‘Autonomous Urbanism: Towards a New Transitopia’ é uma monografia de pesquisa e projeto que explora o impacto latente e transformador que os veículos autônomos terão no futuro urbano e espacial das cidades. Fundamentado em uma discussão sobre a nossa recente história do transporte urbano, o livro especula sobre uma mudança de paradigma na mobilidade automatizada por meio de tipologias de projeto multiescalares e políticas de transporte, imaginado através do formato singular de uma graphic novel arquitetônica.
The 49% Architect, 51% Entrepreneur: A Blueprint for Entrepreneurship in Architecture inspirará arquitetos/as e aspirantes à profissão com suas reflexões sobre os visionários do passado e um olhar para o futuro da arquitetura — além da sustentabilidade, do planeta e de um apelo urgente pela gestão global do nosso mundo frágil.
The 49% Architect, 51% Entrepreneur: A Blueprint for Entrepreneurship in Architecture inspirará arquitetos/as e aspirantes a arquitetos/as com suas percepções sobre os visionários do passado e um olhar para o futuro da arquitetura — além da sustentabilidade, do planeta e de um apelo urgente pela gestão global do nosso mundo frágil.
The Complete Work in Progress por Spacon & X, 2024 - Fichário de escritório reutilizado, tinta spray azul ecológica
"The Complete Work in Progress" é um convite aberto para explorar a trajetória do estúdio de arquitetura Spacon & X, sediado em Copenhague, ao longo da última década. Organizada em um fichário inspirado na estética de escritório, com capítulos removíveis, a publicação busca refletir o compromisso do estúdio com a fluidez e a experimentação no design. Ao dar uma segunda vida a fichários de escritório descartados, o trabalho desafia o formato convencional de publicação e apresentação arquitetônica, oferecendo aos leitores uma experiência honesta dos triunfos, crenças, valores e percepções do estúdio. Em última análise, o "livro" reflete o processo criativo interno do estúdio, questionando radicalmente a trajetória da indústria do design e moldando-a para se adequar a uma abordagem fluida e interdisciplinar que abraça a evolução contínua e a narrativa autêntica.
Nick Patsaouras chegou de Atenas aos dezessete anos. Após fundar uma empresa de engenharia elétrica bem-sucedida, Nick decidiu retribuir à cidade que o acolheu. Ele atuou em conselhos que supervisionam os recursos de zoneamento de Los Angeles, o Departamento de Água e Energia, bem como os sistemas de transporte da região. Nesta última função, liderou o desenvolvimento das linhas de metrô e de veículo leve sobre trilhos (VLT) da região e defendeu a expansão dos serviços de ônibus. Nick tornou-se um "resolvedor de problemas" voluntário para uma sucessão de prefeitos e supervisores do condado de Los Angeles, que o convocavam para supervisionar projetos vitais de infraestrutura pública.
Modern Chinese Architecture: 180 Years narra a dramática história da transformação da arquitetura chinesa, que passou de um sistema construtivo predominantemente modular, de estrutura de madeira e térreo, com telhados de cerâmica feitos por artesãos e artesãs locais anônimos, a arranha-céus projetados por arquitetos/as de renome internacional; de mercados em templos e vendedores ambulantes a megashoppings; e de palcos ao ar livre a auditórios e estádios com acústica de ponta. Essa transformação arquitetônica ocorre à medida que a China se transforma de uma dinastia governada por imperadores em uma república, e posteriormente em uma república popular; de um país onde menos da metade da população masculina, e talvez 10% da feminina, era alfabetizada, para uma taxa de alfabetização de pelo menos 97%; e de uma população que era menos de 5% urbana para mais de 60%.
Island Homes apresenta as belas, porém despretensiosas, novas residências, reformas residenciais e edifícios comerciais projetados pelo escritório Peter Vincent Architects, sediado em Honolulu. Um escritório boutique fundado em 1992, o PVA especializa-se em arquitetura personalizada em um amplo espectro de estilos e gêneros. Cada projeto responde às necessidades e à visão únicas de seu/sua cliente, bem como às oportunidades e requisitos físicos, sociais e ambientais oferecidos pelo local.
