Valeria Montjoy

Senior Content Editor no DAAily Platforms. Arquiteta, mestre em Projeto Urbano pela Pontificia Universidad Católica de Chile (2021). Reside em Santiago, Chile

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Edifícios públicos e culturais: um passeio pelas obras-primas arquitetônicas de Copenhague

A verdadeira beleza da arquitetura reside em sua capacidade de servir e melhorar a experiência humana, mas esse princípio fundamental nem sempre é respeitado. Muitas vezes, vemos edifícios “públicos” que não se integram ao tecido urbano, são desconectados de seu entorno e não contribuem para a vitalidade e qualidade de vida de uma cidade. Alguns podem até ser muito bonitos, mas se não forem funcionais, confortáveis e acolhedores para as pessoas, seu valor como espaços públicos torna-se bastante questionável. Ícones arquitetônicos como a Ópera de Sydney e o Museu Guggenheim de Bilbao, por exemplo, são celebrados não apenas por suas silhuetas impressionantes ou interiores de tirar o fôlego, mas porque aprimoram a cultura e a vida na cidade, enriquecem a comunidade e oferecem diversas oportunidades de interação e envolvimento do público. É essa abordagem holística de projeto, centrada no ser humano, que permite que esses marcos se tornem partes integrantes da identidade de uma cidade.

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Um interior impresso em 3D com plástico reciclado: reduzindo os resíduos e aprimorando o design

"Nosso planeta está sufocando com plástico", afirma as Nações Unidas. Embora o material feito pelo homem tenha muitos usos valiosos, nosso vício em produtos plásticos de uso único levou a severas questões econômicas, de saúde e ambientais. Aproximadamente um milhão de garrafas plásticas são compradas a cada minuto e cinco trilhões de sacos plásticos são usados todos os anos em todo o mundo - usados apenas uma vez e depois jogados fora. Plásticos e microplásticos chegaram a todos os cantos de nosso ambiente natural, desde os picos das montanhas mais altas até as profundezas dos oceanos. Tanto que eles se tornaram parte do registro fóssil da Terra e criaram um habitat microbiano marinho totalmente novo conhecido como "Plastisfera".

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Forros climáticos: aliando conforto térmico, acústico e visual

Diariamente, profissionais de arquitetura e design enfrentam uma tarefa ambiciosa: criar espaços que não apenas cativem o olhar, mas que também promovam a saúde e o bem-estar de quem os habita. Uma parte fundamental dessa missão envolve a implementação de estratégias de projeto que favoreçam um clima interno agradável, visto que a temperatura, a umidade e a qualidade do ar exercem um impacto significativo no humor, na produtividade e na saúde geral dos/as ocupantes. O ser humano simplesmente funciona melhor quando se sente confortável e satisfeito em seu lar ou ambiente de trabalho. Embora os sistemas de ar-condicionado, ventilação e aquecimento tenham servido convencionalmente como soluções populares para regular o clima interno, eles frequentemente trazem consigo consequências indesejáveis — como a presença de poeira e bactérias, a necessidade de manutenção constante e um aspecto visual poluído e pouco atraente. Existe, contudo, uma solução alternativa.

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Como a IA e as ferramentas orientadas por dados podem ajudar os/as arquitetos/as a projetar cidades compactas e saudáveis?

As Nações Unidas estimam que a população mundial alcançará 10,4 bilhões de pessoas até 2100. Já em 2050, duas em cada três pessoas viverão em cidades, atraídas pelas oportunidades, serviços e comodidades oferecidos. Esse cenário exerce ainda mais pressão sobre as áreas urbanas, já que essa população demandará acesso a água, alimentação, espaços públicos, infraestrutura de qualidade e, sobretudo, habitação. De fato, estimativas sugerem que mais de dois bilhões de lares precisarão ser construídos até o final do século XXI para acomodar essa explosão demográfica. À medida que as cidades crescem, expande-se também a dispersão urbana, trazendo consigo uma série de desafios socioambientais. Diante das mudanças climáticas, o desenvolvimento urbano sustentável deve garantir que as futuras soluções habitacionais — novas ou reformadas — sejam construídas para apoiar comunidades saudáveis, priorizando o bem-estar tanto humano quanto ambiental. Por sua vez, as cidades precisarão ser construídas de forma mais densa e rápida, porém sem abrir mão de uma longa lista de critérios rigorosos. Só assim será possível evitar os efeitos negativos e frequentemente negligenciados do hiperadensamento descontrolado, que costumam comprometer a reputação do desenvolvimento urbano.

