Arquitetura do Singapura

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A Cozinha Pública: Como os Mercados Asiáticos Transformam o Ato de Comer em Vida Cívica

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In many Asian cities, eating has never belonged entirely to the private home. It spills into markets, hawker centers, street stalls, and wholesale districts embedded within larger buildings or areas. These are places where the city exchanges information and watches other people pass through. They are not restaurants in the conventional sense, nor are they simply markets. In some way, their vibrancy and usage reflect the society's conditions at that moment. They are public kitchens: shared infrastructures where domestic routines are partially transferred into collective space.

Antes da sala de estar: Limiares de entrada em residências urbanas compactas

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Em muitas casas, a entrada é tratada como um espaço residual ou uma faixa estreita de transição antes do início da sala de estar. No entanto, em interiores densos da região Ásia-Pacífico, por vezes apesar das dimensões reduzidas, a entrada frequentemente desempenha um papel muito mais complexo do que seu tamanho sugere. Trata-se do limiar que dita a transição: a rua é filtrada, o corpo se ajusta, os sapatos são retirados, as visitas são recebidas, a privacidade é negociada e a ordem doméstica se inicia. Antes que a sala de estar se tornasse reconhecível como interior, a sequência e o espaço de entrada já haviam encenado o primeiro ato do habitar.

Como as cidades projetam a vida pública à sombra

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As cidades estão aquecendo a aproximadamente o dobro da taxa global, uma tendência acelerada pela rápida urbanização. Embora as temperaturas crescentes estejam remodelando a vida cotidiana em todo o mundo, algumas cidades e bairros, muitas vezes os mais vulneráveis e com menos recursos, estão aquecendo mais do que outros. A razão para isso reside no próprio ambiente urbano. A infraestrutura construída, como vias, edifícios, calçadas e espaços públicos, determina como o calor se desloca pela cidade, onde ele se acumula e por quanto tempo permanece retido. Independentemente da zona climática ou da localização geográfica, a sombra continua sendo a maneira mais eficaz e imediata de resfriar os pedestres e aliviar o ambiente construído.

Como as cidades podem resfriar grandes estacionamentos?

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O efeito ilha de calor urbana ocorre quando pavimentos, estradas e edifícios absorvem o calor do sol e o irradiam de volta, causando um aumento na temperatura e impedindo a cidade de se resfriar. Com a crescente dependência de carros nas cidades, o número de vagas de estacionamento também está aumentando. Isso resultou na conversão de grandes áreas de terreno permeável coberto com vegetação em superfícies duras e impermeáveis. O uso de materiais como asfalto, combinado com a falta de sombra, as superfícies de aço reflexivas dos carros estacionados e a perda de vegetação nessas extensas áreas de estacionamento, contribui para a amplificação dos efeitos de alta temperatura e eventos de calor extremo, tornando os espaços urbanos desconfortáveis. Essa transformação está impactando o clima das regiões dependentes de carros e demanda ideias e esforços colaborativos para mitigar os efeitos negativos do aumento do calor.

Centro de Ciências de Zaha Hadid começa a ser construído em Singapura

Recentemente, o Centro de Ciências de Singapura começou a ser construído, cujo propósito é impulsionar a educação nas áreas de STEM (ciência, tecnologia, engenharia e matemática) em toda Singapura. Localizado junto à estação de metrô Chinese Garden, o edifício, projetado pelo escritório de arquitetura Zaha Hadid Architects, tem como meta se tornar um marco no distrito do Lago Jurong. A previsão é que o novo centro, com uma área de 55.000 m², seja inaugurado no final de 2027, coincidindo com seu 50º aniversário.

Filme inspirado em Wes Anderson celebra a arquitetura de Singapura

Inspirado no aclamado diretor Wes Anderson, conhecido por filmes como A Crônica Francesa e O Grande Hotel Budapeste, este filme de arquitetura apresenta a paisagem de Singapura pelos olhos do realizador Kevin Siyuan. Segundo capítulo da série A Wes Anderson-ish Singapore, o documentário de 20 minutos foca no planejamento urbano, arquitetura, paisagismo e pessoas que habitam a cidade.

Cidades como laboratórios vivos: os projetos de smart cities para Amsterdã, Singapura e Barcelona

Cidades são uma tela para a criatividade arquitetônica e o dinamismo da vida urbana. Nos últimos anos, elas assumiram um papel adicional: o de laboratórios vivos para uma arquitetura e um urbanismo inovadores. Cidades internacionais tornaram-se terrenos experimentais para a tecnologia arquitetônica, com práticas sustentáveis e princípios de design centrados no ser humano sendo testados e refinados. Essa mudança de paradigma não apenas transformou os aspectos físicos dos ambientes urbanos, mas também redefiniu a relação entre arquitetura, comunidade e o ambiente construído.

Pavilhão de Singapura explora conexão, liberdade e inclusão na Bienal de Veneza 2023

Para a 18ª Exposição Internacional de Arquitetura deste ano – La Biennale di Venezia, o Pavilhão de Singapura ativa a discussão sobre novos métodos de medição e avaliação do intangível e pergunta explicitamente: quanto é suficiente? A exposição explora a interação de uma comunidade com seu entorno, sugerindo que ela não é quantificada dentro desses critérios; os edifícios e o ambiente físico são projetados e construídos de acordo com padrões mensuráveis, quantificáveis e graduáveis. Além disso, o pavilhão sugere que, conectando esses pilares da cidade, torna-se essencial repensar a inovação no projeto. A exposição pergunta como os arquitetos podem quantificar os valores imensuráveis da arquitetura: ação, apego, atração, conexão, liberdade e inclusão.

O que torna uma cidade excepcional? 10 cidades em foco em 2022

As cidades evoluem ao longo de décadas ou séculos, cada momento de mudança se constrói em transições sociais e arquitetônicas ainda maiores. As metrópoles do mundo inteiro estão constantemente sujeitas a forças sociais, políticas, econômicas ou ambientais que alteram sua identidade fundamental — um caráter que deve ser dinâmico. À medida que as cidades se desenvolvem em tamanho e impacto, os avanços na compreensão das cidades e do urbanismo se tornam mais complexos. 

Zaha Hadid Architects divulga projeto para novo centro de ciências em Singapura

Os escritórios Zaha Hadid Architects e Architects 61 revelaram o projeto para o novo Centro de Ciências no Distrito do Lago Jurong, em Singapura. O complexo de 52.460 metros quadrados visa tornar a ciência, a tecnologia, a engenharia e a matemática (STEM) mais acessíveis por meio de equipamentos especializados, programas educacionais e experiências interativas. A inauguração do edifício está prevista para 2027, que coincide com o 50º aniversário do Centro de Ciências e se alinha com o Singapore Green Plan 2030.