Aproveitando o poder da fabricação sem moldes por meio da impressão 3D robótica em grande escala, o ETH Zürich e a FenX AG investigaram o uso de espumas minerais livres de cimento feitas a partir de resíduos reciclados. O objetivo é construir sistemas de paredes monolíticos, leves e com isolamento térmico integrado, minimizando o uso de materiais, a demanda de mão de obra e os custos associados.
A necessidade de substituir materiais sintéticos por opções naturais em nossas casas está impulsionando a inovação em todas as áreas do design. Historicamente dependentes de plástico e vidro, os sistemas de iluminação estão sob escrutínio especial. Enquanto alguns propõem um retorno provocativo a elementos como bexigas de animais em busca de translucidez orgânica, outros recorrem a fibras naturais consagradas, como o vime, a palha e o linho. Há também quem prefira minerais como o alabastro, cujas propriedades proporcionam uma belíssima difusão da luz ambiente. E a busca continua.
Alinhada a essa busca por uma translucidez ecologicamente correta está a designer francesa Elise Fouin, que integrou o estúdio de Andrée Putman. Nebulis, seu mais recente projeto para a fabricante de iluminação parisiense Forestier, dá continuidade às suas bem-sucedidas e etéreas criações para a marca, as coleções Papillon e Libellule, ambas inspiradas na delicadeza da natureza. O Nebulis, por sua vez, é moldado pela própria natureza em uma forma diáfana e, ao mesmo tempo, sólida.
Em 2021, a Generalitat da Catalunha reconheceu como Bem Cultural de Interesse Nacional, na categoria de Monumento Histórico, a Casa Gomis, projetada pelo/a arquiteto/a Antoni Bonet Castellana para a família Gomis-Bertrand entre 1949 e 1956.
Projetada à distância, a partir da Argentina, "La Ricarda" — como a residência também é conhecida devido à sua proximidade com a lagoa homônima que recentemente esteve no centro de debates devido à ampliação do aeroporto de Barcelona — destaca-se por sua cobertura abobadada e fechamentos envidraçados que dialogam com o entorno de Prat de Llobregat.
Olá! Boas-vindas à segunda Supporters Newsletter, criada exclusivamente para você. Dedicamos esta segunda edição ao conceito de Teoria e Prática. Com a participação de Fabian Dejtiar, editor-chefe do ArchDaily em espanhol, vamos nos aprofundar na discussão sobre as interações entre pesquisa e prática e como o conteúdo do ArchDaily incorpora ambos os campos. Além disso, oferecemos aos nossos Supporters um curso gratuito de Revit Flow, informações sobre oportunidades de trabalho no BIG e nossas recomendações de ferramentas digitais.
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Cortesia de Architectural Dialogue | Elan - Meenakshi
Concursos de arquitetura são plataformas onde a inovação se encontra com a imaginação, desafiando constantemente os limites do que conhecemos sobre design e arquitetura. Ao servirem como espaços para que arquitetos/as e designers materializem ideias inovadoras, os concursos questionam nossas convenções e moldam nossos futuros ambientes. Embora inúmeros conceitos criativos sejam propostos, apenas uma parcela é construída. De fato, estes projetos vencedores funcionam como uma vitrine para a criatividade dos/as profissionais de arquitetura, redefinindo o futuro do nosso ambiente construído.
Estes projetos vencedores demonstram uma iniciativa global de repensar a maneira como interagimos com os espaços. O HOKA fomenta a interação comunitária, ao passo que o RITSO Resort funde tradição e modernidade. O Science Forest transforma museus em centros de diálogo, e os apartamentos Elan-Meenakshi em Hyderabad integram a vida urbana a áreas verdes. Espalhados por regiões que vão do Vietnã, da Grécia e de Roma à Índia, estes exemplos evidenciam o potencial transformador das propostas vencedoras de concursos de arquitetura, remodelando nossa percepção e interação com os espaços que habitamos.