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Como valorizar um teto simples com placas decorativas

Os tetos já foram um símbolo de grandeza e opulência, adornando edifícios imponentes, igrejas e palácios com seus desenhos intrincados e elaborados. Ainda hoje nos pegamos olhando para cima, maravilhados com essas fascinantes construções históricas, com nossos olhos atraídos por seus magníficos tetos abobadados, estruturas de tesouras impressionantes ou obras de arte singulares que retratam mitologias, eventos históricos e paisagens. O design contemporâneo, por outro lado, tendeu a uma estética elegante e minimalista, na qual os tetos brancos e lisos se tornaram a norma na maioria das edificações modernas. Como sugerem Rasmus Wærn e Gert Wingårdh em seu livro What is Architecture? And 100 Other Questions, “Os tetos regrediram de ponto focal de um ambiente para uma zona de instalações técnicas.” Ainda assim, eles possuem um potencial criativo extraordinário.

O futuro da mobilidade tem duas rodas: a arquitetura "bike-friendly" de Copenhague

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Tecnólogos ambiciosos afirmam há décadas que os carros autônomos são o futuro. No entanto, nos últimos anos, a maior revolução veio dos veículos de duas rodas, não de quatro. Alimentados pela pandemia, aumento dos preços do petróleo, mudanças climáticas e o desejo de estilos de vida mais saudáveis, vivemos agora no meio de um renascimento da bicicleta. Mas para entender como chegamos até aqui, é fundamental olhar para trás. Quando o automóvel foi difundido no início dos anos 1900, rapidamente se tornou um símbolo de progresso com tudo o que ele implicava: velocidade, privatização e segregação. Adotando uma abordagem centrada no carro, os urbanistas tiveram que reorganizar cidades inteiras para separar o tráfego. Os carros ocuparam os espaços públicos que costumavam abrigar a vida dinâmica da cidade e estacionamentos, rodovias e postos de gasolina tornaram-se paisagens comuns. Os pedestres que antes dominavam as ruas foram conduzidos para as calçadas e as crianças relegadas a playgrounds cercados. Ironicamente, as cidades estavam sendo projetadas para carros em vez de seres humanos.

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O que é concreto com escória de aço?

A indústria da construção é uma das maiores do mundo, e o cimento e o concreto são literalmente os blocos de construção de seu sucesso. Evoluindo de cavernas pré-históricas para os arranha-céus de hoje, as estruturas de concreto têm e continuarão sendo componentes vitais da civilização moderna, fornecendo apoio confiável e duradouro a edifícios, estradas, pontes, túneis e barragens. É tanto que o concreto é o material mais consumido da Terra, perdendo apenas para a água, enquanto o aço usado para reforçar é de longe o metal mais usado. Mas isso não ocorre sem altos custos ambientais: o concreto é responsável por 8% das emissões globais de CO2, muitas das quais vêm da extração e transporte de materiais agregados, como areia, cascalho e pedra triturada.

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Arquivo Histórico de Colônia: Como os pisos de granilite contribuem para uma atmosfera acolhedora e convidativa

A seleção de materiais para um projeto de arquitetura é uma forma de arte em si mesma. Da robustez da pedra à transparência do vidro, os materiais e suas qualidades únicas podem definir o tom, influenciar o humor e ditar a atmosfera de qualquer espaço interno. Eles têm o poder de transformar um cômodo frio e estéril em um santuário caloroso e acolhedor ou em um ambiente moderno e sofisticado. A funcionalidade e o conforto também estão intimamente ligados à escolha dos materiais; por exemplo, opções duráveis e de baixa manutenção, como o terrazzo, são ideais para áreas de tráfego intenso, enquanto a suavidade de um carpete ou tecido pode proporcionar uma sensação de aconchego em espaços de hotelaria.

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Iluminação escultural: diluindo as fronteiras entre o design residencial, corporativo e de hospitalidade

Com o mero toque de um interruptor, a iluminação tem a capacidade de transformar completamente um espaço, definir sua atmosfera e criar uma experiência multissensorial fascinante. Ela pode projetar sombras e realces, adicionar profundidade e textura, e tem até mesmo o poder de despertar emoções e influenciar nosso bem-estar. Muito mais do que uma simples fonte prática de luz, trata-se de uma ferramenta para esculpir espaços e expressar uma identidade marcante. As luminárias surgem em diversas formas, tamanhos e estilos, cada uma com caráter e propósito únicos; da elegância rebuscada de um lustre pendente ao minimalismo fluido de uma luminária de embutir na parede. As possibilidades de expressão criativa são infinitas. Inovando e rompendo as fronteiras do design de iluminação tradicional, as luminárias esculturais de Tom Dixon são um testemunho dessas possibilidades.

