Concursos de arquitetura desempenham um papel crucial no desenvolvimento da profissão e na melhoria da qualidade do ambiente construído. São também uma oportunidade para que arquitetos e arquitetas demonstrem sua criatividade e experimentem soluções arquitetônicas inovadoras ou inesperadas, seja para contextos reais ou imaginários. A seleção curada desta semana de Melhores Projetos Não Construídos destaca diferentes propostas vencedoras de concursos enviadas pela comunidade do ArchDaily.
De um spa e centro de bem-estar perfeitamente integrado à paisagem montanhosa da Áustria a um centro urbano revitalizado que cria oportunidades de interação social em um dos maiores calçadões de pedestres da Bulgária, esta seleção abrange diversos programas, escalas e abordagens em relação ao ambiente construído ou natural. Os projetos selecionados representam explorações de diferentes soluções de design, materiais e métodos construtivos. Revelam também a amplitude de respostas possíveis estimuladas pelas condições específicas de cada local, seja na paisagem vulcânica da Islândia, nas colinas pitorescas da região de Kerala, na Índia, ou na movimentada praça central de uma das maiores cidades de Israel.
Aplicações inspiradoras da coleção MEM em ambientes arquitetônicos inspirados por IA. Imagem cortesia de Dornbracht
Além de contribuir para a funcionalidade do ambiente, os metais sanitários definem a estética geral do estilo de design escolhido. Para além de suas características técnicas — bem como da variedade de materiais, acabamentos e estilos —, essas peças desempenham um papel crucial tanto no apelo visual do espaço quanto no conforto e na experiência do/a usuário/a. Isso faz parte da constante reinvenção dos banheiros como espaços de convivência promovida pela Dornbracht, marca que busca criar soluções inovadoras fundamentadas em proporção, precisão, progressividade, desempenho e personalidade.
Entre as séries da Dornbracht, a coleção MEM traz uma seleção completa de metais sanitários minimalistas para lavatórios, chuveiros e banheiras. Em colaboração com a marca de design ético Nature Squared e a fabricante artesanal italiana Glass Design, o desenho original da coleção foi enriquecido com novos e versáteis recursos de personalização para banheiros. Essas possibilidades surgem da combinação de materiais de alta qualidade com técnicas artesanais sustentáveis e da incorporação de um vidro cristal artístico de estética futurista.
HeartFelt® Linear. Imagem cortesia de Hunter Douglas & Inteco
Diariamente, profissionais de arquitetura e design enfrentam uma tarefa ambiciosa: criar espaços que não apenas cativem o olhar, mas que também promovam a saúde e o bem-estar de quem os habita. Uma parte fundamental dessa missão envolve a implementação de estratégias de projeto que favoreçam um clima interno agradável, visto que a temperatura, a umidade e a qualidade do ar exercem um impacto significativo no humor, na produtividade e na saúde geral dos/as ocupantes. O ser humano simplesmente funciona melhor quando se sente confortável e satisfeito em seu lar ou ambiente de trabalho. Embora os sistemas de ar-condicionado, ventilação e aquecimento tenham servido convencionalmente como soluções populares para regular o clima interno, eles frequentemente trazem consigo consequências indesejáveis — como a presença de poeira e bactérias, a necessidade de manutenção constante e um aspecto visual poluído e pouco atraente. Existe, contudo, uma solução alternativa.
Edifício de Educação em Inovação e Design da SNHU / HGA. Imagem cortesia de Cupa Pizarras
Ao projetar obras de arquitetura, a proteção das paredes de uma edificação é fundamental para garantir sua longevidade, durabilidade e resistência às intempéries, preservando, assim, seu apelo estético. Entre as medidas de proteção disponíveis, os sistemas de revestimento são coberturas externas que integram diferentes texturas, cores e acabamentos, permitindo a personalização e a expressão criativa, ao mesmo tempo em que proporcionam resistência às intempéries e desempenho térmico.