Legacy traça a história da terceira geração da AC Martin através do olhar do arquiteto David C. Martin, diretor de design do icônico escritório sediado em Los Angeles de 1984 a 2016. David aborda a transição da cultura, filosofia e senso de artesanato da prática ao longo das gerações, e oferece relatos anedóticos das experiências aventureiras que marcaram seus 50 anos de carreira. É uma expressão muito pessoal de sua vida e obra.
Essence of Place: Making Local Architecture oferece um olhar perspicaz sobre o trabalho do escritório sediado na Malásia, liderado por Eleena Jamil. Apresentando quinze projetos realizados entre 2010 e 2020, o livro explora como dados físicos — como geografia, pessoas e materiais — e aspectos da memória relacionados à tradição, cultura e história moldaram seu trabalho e sua abordagem contextual à arquitetura. As influências de uma formação arquitetônica no Reino Unido são exploradas, assim como o pensamento projetual moldado pela compreensão do passado como algo presente no contexto da Malásia e do Sudeste Asiático.
No final dos anos 90 e início dos anos 2000, um grupo de arquitetos/as latino-americanos/as estudando na Europa conectou-se para formar o Supersudaca, um coletivo global/local emergente que moldou um discurso sobre a globalização a partir de sua perspectiva latina única. Com o tempo, seus membros estabeleceram seus próprios escritórios pela América Latina e Europa, mas sempre retornaram para atuar como "Supersudaca", por meio de pesquisas críticas. Após mais de duas décadas, "Incomplete Works" reúne em uma única publicação suas extensas pesquisas e exposições. O livro foi lançado no Nieuwe Instituut em fevereiro deste ano, com uma homenagem ao integrante do Supersudaca, Felix Madrazo (IND.architecture).
Sobre o livro: Zaida Muxí repassa neste livro o papel histórico das mulheres na produção e no pensamento da arquitetura e do urbanismo. E reflete sobre como essa presença – e sobretudo, a ausência recorrente da perspectiva feminina – impacta nos espaços em que vivemos. Do desenho à política urbana e habitacional e ao debate de novas ideias, o livro trata a casa e a cidade como representações das esferas privada e pública. A casa como metáfora da arquitetura, a cidade como síntese das ações humanas. Discutir sob o ponto de vista feminino implica a desconstrução da historiografia oficial, desvendando a falsa universalidade da transmissão de conhecimentos e da construção de relatos históricos. Como em outros âmbitos do saber, das artes, da ciência e da política, as mulheres não se encontram em condição de igualdade, nem sequer representadas em ordem de igualdade por mérito. Por isso, é necessário revisitar a história da arquitetura e das cidades para reescrevê-la, agora com seu protagonismo definitivo.
imagem de Capa : Tradição e modernidade no móvel brasileiro, de Maria Cecilia Loschiavo dos Santos
Sobre o livro: Desde a publicação do livro Móvel moderno no Brasil, em 1994, fruto de sua dissertação de mestrado, Cecilia Loschiavo tornou-se uma referência central para o pensamento sobre o patrimônio material brasileiro que se constituiu com a atividade de design no período, erguendo as bases históricas e teóricas para qualificar o processo de revalorização daquelas obras-produtos ocorrido a partir dos anos 2000. Sua investigação sobre o tema se iniciou ainda na segunda metade dos anos 1970, momento em que essa produção modernizante da forma de viver do brasileiro passava por um intenso período de ostracismo e muitos de seus protagonistas, com quem a autora teve a oportunidade de conviver proximamente, tinham seus ofícios interrompidos ou repensados. O conteúdo deste novo livro é o capítulo seguinte da profícua trajetória acadêmica de Cecilia – seu doutorado, nunca publicado na íntegra. Nela, as trajetórias de Sergio Rodrigues, Joaquim Tenreiro, Celso Martinez Carrera e José Zanine Caldas são analisadas para amparar sua discussão central: o encontro entre tradição e modernidade no Brasil semi-industrializado da primeira metade do século XX e sua contribuição para a identidade criativa do País. O livro conta com comentário de Claudia Moreira Salles, prefácios de seus colegas no debate internacional do design, da estética e da cultura material, Bazon Brock, Jacques Leenhardt e Francisco Providência. E traz ainda ilustrações assinadas também por Francisco Providência.