A pequena cidade de Illueca situa-se em um vale tectônico, flanqueada pelos maciços das serras de la Virgen e de la Camamila, que se estendem próximas à Reserva Natural de Moncayo (Saragoça, Espanha). É nesse cenário que o escritório Permán & Franco Architects Studio projetou um centro de saúde de atenção primária, com um desenho singular e fachada ventilada da Faveker.
O Centro de Saúde de Illueca localiza-se em uma nova área de expansão urbana da cidade, atendendo a toda a região com serviços de saúde, o que inclui 11 municípios e povoados vizinhos. O edifício foi construído em um terreno de quase 1.400 m² que apresenta um desnível de mais de dois metros entre o acesso ao nível da rua e a base da edificação.
Com o objetivo de garantir o abastecimento de alimentos para a população de Berlim, em rápido crescimento no final do século XIX, o Kornversuchsspeicher foi construído em 1898 no antigo terreno dos depósitos de carga de Hamburger e Lehrter. Um edifício com vocação científica, sua função era pesquisar novos métodos de armazenamento de grãos. Após anos de desuso e, posteriormente, um período de ocupação temporária como espaço criativo, o edifício de tijolos foi cuidadosamente renovado nos últimos anos pelo escritório AFF Architekten, ampliado com a adição de um sétimo pavimento e transformado em um moderno edifício de eventos, gastronomia e escritórios, com foco na preservação total de seu charme industrial. Este foi um projeto que exigiu grande conhecimento técnico em todas as frentes, inclusive por parte da Solarlux, especialista acionada para fornecer soluções personalizadas de esquadrias e fachadas.
Na charmosa localidade de Oberneukirchen, no interior da Áustria, o arquiteto Walter Kräutler e a artista Sofie Thorsen se uniram para transformar o interior da igreja neogótica do vilarejo no episódio 10 de Opening up.
Com a linha Hommage, a Villeroy & Boch resgata, há mais de duas décadas, as origens do banheiro no início do século XX. Agora, a coleção de lavatórios, bacias sanitárias e banheira de imersão ganha uma atualização de cor em preto fosco. Imagem cortesia de Villeroy & Boch
E se François Boch — um frustrado fundidor francês de balas de canhão que abandonou o ofício para, em vez disso, fundar uma oficina de cerâmica com seus filhos em Audin-le-Tiche, na França — nunca tivesse existido? Como seria o banheiro moderno hoje?
Não podemos responder a isso, é claro, mas sabemos que a decisão de Boch em 1748 certamente lançou uma das pedras fundamentais para essa evolução — mesmo que tenham começado fabricando apenas potes e jarros simples de argila. O negócio prosperou rapidamente e a história seguiu seu curso. Isso também se deveu ao fato de que, com a ajuda de novas fórmulas, a empresa conseguiu produzir uma faiança mais leve e formas mais elaboradas, que eram mais acessíveis do que a porcelana cara.
Longe de ser uma tipologia arquitetônica tão complexa quanto o termo sugere, o "clerestório" é uma aglutinação simples — embora lexicalmente vaga — das palavras "clear" (claro) e "story" (pavimento/andar). O termo designa uma seção da parede que contém janelas ou aberturas acima da altura dos olhos. Muitas vezes, assume-se que a palavra tenha um contexto religioso. Afinal, historicamente os clerestórios surgiram nos níveis superiores de igrejas romanas, templos hebreus e na arquitetura paleocristã. Além disso, as referências mais antigas que temos a esse recurso provêm de textos religiosos.
Hoje em dia, as estruturas religiosas são frequentemente caracterizadas pela luz que suas janelas altas deixam entrar, tanto figurada quanto literalmente, vinda de uma fonte superior. Na Capela CES em Taiwan, por exemplo, "a luz se difunde pelo clerestório de vidro e ilumina a abside ao longo do dia", explica o escritório JJP Architects & Planners, sobre um conceito de design de interiores focado na iluminação natural: "a capela é preenchida por uma aura espiritual, com uma cruz brilhante projetada profundamente no espaço".
