Durante décadas, a indústria da construção seguiu um ritmo familiar: o projeto vinha primeiro, os materiais vinham depois. A necessidade urgente de edifícios sustentáveis quebrou essa rotina. A seleção de materiais já não é uma consideração tardia, mas sim uma decisão crítica tomada logo no início, com potencial para reduzir drasticamente a pegada ambiental de um projeto. Essa mudança é ainda mais crucial diante do apetite da indústria da construção por matérias-primas — impressionantes 3 bilhões de toneladas extraídas anualmente. Para navegar por esse novo cenário, as bibliotecas de materiais digitais e as avaliações orientadas por dados surgem como ferramentas poderosas, criando uma cultura na qual a materialidade assume o papel central para moldar um ambiente construído mais sustentável.
O fluxo incessante de desastres climáticos nas manchetes — ondas de calor escaldante, incêndios florestais devastadores, enchentes históricas, secas paralisantes — já não representa uma mera sucessão de anomalias. Como uma nova e sombria realidade em grande parte do planeta, esses eventos climáticos extremos, impulsionados pelas mudanças climáticas causadas pela ação humana, estão se tornando mais frequentes e severos. Em suma, são sintomas evidentes de uma crise ambiental mais ampla e generalizada.
Vencer desníveis com conforto e aproveitar o espaço de forma eficiente é a principal função das escadas. Sua invenção não é atribuída a um único indivíduo ou civilização específica, tendo evoluído de forma independente em várias culturas ao longo da história. As primeiras evidências de escadas são encontradas na antiga Mesopotâmia, no Egito e na civilização do Vale do Indo, com exemplos notáveis como os zigurates da Mesopotâmia e a Grande Pirâmide de Gizé. Os gregos e romanos refinaram ainda mais o design e, durante o período medieval, as escadas em caracol eram comuns nos castelos por suas funções defensivas. O Renascimento trouxe exemplos ainda mais elaborados e decorativos, feitos de pedra, mármore e, mais tarde, de ferro e aço. Na era moderna, surgiram inovações com concreto e componentes pré-fabricados, refletindo avanços nos materiais e na engenharia. As escadas flutuantes, por exemplo, tornaram-se uma tendência ao ampliar visualmente o espaço e melhorar a iluminação natural do ambiente. Elas se caracterizam por um design elegante e minimalista, no qual os degraus parecem flutuar no ar sem suportes visíveis, sendo fixados em uma única parede.
Hoje, a arquitetura e o design não se limitam à expansão urbana ou ao foco exclusivo no projeto espacial; pelo contrário, envolvem a integração de diversos elementos e ideologias que enriquecem o trabalho e o ambiente. É nesse contexto que se insere o "FOAID - Festival of Architecture and Interior Designing", que celebra um legado de 11 anos. O evento reúne tudo: arquitetos/as, designers, marcas, artistas e inovadores de todo o país e do mundo, unidos em uma única plataforma. Com mais de 10.000 visitantes, o evento teve como objetivo dinamizar o universo do design — conectado, mas ao mesmo tempo fragmentado —, apresentando técnicas de vanguarda e celebrando o legado de nomes consagrados e talentos emergentes da comunidade. Além disso, promoveu oportunidades de networking interdisciplinar, fortalecendo o impacto da comunidade arquitetônica na sociedade. Em parceria com CNBC TV18, o evento marcou sua presença marcante em Nova Déli, nos dias 22 e 23 de novembro, no NSIC Ground, e em Mumbai, de 20 a 21 de dezembro, no Jio Convention Centre.