Ao explorar materiais que vão além do revestimento tradicional de alvenaria ou dos sistemas comerciais de fachada-cortina, a Cupa Pizarras desenvolveu fachadas ventiladas de ardósia natural. De padrões lineares a colmeias, essas paginações geométricas de fachada atendem às exigências das tendências arquitetônicas atuais, que demandam edifícios mais sustentáveis e energeticamente eficientes. A combinação de ardósia tectônica de alta durabilidade com técnicas inovadoras de fixação, além da eficiência da fachada ventilada, torna o CUPACLAD uma alternativa sustentável e esteticamente atraente para potencializar a certificação LEED dos projetos.
Ao buscar inspiração para o lar, a procura e a observação da beleza no mundo ao redor são frequentemente o que alimenta a paixão criativa e desperta o desejo de criar algo igualmente belo. Nesses casos, é fundamental encontrar designs que façam com que as pessoas se sintam confortáveis em seu próprio lar, e é exatamente aí que entra a Inkiostro Bianco.
A madeira, extraída e preparada para a construção, é um material durável, conhecido por sua resistência e versatilidade. Funciona como elemento arquitetônico em sistemas estruturais, estruturas de suporte, revestimentos, decks e pisos. Embora possua um caráter caloroso e natural que lhe confere apelo estético, a umidade inerente à madeira pode causar deformações, levando ao empenamento, mofo e apodrecimento assim que o teor de umidade atinge 23%. No entanto, com o desenvolvimento de novos produtos e técnicas de produção, a Thermowood — também conhecida como madeira termomodificada — surgiu como um método para criar soluções naturais e livres de produtos químicos, feitas a partir de matérias-primas certificadas.
Ao reduzir o teor de umidade, o material não apodrece nem mofa, não sofre retração longitudinal e garante alta estabilidade dimensional, resultando em uma vida útil biológica mínima de 25 anos. A seguir, analisamos como aplicar essas soluções na arquitetura e no design, apresentando espaços internos e externos que contam com os produtos de Thermowood da Tantimber.
À medida que as sociedades evoluem, as instalações educacionais também passam por processos de transformação contínua para acompanhar esse ritmo. Em relação às suas estratégias de projeto, elas devem adotar abordagens modernas que respondam às necessidades em constante mudança de estudantes e docentes. Ao incluir espaços flexíveis, inclusivos e estimulantes que integram perfeitamente os avanços tecnológicos, o projeto educacional contemporâneo visa aprimorar o aprendizado e o trabalho colaborativo, bem como o conforto e o bem-estar.
Kalwall concentra-se no desenvolvimento de soluções inovadoras para o design centrado no ser humano que atendem a essas necessidades em constante evolução, ao mesmo tempo em que respondem a orçamentos restritos. Por meio de uma estratégia colaborativa com projetos de arquitetura e engenharia, a empresa foca em quatro maneiras de projetar ambientes de aprendizagem ideais, incluindo o design de iluminação natural, eficiência energética, segurança e redução de custos por meio de reformas e instalações.
Os Clássicos da Arquitetura apresentados no ArchDaily servem como arquivos fundamentais de prodígios arquitetônicos, oferecendo uma janela para o passado. Esses marcos revelam nossa sabedoria coletiva de projeto e inovação em escala global, enriquecendo nosso conhecimento sobre a disciplina. De fato, ao reconhecer e valorizar os diferentes estilos, funções e narrativas incorporados a essas estruturas, nossa visão sobre a arquitetura e seu impacto mundial torna-se ainda mais abrangente.
Nas últimas três décadas, os YIMBYs e NIMBYs têm travado batalhas campais em todos os EUA pelo coração e pela alma do desenvolvimento urbano futuro. Contudo, a crise habitacional só piorou, especialmente desde o colapso de 2008, que transformou radicalmente o lado da oferta.
