O Maximalismo pode ser definido como um movimento estético contrário ao minimalismo. Ao invés de pregar o “Menos é mais” , frase mais famosa do movimento minimalista, no maximalismo a frase da vez é “Mais é mais”.
Dentro das correntes do Movimento pós-moderno, que designa as condições sociais e estéticas que passaram a circular no mundo depois da Segunda Guerra Mundial, o maximalismo pode ser descrito como a ausência de valores e regras, imprecisão pluralidade, mistura do real e do imaginário, espontaneidade e liberdade de expressão.
Ao longo da história da arquitetura, a madeira tem sido um elemento fundamental na evolução do projeto e da construção de edifícios. Desde as antigas estruturas de madeira do Japão até as catedrais europeias medievais, a capacidade estrutural e o apelo estético da madeira deixaram uma marca indelével na civilização humana. Somente na Revolução Industrial é que ocorreu uma mudança significativa em direção aos materiais de construção alternativos, como aço e concreto, relegando o material a um papel secundário na construção. No entanto, à medida que os arquitetos contemporâneos enfrentam as consequências das alterações climáticas, a madeira tem registado um regresso notável, oferecendo uma alternativa ecológica e estruturalmente robusta. Empresas de renome internacional estão centrando seus projetos no potencial da madeira, abraçando a sua rica história e, ao mesmo tempo, aproveitando tecnologias avançadas para criar estruturas inspiradoras e sustentáveis que representam uma mistura harmoniosa de sabedoria histórica e inovação moderna.
O deck é uma palavra que surgiu na língua inglesa para designar o convés dos navios. Hoje, adotamos o termo para nomear as superfícies geradas por tábuas de madeiras, em áreas externas, que podem circundar ou não piscinas, jacuzzis e ofurôs. As soluções podem ser extremamente variadas, tanto que surgiu uma nova modalidade no mercado e que se aponta como possível tendência: o deck molhado.
https://www.archdaily.com.br/pt/1007068/deck-molhado-inovando-na-arquitetura-de-piscinasArchDaily Team
The Farmhouse / Studio Precht. Imagem cortesia de Precht
A madeira, um material de construção milenar, deixou uma marca significativa na evolução da arquitetura. Estruturas como casas geminadas e antigas catedrais têm testemunhado o uso criativo da madeira como principal material construtivo. Com o avanço da tecnologia e o crescimento vertical das paisagens urbanas, a madeira emergiu como uma forte concorrente do aço e do concreto no projeto de arranha-céus.
Recentes avanços na engenharia, na ciência dos materiais e nas técnicas de construção abriram portas para uma nova era de experimentação, permitindo a construção de arranha-céus de madeira em todo o mundo. Eles representam uma mudança em relação aos métodos tradicionais de construção, combinando funcionalidade com a preocupação com o meio ambiente. A madeira, como material, com sua resistência mecânica e ao fogo, é uma esperança para uma indústria em busca de um futuro mais sustentável.
Image created using AI under the prompt: A futuristic architectural landscape exemplifying data-driven architecture. Image via DALL.E 2
Arquitetura é uma disciplina multifacetada influenciada por diversas fontes de dados e informações, que desempenham um papel fundamental para moldar a produção arquitetônica. No passado, instrumentos horológicos como o relógio de sol eram usados para obter dados, como o tempo, e obter conhecimento sobre a incidência solar em diferentes épocas do ano e locais geográficos. Isso possibilitou determinar a orientação ideal dos edifícios, resultando em benefícios como melhor aproveitamento da luz solar e maior conforto térmico.
Embora fatores culturais, sociais e até religiosos possam influenciar o projeto arquitetônico, fatores quantitativos são especialmente relevantes ao tomar decisões nas fases iniciais do processo criativo, durante a construção e ao longo do ciclo de vida de um edifício. Portanto, é importante coletar e processar informações relevantes, como localização, incidência solar, capacidade de ocupação, interações dos ocupantes, desempenho energético e emissões de carbono, entre outros aspectos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1006649/arquitetura-orientada-a-dados-explorando-4-ferramentasEnrique Tovar
Qual será o papel das bicicletas nas cidades do amanhã? Sua implementação como uma forma de mobilidade mais sustentável para o deslocamento ao trabalho ou à escola, bem como para a realização de diferentes atividades domésticas e recreativas, tornou-se uma oportunidade para milhares de arquitetos/as e urbanistas.
A construção do primeiro projeto da OMA em Bangladesh, a Torre Dhaka, acaba de começar. Com 150 metros de altura e 180.000 m² de área para escritórios, será um dos edifícios mais altos do país. Projetado pelo OMA em colaboração com a incorporadora local Shanta Holdings, a torre representa um marco significativo na paisagem urbana de Bangladesh.
