Como é possível abrir os espaços educativos para o exterior e quais são as condições adequadas para o seu desenvolvimento? Quais estratégias bioclimáticas podem ser implementadas para contribuir com o conforto ambiental e a preservação cultural das comunidades? Ao conceber espaços de aprendizagem ao ar livre e diluir os limites entre interiores e exteriores, as dinâmicas das infraestruturas educativas projetadas pela associação Semillas na selva peruana convidam a refletir sobre as oportunidades de encontro, reunião e participação comunitária entre estudantes, famílias e moradores locais. Ligada aos usos e costumes do lugar, essa concepção de espaço representa uma forma de habitar na qual a implementação de estratégias bioclimáticas aliada à utilização de materiais e técnicas construtivas locais se unem para criar uma arquitetura em relação ao seu entorno e sua própria história.
Copenhague foi fundada por volta do século XI a partir de uma pequena vila de pescadores chamada "Havn" (porto), que servia como ponto estratégico para o comércio e a navegação. Ao longo do tempo, esse assentamento transformou-se em uma cidade industrial até se tornar a capital da Dinamarca. Apesar de sua dimensão reduzida, Copenhague exerce uma influência global significativa como modelo de vida urbana. Espalhada por duas ilhas, a cidade é reconhecida como uma das mais habitáveis do mundo, compensando sua escala modesta com um caráter marcante, refletido em sua vida urbana vibrante e em um horizonte pontuado por torres históricas, edifícios de baixa altura e uma mescla de arquitetura antiga e moderna.
Quem caminha durante o verão em uma cidade como Boston sabe que se gasta um tempo considerável traçando rotas que ofereçam sombra. No entanto, não posso usar isso como minha única desculpa para a falta de foco. Sendo realista, estou com a atenção dispersa. As manchetes turbulentas sobre a eleição presidencial nos EUA, a iminência de uma conferência climática da ONU sem precedentes e a expressão “década de ação decisiva” pesam muito sobre os meus ombros. Embora seja fácil se deixar levar pelos acontecimentos atuais, nós que dispomos de soluções precisamos manter o foco.
Uma expressão japonesa talvez útil a se lembrar é “kotsu kotsu”, que significa essencialmente desacelerar, focar na tarefa em mãos e realizá-la bem. As temperaturas estão atingindo níveis recordes, as pessoas estão sofrendo. Como apontou uma carta recente da COP da ONU, “tempo perdido significa a perda de vidas, de meios de subsistência e do planeta”. Resfriar nossas cidades e comunidades tornou-se mais importante do que nunca.
Em uma era em que passamos grande parte do tempo em espaços fechados, a arquitetura contemporânea oferece uma abordagem inovadora: dissolver as barreiras entre o interior e o exterior. Essa fusão, hoje uma característica marcante de muitos projetos atuais, reflete um desejo crescente de viver em sintonia com a natureza, promovendo uma harmonia que transcende as paredes e restaura a conexão humana com o entorno natural. Grandes aberturas que emolduram as paisagens e o uso de princípios do design biofílico diluem os limites entre o interior e o exterior, criando espaços flexíveis e banhados de luz, nos quais a natureza é incorporada ao espaço arquitetônico. Essa integração surge de decisões de projeto meticulosas, viabilizadas por avanços tecnológicos como vidros de alto desempenho e sistemas inteligentes, que permitem essa conexão sem sacrificar o conforto nem a eficiência energética.
El poder de la Data - Render interior conceptual. . Image Cortesía de Online Lab of Architecture (OLA)
Dos NFTs e do Metaverso às vantagens produtivas da renderização em tempo real, este ano representa uma excelente oportunidade para discutir as últimas tendências no campo das visualizações.
Nesse sentido, queremos abrir o debate e conhecer suas respostas para as seguintes perguntas: Quanto podemos aprender com outras indústrias correlatas, como o cinema, os videogames e o design industrial? Como a arquitetura pode contribuir e avançar no mundo das visualizações?
"Sou arquiteto/a... e agora, o que eu faço?" deve ser uma das perguntas mais frequentes de qualquer pessoa recém-graduada com o diploma de arquitetura em mãos. Com o passar dos anos, muitas dessas pessoas encontrarão trabalho em diferentes indústrias que não envolvem necessariamente trabalhar em um escritório projetando e construindo edifícios.
Existe um futuro para as nossas cidades se não tivermos um modo de vida sustentável? Há algum tempo, a sustentabilidade urbana vem sendo abordada mais sob a ótica das mudanças climáticas do que a partir de uma visão holística que incorpore a sociedade e a maneira como vivemos em comunidade.
Que novas formas de viver estamos experimentando diante das diversas transformações sociais, econômicas e ecológicas? Sem dúvida, precisamos colocar em pauta os diferentes casos de referência que surgiram em diversas partes do mundo e compreender as últimas tendências sobre a maneira como vivenciamos as nossas cidades.