Doze anos depois, veio 2020, o ano mais estranho de nossas vidas, que tornou os desafios do lado da oferta ainda mais pronunciados. As raízes do problema, contudo, são muito mais profundas, com erros cometidos há mais de 75 anos sendo repetidos por gerações completamente novas. A incapacidade de compreender esses erros — e até mesmo por que são erros e não boas práticas — perpetuará e agravará a crise atual para as futuras gerações.
À medida que a sociedade, a tecnologia e a arquitetura evoluem, profissionais de design e de arquitetura têm adotado novos sistemas construtivos e abordagens inovadoras para remodelar o ambiente construído. Esse avanço expandiu os limites das técnicas tradicionais de construção e despertou novas ideias no projeto de edifícios.
No passado, algumas pessoas das áreas de arquitetura e artes buscaram questionar um paradigma arquitetônico profundamente enraizado no antropocentrismo. Historicamente, a arquitetura esteve associada à noção de que os edifícios, por serem concebidos por seres humanos, devem ser extremamente duráveis, até mesmo imperecíveis. Considerando o princípio de que a melhor intervenção é a menos intrusiva, a arquitetura inflável — em contraste com essas visões antropocêntricas, mas alinhada à nossa natureza efêmera — propõe estruturas que podem existir em um dia e desaparecer no outro, deixando uma marca temporal na paisagem. Essa abordagem arquitetônica utiliza tecidos como material principal e o ar como sistema estrutural, desafiando potencialmente os tradicionais ideais vitruvianos de *Venustas*, *Firmitas* e *Utilitas*.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138471/arquitetura-inflavel-estruturas-pneumaticas-que-transformam-o-ambiente-construidoEnrique Tovar
Centro de Visitantes do Memorium Nuremberg. Imagem cortesia de Sebastian Brunke
Espaços públicos são o coração pulsante de nossas cidades. Eles atuam como polos de atividade social e cultural onde as pessoas se reúnem, interagem e escapam do clamor urbano. Essas áreas são cruciais para determinar a identidade e o caráter de uma cidade, bem como o bem-estar e o padrão de vida de seus cidadãos e cidadãs. Por meio de seus projetos arquitetônicos, equipamentos e atividades, os espaços públicos podem definir nossas comunidades e impactar significativamente a maneira como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Além disso, oferecem oportunidades de lazer, exercícios e recreação, permitindo que as pessoas escapem da rotina diária e se conectem com a natureza.
A seleção com curadoria desta semana de Melhor Arquitetura Não Construída destaca projetos enviados pela comunidade do ArchDaily que apresentam diferentes propostas para aprimorar o espaço público. Desde a reimaginação de praças centrais até a inserção de monumentais obras de Land Art no epicentro urbano, esses espaços públicos elevam a qualidade de vida da população local. Na Alemanha, o redesenho de todo o entorno do Memorial dos Julgamentos de Nuremberg propõe um local de encontro enraizado na história, ao passo que, em Havana, a nova Praça Cubana explora a metáfora da união no centro da cidade. O desenho e a acessibilidade dos espaços públicos impactam significativamente nosso bem-estar e qualidade de vida. Espaços inclusivos e bem planejados, com assentos, áreas verdes e infraestrutura amigável para pedestres, podem promover a atividade física, a saúde mental e o engajamento comunitário no meio urbano.
Ao longo da história, a essência funcional dos banheiros permaneceu inalterada devido ao fato de seu design ser moldado por parâmetros biológicos. Inicialmente, a função dos banheiros limitava-se à higiene e à gestão de resíduos, resultando na concepção desses ambientes como espaços insalubres e meramente utilitários. Esse cenário levou à sua separação das demais áreas destinadas à convivência.