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Brincando com tons e matizes: o poder da cor nas fachadas de edifícios

“A cor é vida; pois um mundo sem cor nos parece morto.” O ilustre pintor Johannes Itten descreveu com essas palavras o poder excepcional da cor em nossa percepção do mundo. Como um evento sensorial, a cor define não apenas o que vemos, mas também como nos sentimos e pensamos; comprovadamente, ela é capaz de alterar a produtividade, inspirar a tomada de decisões, moldar nossa perspectiva e influenciar nosso bem-estar. Especialmente na arquitetura, esses efeitos se materializam e atingem seu esplendor máximo. O design é, afinal, uma forma visual de comunicação, e as paletas de cores –combinadas com luz, sombra, textura e brilho– desempenham um papel fundamental na transmissão da mensagem de um edifício. Elas criam a atmosfera que apoia a função de um espaço, transformando completamente a experiência de uso. Até mesmo os grandes nomes reconheceram esse poder: “A policromia é uma ferramenta arquitetônica tão poderosa quanto a planta e o corte,” disse uma vez Le Corbusier.

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O sal pode ser um material de construção? Inovando com painéis de sal cristalizados

O cloreto de sódio, mais conhecido como sal, está em toda parte. Abundante na natureza, seu uso é feito há muito tempo, preservando ecossistemas locais, degelando estradas, sendo vital em uma variedade de processos industriais e temperando nossas comidas. Hoje, lhe é atribuído relativamente pouco valor - considerando que costumava ser tão caro quanto ouro - e, diferentemente de outras alternativas derivadas da natureza, como algas ou micélio, não parece haver pesquisas e interesse suficiente em torno de toda a sua física, propriedades mecânicas ou estéticas. No entanto, trata-se de um material com potencial infinito e extraordinário. Além de suas qualidades de apoio à vida, o sal é acessível, facilmente disponível, antibacteriano, resistente ao fogo, pode armazenar umidade e calor e é ótimo em refletir e difundir luz.

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Hospitalidade em espaços de saúde: Crystal Clinic Orthopaedic Center

Imagine entrar em um hospital e se deparar com vegetação, vistas externas, luz natural fluindo através de grandes janelas e espaços abertos que promovem calma e serenidade. Essas condições favoráveis desempenham um papel crucial na definição da experiência de pacientes, tornando seus dias um pouco mais fáceis e ao mesmo tempo estimulando a recuperação. De fato, já se comprovou que um bom design em ambientes de saúde pode reduzir o tempo de internação, as taxas de infecção, erros médicos e de medicação, além de melhorar a atração e o desempenho das equipes de trabalho. Afinal, uma instalação bem projetada tem o poder de transportar pacientes de um ambiente clínico e estéril para outro acolhedor, convidativo e até mesmo inspirador. Esse é o caso do Crystal Clinic Orthopaedic Center, projetado pelo escritório HGA Architects, que foi selecionado entre os cinco vencedores do Shaw Contract Design Awards 2022 “Best of Globe” por sua abordagem inovadora voltada para a saúde.

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Como revitalizar espaços com madeira em formato ranhurado

Existem diferentes maneiras de destacar e dar vida a um espaço, desde adicionar mobiliário ou uma peça decorativa até pintar uma parede com uma cor marcante. No entanto, quando se trata de elevar um interior de forma simples, rápida e que agregue textura, profundidade e aconchego, adotar um acabamento ripado com aparência de madeira surge como uma conveniente solução de vanguarda. Além disso, a técnica se consolidou como tendência no design contemporâneo de móveis e paredes internas, assumindo inclusive um papel de destaque na renomada Feira Salone del Mobile de Milão em 2022.

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Como escolher a porta de entrada de uma casa?

Assim como paredes, tetos e peças de mobiliário definem o caráter e a percepção de um projeto arquitetônico, as portas desempenham um papel fundamental na construção desse estilo. Entre todas as portas utilizadas nas casas, a porta de entrada é o primeiro elemento tangível que os proprietários e visitantes encontrarão, atuando como o ponto central onde a arquitetura cumprimenta o usuário. Afinal, as primeiras impressões são sempre importantes; e a porta de entrada é certamente aquela que pode dar o tom para o resto do interior. No entanto, escolher a porta da certa para uma casa contemporânea pode ser difícil, especialmente com tantas possibilidades. Antes de tomar essa decisão, é crucial saber quais são essas possibilidades - e como elas podem transformar a porta da frente em uma declaração de design.