Um relatório recente vindo da Nigéria, elaborado pelo Ministério da Agricultura, prevê que pelo menos 31,5 milhões de pessoas possam enfrentar uma crise alimentar e nutricional entre junho e agosto deste ano. Estes dados alarmantes evidenciam a gravidade da crise de abastecimento que tem escalado progressivamente nos últimos anos. A alta dos preços de frutas e legumes e a consequente escassez nos mercados locais já são evidentes, à medida que alimentos básicos desaparecem das mesas. Essa situação projeta um futuro sombrio para o país, onde a maior parte da população já luta para garantir o sustento básico, mesmo em períodos mais favoráveis.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140708/agricultura-urbana-um-caminho-sustentavel-para-superar-a-crise-alimentar-em-curso-na-nigeriaMathias Agbo, Jr.
CityMakers, a Comunidade Global de Arquitetos/as que Aprendem com Cidades Exemplares e seus/suas Criadores/as, está trabalhando em parceria com o ArchDaily para publicar uma série de artigos sobre Barcelona, Medellín e Roterdã. Os/as autores/as são os/as arquitetos/as, urbanistas e/ou estrategistas dos projetos que transformaram essas três cidades, visitadas nas "Schools of Cities" e estudadas nos "Cursos-Documentários" realizados pela CityMakers. Nesta ocasião, Alejandro Restrepo Montoya, Diretor de Planejamento Urbano e Arquitetura de Medellín, apresenta seu artigo "Urbanismo Ambiental e Geografias Urbanas, Medellín 2024-2027"
O plano urbano de Medellín busca responder como o planejamento urbano pode melhorar a qualidade de vida das pessoas. Ao desenvolver sua proposta, a cidade promove os benefícios sociais que essas práticas de planejamento urbano podem gerar. Medellín enfatiza o aproveitamento das condições naturais e ambientais, como vales, córregos, rios, montanhas e morros, para desenvolver critérios de planejamento urbano que atendam às necessidades sociais.
Projeto vencedor do Prêmio de Mérito de Tese de Pós-Graduação 2023 por Mackenzie Champlin com o orientador Ramiro Diaz Granados
Há mais de 50 anos, o SCI-Arc impulsiona estudantes a conduzirem a liderança do design em novas direções. Reconhecido por sua abordagem de vanguarda e por seu compromisso em desafiar os limites da arquitetura, o programa de Mestrado em Arquitetura 1 (M.Arch 1) do SCI-Arc exemplifica essas qualidades por meio de um currículo estruturado de forma singular e voltado para o futuro. Ao promover a competência técnica e o discurso crítico, o programa M.Arch 1 projeta seus/suas egressos/as para o sucesso duradouro não apenas na arquitetura, mas também em setores criativos de ponta, como inteligência artificial, jogos digitais, realidade virtual e construção de mundos cinematográficos.
O compromisso global com as emissões líquidas zero e a mitigação das mudanças climáticas impõe um desafio monumental para a construção civil — um setor que atualmente gera quase 40% das emissões mundiais de CO₂ e cujo índice deve continuar crescendo. Adotar práticas sustentáveis é crucial para melhorar as condições ambientais, e entre os principais objetivos estão otimizar o conforto térmico e reduzir o consumo de energia nas edificações. Como alcançar esse objetivo senão por meio do aprendizado conjunto e da troca de conhecimentos entre diferentes profissionais e trabalhadores do setor?
Existem certos materiais que oferecem múltiplas formas de uso, e um deles é a madeira. Este material nobre pode adotar diversos papéis: na tectônica como elemento estrutural, nos acabamentos como revestimento de pisos, ou inclusive como elemento funcional e decorativo em forma de mobiliário. Dependendo de sua aplicação, a madeira adquire uma narrativa distinta. No projeto de fachadas, sua integração confere um caráter particular, pois, além de contribuir para a identidade e a estética do edifício, também desempenha um papel crucial em sua funcionalidade.
