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Obra do Ano 2025: O prêmio de melhor arquitetura do ArchDaily en Español

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Em 2025, celebramos a décima sexta edição do nosso prêmio Obra do Ano, o maior reconhecimento do mundo da arquitetura na América Latina e Espanha, no qual os vencedores são escolhidos por votação. A partir de hoje, terça-feira, 18 de março, você e todos os nossos leitores e leitoras serão responsáveis por determinar quais foram as obras que, durante 2024, nos inspiraram e que hoje representam fielmente a identidade dos nossos contextos locais.

Nas próximas três semanas, a inteligência coletiva dos nossos leitores e leitoras selecionará centenas de projetos construídos em países de língua espanhola — Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, República Dominicana, Venezuela e Uruguai.

Prêmio ArchDaily Brasil Obra do Ano 2025: votações abertas

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A 9ª edição do Prêmio ArchDaily Brasil Obra do Ano chegou e novamente precisamos da sua ajuda para selecionar os melhores projetos de arquitetura do ano. Ao votar, você passa a fazer parte de uma rede imparcial de jurados reconhecendo os projetos mais relevantes publicados no ano passado.

Nas próximas três semanas, a inteligência coletiva de nossos leitores filtrará centenas de projetos de países lusófonos — Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Guiné-Bissau, Timor-Leste, Guiné Equatorial, Macau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe —publicados em 2024, selecionando as melhores obras construídas em território de língua portuguesa.

Os sistemas de assentos modulares estão redefinindo nossa percepção dos espaços públicos?

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Qual é a nossa visão dos espaços públicos do passado? Pense, por exemplo, em um parque — possivelmente o exemplo mais emblemático dessa tipologia. Trata-se de um ambiente projetado com caminhos sinuosos e áreas de descanso, onde frequentemente encontramos mesas e bancos fixos ao longo do trajeto. Seu desenho prioriza a permanência e a contemplação. Mas, ao olharmos para o presente, como o concebemos agora? De fato, o conceito tradicional de espaço público não desapareceu por completo. No entanto, nossa maneira de interagir com ele mudou, impulsionada pela necessidade de flexibilidade em ambientes em constante transformação. Essa mudança estimulou a exploração de novas abordagens projetuais. Como resultado, os sistemas de assentos modulares tornaram-se um campo dinâmico de experimentação, adaptando-se continuamente às transformações de uso e percepção.

Estudos de Caso em Habitação Centrada na Comunidade: Design Residencial Inovador

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A arquitetura evolui, sobretudo na forma como reflete as relações entre as pessoas, seu comportamento e o ambiente. Mesmo variações sutis nessas dinâmicas podem influenciar nossa maneira de pensar e viver em comunidade. Segundo o Banco Mundial, atualmente 56% da população vive em ambientes urbanos, e estima-se que até 2050 esse número chegue a 70%. Essa projeção reflete a velocidade e a magnitude do crescimento urbano, impondo desafios para arquitetos/as e escritórios de design — desde a viabilidade das edificações até a sustentabilidade do ambiente construído, englobando a arquitetura residencial e outras tipologias que influenciam a vida cotidiana.

Hannes Meyer: Explorando o legado de um ex-diretor da Bauhaus

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Em março de 2025, o ator Adrien Brody subiu ao palco para receber seu Oscar por interpretar o papel de László Toth no aclamado filme The Brutalist. O longa conta a história de um profissional da arquitetura formado na Bauhaus que fugiu da Alemanha nazista nos anos 1930 em direção aos Estados Unidos. Embora a história seja ficcional, ela reflete a vida de vários profissionais da arquitetura que emigraram da Europa Central em busca de melhores condições intelectuais e de trabalho. Entre eles estavam os três primeiros diretores da Bauhaus, a renomada escola alemã de design fundada em 1919. O primeiro e o terceiro diretor da escola, Walter Gropius e Mies van der Rohe, respectivamente, estabeleceram-se nos EUA, onde suas carreiras no ensino e na prática projetual floresceram. Menos conhecido, contudo, é o segundo diretor, Hannes Meyer, que seguiu um caminho bastante diferente de seus colegas.