Desde que a humanidade olhou para o céu pela primeira vez, sempre houve o questionamento sobre o que existe lá fora. A partir de 1923, quando Edwin Hubble descobriu galáxias além da nossa, a busca e a obsessão por compreender o cosmos cresceram quase tão rápido quanto o próprio universo.
Com o avanço da tecnologia ao longo do século XX, percebeu-se que o "espaço" é, na verdade, preenchido por uma imensa variedade de galáxias, gases e estrelas cada vez mais coloridos. E as principais mentes do design de produto do mundo estavam atentas a isso.
VAIA - Brushed Durabrass (Ouro 23kt). Imagem cortesia de Dornbracht
Pode-se afirmar que as cozinhas são espaços onde a interação de elementos estabelece um delicado equilíbrio em sua composição; design, materiais e metais moldam coletivamente o ambiente interno. Não surpreende, portanto, que elas frequentemente se tornem o foco de discussões contínuas. O papel cultural e utilitário das cozinhas em nossas vidas é tão significativo que sua influência transcende a mera arquitetura, tornando-se objeto de exploração artística e histórica. Desse modo, tanto as cozinhas quanto os elementos que as compõem evoluíram e mudaram de estilo — desde as robustas cozinhas do século XIX até as inovações originadas na cozinha de Frankfurt no século XX.
O cenário doméstico se transforma diariamente, e os metais de cozinha não são exceção, adaptando-se às constantes mudanças de influências estilísticas e necessidades. Hoje, as cozinhas incorporam elementos tradicionais e contemporâneos no mesmo espaço, criando uma linguagem que conecta e transita perfeitamente entre essas referências, potencializando-as mutuamente. Nesse contexto, a Dornbracht concebeu a linha VAIA, uma série de metais desenvolvida pelo escritório Sieger Design que funde tradição e modernidade em cozinhas contemporâneas por meio de linhas finas, silhuetas estilizadas e transições fluidas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138399/classico-e-vanguarda-metais-para-cozinha-que-equilibram-tradicao-e-modernidadeEnrique Tovar
À medida que o design de interiores continua a evoluir com as novas tecnologias, as "paredes vivas" surgem como um novo conceito inovador. O novo painel de parede luminoso ArtMorph é um produto singular que combina com maestria tecnologia de iluminação e display com o benefício adicional de uma seleção exclusiva de texturas. Sua adaptabilidade e soluções personalizáveis permitem que ele se integre a diversos ambientes, abrindo possibilidades para interiores que elevam a narrativa visual, indo além das limitações do design tradicional.
A 23,5 graus ao norte e 23,5 graus ao sul da linha do Equador, respectivamente, situam-se os trópicos de Câncer e Capricórnio. A faixa de cerca de 4.800 quilômetros de largura entre eles, que envolve a Terra, é carinhosamente conhecida como o "cinturão do café". As condições climáticas tropicais e subtropicais dentro desse cinturão, bem como a alta porcentagem de terras localizadas a mais de 1.000 metros acima do nível do mar, criam as condições perfeitas para o desenvolvimento do cafeeiro.
Nessas regiões das Américas Central e do Sul, África e Ásia, o café é uma das principais exportações nacionais, tornando-se parte fundamental de muitas identidades locais. Assim, os interiores das cafeterias nativas desses países conseguem ser tão ricos e bem equilibrados quanto os grãos ali cultivados. Para quem vive no cinturão do café, a bebida é mais do que apenas um hábito diário: trata-se, literalmente, de uma fonte de sustento e vida. E, nesses estabelecimentos, o café é tratado com essa exata relevância.
