
Na semana passada, o ArchDaily publicou uma matéria sobre a disparidade salarial de gênero no escritório Foster + Partners. Consideramos que a notícia "não era nenhuma surpresa", visto que a diferença de remuneração entre gêneros é amplamente divulgada e está presente em quase todos os setores. Nosso objetivo era compartilhar um caso real ocorrendo em um escritório de arquitetura familiar para muitos de nós. O que não esperávamos, contudo, era que o público leitor considerasse o assunto irrelevante ou que classificasse a cobertura como sensacionalista. Seria possível debatermos questões de gênero no ambiente de trabalho sem exaltação? Por que o tema da disparidade salarial de gênero gera tanto desconforto?
Alguns de nossos editores e editoras discutiram como o gênero influencia suas experiências profissionais, além de apontarem alguns sinais recentes e promissores de que estamos no caminho da mudança.



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