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"Estávamos sempre criticando, estávamos sempre jogando granadas nas coisas": Em conversa com Elizabeth Diller

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Adoro reunir listas de declarações originais, quase como manifestos, de arquitetos/as em busca constante de novos caminhos. Elas nos instigam a imaginar possibilidades que antes não ousávamos considerar. Questionar convenções deveria ser o principal objetivo de um/a crítico/a ao dialogar com uma mente criativa. Caso contrário, o que haveria para discutir, afinal? É por isso que conversar com Elizabeth Diller sobre o trabalho e as intenções de seu escritório é como um sopro de ar fresco, especialmente hoje em dia, quando tantos/as arquitetos/as parecem satisfeitos/as em se alinhar ao que é esperado. Em uma de nossas conversas anteriores, Diller foi direta: "Não levamos os limites profissionais a sério. Cada vez que recebemos um programa de necessidades, nós o desconstruímos e fazemos novas perguntas continuamente. Nada é fixo." Desta vez, conversamos sobre a nova monografia do Diller Scofidio + Renfro, "Architecture, Not Architecture". O livro, um projeto em si, propõe repensar os próprios limites da arquitetura, reinventando, no processo, o que um livro pode ser. Durante nossa conversa de uma hora e meia pelo Zoom — plataforma que prefiro pelo registro de gravação frontal dupla —, ela disse entusiasmada: "Estávamos sempre criticando; sempre jogando granadas nas coisas."

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Metal no topo: qual estilo de cobertura está liderando a mudança?

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As coberturas metálicas têm uma longa história que remonta às civilizações antigas, com exemplos remotos encontrados na arquitetura romana e bizantina, onde chapas de cobre e chumbo eram utilizadas por sua durabilidade e resistência às intempéries. Durante o século XIX, os avanços na fabricação industrial levaram à ampla adoção de coberturas de ferro e aço ondulados, que se tornaram populares por sua resistência, custo-benefício e facilidade de instalação. Hoje, os sistemas modernos de cobertura metálica utilizam materiais como alumínio, aço galvanizado e zinco, oferecendo desempenho superior contra condições climáticas extremas, resistência ao fogo e eficiência energética. Essas superfícies podem ser projetadas em vários perfis, incluindo junta alçada (standing seam), ondulado e telhas metálicas, permitindo flexibilidade estética e integridade estrutural. Além disso, revestimentos refletivos e opções de isolamento contribuem para a economia de energia, tornando as coberturas metálicas uma escolha preferencial para soluções construtivas sustentáveis e duradouras.

A evolução dos banhos públicos: da necessidade à experiência

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Historicamente, os banhos públicos eram uma necessidade fundamental de higiene, dando origem a casas de banho comunitárias em regiões onde banheiros privados eram raros. No Japão, por exemplo, as casas de banho sento surgiram no início do período Edo, servindo como instalações essenciais quando a maioria das residências não dispunha de espaços próprios para o banho. Da mesma forma, em outras partes do mundo onde os sistemas hidráulicos e a gestão da água eram considerados luxos, os banhos públicos compartilhados tornaram-se componentes vitais da vida urbana. Com o tempo, esses espaços evoluíram para além de sua função prática, tornando-se locais de socialização, relaxamento e de fuga temporária da rotina diária.

No entanto, na era moderna, os banheiros privados tornaram-se onipresentes nas residências contemporâneas, solucionando de forma eficaz as preocupações de higiene que outrora tornavam as casas de banho públicas indispensáveis. Com o surgimento de espaços sociais alternativos — como cafés, academias, bares e lounges de jazz —, o banho comunitário tradicional deixou de desempenhar essa função essencial. Embora alguns ainda apreciem o aspecto social dos banhos públicos, o desconforto de se trocar e se molhar na frente de estranhos pode afastar muitas pessoas dessa experiência.

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Erentia: Uma iniciativa para a reconstrução sustentável da habitação rural em Cuba

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Erentia é um projeto que integra um escritório de arquitetura, um laboratório e uma associação sem fins lucrativos com sede na Espanha. A associação lançou uma iniciativa para divulgar um programa de cooperação em Cuba, focado na reabilitação do parque habitacional rural no Vale do Palmarito de Viñales, em Cuba. Diante da vulnerabilidade desta região a ciclones e furacões, o objetivo primordial é garantir a segurança estrutural das moradias e diminuir a exposição a futuros eventos meteorológicos extremos.