Queremos que vocês, nosso público leitor, não apenas tomem a iniciativa de propor exemplos de coliving, cooperativas e qualquer novo tipo de habitação social que considerem referência, mas que também compartilhem suas reflexões sobre o assunto no formulário abaixo. Os comentários serão selecionados e publicados em um próximo artigo.
Tanto profissionais de arquitetura e design, quanto de psicologia e sociologia, reconhecem que a estética e sua filosofia subjacente têm o poder de transformar a maneira como percebemos o mundo ao nosso redor. Portanto, uma compreensão mais profunda do que é belo traz consigo o grande poder de transformar a forma como as pessoas reagem ao seu entorno.
Explorar os diferentes significados da estética na arquitetura, desde 'a forma segue a função' até a estética do metaverso, pode nos ajudar a compreender o potencial de nossos ambientes físicos e virtuais no caminho rumo a um mundo melhor.
Muito já se escreveu sobre o assunto, desde 'O belo e o justo na arquitetura', de Alberto Pérez-Gómez, até ‘O fracasso do belo’, de Pablo Caldera. Agora, no entanto, queremos abrir o debate para que nossos leitores e leitoras compartilhem suas visões sobre o que torna um edifício ou uma cidade belos.
Deixe seus comentários no formulário abaixo. Eles serão selecionados e publicados em um próximo artigo.
Cortesía de UN-Habitat and Global Utmaning/ Edited by ArchDaily
A arquitetura e as cidades continuam, até hoje, sem ser imaginadas por todas as pessoas. No ano passado, no Dia da Mulher, dissemos que “a batalha pela igualdade está longe de terminar”. Ao destacar continuamente as arquitetas e as questões de gênero, este ano estamos buscando as opiniões de nossos leitores e leitoras e, agora mais do que nunca, queremos a sua ajuda para reconhecer as figuras femininas desconhecidas na cena internacional.
Em sua opinião, quem são as arquitetas que faltam em nossa plataforma? Ajude-nos a colocar em foco as mulheres que projetam o ambiente construído e indique as principais protagonistas femininas de todo o mundo, para que possamos ajustar as narrativas, apresentar seu trabalho e compartilhar seus conhecimentos e ferramentas para um mundo mais inclusivo. Essas mulheres podem fazer parte de qualquer momento da história — desde jovens forças emergentes até líderes consagradas. Elas também podem ter perfis profissionais diversos, de arquitetas, urbanistas e designers a construtoras e tomadoras de decisão — todos os perfis envolvidos na configuração do ambiente construído que nos cerca são elegíveis.
Como impulsionar a produtividade por meio da tecnologia na era digital? Recentemente, a XKool Technology, líder em aplicações de inteligência artificial para o setor da arquitetura, realizou o lançamento de um novo produto, o "Plan Deep", dando início a uma nova etapa na evolução das capacidades tecnológicas na arquitetura.
Este artigo apresenta informações sobre os recém-lançados produtos de design inteligente da XKool, bem como sobre o próximo tutorial do DigitalFUTURES, que será apresentado pela empresa em 8 de janeiro de 2022. Convidamos você a vivenciar de perto essa colaboração entre arquitetura e tecnologia.
Do planejamento à construção, a arquitetura vai muito além de projetar edifícios. Com a participação de diversos agentes multidisciplinares e um fluxo contínuo de imagens, plantas e arquivos, qualquer projeto envolve também a gestão de grandes volumes de informação. Como os/as arquitetos/as costumam lidar com prazos apertados – precisando concluir um determinado número de edificações em um período específico –, os dados devem ser gerenciados de forma produtiva e eficiente. No entanto, à medida que os projetos de construção e seus métodos de entrega se tornam cada vez mais complexos, gerenciar essas informações virou um desafio sem precedentes. Somando-se a isso, a pandemia de COVID-19 impôs o trabalho remoto aos escritórios de arquitetura, impactando a forma e o local a partir dos quais os/as colaboradores/as acessam as informações. Portanto, para garantir uma entrega de projeto eficaz, o grande desafio reside em gerenciar com sucesso as informações do projeto.
O despertar do Antropoceno colocou a ideia do reuso adaptativo em evidência, consolidando-o como o ápice da regeneração e revitalização urbana. A prática aproveita edifícios existentes de valor histórico e cultural, ressignificando-os para torná-los funcionais. Trata-se, essencialmente, de uma forma de salvamento arquitetônico — um meio sustentável e viável de reconstrução.