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Estratégias de baixo carbono: painéis isolantes para envoltórias energeticamente eficientes

Um relatório de 2022 das Nações Unidas afirma que os impactos negativos da crise climática estão se intensificando muito mais rápido do que a comunidade científica previa há menos de uma década. O aumento das emissões de gases de efeito estufa poderá, em breve, superar a capacidade de adaptação de muitas comunidades, e as consequências continuarão a atingir as populações mais vulneráveis do mundo. Como sugere Maarten van Aalst, especialista em ciência do clima, “qualquer atraso adicional na ação global sobre adaptação e mitigação fechará uma janela de oportunidade breve e que está se esgotando rapidamente para garantir um futuro habitável e sustentável para todos”. Os dados são claros: para proteger nosso planeta, precisamos evitar um aumento de 1,5 °C nas temperaturas globais neste século. Para isso, o mundo deve alcançar uma redução de 45% nas emissões globais de carbono em relação aos níveis de 2010 até 2030, para então atingir a neutralidade de carbono até 2050. Fica evidente, contudo, que estamos no caminho para perder essa meta por uma margem substancial. O tempo está correndo, e todos os setores da indústria devem agir de maneira rápida (e drástica) para que possamos sequer sonhar com cidades mais verdes.

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Guia de camas: 5 dicas sobre como escolher o colchão do tamanho certo

Ouvimos muito frases como "você deve dormir no mínimo 8 horas por dia". É do conhecimento geral que isso traz benefícios inestimáveis à saúde, desde reduzir os níveis de estresse e manter o sistema imunológico forte, até melhorar as habilidades de concentração, memória e tomada de decisão. Para garantir uma boa noite de descanso, ter uma cama confortável que atenda às necessidades dos usuários é fundamental, especialmente considerando que os humanos passam um terço de toda a sua vida dormindo. Assim, quando arquitetos, designers e proprietários são confrontados com diferentes opções de cama disponíveis no mercado, a decisão deve ser cuidadosamente pensada e levar em consideração vários fatores, relacionados à estética ou à funcionalidade. Mas antes que qualquer decisão estilística ou material seja tomada, é crucial começar com o básico: definir o tamanho do colchão.

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De pivotantes a sem caixilhos: 20 tipos de janelas para arquiteturas

Quando as crianças aprendem a desenhar uma casa, há quatro componentes básicos que ilustram: uma parede, um teto inclinado, uma porta e uma ou mais janelas. Juntamente com os elementos estruturais comuns, janelas sempre foram consideradas características arquitetônicas indispensáveis por suas múltiplas funções. Ao proporcionar vistas, luz do dia e ventilação natural, elas isolam do frio e do calor, protegem de ameaças externas e aumentam a aparência de uma fachada. Também estão associados a um forte valor poético ou simbólico; É através delas que somos capazes de nos conectar e desfrutar do ambiente, seja uma bela paisagem natural ou um ambiente urbano denso. Uma parte expressiva de qualquer edifício, as janelas servem como uma ponte visual entre o interior e o exterior, agindo um pouco como uma fuga revigorante da nossa rotina diária.

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Design de inspiração biofílica assume o protagonismo: como os tijolos trazem a natureza para o interior

Impulsionado em grande parte pela migração rural para as cidades e pelo crescimento populacional geral, 68% das pessoas em todo o mundo viverão em áreas urbanas até 2050. Com isso, grande parte da população se beneficiará de um maior acesso a serviços básicos, da proximidade com o transporte público e de melhores oportunidades de educação e emprego. No entanto, a busca por uma vida urbana também leva ao isolamento do ambiente externo — seja uma floresta, um campo ou as montanhas —, o que pode impactar negativamente nossa saúde física e mental. Há muito se comprovou que a exposição à natureza reduz os níveis de estresse, melhora o humor, estimula a produtividade e, acima de tudo, potencializa o bem-estar. Portanto, considerando que costumamos passar cerca de 93% do nosso tempo em espaços fechados (e que a pandemia ampliou essa estatística), hoje, mais do que nunca, buscamos uma conexão com o exterior e todos os seus benefícios inerentes. Assim, os/as arquitetos/as enfrentam o importante desafio de trazer a natureza para o interior, que é justamente onde o design biofílico entra em cena.