Tocar a terra levemente: como liberar o plano do solo molda a atmosfera arquitetônica

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A arquitetura e suas qualidades atmosféricas há muito são objeto de discussão, mas alcançar um consenso sobre o assunto continua sendo uma tarefa complexa. Isso ocorre, em grande parte, porque a experiência espacial é profundamente pessoal — enraizada em emoções, percepções sensoriais e preferências individuais difíceis de articular apenas com palavras. A maneira como cada pessoa percebe, sente e interage com um espaço adiciona outra camada de complexidade, tornando desafiador definir e concordar sobre seu impacto atmosférico. Ainda assim, arquitetos/as e designers buscam continuamente moldar ambientes que não sejam apenas funcionais e confortáveis, mas também capazes de evocar emoções e deixar uma impressão duradoura em seus ocupantes.

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Transformando edifícios industriais históricos em cidades dos EUA: 6 edifícios adaptados para o espaço de trabalho contemporâneo

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Muitas das principais cidades dos Estados Unidos estão lidando com grandes edifícios industriais em desuso. Essas edificações possuem relevância histórica e arquitetônica e, frequentemente, são protegidas por leis de preservação. Diante disso, profissionais de arquitetura enfrentam o desafio e a responsabilidade de adaptar esses edifícios às funcionalidades contemporâneas. A opção por evitar a demolição reflete uma abordagem sustentável na construção civil e destaca a importância de valorizar o patrimônio edificado.

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Como as tecnologias emergentes estão transformando o setor de arquitetura e construção

Há muitos anos, a tecnologia vem moldando o futuro de diversos setores, e a indústria da arquitetura, engenharia e construção (AEC) não é exceção. No início, os/as profissionais da arquitetura desenhavam esboços no papel, evoluindo posteriormente para desenhos em 2D, representações digitais em 3D e, agora, o BIM — avanços tecnológicos que mudaram a forma como os/as arquitetos/as modernos/as abordam o projeto, tornando-o mais sustentável e eficiente. Segundo o estudo de IA da RIBA de 2024, 57% dos/as arquitetos/as acreditam que a IA melhorará a eficiência do processo de projeto, e 54% esperam integrá-la em suas práticas nos próximos dois anos.

As casas neomaias de Frank Lloyd Wright em Los Angeles: criando atmosfera e percepção de espaço

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O legado arquitetônico de Frank Lloyd Wright é vasto, mas entre suas obras mais enigmáticas e ricas em atmosfera estão suas casas neomaias em Los Angeles, Califórnia. Residências como a Hollyhock House redefinem a interação de luz, materialidade, inovação construtiva e percepção espacial. Ao utilizar blocos de concreto modulares de forma ornamental e estrutural, Wright desenvolveu uma estética única profundamente enraizada tanto no passado quanto no futuro.

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Capelas abertas para o exterior: integrando a natureza e a paisagem na arquitetura religiosa da América Latina

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Globalmente, a arquitetura contemporânea continua investigando ferramentas e metodologias de projeto para integrar a natureza nos espaços habitáveis, dados os seus comprovados benefícios e contribuições para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Embora existam diferentes crenças religiosas ao redor do mundo, a arquitetura religiosa geralmente vai além de seus usos e funções para conectar-se com o sagrado. Sentidos, memórias e emoções são transmitidos nesses espaços a partir do uso de certos materiais, organizações espaciais e até sons e aromas que potencializam as experiências em atmosferas de espiritualidade, divindade e reflexão. No México, Chile, Equador, Brasil ou Uruguai, projetos de espaços de culto abertos para o exterior revelam uma arquitetura capaz de se adaptar a diferentes ambientes naturais, mantendo a premissa de que cada religião está ligada a uma identidade social e exige um vínculo particular com sua comunidade e a paisagem circundante.

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Repensando a sustentabilidade por meio de estratégias específicas para o local

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A sustentabilidade na arquitetura é frequentemente abordada como um desafio universal, resultando em soluções padronizadas que priorizam a eficiência em detrimento do contexto. No entanto, a arquitetura está intrinsecamente ligada ao seu ambiente — os edifícios interagem com o clima, a topografia e a história cultural de maneiras que exigem especificidade. Em vez de depender de listas de verificação de sustentabilidade padronizadas, como a arquitetura pode adotar soluções específicas para o local? Essa discussão está profundamente conectada ao conceito de Genius Loci, ou o espírito do lugar, introduzido por Christian Norberg-Schulz e adotado por arquitetos/as que defendem projetos em sintonia com seu entorno. Essa filosofia sugere que a arquitetura não deve ser imposta a um terreno, mas sim emergir dele, informada por seus materiais, clima e relevância cultural. Esse pensamento contesta a aplicação generalizada de tecnologias sustentáveis genéricas, propondo, em contrapartida, que a sustentabilidade deve estar intrinsecamente ligada ao local onde se insere.