“Duas cabeças pensam melhor do que uma”, diz o ditado popular. E com razão. Como seres sociais que somos, os seres humanos prosperam por meio de interações interpessoais e da troca dinâmica de ideias. São essas reflexões coletivas que tendem a florescer, evoluir e atingir seu potencial pleno, alimentadas por uma diversidade de perspectivas e experiências. É justamente por isso que o trabalho em equipe se consolida como um dos pilares mais valorizados em qualquer ambiente corporativo, o que também explica por que profissionais de escritório passam, em média, 37% do seu tempo semanal em reuniões. Não surpreende, portanto, que os escritórios modernos incorporem salas de reunião como espaços dedicados à ideação colaborativa e à tomada de decisões. Mas não da forma como muitos imaginam. Ficaram para trás os dias de salas de conferência monótonas, compostas apenas por uma grande mesa, cadeiras desconfortáveis e paredes brancas, que agora dão lugar a modelos novos e mais inovadores, alinhados a uma mudança de paradigma.
Uma atração familiar em cidades mais populosas, diz-se que os bistrôs nasceram em Paris, onde moradores/as empreendedores/as montavam barracas improvisadas em frente às suas casas, vendendo suas sobras de produtos para ganhar uma renda extra. O que começou como uma atividade secundária despretensiosa transformou-se nos restaurantes e cafés acolhedores e aconchegantes que conhecemos hoje como bistrôs. Com espaço interno mínimo em suas instalações de pequena escala, esses estabelecimentos gastronômicos de dimensões reduzidas frequentemente dão continuidade à tradição de seus antecessores, dispondo mesas e cadeiras ao ar livre.
Lutando pela sobrevivência nos meses incertos da pandemia, pequenos estabelecimentos de hospitalidade e gastronomia aproveitaram o momento em que as grandes cidades flexibilizaram suas regras para refeições ao ar livre. Por toda parte, de pizzarias voltadas para praças no Porto a sanduicherias em becos de paralelepípedos em Edimburgo, delimitou-se o pouco espaço disponível com o máximo de mesas e cadeiras possível. Ao mesmo tempo em que viabilizava refeições seguras ao ar livre, o mobiliário também servia para atrair clientes — assim que isso passou a ser permitido.
Nos Jogos Asiáticos recentemente encerrados, o escritório UAD participou do projeto de diversas arenas esportivas. Entre elas, o Centro de Cultura Esportiva de Beisebol e Softbol dos Jogos Asiáticos de Hangzhou se destaca como a maior instalação recém-construída desta edição, além de ser, atualmente, o maior complexo de beisebol e softbol da China, com os mais altos padrões e instalações mais avançadas. Nesta edição do Spotlight, entrevistamos Qian Xidong, do UAD, que compartilha suas reflexões de design acumuladas ao longo de anos de prática profissional.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138165/mais-do-que-arquitetura-um-estilo-de-vida-entrevista-com-qian-xidong-do-uad韩爽 - HAN Shuang
O Duffle é um sistema modular que pode criar uma poltrona ou uma composição muito maior de unidades unidas, oferecendo um amplo espectro de possibilidades dependendo do espaço que ocupa. Imagem cortesia de BOSC
Há algo de nostálgico, ou mesmo de antifashion, em um casaco duffle. É uma peça charmosamente ingênua, associada a uniformes escolares e ao Urso Paddington, com uma história que remonta a meados do século XIX. Teve origem militar, como parte do uniforme da Marinha Real Britânica, e, como tantas outras vestimentas de serviço, acabou sendo reimaginada pelo mundo da alta-costura. Jean Cocteau costumava passear com sua amiga próxima Coco Chanel vestindo uma versão branca da peça. Décadas mais tarde, Rei Kawakubo fez uma declaração ousada com versões *oversized* na Comme des Garçons, e o casaco continua sendo um dos favoritos da fervorosa modernista Margaret Howell. Quando Jean Louis Iratzoki trabalhava no projeto de um novo sofá para integrar sua crescente linha de design na BOSC, inspirou-se nos fechos e na nostalgia que envolvem o casaco duffle. Foi uma maneira sutil de injetar um toque de suavidade vindo do passado em uma peça de mobiliário contemporânea e altamente sofisticada.
https://www.archdaily.com.br/pt/1138138/conforto-nostalgico-o-charme-do-casaco-duffle-no-sofaMark C. O'Flaherty
No ArchDaily, enfrentamos o constante desafio de nos mantermos atualizados com as novidades, sem, contudo, esquecer os valiosos aprendizados do passado.
