetura e cinema, o ArchDaily e o Belas Artes À La Carte se uniram em uma parceria que oferece aos leitores um mês gratuito de acesso ao catálogo de filmes da plataforma!
Poucos países apresentam uma história viva como a China. Da icônica Cidade Proibida a diversas paisagens e estilos de construção, a China possui um rico legado cultural e arquitetônico. Maior mercado de construção do mundo, o país continua investindo em novos projetos. Ao mesmo tempo, essa rápida urbanização e desenvolvimento acelerado é justaposto a locais de construção antigos entrelaçados com camadas de história e memória coletiva.
A aflição e o estresse que vêm com a compra de uma casa é algo que todos os interessados em adquirir uma propriedade temem. O longo processo de negociações entre compradores e vendedores, pagamentos adiantados e custos burocráticos elevados exigem um processo mais simples e conveniente nas transações imobiliárias. Os consumidores de hoje esperam um rápido retorno em todos os serviços, incluindo a compra de uma casa. Digite iBuyers e descubra como eles estão removendo os obstáculos em torno deste procedimento e tornando as avaliações e vendas de casas um processo mais automatizado.
O ambiente construído que todos habitamos é parte integrante de processos e sistemas interconectados globais. Quando avaliamos a arquitetura historicamente significativa de nossas cidades, a integridade estrutural e estética de um edifício merece consideração igual a fatores como as condições de trabalho de seus construtores e às estruturas de poder existentes de seu tempo. Exemplos de modernismo italiano na Eritreia, por exemplo, podem ser dignos de elogios estéticos, mas, entrelaçado com o legado desses edifícios saudados como ícones modernistas, está o fato preocupante de que eles foram construídos para promover um projeto imperial. Nos complexos campos da conservação arquitetônica, preservação e patrimônio cultural, a democratização deve sempre permanecer uma prioridade-chave.
Uma espécie de telha-jardim foi desenvolvida por holandeses. O produto “dois em um” promete transformar qualquer telhado comum em um oásis verde, trazendo diversos benefícios para os moradores.
Diferente de uma cobertura verde, cujas plantas devem ser montadas no topo do telhado, esta telha já possui a vegetação “acoplada”. Cada unidade é coberta com uma mistura de sedum e substrato. E o melhor: não requer muita manutenção.
Desenho de Lucio Costa para o concurso do Plano Piloto de Brasília (1956-57), na Casa da Arquitectura. Foto: divulgação
No espaço de um ano, o Brasil viu irem embora dois de seus maiores acervos de arquitetura: o de Paulo Mendes da Rocha em setembro de 2020, e o de Lucio Costa, em outubro de 2021. Ambos foram doados à Casa da Arquitectura, em Portugal. Juntos, somam cerca de 20 mil itens. Os anúncios levantaram um caloroso debate sobre a conservação desses documentos, a atuação da instituição portuguesa e o que precisa ser feito para que os demais arquivos sejam mantidos no Brasil.
O Arquicast convidou o arquiteto Matheus Seco, carioca do Bloco Arquitetos, para conversar sobre Brasília, cidade onde mora já há alguns anos. O assunto é de interesse porque não só a história da cidade é uma história sobre a imagem de um país, como também oferece uma enormidade de fotografias, mapas, plantas, entre outros tipos de registro iconográficos de uma qualidade incrível.
O arquiteto dinamarquês Bjarke Ingels uniu-se aos especialistas em tecnologia imobiliária Nick Chim e Roni Bahar para fundar a Nabr——uma nova empresa de habitação que oferece a residentes apartamentos personalizáveis e sustentáveis em escala, com opção de aquisição de propriedade. A startup de tecnologia imobiliária desenvolveu seu primeiro projeto, o SoFA One, no coração do distrito cultural de South of First Area (SoFA), no Vale do Silício, em San José. Os/as futuros/as moradores/as podem usar a plataforma digital da Nabr para personalizar seu próprio espaço exclusivo, com uma variedade de opções de design e financiamento à disposição.
OMA / Shohei Shigematsu, junto com os artistas Charlotte Taylor e Nicholas Préaud, criaram uma série de NFTs inspirados em uma escultura subaquática feita para o projeto ReefLine. Encomendado por Aorist para seu mercado de NFT voltado para o meio ambiente, o vídeo NFT Coral Arena desdobra uma narrativa virtual do monumento, simulando a evolução da futura obra de arte física de um objeto abstrato para ser o suporte de um ecossistema subaquático. Os NFTs foram revelados durante a Miami Art Week e os lucros de sua venda serão doados para a conclusão do projeto ReefLine.
Em espaços para crianças, "temos a oportunidade de criar um projeto que em muitos aspectos é uma arquitetura não-formulada. As crianças reagem aos ambientes de forma completamente espontânea. É quase uma arquitetura aprimorada", diz Dorte Mandrup. A implicação descrita é que o projeto pode contribuir para formar um pensamento crítico, incentivando a autonomia, a responsabilidade e ajudando a formar futuros cidadãos. Em sua maior parte, o sistema educacional e sua expressão espacial não mudaram significativamente nos últimos cem anos. No entanto, com o acesso à informação se tornando onipresente, o foco está lentamente se deslocando do acúmulo de informação para o desenvolvimento do pensamento crítico, e novos métodos de ensino abrem uma nova área de experimentação arquitetônica. A seguir exploramos o impacto do espaço no aprendizado, especificamente no ensino primário e secundário, discutindo como a arquitetura poderia auxiliar o processo educacional, tornando-se uma ferramenta de ensino.