Quando falamos de fachadas e madeira, os brises e o padrão ripado são elementos recorrentes. Através deste conceito — em contraste com os sistemas modulares —, é possível criar combinações personalizáveis para cada projeto, o que transmite uma beleza artesanal única, de acordo com o desenho planejado para seu uso. Além disso, a madeira oferece características notáveis em termos de sustentabilidade, controle solar, resistência às intempéries e eficiência energética. Juntas, essas qualidades permitem que a fachada funcione como uma interface dinâmica entre o interior e o exterior, mediando também a luz e a sombra, bem como as vistas.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140749/a-beleza-artesanal-do-ripado-resistencia-estetica-e-controle-solar-em-fachadasEnrique Tovar
Na Cidade do México, a icônica Casa Praxis(1975), projetada pelo renomado escultor, poeta e arquiteto mexicano Agustín Hernández Navarro, tornou-se o palco principal de "El Luchador" (O Lutador), um curta-metragem produzido pela Simon edirigido pelo escritório RA! Arquitectos ao lado dos cineastas René Batista e Tito Sánchez. O filme marca o lançamento da 5ª edição do Living Places-Simon Architecture Prize. A Simon, empresa familiar centenária especializada em iluminação, energia e gestão de espaços, é reconhecida globalmente por seu compromisso com a excelência arquitetônica.
A história do filme acompanha a jornada de um jovem sonhador que entra na casa para viver sua maior fantasia: tornar-se um lutador, enquanto enfrenta acontecimentos inesperados. O curta destaca o poder dos espaços oníricos de realizar os desejos de seus habitantes, ilustrando que, por trás de cada espaço habitado, existe um/a arquiteto/a com uma história para contar.
A exploração espacial não é apenas um testemunho da ambição humana ou uma busca por novos territórios e recursos. Nossas incursões além da atmosfera terrestre são movidas por um propósito mais profundo: compreender melhor nosso lugar no cosmos e desenvolver inovações pioneiras capazes de transformar a vida em nosso próprio planeta.
O sol é um parceiro incontornável na arquitetura, influenciando a iluminação, a eficiência energética e o conforto dentro e fora dos edifícios. Essa influência tornou-se ainda mais relevante no contexto das mudanças climáticas, que têm provocado o aumento das temperaturas e a criação de ambientes desafiadores. Em resposta, profissionais de projeto trabalham constantemente para adaptar as cidades às ondas de calor por meio de estratégias urbanas em grande escala. Em menor escala, como no contexto residencial, a questão pode ser abordada de maneira mais específica por meio de diversas soluções de sombreamento.
Como o comportamento do sol varia de acordo com a região e a época do ano, estruturas de sombreamento reguláveis são fundamentais para gerenciar a luz solar e o calor de forma eficaz. Em altas latitudes, os ângulos solares mudam com a alternância das estações, ao passo que nas regiões equatoriais a radiação permanece mais constante ao longo do ano. As soluções retráteis da ShadeFX são projetadas para se adaptar a essas diferentes condições, regulando a intensidade da luz direta e minimizando o calor excessivo. Ao aumentar o conforto e a funcionalidade dos espaços, essas soluções também contribuem para mitigar o impacto de um planeta superaquecido.
https://www.archdaily.com.br/pt/1140391/como-escolher-estruturas-de-sombreamento-estrategias-baseadas-nos-angulos-solares-e-nas-estacoes-do-anoEnrique Tovar
Selecionado pelo ArchDaily como uma das Melhores Novas Práticas de 2024, o IDK está trazendo uma abordagem nova e dinâmica na construção de comunidades com arquitetura de qualidade. Mike Lim, James Pockson e Roddy Bow se conheceram enquanto cursavam o mestrado em Arquitetura no Royal College of Art (RCA) e fundaram seu escritório de arquitetura, o IDK, em Londres, em 2019. O trio, movido por uma forte missão — *ajudar comunidades e instituições, organizações e culturas progressistas a prosperarem* —, vem pesquisando e entregando projetos voltados para a comunidade que incorporam a construção experimental com uma abordagem holística. Seu trabalho se concentra em fomentar o desenvolvimento social, com ênfase na consciência ecológica, uso de materiais locais, gestão inteligente de recursos e orçamentos, reformas respeitosas e no projeto apenas do que é necessário, sem construir em excesso.