O reuso adaptativo é um aspecto fundamental para garantir uma existência sustentável. Os edifícios concentram uma enorme quantidade de energia incorporada, de modo que, quanto mais pudermos adaptá-los e reaproveitá-los, melhor. Além disso, eles funcionam como repositórios de memórias e histórias coletivas que, à medida que os modificamos, se sobrepõem em camadas de maneiras novas e interessantes. Este vídeo investiga o tema por meio do estudo de caso do “The Plant”, uma incubadora de alimentos em Chicago instalada em uma antiga fábrica de processamento de carne suína. A localização e a infraestrutura existente do edifício fizeram dele o candidato ideal para essa nova finalidade. Nesse sentido, John Edel, fundador do The Plant, empenhou-se em evidenciar a história do edifício e honrar seu patrimônio ao longo de todo o processo de adaptação.
Passeio de barco no The Lake, na região norte do Central Park. Imagem cortesia de Harry Gillen via Unsplash
À medida que as temperaturas globais sobem sem sinais de desaceleração, os parques do futuro estarão sujeitos a secas, inundações, calor escaldante e nevascas mais intensas, já que o ar mais quente é capaz de reter mais umidade do que o ar frio. (Costuma-se dizer que o mundo do futuro será mais úmido e selvagem justamente por esse motivo.)
Como, então, os parques urbanos podem se fortalecer para as próximas décadas? A Central Park Conservancy, a Yale School of the Environment e a Natural Areas Conservancy uniram forças para transformar o parque mais emblemático de Nova York em um polo de estudos sobre adaptação às mudanças climáticas e possíveis estratégias de mitigação. O Central Park Climate Lab foi anunciado em 12 de janeiro pela organização, e as descobertas obtidas com o programa serão estendidas a outros parques da cidade de Nova York e, futuramente, de todo o país.
Arquitetura e moda parecem uma combinação improvável. No entanto, em mais de um aspecto, elas são feitas do mesmo tecido. Antigas tribos nômades viviam em abrigos de tecido e peles de animais — os mesmíssimos materiais usados em suas vestimentas. Dessa forma, roupas e abrigos eram confeccionados pelas mesmas mãos artesãs. Com o tempo, à medida que nossas construções supriram as necessidades básicas de proteção do corpo humano, esses ofícios se elevaram a formas de arte distintas. Hoje, designers como Virgil Abloh, com formação em arquitetura, costuram esses dois campos de volta em desfiles que fazem referência a projetos de Mies van der Rohe, ou em jaquetas adornadas com edifícios tridimensionais acolchoados. Os espaços comerciais de moda também aproximam o espaço e o vestuário, frequentemente de maneira meticulosa e instigante. Este vídeo analisa a história da relação entre arquitetura e moda e visita uma loja em Chicago chamada Notre, com projeto de Norman Kelley.
Com o V-Ray 5 para SketchUp, Update 2, a Chaos introduziu novas ferramentas inteligentes que facilitam a criação de renderizações incríveis por arquitetos/as e artistas de visualização de arquitetura (arch-viz). É possível aproveitar os modelos e materiais gratuitos disponíveis no Chaos Cosmos, personalizar superfícies com o V-Ray Decal e ajustar a renderização com o LightMix e pós-processamento.
Neste tutorial, Ricardo Ortiz, Especialista de Produto do V-Ray, utiliza uma cena de interior para demonstrar como essas novas e poderosas adições podem acelerar seus processos criativos e adicionar detalhes extras para um fotorrealismo excepcional.
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Catie Newell do Alibi Studio. Imagem cortesia de Stewart Hicks
Edifícios são como corpos com órgãos. Nessas circunstâncias, com um pouco de esforço extra, as edificações podem ser desmontadas em vez de demolidas. O desmonte envolve a remoção cuidadosa de componentes reaproveitáveis, seu armazenamento e a busca por um novo destino para eles. Embora essa solução nem sempre seja possível, ela pode fazer parte de um esforço sustentável que — além de evitar que os materiais parem em aterros sanitários — preserva a história e a memória incorporadas em materiais e fragmentos únicos. Também honra o trabalho humano investido em nosso ambiente. Este vídeo explora o reuso de materiais de construção e o que significa estar cercado por fragmentos carregados de história. O conteúdo também traça o perfil de instituições dedicadas ao desmonte e à distribuição de materiais de construção, bem como de práticas artísticas que reconfiguram nosso ambiente construído existente, incluindo Noah Purifoy e Catie Newell, do Alibi Studio.
A Dra. Steffi Burkhart conhece bem a geração millennial. Ela sabe — ou, pelo menos, tem uma opinião muito bem fundamentada e profundamente pesquisada — como essas pessoas querem viver e trabalhar. Considerando que os/as millennials – comumente identificados/as como as pessoas nascidas entre o início dos anos 1980 e meados dos anos 1990 – em breve dominarão a força de trabalho, compreender suas necessidades e aspirações profissionais e pessoais é uma informação valiosa. Isso é vital para empresas, cidades e países que desejam atrair e empregar de maneira produtiva os melhores talentos dessa geração.