É por isso que, a cada jornada de desenvolvimento de um novo artigo para você — especialmente sobre novos materiais e sistemas construtivos —, devemos nos perguntar: isso já foi feito antes? Como foi feito? O que há de novo no que estamos apresentando? Como conectar a inovação com o que já conhecemos, com a própria essência da arquitetura?
https://www.archdaily.com.br/pt/1138154/newsletter-dos-apoiadores-edicao-no-5ArchDaily Team
Como parte da nossa retrospectiva 2023: Retrospectiva do Ano, no ArchDaily revisitamos e refletimos sobre as publicações deste ano. A arquitetura residencial continua sendo uma das categorias mais visitadas em nossa plataforma quando se trata de obras construídas, despertando o interesse de usuários e usuárias de todo o mundo.
Estar presente se tornou a nova moeda de troca, outra maneira de acumular um capital simbólico e uma nova forma de chancelar um status. A princípio, isso começou com o repentino e rápido crescimento do fluxo de pessoas em museus e com a evidente concentração em áreas específicas da Cidade do México. Poderíamos abordar uma problemática que nos assola atualmente: a gentrificação e o deslocamento forçado.
Extensão da New Ground-Academy Arena of the Arts / READ Architecture. Imagem cortesia de re-a.d
Com o fim dos dias de verão, as atenções naturalmente se voltam para o universo acadêmico, um espaço repleto de curiosidade, energia e engenhosidade. Para profissionais de arquitetura, os espaços educacionais representam uma oportunidade de exploração, ao reunirem estudantes ávidos com docentes e especialistas em suas respectivas áreas. O ambiente das instalações de ensino torna-se, assim, uma tela em branco para o cultivo da criatividade, da curiosidade e do desenvolvimento. Desde a ludicidade de creches e pré-escolas até os corredores das faculdades que moldam os acadêmicos e acadêmicas de amanhã, a arquitetura dos espaços educacionais deve equilibrar estrutura e flexibilidade para responder às necessidades de estudantes, docentes e de suas comunidades.
A seleção desta semana de Melhores Projetos de Arquitetura Não Construída destaca propostas enviadas pela comunidade do ArchDaily dedicadas a instituições de ensino. De programas inovadores dedicados ao desenvolvimento infantil e engajamento comunitário a escolas de ensino médio especializadas ou instituições inclusivas que exploram o uso de materiais locais disponíveis, como a terra batida, esta seleção destaca projetos voltados para a troca de conhecimento em suas variadas formas.
Poucos materiais de construção resistem tão bem ao teste do tempo quanto o cobre. Ao contrário de outros materiais que foram substituídos ao longo dos anos — seja por falta de durabilidade, questões de sustentabilidade ou simples preferências estéticas —, o cobre continua presente em uma enorme variedade de aplicações, e seu apelo evoluiu com o tempo. Seja em fachadas e elementos-chave da edificação, seja em detalhamentos e acessórios, ele segue como um favorito absoluto de arquitetos/as, designers e do público em geral.
O brincar representa um momento no qual as crianças adquirem habilidades e conhecimentos de maneira自然 e atraente. Entre as principais inovações na educação infantil e no ensino fundamental, destaca-se o brincar como um eixo central no processo educativo, além de ser um princípio pedagógico fundamental para alcançar os objetivos de aprendizagem. A combinação do brincar com o aprendizado ao ar livre favorece a exploração e a experimentação, a estimulação sensorial e o desenvolvimento motor durante a infância.
Com diversas materialidades, designs e dinâmicas, os equipamentos de lazer para parques representados pela Urbanplay incentivam interações abertas e espontâneas, proporcionando um espaço para assumir riscos, explorar e se conectar com a natureza.