No entanto, a implantação de sistemas de abastecimento de água e de redes de esgoto resgatou o papel do banheiro nos espaços habitáveis. Esses ambientes assumiram um papel primordial nos projetos de design de interiores, refletindo a personalidade do/a usuário/a por meio da combinação de cores, revestimentos, acessórios e elementos decorativos. Na evolução do design de banheiros, surgiram propostas que se destacam pela pureza formal, múltiplas nuances, coexistência sutil de elementos e possibilidades de personalização. Marcas como a antoniolupi desenvolveram mobiliários para banheiro que integram essas propostas e levam os limites do design ainda mais longe, colaborando com arquitetos/as e designers de renome, como Paolo Ulian, Brian Sironi, Luca Galofaro e Mario Ferrarini, para citar apenas alguns. Dando continuidade a essa série de colaborações, Carlo Colombo ficou encarregado de desenvolver a coleção Borderline.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138575/desafiando-os-limites-do-mobiliario-para-banheiros-por-meio-do-design-sob-medidaEnrique Tovar
Por trás das fachadas pulsa uma vida vibrante, onde o exterior se funde ao interior, transformando vazios urbanos negligenciados em residências cativantes.Em cidades de todo o mundo, profissionais de arquitetura, engenharia e design enfrentam o desafio de integrar novas edificações a tecidos urbanos consolidados com escassez de espaço. Atualmente, muitos/as arquitetos/as vêm adotando esse conceito, expandindo seus projetos para além dos limites convencionais e transformando pequenos lotes urbanos em espaços de convivência multifacetados e interconectados.
Como repositórios de conhecimento e catalisadores de inovação, os museus representam uma tipologia arquitetônica repleta de oportunidades. Eles atuam como intermediários entre o público geral e os/as artistas, historiadores/as e pesquisadores/as, criando o meio para a exibição de culturas e da criatividade, ao mesmo tempo em que buscam tornar o conhecimento acessível a todas as pessoas. Por meio de uma curadoria atenta e do design de exposições, oferecem uma plataforma para a educação e a pesquisa, promovendo a compreensão e a valorização de diversas culturas, histórias e ideias. Para os/as arquitetos/as, representam também a oportunidade de conceber espaços alinhados às obras expostas, criando uma experiência imersiva para os/as visitantes.
A seleção desta semana do Melhor da Arquitetura Não Construída destaca projetos enviados pela comunidade do ArchDaily que evidenciam arte, tecnologia e inovação por meio de programas de museus e centros culturais. Apresentando propostas de escritórios de arquitetura emergentes e consagrados, como Hariri Pontarini Architects, Beyer Blinder Belle, Studio Saheb, RAMSA e Ho Khue Architects, a seleção abrange uma variedade de escalas e programas — desde um museu dedicado à memória do Holocausto até um museu privado de carros esportivos na Áustria ou uma galeria de arte de formas complexas no Vietnã.
O projeto de piscinas é uma oportunidade para criar espaços sofisticados e relaxantes que complementem e valorizem o entorno existente. Ao escolher os materiais, é importante buscar opções que não apenas sejam esteticamente atraentes, mas também duráveis e resistentes ao desgaste. Um material que atende a todas essas características é a pedra Sukabumi.
Esta pedra natural é extraída de pedreiras localizadas na região de onde provém o seu nome, Sukabumi, na Indonésia. Além de seu apelo visual e de seu tom verde-esmeralda, a pedra Sukabumi conta com propriedades antiderrapantes e é altamente resistente à erosão. Essas qualidades a tornam uma escolha popular para projetos de piscinas e detalhes decorativos de estética natural em diversas partes do mundo.
O vomitório e sua finalidade constituem um dos equívocos mais comuns da história da arquitetura. Diz-se que o vomitório era uma sala adjacente aos banquetes romanos, onde os/as convidados/as podiam purgar socialmente o conteúdo de seus estômagos antes de retornar à festa com capacidade renovada. Embora essa teoria não seja inteiramente fictícia — já que se sabe que os romanos de fato praticavam a regurgitação habitual, possivelmente como um sinal de extrema riqueza —, não há motivos para acreditar que existisse um espaço específico dedicado a essa prática.
