1. ArchDaily
  2. Arte

Arte: O mais recente de arquitetura e notícia

Arquiteturas Film Festival 2026 abre chamada para filmes sobre a era urbana

O Arquiteturas Film Festival abriu as inscrições para sua 13ª edição, que acontecerá de 1º a 5 de julho de 2026, na cidade do Porto, Portugal. Organizado pelo INSTITUTO e dirigido pelo arquiteto Paulo Moreira, o festival foi criado em 2013 e se consolidou como uma plataforma internacional dedicada ao debate e à difusão da arquitetura em diálogo com o cinema, as artes visuais e espaciais, o pensamento crítico e a colaboração interdisciplinar.

Com o tema "Urban Age", a edição de 2026 convida cineastas, arquitetos e artistas a refletirem sobre a era urbana que habitamos e sobre as formas como cidades e territórios são moldados pelos desafios sociais, políticos e ambientais contemporâneos. O festival propõe uma reflexão sobre a experiência vivida da urbanização — desde as formas materiais da arquitetura até as dinâmicas sociais e culturais que definem as cidades contemporâneas.

12ª Edição do Arquiteturas Film Festival propõe reflexão sobre fronteiras físicas e simbólicas

Em um momento de profundas mudanças sociais, espaciais e culturais, a 12ª edição do Arquiteturas Film Festival convida a refletir sobre como as fronteiras — físicas e simbólicas — moldam o ambiente construído, influenciam o cotidiano e as dinâmicas coletivas. Que papel têm a arquitetura e o pensamento urbano para entender esse mundo em transformação?

Desde que passou a ser organizado pelo centro cultural INSTITUTO em 2021, o festival se firmou como uma plataforma crítica que une cinema, arquitetura e práticas espaciais para discutir temas urgentes. Nos últimos anos, abordou migração, crise ecológica, descolonização e novos modos de habitar. Em 2025, o foco é a 'fronteira' em suas múltiplas dimensões.

Projeto e destino: “O Brutalista” incita a reflexões difíceis sobre o ofício do arquiteto


Acesso exclusivo | 

Se você ainda não viu "O Brutalista" e pretende ver, recomendo que não prossiga a leitura deste texto e o guarde para depois da sessão. Há spoilers em muitas linhas subsequentes. Caso o leitor espere ler aqui uma crítica de cinema, peço desculpas antecipadamente porque irei frustrá-lo: isto aqui é uma crítica arquitetônica a partir de assuntos abordados na película.

A frase final do filme incita um interessante debate sobre o processo de projeto de arquitetura: "Não importa o que os outros tentem lhe vender, o que importa é o destino, não é a jornada." A frase foi dita por Zsófia, sobrinha do arquiteto ficcional László Tóth, protagonista de "O Brutalista", durante o epílogo que apresenta o seu reconhecimento internacional em uma cerimônia da primeira Bienal de Arquitetura de Veneza, de 1980, cujo título era a "A presença do passado".

Design Degustação 2025

Dia 8 de fevereiro, entre 8h30 e 19h, o Design Degustação 2025 acontecerá nas unidades de SP e RJ com o objetivo de proporcionar um aperitivo dos nossos cursos de graduação, pós e One Year.

Um rio não existe sozinho

Inscrições aqui

Livro "Paleta perfeita"

A cor tem um impacto enorme nas emoções humanas. Sentimos alegria, agressividade, nostalgia ou afeto, e esses humores específicos podem ter sido desencadeados por uma cor em especial. Paleta perfeita é um guia de cores único, uma ferramenta prática para artistas e designers que trabalham nas áreas de moda, design gráfico, design de interiores e têxtil, ou para qualquer pessoa que busque uma melhor compreensão da relação entre cores e emoções.

Pavilhão do Brasil na Bienal de Artes de Veneza 2024: resistência e ressurgimento dos povos originários

Acesso exclusivo | 

Hãhãwpuá é o nome usado pelo povo indígena brasileiro Pataxó para se referir à terra, ao solo ou, mais precisamente, ao território que depois da colonização ficou conhecido como Brasil, mas que já teve e ainda tem muitos outros nomes. Dentro de todos esses “brasis”, o Brasil como terra indígena é o foco do pavilhão do país na Bienal de Artes de Veneza 2024, sendo renomeado, portanto, como Pavilhão Hãhãwpuá.