Como parte de uma iniciativa do Tec de Monterrey, este ano celebra-se o Primeiro Prêmio do 215º Tradicional Sorteo Tec com uma obra da arquiteta mexicana Cristina Grappin. Com este projeto, o sorteio universitário do Tecnológico de Monterrey reforça o apoio ao Programa Líderes del Mañana, uma iniciativa para impulsionar a mudança, a mobilidade social e o impacto duradouro de jovens com excelência acadêmica.
Há alguns dias, num belo domingo de sol em pleno inverno, minha esposa e eu resolvemos levar nossos dois filhos pequenos para conhecerem o Parque Villa-Lobos, no extremo oeste da cidade de São Paulo, já quase na divisa com Osasco.
Não é um parque a que costumamos ir com frequência hoje em dia; mas é, sem dúvida, um local que faz parte da nossa memória afetiva. Ela cresceu em Cotia; eu, em Osasco. Ambas as cidades ficam na parte oeste da Região Metropolitana de São Paulo e o Parque talvez fosse o principal espaço público relativamente próximo das nossas casas durante nossa infância e juventude. Temos inclusive algumas fotos de lá no começo do nosso namoro, em 2013, à toa, ora estirados num amplo gramado verde, ora abraçados embaixo de uma árvore florida.
https://www.archdaily.com.br/pt/1007014/zeladoria-de-espacos-publicos-a-solucao-e-alugar-o-brasilVitor Meira França
Como editores/as e curadores/as do maior site de arquitetura do mundo, nossa equipe ocupa uma posição privilegiada que nos permite vivenciar em primeira mão um volume imenso de insights sobre arquitetura de todo o mundo, nos capacitando a vislumbrar como será o futuro de nossas cidades.
Com a missão de difundir as melhores informações para nossos/as leitores/as, assumimos a responsabilidade de ficar atentos/as a acertos e inovações que, no futuro, possam se tornar referências e ferramentas para melhores ambientes urbanos e de convívio.
Parte do nosso trabalho consiste em identificar padrões recorrentes e específicos de cada contexto que formam o que chamamos de tendências, as quais apresentamos regularmente em nosso site sob diversos formatos.
A seguir, apresentamos alguns caminhos para navegar pelas Tendências no ArchDaily.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138688/newsletter-dos-apoiadores-edicao-number-4ArchDaily Team
Este ano, o título de Capital Mundial da Arquitetura passou do Rio de Janeiro para Copenhague. Para Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO, “Copenhague dará continuidade às conquistas do Rio, mostrando como a arquitetura e a cultura podem responder aos desafios do nosso tempo, especialmente na área ambiental”.
Sob a perspectiva de diferentes profissionais da arquitetura da Dinamarca, como Marie-Louise Høstbo, diretora de design na Fritz Hansen, exploramos o caráter singular do norte de Copenhague. Ao visitar alguns de seus locais favoritos — que exemplificam a cultura e a abordagem sustentável da cidade —, analisamos como Copenhague preserva um forte legado e de que forma a arquitetura e o desenvolvimento urbano desempenham um papel essencial na construção de sua identidade, promovendo sustentabilidade e habitabilidade. Do refúgio costeiro sereno de Bellevue à ressignificação da doca seca que resgata o passado marítimo da cidade, Høstbo mostra como a Capital Mundial da Arquitetura integra perfeitamente "o design, a arte e a arquitetura do passado, do presente e do futuro".
O escritório RoarcRenew Architects foi selecionado para as Novas Práticas de 2023 do ArchDaily. Em dois dos distritos comerciais mais movimentados de Xangai, a Anfu Road e o Columbia Circle, as lojas projetadas pelo RoarcRenew Architects atraem multidões. Em espaços de apenas cem metros quadrados, a equipe de arquitetura projeta meticulosamente cada elemento, explorando e inovando continuamente. Sua recente instalação de bambu, realizada em colaboração com a Taikoo Li, é um exemplo notável de design sustentável em espaços comerciais.
