
Há alguns dias, noticiamos que o BD Bacatá, o arranha-céu mais alto da Colômbia, ainda não foi inaugurado após uma série de adiamentos, e novas informações reveladas pela imprensa local deixam claro que o cenário para as suas 4.200 pessoas investidoras não parece melhorar.
A empresa BD Promotores deve a suas empresas fornecedoras uma quantia estimada em 4 bilhões de pesos colombianos (1,46 milhão de dólares) "pelo conceito de acabamentos e aluguéis" e, devido a um processo judicial movido por três empresas fornecedoras para exigir o pagamento de 750 milhões de pesos colombianos (273.750 dólares) por prestação de serviços, "a única saída após declarar insolvência foi a penhora da marca" na Superintendência de Indústria e Comércio (SIC), segundo informa o jornal local La República.





