Do lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados

Acesso exclusivo | 

Um aspecto fundamental em uma economia circular é a transformação de nossa maneira de enxergar o lixo. Rotular um objeto como "resíduo" implica desvalorizá-lo e encerrar seu papel em uma economia linear tradicional. Mesmo que o objeto esteja fora de vista, sua vida continua no aterro sanitário. Essa mudança de perspectiva em relação ao lixo implica em abrir nossas mentes para as oportunidades que a abundância de resíduos apresenta. Os designers e arquitetos reunidos a seguir não apenas conseguiram eficientemente resgatar objetos descartados como também aumentaram seu valor agregado, atribuindo-lhes novo significado por meio de sua cuidadosa curadoria.

Do lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados - Image 1 of 4Do lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados - Image 2 of 4Do lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados - Image 3 of 4Do lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados - Imagem de DestaqueDo lixo ao luxo: arquitetos e designers dão nova vida a objetos descartados - Mais Imagens+ 3

NYCxDESIGN promove instalações públicas e pavilhões por toda a cidade de Nova York

De 12 a 18 de outubro, NYCxDESIGN apresentou o Design Pavilion, uma importante exposição pública de arquitetura em Nova York. Ocorrendo durante o Archtober, uma celebração da arquitetura no mês de outubro, o Design Pavilion deste ano destacou três instalações imaginativas que abrangem materialidade, sustentabilidade e igualdade social.

Duas instalações foram projetadas para transformar a Gansevoort Plaza, no Meatpacking District, em retiros urbanos, enquanto a terceira exposição oferece uma projeção de arte digital no World Trade Center Podium, abordando a história da escravidão do país. Além dos pavilhões, o programa Design Talks promoveu discussões sobre questões relevantes da profissão, centradas em temas de sustentabilidade, reaproveitamento e redução de resíduos.

NYCxDESIGN promove instalações públicas e pavilhões por toda a cidade de Nova York - Image 6 of 4NYCxDESIGN promove instalações públicas e pavilhões por toda a cidade de Nova York - Image 11 of 4NYCxDESIGN promove instalações públicas e pavilhões por toda a cidade de Nova York - Image 15 of 4NYCxDESIGN promove instalações públicas e pavilhões por toda a cidade de Nova York - Image 13 of 4NYCxDESIGN promove instalações públicas e pavilhões por toda a cidade de Nova York - Mais Imagens+ 13

As casas pintadas de Tiébélé: um modelo de colaboração comunitária

Acesso exclusivo | 
Áudio disponível

No sul de Burkina Faso, compartilhando fronteiras com a região norte de Gana, está Tiébélé; uma pequena vila que exibe padrões fractais de volumes circulares e retangulares, abrigando um dos mais antigos grupos étnicos da África Ocidental: a tribo Kassena. Com casas vernaculares que remontam ao século XV, a vila possui um caráter distintivo através de suas paredes pintadas com símbolos. É uma arquitetura de decoração de paredes onde a comunidade utiliza seu envoltório como uma tela para formas geométricas e símbolos do folclore local, expressando a história e a herança cultural. Essa arquitetura é o produto de uma colaboração comunitária única, onde todos os homens e mulheres da comunidade são responsáveis pela construção e acabamento de qualquer nova casa. Essa prática serve como um ponto de transmissão da cultura Kassena entre as gerações.