O RoarcRenew transmite consistentemente um conceito arquitetônico claro em seus projetos. A lógica de construção reflete os princípios fundamentais que regem o nosso mundo, envolvendo substâncias e juntas: as juntas podem tanto representar as substâncias no mundo físico quanto conectá-las. Em seus projetos, o RoarcRenew introduziu a série JointsPavilion (JP) para o sistema construtivo e a série SoftJoints (SJ) para sistemas de mobiliário doméstico. Isso permite que a equipe utilize sua experiência na criação de conexões elegantes que simplificam e realçam a beleza de diversos elementos.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138716/projetar-com-uma-abordagem-sustentavel-e-orientada-ao-produto-uma-entrevista-com-roarcrenew-architects韩爽 - HAN Shuang
Rayon, uma inovadora ferramenta de projeto online que tem como objetivo criar uma nova abordagem colaborativa para o desenvolvimento de "prédios mundanos" na cidade, foi selecionada como uma das melhores Novas Práticas do ArchDaily 2023. Fundado em 2021 por Bastien Dolla e Stanislas Chaillou, o software de projeto colaborativo reúne profissionais das indústrias de arquitetura, engenharia e construção. A empresa acredita que existe uma "cultura do ordinário" na arquitetura. Essa cultura representa um ecossistema de edifícios que podem parecer comuns ou não são marcos impressionantes na cidade. No entanto, esses edifícios e seus profissionais da construção constituem 90% do tecido urbano e contribuem para a cultura do design que coletivamente dá identidade à cidade. Os fundadores acreditam que as gerações anteriores de software negligenciaram essa cultura e propõem o Rayon como uma nova ferramenta para preencher essa lacuna, aprimorando a colaboração e a ergonomia do usuário.
The Sphere, no Venetian Resort (anteriormente conhecida como MSG Sphere), abriu suas portas ao público na noite de sexta-feira passada em Las Vegas, com uma série de shows que tiveram como atração principal a banda de rock irlandesa U2. Anunciado pela primeira vez em 2018, foi projetado pelo renomado escritório de arquitetura Populous, especializado em estádios. Com 34 metros de altura e 157 de largura, o projeto custou US$ 2,3 bilhões e é considerado a maior estrutura esférica do mundo. Localizado a leste da Las Vegas Strip e conectado ao complexo do Venetian Resort, este projeto foi concebido para ser palco de diversos eventos, incluindo shows de música, exibições de cinema — a fachada externa é revestida com uma tela LED de alta resolução — e até mesmo algumas competições esportivas.
Pabellón_Centro Raíz_Global Woods . Image Cortesía de Mextrópoli
Em sua nona edição, o Festival de Arquitetura e Cidade MEXTRÓPOLI realizou o concurso Arquine No. 25 | PavilhãoMEXTRÓPOLI 2022, uma plataforma onde a arquitetura, o urbanismo e a arte se encontram para pensar e celebrar a Cidade do México. O evento também tem como vocação conectar a população por meio da ocupação do espaço público com peças de arquitetura que possam ser ativadas por visitantes. Celebrar os espaços públicos ou propor um novo olhar sobre os lugares pelos quais circulamos cotidianamente é a razão pela qual o MEXTRÓPOLI exibe essas peças de arquitetura efêmera.
No ArchDaily, somos mais do que apenas arquitetos e arquitetas. Somos uma equipe dinâmica com trajetórias diversas, que vão desde software e finanças até design, jornalismo, arte, contabilidade e até seguros! Ainda assim, há algo que nos conecta: a criatividade. E a criatividade é também o que temos em comum com você.
É por isso que, ao analisarmos como melhorar o conteúdo que geramos para você, frequentemente nos perguntamos o que podemos fazer para alimentar a sua mente (e a nossa) de modo a fomentar a criatividade.
Pessoas altamente criativas costumam ter um profundo conhecimento especializado e a capacidade de pensar de forma divergente. É por essa razão que o nosso fluxo de publicações é composto por projetos e conteúdos periódicos, novos, frescos e diversos, nos quais você nunca sabe o que virá a seguir.
É por isso que somos sempre fascinados pelo novo.
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Cortesía de Bienal Internacional de Arquitectura de Euskadi Mugak/
Desde o mês de outubro até 24 de novembro de 2023, acontece a Bienal Internacional de Arquitetura de Euskadi: Mugak. Em sua quarta edição, o evento reúne uma multiplicidade de atividades abertas e gratuitas em San Sebastián, Bilbao e Vitoria-Gasteiz sob o lema “reconstruir, rehabitar, repensar”, fomentando o debate sobre o impacto da arquitetura no contexto da atual crise multidimensional — que envolve sua responsabilidade ambiental, econômica e social, bem como sua capacidade transformadora e de cuidado.
Frequentemente apelidada de “Manhattan do Maas”, Roterdã é uma cidade sem igual nos Países Baixos. A metrópole neerlandesa, com seu horizonte marcante, narra uma trajetória arquitetônica singular, cujos capítulos passam pelos escombros dos devastadores bombardeios da Segunda Guerra Mundial, seguidos por uma história de reconstrução que transformou a cidade em um polo de arquitetura experimental e planejamento urbano. Hoje um mosaico de estilos arquitetônicos, Roterdã abraçou a inovação, tornando-se uma vitrine global para o design de vanguarda e o desenvolvimento urbano sustentável.