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Reimagine a Hospitalidade em Veneza: Monaco Smart & Sustainable Marina Rendezvous 2025

Para a edição de 5º aniversário do "Monaco Smart & Sustainable Marina Rendezvous", a M3 Monaco revela o novo tema de seu concurso internacional de arquitetura anual. Estudantes, jovens arquitetos/as e profissionais da área têm o desafio de conceber uma nova visão ou repensar o desenvolvimento da infraestrutura da Ilha de Certosa, em Veneza, criando um diálogo singular que integre o turismo regenerativo, a jornada marítima, o título de Patrimônio Mundial da UNESCO e o próprio contexto de "La Serenissima."

Arte, Ativismo e a Cidade: Iluminando a Mudança Social

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A fusão criativa entre arte e ativismo nos espaços urbanos impulsionou o coletivo britânico Led by Donkeys ao centro das atenções, acumulando milhões de visualizações com suas intervenções nas redes sociais. Suas ocupações visuais críticas — sejam mensagens em outdoors durante o dia ou projeções em grande escala à noite — levantam uma questão instigante: qual meio possui maior poder de persuasão? O livro "Led by Donkeys: Adventures in Art, Activism and Accountability" oferece um mergulho profundo em sua abordagem conceitual, mapeando sua rápida evolução ao longo de seis anos. O que começou como uma reação londrina ao Brexit expandiu-se para uma crítica global à hipocrisia política, abordando questões na Europa, no Oriente Médio e nas Américas. Para Peter Weibel, ex-diretor do ZKM Center for Art and Media em Karlsruhe, Alemanha, a fusão inovadora entre ativismo e arte — ou "Artivismo" — representa a primeira nova forma de arte do século XXI. Anos de experiência no ativismo ambiental proporcionaram ao grupo percepções cruciais sobre as engrenagens da comunicação política, a organização de intervenções públicas e os desafios para alcançar mudanças sociais significativas.

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Arquitetura e colonialidade: o modernismo brasileiro em perspectiva crítica

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A arquitetura moderna brasileira é frequentemente celebrada como um marco de inovação e identidade nacional, projetando o país no cenário internacional com obras icônicas e uma estética própria. No entanto, pesquisas e publicações recentes trazem a à tona o entrelaçamento da sua trajetória com narrativas coloniais, tanto em suas influências quanto em seus impactos sociais. Embora o modernismo tenha surgido como uma tentativa de romper com a herança acadêmica europeia, ele manteve relações de dependência com referências estrangeiras e incorporou estratégias de dominação que ecoam a lógica colonial.

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Fachadas Avançadas da Trimo: Moldando a Arquitetura para um Futuro Net-Zero

À medida que a indústria da construção intensifica seus esforços em direção à sustentabilidade, arquitetos/as e incorporadores/as buscam ativamente soluções inovadoras para reduzir a pegada ambiental dos edifícios. A Trimo, líder global em soluções de fachadas e coberturas arquitetônicas, está na vanguarda dessa transformação com sua linha de produtos NEXT — Qbiss One NEXT e Trimoterm NEXT —, que está estabelecendo novos padrões de sustentabilidade. Projetados para apoiar a transição global para uma construção de carbono zero, esses produtos incorporam tecnologia de ponta, baixas emissões de carbono e alta reciclabilidade, tudo isso sem abrir mão de desempenho e estética superiores.