O A' Design Award foi criado para destacar o melhor do design em todo o mundo. O prêmio internacional serve como uma plataforma para profissionais de design, arquitetura e inovação de todas as disciplinas apresentarem seus trabalhos a um público global. As inscrições para a edição de 2024-2025 já estão abertas.
Seja você profissional de arquitetura ou de design de interiores, ter as ferramentas certas pode fazer toda a diferença para otimizar seu fluxo de trabalho. O SketchUp conta com ferramentas potentes que ajudam milhões de profissionais a acelerar o desenvolvimento de seus projetos. A seguir, apresentamos sete maneiras pelas quais este software de modelagem 3D e design pode ajudar você a alcançar seus objetivos.
Oct Art Center, Foto por Xia Zhi. Imagem cortesia de Zhu Pei Studio
“Isso vai ser incrível! Estou muito entusiasmado,” diz Zhu Pei sobre o Museu e Observatório das Ruínas de Majiayao, atualmente em construção em Lintao, na província de Gansu. O arquiteto, baseado em Pequim, projetou o edifício como um espaço cavernoso profundamente inserido no solo, que evoca um fragmento gigante de cerâmica antiga, assemelhando-se a um sítio arqueológico do Período Neolítico descoberto no local há um século. A edificação é tão incomum que não pode ser descrita em termos arquitetônicos convencionais. Por exemplo, uma vasta casca hiperbólica de concreto moldado in loco repousa sobre o solo, bloqueando o vento frio do noroeste no inverno. O arquiteto utilizou areia e cascalho do rio Tao local para produzir um concreto bruto especial com ranhuras horizontais na superfície, simbolizando os vestígios de milhares de anos de erosão. Todos os edifícios de Zhu são notáveis. Ainda assim, apesar de suas inovações, estão enraizados na cultura, na natureza e no clima. São projetados com base em sua filosofia arquitetônica, a "Arquitetura da Natureza", articulada em cinco pontos fundamentais: integridade incompleta, arquitetura esponja, caverna e ninho, postura de assentamento, e estrutura e forma.
Uma grande variedade de temas é abordada com honestidade e humor: alguns episódios trazem entrevistas, enquanto outros oferecem dicas para colegas de design, análises de edifícios e outros projetos, ou explorações descontraídas sobre o cotidiano e o design. The Second Studio também está disponível no iTunes, Spotify, e YouTube.
Esta semana, David e Marina, da FAME Architecture & Design, discutem suas maiores frustrações no projeto de arquitetura. A dupla aborda elementos históricos mal adaptados; o uso inconsistente de materiais e detalhes em um projeto; corredores sem saída; falhas de execução na obra e muito mais.
Destaques e Minutagem
https://www.archdaily.com.br/pt/1140292/podcast-the-second-studio-o-que-mais-irrita-na-arquiteturaThe Second Studio Podcast
Novos empreendimentos, empresas e startups do setor imobiliário estão transformando as percepções e necessidades em torno da casa própria e das experiências de locação. Em uma sociedade na qual a propriedade imobiliária é associada ao sucesso pessoal, as inovações no mercado de aluguel residencial buscam aumentar a atratividade da locação. As mudanças nas demandas dos consumidores estão impulsionando uma tendência de modelos de moradia exclusivos e focados na comunidade. Essa transição está redefinindo a forma como as pessoas enxergam seus espaços de convivência, interagem com suas comunidades e percebem o valor de seus lares.
À medida que as comunidades se tornam mais multiculturais e progressivamente diversas, esses locais servem como manifestações físicas de inclusão religiosa, incentivando a aceitação de minorias étnicas e religiosas em paisagens multiculturais. Sua proliferação reflete uma necessidade crescente de ambientes inclusivos que atendam a diversas necessidades espirituais e, ao mesmo tempo, promovam a compreensão inter-religiosa. Contudo, projetar e implantar esses espaços impõe desafios complexos, frequentemente gerando debates sobre representatividade, neutralidade e a própria natureza do espaço sagrado. Tais discussões evidenciam o delicado equilíbrio que profissionais de arquitetura devem encontrar ao criar ambientes que sejam ao mesmo tempo universalmente acolhedores e espiritualmente significativos.