Em 1940, quase todo o centro da cidade foi devastado por bombas alemãs. Em vez de seguir o exemplo de reconstrução de outras cidades europeias, Roterdã optou por se reinventar. Atualmente, a cidade abriga algumas das obras mais conhecidas da arquitetura holandesa, como as Kubuswoningen ou o Het Nieuwe Instituut. Sua postura aberta à inovação e à experimentação continua a atrair talentos de todo o mundo, à medida que sua silhueta marcante se transforma e se adapta às exigências contemporâneas.
Os escritórios de arquitetura Ennead Architects e KSS Architects acabam de revelar o projeto do Jean & Ric Edelman Fossil Park Museum da Rowan University. O museu está localizado no coração de um parque de fósseis de 65 acres em Mantua Township, Nova Jersey. Com uma área de 44.000 pés quadrados (cerca de 4.000 metros quadrados), o programa se concentra na exploração, na preservação e na educação. Além disso, a iniciativa oferece ao público e à comunidade científica a oportunidade única de participar ativamente de escavações de fósseis em conjunto com as pesquisas em andamento. O público visitante e a equipe de pesquisa estudarão os eventos que levaram à quinta extinção em massa, tudo dentro dos limites de uma antiga pedreira de 66 milhões de anos. A abertura do projeto ao público está prevista para o início de 2024, posicionando-se como um símbolo de exploração científica e responsabilidade ambiental.
À medida que a sociedade, a tecnologia e a arquitetura evoluem, profissionais de design e de arquitetura têm adotado novos sistemas construtivos e abordagens inovadoras para remodelar o ambiente construído. Esse avanço expandiu os limites das técnicas tradicionais de construção e despertou novas ideias no projeto de edifícios.
No passado, algumas pessoas das áreas de arquitetura e artes buscaram questionar um paradigma arquitetônico profundamente enraizado no antropocentrismo. Historicamente, a arquitetura esteve associada à noção de que os edifícios, por serem concebidos por seres humanos, devem ser extremamente duráveis, até mesmo imperecíveis. Considerando o princípio de que a melhor intervenção é a menos intrusiva, a arquitetura inflável — em contraste com essas visões antropocêntricas, mas alinhada à nossa natureza efêmera — propõe estruturas que podem existir em um dia e desaparecer no outro, deixando uma marca temporal na paisagem. Essa abordagem arquitetônica utiliza tecidos como material principal e o ar como sistema estrutural, desafiando potencialmente os tradicionais ideais vitruvianos de *Venustas*, *Firmitas* e *Utilitas*.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138471/arquitetura-inflavel-estruturas-pneumaticas-que-transformam-o-ambiente-construidoEnrique Tovar
A equipe liderada por Dominique Perrault Architecture venceu um concurso internacional para reimaginar e reabilitar a área da Esplanada-Coupole no Campus da École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), na Suíça. O projeto inclui a construção de um novo edifício e a ampliação da Coupole, além de melhorias nos espaços públicos. A intervenção reutiliza o antigo estacionamento subterrâneo da Esplanada, aproveitando sua localização central no campus para criar uma nova topografia que integra as novas edificações ao denso tecido do campus. O projeto deverá ser construído entre 2025 e 2028.
O primeiro dos dois hotéis projetados pelo escritório Zaha Hadid Architects em seu resort inspirado em Hollywood, chamado Studio City, acaba de ser aberto ao público. Localizado no distrito de Cotai, em Macau, o resort conta com 557 quartos distribuídos por 40 pavimentos e oferece instalações de lazer, entretenimento e turismo, incluindo um dos maiores parques aquáticos da Ásia.
O Serviço Social do Comércio (Sesc) oferece uma ampla gama de atividades nas áreas de cultura, esportes, lazer, educação, saúde e assistência social. Desde 1946, a instituição também desempenha um papel fundamental na Arquitetura ao trazer edifícios com abordagens inovadoras que priorizam a integração com a comunidade. Arquitetos renomados como Lina Bo Bardi e Paulo Mendes da Rocha já assinaram projetos icônicos como as unidades Pompeia e 24 de Maio, que demonstram como o espaço pode ser fundamental para transformar e revitalizar áreas urbanas, e conceber pontos de referência cultural e social nas cidades. São Paulo receberá 12 novas unidades na próxima década e uma delas inaugura ainda nesta semana, a 14 Bis.
Até os meus 17 anos, mudei-me 11 vezes. Devido à minha própria experiência de mudança de um lugar para outro, dediquei a maior parte das últimas décadas a assegurar que todos tenham um lugar para chamar de lar e desfrutar do direito humano à habitação. No entanto, foi apenas durante o meu tempo na Enterprise Community Partners, uma organização sem fins lucrativos focada no desenvolvimento comunitário e habitação acessível, que percebi a importância dos métodos e materiais que usamos para garantir esse direito humano.