A cor tem um impacto enorme nas emoções humanas. Sentimos alegria, agressividade, nostalgia ou afeto, e esses humores específicos podem ter sido desencadeados por uma cor em especial. Paleta perfeita é um guia de cores único, uma ferramenta prática para artistas e designers que trabalham nas áreas de moda, design gráfico, design de interiores e têxtil, ou para qualquer pessoa que busque uma melhor compreensão da relação entre cores e emoções.
‘Invisible’ apresenta o trabalho do Axi:Ome — um escritório de design liderado por Heather Woofter e Sung Ho Kim, anteriormente sediado em St. Louis e agora em Cleveland — por meio de uma coletânea de ensaios e projetos que mapeiam a trajetória do escritório ao longo de sete anos, de 2015 a 2023. O livro abrange 24 projetos construídos, não construídos e conceituais, localizados em diferentes culturas e paisagens ao redor do mundo, que dialogam com múltiplos programas e escalas. Ensaios de Nader Tehrani, Eric Mumford, Alan Balfour, Jennifer Yoos, Jessie Reiser e Nanako Umemoto com Julian Harake, e Michelle L. Hauk oferecem reflexões sobre os referenciais críticos do Axi:Ome e ajudam a definir um discurso de complexidades na prática contemporânea que emerge da academia. A obra documenta o ethos invisível que fundamenta a construção de projetos arquitetônicos em um mundo intrincado, desafiando profissionais a repensar e reexaminar como posicionam seu próprio trabalho no espectro arquitetônico. ‘Invisible’ mapeia e narra a trajetória de uma prática arquitetônica à medida que ela se envolve com as visões pedagógicas da profissão.
Em 1949, em um período em que a Argentina era um dos países mais poderosos do mundo, a cidade de Buenos Aires iniciou a construção do Sexto Panteón, uma necrópole subterrânea com 150.000 jazigos. Este cemitério monumental de estilo brutalista é o primeiro e maior experimento da arquitetura moderna aplicado ao campo funerário e, ainda assim, permanece desconhecido.
Louis Henry Sullivan (1856–1924) é uma figura fundamental na arquitetura norte-americana. Há muito considerado o arquiteto fundador do arranha-céu, ele ganhou destaque pela primeira vez em 1889 com a conclusão do Auditorium Building em Chicago. Aqui, pela primeira vez, cada estrutura remanescente projetada por Louis Sullivan é registrada em cores marcantes pelo premiado fotógrafo de arquitetura James Caulfield, acompanhada por destaques de sua vida e realizações, detalhados por Patrick F. Cannon.
Imagem de capa: Didi Contractor em sua casa em Sidhbari, Himachal Pradesh, Índia. Fotografia de Lakshmi Swaminathan. Crédito da capa: Lakshmi Swaminathan
'A Call to Return: A Journey with Didi Contractor' oferece um registro da vida, dos valores e das criações de uma extraordinária arquiteta autodidata. Nascida nos Estados Unidos em 1929, filha de pintores expressionistas, Didi conheceu um estudante indiano na faculdade, casou-se e mudou-se com ele para a Índia em 1951. Ela permaneceu na Índia pelos setenta anos seguintes e tornou-se uma lenda para muitos: como pintora, designer de interiores (particularmente do Lake Palace Hotel em Udaipur), designer de móveis e têxteis, e uma das primeiras defensoras da energia solar.
Um livro expressivo de prosa e fotografias que revela as formas poderosas pelas quais nossos lugares cotidianos sustentam nosso sentimento de pertencimento compartilhado.
AI Sapien revela uma visão que altera paradigmas do futuro, na qual a inteligência artificial (IA) transforma a arquitetura em máquinas pensantes. Este livro experimental apresenta uma alquimia de 128 obras de arte originais geradas por IA, juntamente com diálogos perspicazes e poesia evocativa criados em colaboração com a IA, tudo ao som das Variações Goldberg de Bach.
Uma celebração elegante de algumas das maiores edificações da Grã-Bretanha, do século XX em diante, realizada pela principal organização do país dedicada à proteção da arquitetura do século XX.