O The Second Studio (anteriormente conhecido como The Midnight Charette) é um podcast explícito sobre design, arquitetura e o cotidiano. Apresentado pelos/as arquitetos/as David Lee e Marina Bourderonnet, o programa recebe diferentes profissionais da área criativa em conversas espontâneas que dão espaço a reflexões aprofundadas e debates pessoais.
Uma variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros apresentam dicas para colegas de profissão, avaliações de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify e YouTube.
Esta semana, David e Marina recebem Sarah Whiting, diretora e professora de arquitetura Josep Lluís Sert na Harvard University Graduate School of Design (GSD), além de cofundadora da WW Architecture, para discutir seu interesse inicial pela arquitetura, a comunicação do valor da arquitetura para o público em geral, a GSD, questões sociais e ambientais na arquitetura, o futuro da prática profissional, movimentos arquitetônicos e muito mais.
https://www.archdaily.com.br/pt/1134710/the-second-studio-podcast-entrevista-com-sarah-whitingThe Second Studio Podcast
A empresa MiQ Media utiliza uma divisória de correntes de alumínio suspensas da Kriskadecor para separar o espaço da recepção de uma passagem movimentada, criando ao mesmo tempo uma identidade de marca marcante. Imagem cortesia de Kriskadecor
A divisão de ambientes é muitas vezes desconsiderada como uma solução sem graça, voltada apenas para o isolamento acústico. No entanto, diversos projetos demonstram como é possível segmentar o espaço de forma artística, agregando cor, caráter e personalidade ao projeto.
Este vídeo investiga a ideia de compreender os edifícios como criaturas não humanas. Embora a premissa possa parecer absurda à primeira vista, o conceito tem uma longa história e desdobramentos práticos potencialmente muito positivos. Edifícios precisam ser cultivados como um jardim; eles demandam manutenção e cuidado. Se assumirmos que possuem vida, a necessidade desse cuidado torna-se mais evidente e intuitiva. Essa metáfora também nos instiga a criar empatia pelas pessoas que conceberam e construíram o edifício, tratando o trabalho humano envolvido em sua construção com admiração e reverência.
Banheiro CYO Metropolitan. Imagem cortesia de Dornbracht
À medida que as cidades se tornam mais densas e a pandemia continua a moldar os padrões de vida e de trabalho, as pessoas passaram a ter plena consciência de que o espaço que habitam influencia profundamente o seu bem-estar físico e mental. Diante disso, o design de interiores residencial passou a focar na promoção da sensibilidade, do conforto e da tranquilidade como uma forma de escapar das incertezas do mundo exterior. Por ser um espaço seguro onde praticamente começamos e terminamos cada dia, o banheiro moderno também se adaptou a essa realidade, assumindo um papel fundamental como um ambiente dedicado ao relaxamento e ao autocuidado. Assim, o que costumava ser uma zona puramente funcional é agora percebido como um refúgio pessoal revigorante e um espaço de convivência flexível que pode até adotar outras funções – de academia a spa privado.
A habitação acessível tornou-se um problema global cada vez mais urgente. Seja no aluguel ou na casa própria, a inacessibilidade à moradia tem aumentado continuamente. Dados do Censo dos EUA ilustram um declínio acentuado na aquisição da casa própria nas últimas décadas. Embora os millennials fossem a geração mais populosa em 2019, a taxa de propriedade imobiliária entre eles era de apenas 47,9%. Em contrapartida, a taxa da Geração X era de 69%, vindo logo atrás da geração silenciosa, com 77,8%. Essa tendência de declínio geracional no acesso à casa própria se reflete em outras partes do mundo, como no Reino Unido, onde as taxas caíram continuamente de 71% em 2003 para 64% em 2018. Grande parte de especialistas aponta a falta de acessibilidade financeira como o principal motivo para essa queda.
Nordic Structures. Imagem cortesia de Quebec Wood Export Bureau
A construção offsite é um setor em rápida expansão na indústria global da construção civil. Com esse crescimento, surgem diversos desafios para todas as partes envolvidas, especialmente para profissionais de arquitetura, que historicamente se mantiveram distantes dos meios e métodos de construção. Os desafios relacionados aos custos têm levado muitos escritórios a buscar entender melhor como otimizar os projetos para os métodos de viabilização offsite. Para ajudar a acelerar a transformação do setor, uma iniciativa cooperativa e de código aberto liderada pelo Quebec Wood Export Bureau vem desenvolvendo um conjunto de ferramentas colaborativas e sem fins lucrativos voltadas a arquitetos e arquitetas. Em www.offsitewood.org, a iniciativa oferece um plug-in gratuito para o Revit, pacotes de conteúdo detalhados e um estimador de carbono incorporado para fases iniciais de projeto integrado ao BIM, chamado Carbon Fixers.