As casas pintadas de Tiébélé: um modelo de colaboração comunitária - Image 1 of 4As casas pintadas de Tiébélé: um modelo de colaboração comunitária - Image 2 of 4As casas pintadas de Tiébélé: um modelo de colaboração comunitária - Image 3 of 4As casas pintadas de Tiébélé: um modelo de colaboração comunitária - Image 4 of 4As casas pintadas de Tiébélé: um modelo de colaboração comunitária - Mais Imagens+ 6

O espaço nos quadrinhos: uma entrevista com Marília Marz

Acesso exclusivo | 

O trabalho de Marília Marz tem as cidades como fonte de inspiração e pesquisa. Ela começou a conversa no Betoneira contando sobre sua experiência no programa Ciência Sem Fronteiras, através do qual foi para os EUA estudar arquitetura e acabou se apaixonando pela disciplina de quadrinhos. A artista mergulhou de cabeça no universo gráfico, na Universidade de Oregon, onde também se formou o quadrinista Joe Sacco. Marília Marz ressaltou que a escolha da universidade acabava sendo um pouco aleatória no programa; nem todo mundo conseguia ir para a instituição de sua escolha. Ela acabou caindo em uma faculdade que não estava entre as suas opções, mas que é uma das poucas faculdades que têm o curso de quadrinho como formação secundária.

Do Art Nouveau à Bauhaus: como eram os interiores residenciais nos movimentos artísticos do passado

Acesso exclusivo | 

A arte sempre foi um meio pelo qual as pessoas podem se conectar com os espaços, e os movimentos artísticos têm servido como uma plataforma para explorar novas relações com a arquitetura. Ao incorporar a arte em edifícios e espaços internos, eles foram transformados, resultando em uma fusão que cria ambientes bonitos, inspiradores e espiritualmente edificantes. Ao longo da história, vários movimentos artísticos, como o Renascimento no século XVII, o Barroco no século XVIII e o Art Nouveau, Art Déco e Bauhaus no início do século XX, tiveram um impacto significativo na arquitetura. Os arquitetos se inspiraram nos ideais, conceitos, abordagens estilísticas e técnicas desses movimentos, usando-os para criar estruturas habitáveis em grande escala. Como a casa é uma expressão fundamental de um movimento arquitetônico e a moldura mais simples para exibir o ethos artístico de uma determinada época, estudar seus espaços internos fornece uma imagem detalhada da influência da arte na organização espacial, design de móveis, padrões de produtos e interação do usuário.

Do Art Nouveau à Bauhaus: como eram os interiores residenciais nos movimentos artísticos do passado - Image 1 of 4Do Art Nouveau à Bauhaus: como eram os interiores residenciais nos movimentos artísticos do passado - Image 2 of 4Do Art Nouveau à Bauhaus: como eram os interiores residenciais nos movimentos artísticos do passado - Image 3 of 4Do Art Nouveau à Bauhaus: como eram os interiores residenciais nos movimentos artísticos do passado - Image 4 of 4Do Art Nouveau à Bauhaus: como eram os interiores residenciais nos movimentos artísticos do passado - Mais Imagens+ 18

Estreia do documentário "Construindo com árvores vivas" por Al Borde

Na próxima quarta-feira, 23 de agosto, será lançado o primeiro episódio da nova série de documentários que explora os projetos do Al Borde. Construir com árvores vivas, mergulha nas histórias da Casa-Jardín, uma residência unifamiliar localizada na periferia da cidade de Quito.

"Sou contra o termo antropoceno. O que está conduzindo o mundo ao desastre final é o capital": entrevista com Sérgio Ferro

Acesso exclusivo | 

Sérgio Ferro é um arquiteto, artista, historiador e crítico de arquitetura brasileiro que, devido à sua atuação política durante a ditadura militar, foi preso e exilado na França na década de 1970. Ao longo de sua carreira, observou e interviu nos espaços de produção da construção civil, desenvolvendo uma crítica à produção das artes plásticas e da arquitetura baseada no processo de construção e seus agentes: o canteiro de obras, as tecnologias, os materiais e o construtor.

Em um contexto histórico dominado por referências eurocêntricas e masculinas, Ferro, junto aos arquitetos Rodrigo Lefèvre e Flávio Império, formou o Arquitetura Nova, um grupo que propunha debates pautando a produção da arquitetura, o papel social do arquiteto e as relações de produção no canteiro de obras, contrapondo os pensamentos e produções hegemônicos, seja na prática projetual ou na academia. Após exílio, impossibilitado de atuar como arquiteto, dedicou-se à docência na École Nationale Supérieure d'Architecture de Grenoble.