Da inteligência artificial aos/às artesãos/ãs: como o MEAN* mescla o design computacional com o artesanato do Oriente Médio

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Reconhecido como uma das Melhores Novas Práticas de 2024 do ArchDaily, o escritório MEAN* (Middle East Architecture Network) está redefinindo o panorama arquitetônico da região ao fundir design computacional, fabricação digital e pesquisa de materiais com o patrimônio local. Fundado em 2016, o estúdio adota uma abordagem inovadora, desenvolvendo soluções arquitetônicas site-specific que equilibram a inovação tecnológica com a continuidade cultural. Seu trabalho abrange projetos de diversas escalas, desde móveis experimentais, como a Cadeira Mawj, até intervenções de escala urbana, como o The Adaptive Majlis — uma reinterpretação fabricada digitalmente de espaços sociais e de resfriamento tradicionais. Ao integrar ferramentas avançadas como design paramétrico, IA e impressão 3D com materiais locais, o MEAN* está moldando uma nova linguagem arquitetônica que reflete tanto as aspirações do futuro quanto a profundidade do passado.

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Liu Jiakun e a reinvenção da tradição na arquitetura chinesa

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O mundo observa o desenvolvimento da China com uma mistura de admiração, curiosidade e apreensão. De gigantescas obras de infraestrutura, como hidrelétricas e uma moderna rede ferroviária de alta velocidade, ao surgimento de cidades inteiras praticamente do zero, o país evidencia um ambicioso projeto de crescimento e uma impressionante capacidade de execução. No entanto, esse avanço também traz desafios e contrastes marcantes. Se, por um lado, a modernidade se impõe em arranha-céus futuristas e tecnologias de ponta, por outro, permanece a necessidade de preservar a rica herança cultural e histórica do país, refletida em templos ancestrais, palácios imperiais e cidades tradicionais.

O rápido crescimento urbano também trouxe problemas como superlotação, poluição ambiental, aumento da desigualdade social e perda de terras agrícolas. A urbanização em larga escala levou ao desaparecimento de aldeias tradicionais, à degradação ambiental e à homogeneização da arquitetura e do estilo de vida em muitas cidades chinesas. É nesse cenário que Liu Jiakun, laureado com o Prêmio Pritzker de 2025, se destaca por uma uma arquitetura de gestos sutis, mas profundamente transformadora, que responde a estes e outros desafios da sociedade chinesa enquanto valoriza materiais e técnicas tradicionais, bem como a criação de espaços comunitários.

A IA está revolucionando a construção – 'Agora é a hora de liderar a mudança', diz a pioneira Lilian Ho

"Estamos à beira de uma revolução na construção civil. A introdução da Inteligência Artificial transformará inevitavelmente um setor que, até agora, tem sido tradicional e pouco digitalizado. Em breve, testemunharemos uma mudança de paradigma na forma como abordamos cada etapa do processo construtivo, e os/as profissionais do setor devem liderar essa mudança", alerta Lilian Ho, BIM & Digital Leader na indústria de AEC.

Projetando com a umidade: como a arquitetura se adapta aos climas mais úmidos do mundo

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Ambientes úmidos apresentam alguns dos desafios mais complexos no projeto arquitetônico. Desde o período de monções tropicais no Sudeste Asiático ao calor equatorial da África Central, esses contextos exigem soluções que considerem a umidade intensa, as altas temperaturas e o combate constante ao mofo, à deterioração e à estagnação do ar. No entanto, há séculos, as comunidades dessas regiões desenvolvem técnicas arquitetônicas que não lutam contra a umidade, mas trabalham em harmonia com ela, aproveitando materiais locais, design responsivo ao clima e técnicas de resfriamento passivo para criar espaços sustentáveis e habitáveis. Ao considerar a atmosfera como um fenômeno sensorial e climático, arquitetos e arquitetas criarão espaços que não são apenas evocativos, mas também responsivos, adaptáveis e sustentáveis.

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Sem caixilho é mais: como as janelas minimalistas moldam as atmosferas arquitetônicas

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Desafiar convenções tem sido uma constante na produção artística ao longo da história, sempre buscando ressignificar limites estabelecidos. No século XX, transformações sociais, históricas e tecnológicas criaram o contexto ideal para uma profunda reconfiguração arquitetônica. Nesse processo, o modernismo introduziu novas ideias sobre funcionalidade, rompendo com a ornamentação do passado. No entanto, partindo dessa base, o minimalismo refinou ainda mais a redução da forma à sua essência. Ao focar na relação entre espaço, sobriedade e luz, o movimento minimalista transformou a arquitetura contemporânea e o design de interiores, convertendo as janelas em um recurso fundamental para a percepção sensorial e a interação com a atmosfera e o espaço, abrindo um campo de exploração introspectivo, sensível e refinado.

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