Iluminación sostenible y cumplimiento de la Norma DS1 en proyecto en Colcura, Chile. Image Cortesía de Schréder
A iluminação pública desempenha um papel fundamental nas cidades modernas e evoluiu consideravelmente ao longo da história. Na Antiga Grécia e em Roma, métodos rudimentares como tochas e lamparinas a óleo iluminavam algumas ruas. Durante a Idade Média, castelos e ruas de cidades europeias utilizavam lanternas a óleo e, posteriormente, velas. Um avanço significativo ocorreu com a invenção da lâmpada a gás no final do século XVIII, que foi utilizada pela primeira vez para iluminação pública em Londres em 1807, melhorando la visibilidade nas ruas e contribuindo para a redução da criminalidade. A invenção da lâmpada elétrica por Thomas Edison em 1879 revolucionou a iluminação pública, e as lâmpadas incandescentes começaram a substituir o gás, proporcionando uma iluminação mais eficiente e segura.
Parque Público de Karantina 2020-2023. Imagem cortesia de CatalyticAction
Os espaços públicos nem sempre são moldados pelo planejamento urbano, mas pelas práticas que acolhem. Sua existência decorre de nossa necessidade inerente de conexão com o outro. Como espaços de encontro, essas áreas urbanas, abertas e acessíveis refletem a maneira como interagimos com nosso entorno e uns com os outros, ao mesmo tempo em que oferecem locais para a prática de exercícios, o brincar, a socialização e o lazer.
Reconhecendo que os espaços públicos são mais do que meros ambientes físicos, a CatalyticAction dedica-se a promover um senso de comunidade, segurança e pertencimento, especialmente para as crianças, que estão entre as pessoas mais vulneráveis da sociedade. Sua missão não consiste apenas em criar espaços onde as crianças possam brincar e crescer, mas também em empoderá-las, garantindo que tenham voz ativa na definição de seu entorno. Para saber mais sobre esse trabalho, Christele Harrouk, editora-chefe do ArchDaily, conversou com Joana Dabaj, cofundadora e diretora de programas da CatalyticAction.
O espaço doméstico é um reflexo das atividades, condutas e comportamentos dos indivíduos, onde convive uma série de dinâmicas e processos que fazem parte do cotidiano. Embora cada residência conte com suas próprias lógicas de distribuição de acordo com o momento de sua concepção, as demandas de seus habitantes, as tecnologias da época, entre outros fatores, as reformas de interiores residenciais muitas vezes expressam o interesse em recuperar estruturas e fachadas antigas, reciclar mobiliário em desuso, restaurar elementos de qualidade em revestimentos e pisos, ou diretamente integrar novas soluções que permitam alcançar maior fluidez espacial, iluminação e otimização de suas superfícies.
Ao longo da história, a pedra tem sido um material de construção fundamental devido à sua resistência, beleza e apelo intrínseco. O material é utilizado há séculos para erguer construções duradouras, de monumentos históricos a residências contemporâneas. Sua resiliência a torna adequada tanto para projetos de design de interiores quanto de exteriores, proporcionando uma ampla variedade de aparências. Existem inúmeras variedades de pedras, cada uma com textura e coloração distintas, incluindo o mármore, o granito e o calcário. Graças a essa diversidade, o material pode ser usado de forma criativa por arquitetos/as e construtores/as para criar detalhes de destaque ou edifícios inteiros. Esta seleção de projetos não construídos,enviada pela comunidade do ArchDaily, mostra como a pedra continua sendo um material de construção confiável e adaptável, capaz de aliar o artesanato tradicional ao estilo contemporâneo.