O uso original do termo "vomitório" — derivado da mesma raiz latina "vomere" (vomitar) — refere-se, na verdade, a um espaço que permite a um grande edifício esvaziar rapidamente seu conteúdo. Um vomitório, portanto, nada mais é do que um corredor. Trata-se, especificamente, de um corredor amplo e arterial que conduz a — ou provém de — um espaço público de grande capacidade, como um teatro, arena ou estádio, projetado com o objetivo de permitir que o maior número possível de pessoas entre ou saia do local o mais rápido possível. Um vomitório bem projetado, por exemplo, é essencial para procedimentos eficientes de evacuação de emergência. No entanto, mesmo no cotidiano, a capacidade de deslocar grandes volumes de público agiliza a rotatividade do espaço e proporciona uma experiência coletiva mais agradável.
Apesar da má reputação das habitações públicas nos Estados Unidos, organizações, urbanistas e profissionais de arquitetura em Portland, no Oregon, estão determinados a criar habitação acessível que não sacrifique a qualidade nem o apelo estético. Embora Portland tenha desenvolvido uma reputação negativa em relação ao seu problema de pessoas em situação de rua, nos últimos quatro anos os recursos fluíram na direção certa, e as equipes de projeto souberam responder à altura para projetar edifícios habitáveis e impactantes, dentro de orçamentos altamente restritivos. Por meio de abordagens inovadoras e criativas de construção e design, essas organizações e profissionais de projeto utilizaram recursos federais, estaduais e municipais para viabilizar esse tipo de empreendimento.
Um novo espaço abre suas portas em um antigo casarão dos anos 1930 localizado no bairro de San Miguel Chapultepec, na Cidade do México. Trata-se de uma iniciativa cultural chamada ARCO, que funde arte, design e arquitetura para criar um espaço colaborativo que abriga o escritório de arquitetura WORC e o estúdio especializado em mobiliário VETA.
O OTROCAFÉ está localizado no térreo do icônico edifício da YWCA, em pleno Centro Histórico da Cidade do México, um espaço que abriga mais de 100 anos de história. O projeto nasceu com a intenção de ser uma proposta integral de arquitetura e design, o que se reflete em sua estrutura criativa. A decoração do café combina diferentes elementos que desempenham um papel importante: o vermelho em alguns detalhes, a madeira no mobiliário e como elemento distintivo que envolve o espaço, as paredes brutas pigmentadas com uma massa à base de cal e a iluminação quente e suave que completa a atmosfera.
A arquitetura tem o poder de transformar as cidades. Seja através do uso inovador de materiais, da colaboração com outros escritórios para a concepção de planos diretores de bairros, ou da requalificação do transporte público para toda uma população, o design pode influenciar e impactar significativamente a forma como interagimos com os lugares onde vivemos. Em uma entrevista exclusiva ao ArchDaily, Alan Pullman, do Studio One Eleven, fala sobre a visão de seu escritório para o futuro de Los Angeles e sua abordagem voltada à arquitetura e ao planejamento urbano.
Cobertura Retrátil, Dallas. Imagem Cortesia de ShadeFX
O sombreamento refere-se a uma região ou estado em que a luz solar é parcialmente obstruída por objetos ou estruturas. Este conceito desempenha um papel crucial no projeto arquitetônico, pois impacta significativamente o conforto e a funcionalidade. Oferece alívio da luz solar direta, ajuda a regular a temperatura e reduz o ofuscamento. Por essas razões, arquitetos/as incorporam estrategicamente elementos de sombreamento para aprimorar a qualidade e a utilidade dos espaços, especialmente em áreas residenciais externas. Nesse contexto, a ShadeFX fabrica soluções inovadoras de proteção solar, chuva e privacidade, personalizadas para cada projeto, independentemente do tamanho ou da complexidade.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138662/quatro-solucoes-de-sombreamento-retratil-para-areas-externas-residenciaisEnrique Tovar
Há alguns anos, uma das minhas professoras favoritas da universidade (que me inspirou a estudar urbanismo) me procurou com um pequeno pedido: ela queria transformar a janelinha do seu quarto em uma varanda para olhar a rua.