Tempos se entrelaçam na exposição “Taib: uma história do teatro” realizada pelo coletivo Goma Oficina na Casa do Povo

Uma aparente fragilidade mobiliza a forma de ocupação do cenário construído para a exposição Taib: uma história do teatro, sobre o Teatro de Arte Israelita Brasileiro, fundado em 1960 e construído no subsolo da Casa do Povo, centro cultural no Bom Retiro, em São Paulo. Com expografia do coletivo Goma Oficina — Associação transdisciplinar de design, arquitetura e arte — o teatro é encenado no primeiro andar, de forma a apresentar a potente história de sobrevivência e re-existência da poesia dos povos judeus a despeito da perseguição e violência sofrida pelo governo nazista até o fim da Segunda Guerra Mundial.

Como alguns bairros estão usando o grafite para protestar contra a gentrificação

Acesso exclusivo | 

O grafite, como forma de arte, tem uma relação complexa com a gentrificação. Por um lado, ele envolve as ruas e o tecido urbano como uma tela para as pessoas se expressarem cultural, social e politicamente. Essa expressão pode ser uma forma de rebelião por minorias étnicas e grupos desfavorecidos em certos bairros, ou pode construir um senso de singularidade cultural e expressão social, conferindo a um bairro um caráter positivo e atraindo novos moradores. No entanto, ao longo dos anos, ele tem sido um agente de gentrificação, aumentando os valores imobiliários para acomodar residentes mais ricos e alienando as comunidades mais antigas.

Em certos casos, os artistas reconhecem seu papel nesse esquema urbano e modificam sua forma de arte por meio de seu estilo, mensagem, localização e ação como formas diretas de protesto contra a gentrificação. De Brixton, Shoreditch e Hackney em Londres, Williamsburg e Bushwick em Nova York, até o Canal Saint-Denis e Belleville em Paris, o uso do grafite nas paisagens urbanas desses bairros pode protestar ou inspirar diferentes formas de desenvolvimento.

Como alguns bairros estão usando o grafite para protestar contra a gentrificação - Image 1 of 4Como alguns bairros estão usando o grafite para protestar contra a gentrificação - Image 2 of 4Como alguns bairros estão usando o grafite para protestar contra a gentrificação - Image 3 of 4Como alguns bairros estão usando o grafite para protestar contra a gentrificação - Image 4 of 4Como alguns bairros estão usando o grafite para protestar contra a gentrificação - Mais Imagens+ 5

Viagem para a Bienal de Arquitetura de Veneza, com Francesco Perrotta-Bosch

Entre os dias 12 e 23 de outubro, acontece a viagem para a Bienal de Arquitetura de Veneza, com o Francesco Perrotta-Bosch.

A relação entre arte e arquitetura na 35ª Bienal de São Paulo - coreografias do impossível

Acesso exclusivo | 

Transcender a ideia de um tempo progressivo, linear e ocidental. Criar estratégias de contorno, atravessar limites e escapar das impossibilidades colocadas pelo mundo. Atenta à “política de movimento e movimentos políticos entrelaçados nas expressões artísticas,” a 35ª Bienal de Artes de São Paulo - coreografias do impossível apresenta, através da intervenção espacial e de sua lista de participantes, modos de se relacionar que expandem os aspectos culturais e sociais que demarcam o sentido – aparentemente insuperável – da crise que enfrentamos como sociedade.

Para se aprofundar em como as questões espacial, territorial e arquitetônica se colocam na próxima edição de uma das maiores e mais importantes exposições de arte do mundo, conversamos com o coletivo de curadores* formado por Diane Lima, Grada Kilomba, Hélio Menezes e Manuel Borja-Villel. 

A relação entre arte e arquitetura na 35ª Bienal de São Paulo - coreografias do impossível - Image 1 of 4A relação entre arte e arquitetura na 35ª Bienal de São Paulo - coreografias do impossível - Image 2 of 4A relação entre arte e arquitetura na 35ª Bienal de São Paulo - coreografias do impossível - Image 3 of 4A relação entre arte e arquitetura na 35ª Bienal de São Paulo - coreografias do impossível - Image 4 of 4A relação entre arte e arquitetura na 35ª Bienal de São Paulo - coreografias do impossível - Mais Imagens+ 17